Meu Vizinho em Laguna Beach - Parte 1

3 Capítulo 2 - Acordando da melhor maneira possível!


Notas iniciais
Oiii!!
Definitivamente vocês mereceram um capítulo extra no meio da semana. Mas o próximo realmente só sai no domingo, ok?
Continuem me deixando feliz com os reviews!!
Espero que gostem...
beijos

Bella POV

Era a terceira vez aquela noite que eu me sentia sendo arrombada por aquele pau gostoso. Nesse momento, eu estava sentada em seu colo rebolando com força. Edward acompanhava meus movimentos, enquanto passava sua língua em meus seios.

- Gostoso! Assim vai me fazer gozar de novo!

Senti um tapa em cada banda da minha bunda. Suas mãos permaneceram no local me apertando.

- Só vai gozar quando eu quiser que goze.

Ele parou meus movimentos e me tirou de cima dele, se afastando. Eu sentei na cadeira que antes era ocupada por ele, e abri minhas pernas. Precisava me aliviar, já estava em ponto de ebulição.

- Ei... delicia! Eu não recebo ordens no sexo.

Disse isso levando meus dedos a boca e posteriormente ao meu sexo. Enfiei três deles de uma só vez em minha entrada, enquanto rebolava contra minha mão. Edward olhava a cena de longe, e começou a massagear seu pau, agora sem camisinha.

- É uma pena que queira manter esse pau todo longe de mim. Minha boceta tá molhadinha querendo gozar nele.

Foi o suficiente para tirá-lo do controle. Desenrolou outra camisinha em seu membro, me puxou da cadeira e me colocou de quatro no chão.

- Ah cachorra! Vai aprender a não brincar comigo.

Empurrou toda sua extensão em meu sexo. Seu ritmo era acelerado, e sua estocada muito forte. Suas bolas batiam em meu clitóris, enquanto seu pau arrombava minha boceta. Ele levou uma de suas mãos a minha cintura, puxando-a mais em sua direção.

- Isso está melhor que os seus dedos? – eu não conseguia responder, já sentia meu corpo começando a se contorcer – Responde, vadia! Ou eu paro agora!

- Nããããão! Seu pau é muito melhor que meus dedos.

Não sei de onde tirei forças para falar... acho que do medo dele parar no auge do meu prazer. Tanto que com mais duas estocadas eu chegava ao meu quarto? quinto? orgasmo da noite. Esse homem era uma máquina de sexo e eu estava adorando. Ele investiu contra o meu corpo mais algumas vezes antes de atingir seu próprio ápice.

- Gostosa! Acaba comigo!

- A noite está só começando Sr. Cullen!

Não tive chance de me recuperar. Edward me pegou pela mão e me puxou para dentro de sua casa. Paramos em um quarto, onde havia apenas uma cama baixa e nada mais.

- Quero te comer de lado! Mas aquele chão não é para uma dama como você.

- Estava me chamando de vadia não tem cinco minutos, e agora eu virei dama? – eu ri alto!

- Tem razão!

Me empurrou em cima da cama e abriu minhas pernas, fazendo com que eu ficasse totalmente exposta a ele. Sem muito pensar, abaixou sua cabeça e passou sua língua em meu clitóris, enquanto suas mãos apertavam minhas coxas. Eu automaticamente levei minha mão a seu cabelo, puxando-o com força.

- Quero seu pau aí de novo, delicia!

Em um movimento bem rápido, ele me colocou de lado como queria.

- Levanta essa perna pra mim!

Eu o obedeci e logo em seguida senti seu pau me arrombando mais uma vez. Retornei a perna a sua posição de origem para ficar ainda mais apertada para ele.

- Muito apertada essa boceta! – sussurrou em meu ouvido.

Tentei rebolar como podia, sentindo sua estocada forte em mim e querendo muito mais.

- Eu quero gozar olhando para você.

E dizendo isso, ele trocou nossa posição. Seu corpo deitado na cama, comigo sentada em cima. Ele estava totalmente a mercê. Arranhei seu peitoral, sentindo pela primeira vez a definição de seu corpo. Fechei meus olhos e rebolei com força em cima dele. Encontrei o meu ponto de prazer que queria, e foquei meus movimentos nele. Isso fez com que eu ficasse com mais tesão, e excitasse mais ainda aquele homem que estava sendo controlado por mim nesse momento. Com mais algumas reboladas, eu sentia seu liquido jorrar para dentro de mim, se misturando com o meu gozo. Eu ainda continuei me movimentando, tentando prolongar o máximo possível daquele momento de prazer intenso.

Perdi as contas de quantas vezes fui invadida, ou de quantos orgasmos tive durante o decorrer da noite. A única coisa que eu tinha ciência, é que Edward nesse momento me comia mais uma vez de quatro enquanto eu olhava em direção ao mar, vendo o sol nascer. Devo admitir que se não fosse por eu estar com o maior safado que já conheci, acharia o momento até romântico. Edward tomou meu corpo de todos os jeitos que conseguiu; acho que a única posição que não fizemos foi a clássica papai e mamãe. Mas de resto... foi de lado, de quatro, de costas, eu por cima, eu contra a parede, em pé... até algumas posições do Kama Sutra nós fizemos. Eu sentia uma leve ardência em meu sexo, mas nem isso era suficiente para deixar de querer mais. Afinal, eu tinha muito tempo para me recuperar, já que meu marido não queria saber de me tocar. Mas eu já estava morta, e Edward não estava muito diferente de mim.

- Vamos brincar de namoradinhos e dormir juntos um pouco, enquanto recuperamos o fôlego? – gostei do convite, mas não poderia aceitar.

- Infelizmente, eu não posso. Já está amanhecendo, e quero estar em casa quando Jacob chegar.

- Para que? Ele não vai te comer mesmo. – out! Essa doeu.

- Porque pode não parecer, mas eu sou uma mulher casada. – eu já começava a colocar minhas roupas.

- Você é uma mulher insaciável. E mulheres insaciáveis não podem se contentar com o tipo de traste que você chama de marido. — difícil resistir! Mas eu sou forte.

- Edward! Fizemos todas as posições que queríamos. Você me comeu de quatro umas 3 vezes. Não posso dizer que estou totalmente satisfeita, porque só de te olhar já fico com tesão. Mas nós dois sabemos que nossos corpos não agüentam mais uma investida pelas próximas 4h, no mínimo. Se eu ficasse aqui, só começaríamos a transar novamente lá pelas 10h da manhã. E isso é totalmente fora de questão. A essa hora, eu PRECISO estar em casa.

- Eu vou ter que concordar com tudo que você falou. Menos com a última parte. Não imagino você como uma mulher submissa. Então, você não PRECISA estar em casa. Apenas quer estar... O que me deixa intrigado é o motivo desse seu querer.

- Eu simplesmente não posso me dar ao luxo de Jacob me acusar de adúltera. Isso sujaria a minha reputação e a minha vida profissional.

- Isso é uma explicação plausível... por hora! – não entendi muito bem esse complemento, mas também não fiquei mais tempo para entender.

- Então... tchau! A noite foi realmente muito boa! E confesso que o produto é bem melhor que a propaganda.

Já estava me virando para sair, quando senti sua mão em meus braços.

- E quando iremos repetir? – ahn? Como assim?

- Repetir?

- Nossa noite. Se foi tão boa assim, não merece ser apenas uma. – eu devo ser muito boa mesmo! Ele nunca repete as mulheres.

- Hum... podemos pensar a respeito disso.

- A porta da minha varanda fica sempre aberta. Esteja a vontade de invadir a casa quando quiser. Afinal, serei muito bem recompensado invadindo outras coisas.

Puta que pariu! Esse cara me deixa molhada só de falar essas coisas. Achei melhor sair dali antes que eu acabasse me atirando em cima dele novamente. Sorri e me virei novamente para sair. Porém, suas mãos continuaram em meus braços.

- E meu beijo de despedida?

Não tive tempo de falar nada! Ele logo me puxou pela cintura e colou nossos lábios. Definitivamente eu o tinha agradado. Fiquei feliz com esse pensamento, porque eu fiquei muito satisfeita com seu corpo no meu.

- Vai! Antes que eu te jogue nesse chão de novo.

E eu fui mesmo!

Estava rolando há algum tempo na cama. Meu sexo estava latejando. Mas não pense você que era de dor pela noite intensa; era de tesão por aquele homem. Pensei em me tocar, até chegar a conclusão de que seria em vão; nada podia ser comparado aquela língua ou aqueles dedos, e muito menos ainda aquele pau.

Olhei no relógio e ainda eram 8h. constatei que só tinha saído da casa dele há duas horas. Pensei em tomar um novo banho, para aliviar a ardência e o calor lá debaixo. E foi isso que fiz. Enchi a banheira com uma água bem morna, e ali relaxei. Devo ter pego no sono em algum momento, pois abri os olhos assustada com meu celular tocando. Era Jacob. Aproveitei para ver que já passava um pouco das 10h. Não pude evitar o pensamento de que já estaria transando com Edward novamente a essa hora.

- Oi, Jacob! – atendi de má vontade.

- Bom dia, Isabella! – ele sabia que eu detestava ser chamada assim – Dormiu bem?

- Muito bem!

- Então deve ter usado bem o brinquedinho. – ai ai! Mal sabe ele... O gosto da traição nunca foi tão doce. Alias, nunca foi tão grande, grosso e duro.

- O que você quer, Jake?

- Não esquece que eu ainda sou seu marido, não pode falar comigo assim. – estávamos dramáticos essa manhã. Com certeza viria bomba por aí – Estou ligando para avisar que vou almoçar aqui com minha mãe, porque a tarde tenho um casamento para cobrir perto daqui.

­- Outro evento? Ah qual é, Jacob? – ele estava querendo me irritar de vez. Mas pensando bem... se ele ia passar o dia fora, significa que eu poderia invadir uma varanda por aí hoje – Desculpe, Jacob. Eu sei que é importante para você. Me ligue quando estiver vindo embora!

- Essa é a mulher com quem eu casei. Beijos, amor! Te ligo mais tarde!

Tolo! Definitivamente não conhece a mulher com quem se casou. Desde quando eu pedia desculpas por isso? Mas Jacob não era meu pensamento agora. A única coisa que conseguia pensar era sair rápido daquele banho e encontrar meu vizinho. Afinal, ele próprio que comentou em repetir, e além do mais, por ele eu nem teria vindo embora. Acho que não teria problema já voltar para lá.

Coloquei apenas um vestido. Não fazia sentido vestir uma calcinha e um sutiã. Peguei meu celular e desci as escadas da minha varanda. Tomei um pouco de coragem, antes de subir as dele. E se ele já tivesse com uma mulher lá? Não... eu tinha saído daqui há pouco mais 4h, ele devia estar dormindo ainda. Entrei por sua varanda, abri a porta da sala, e fui direto para o quarto que ficamos. Ele não estava. Resolvi chamar.

- Edward! – nada de resposta.

Continuei abrindo algumas portas, procurando por ele. Eu estava sendo terrivelmente inconveniente, mas meu tesão não deixava eu usar da razão. Abri a última porta do corredor, e o encontrei. Totalmente nu, deitado em uma cama, com o peito virado para cima. Meu objeto de desejo estava ali, absurdamente disponível para mim. Não pensei duas vezes! Subi em sua cama, ficando de quatro por cima de seu corpo. Meu sexo virado para seu rosto, e minha língua já lambendo seu pau. Um delicioso 69 para acordá-lo!

Edward POV

Estava sonhando com Bella. Sonhando com aquela boceta maravilhosa esmagando meu pau. Estava tão bom, que eu podia sentir o calor em meu membro. Com certeza eu acordaria excitado. Resolvi abrir o olho quando senti algo molhado, não podia acreditar que tinha gozado só de sonhar com ela. Não entendi a princípio quando vi aquele corpo em cima de mim. Mas assim que ouvi aqueles gemidos inconfundíveis, eu senti que estava sendo chupado. Bella mexia sua bunda, enquanto movimentava a cabeça em meu pau. Não perdi tempo e também abocanhei aquela boceta. Ela gemeu alto e olhou para trás.

- Bom dia, gostoso!

E voltou com seus movimentos. Não havia melhor maneira de acordar. Um 69 logo pela manhã era tudo que eu precisava. Ainda mais vindo daquela delícia de vizinha. Tomei seu corpo a noite inteira, e ainda assim não foi o suficiente. Felizmente, algo aconteceu e ela voltou para meu corpo. Não queria nem saber o que era, só queria lamber até a última gota daquele mel que agora escorria em minha boca, enquanto o meu liquido também jorrava na dela. Assim que se sentiu satisfeita, Bella sentou em meu pau. Aquela deliciosa e perfeita bunda virada em minha direção. Apertei-a o máximo que podia, enquanto ajudava-a com seus movimentos. Não ia durar muito tempo de tão excitado que a situação me deixou.

- Goza vadia! Eu to quase lá.

Nem precisou esperar muito para sentir seu corpo se contorcer em cima do meu. Eu ainda dei mais duas investidas antes de gozar. Bella se levantou e sentou na cama, me encarando.

- Espero que não se importe. Você disse que eu podia voltar. – sentei na cama também, aproximando meu corpo do dela e tomando-a em meus lábios.

O fato era que essa mulher podia fazer tudo que quisesse. Eu nem me importei com o fato dela estar em meu quarto; meu verdadeiro quarto. Nunca trouxe mulher alguma aqui. Mas nunca uma mulher me acordou com um 69 também. Ela era simplesmente o meu numero perfeito para o sexo. Estava maravilhado com sua disposição. Era tão insaciável quanto eu, e não se deixava controlar na cama. Minha vizinha era com certeza meu eu em forma de mulher. Apenas estava afastada dos jogos momentaneamente, já que estava casada. Louca! Como alguém com um desejo assim se casa? Se ao menos fosse apaixonada pelo marido... Mas isso já tinha ficado mais que claro que não era assim. Do contrário, não estaria pulando novamente em minha cama.

Ainda estávamos nos beijando, e devo admitir que isso era tentador. E olha que eu não gostava de beijar mulher nenhuma. Primeiro, para elas não acharem que era mais que sexo. Segundo, porque elas tinham saliva demais. E terceiro, porque eu preferia ocupar minha boca com outras coisas. Mas Bella conseguia tornar o momento beijo tão delicioso como outro qualquer. Não era a toa que era a primeira mulher que eu repetia desde que terminei com minha ex-noiva.

- Deliciosa! É muito bem vinda aqui em qualquer momento. – ela sorriu. Ficava ainda mais linda sorrindo – Já se recuperou de nossa noite?

- Já estou pronta para outra. Quer dizer... para mais uma tarde!

- Ótimo! Toma um banho comigo?

Não esperei que ela respondesse e já a puxei para o banheiro. Eu já estava completamente nu, então apenas tirei o vestido que Bella ainda usava. Passei minha mão por seu sexo e senti que já estava molhado.

- Só de olhar seu corpo eu já fico toda molhada.

- E eu duro!

Entramos no banho e Bella resolveu me torturar um pouco. Passou o sabonete por todo meu corpo, se demorando um pouco mais em minhas coxas. Já sabia o destino da bandida. Tocou em meu membro totalmente duro, enquanto passava a língua entre os lábios.

- Você gosta mesmo do vê ne?

Ela nem respondeu! Já caiu de boca em meu pau, me fazendo soltar um gemido. Ela usava uma mão para ajudar nos movimentos de vai e vem da boca, e com a outra massageava minhas bolas. Eu estava indo a loucura de tanto tesão. E acho que ela também. Assim que senti meu gozo dando sinal de vida, Bella levou seus dedos até sua entrada e começou a se tocar.

- Nada disso! Eu toco aí!

Segurei em seu braço e a levantei. Eu mesmo enfiei meus dedos nela, arrancando gemidos sussurrantes em meu ouvido. Me abaixei um pouco e passei minha língua em seu clitóris. A safada rebolou em minha boca, querendo sentir mais ainda daquele contato.

- Ahnnn... Gostoso! Assim você me deixa... AHHHNNNN... louca!

- Você que me deixa louco com essa bocetinha linda!

Senti seu corpo se contrair e seu mel escorrer por suas pernas. Tomei todo ele. Subi por aquele corpo delicioso passando minha língua por todo ele. Perdi um pouco mais de tempo naqueles seios duros, empinados e perfeitos. Terminei meu caminho em sua boca, beijando-a com muito desejo. Eu já estava mais que duro. Precisava me enfiar logo nela. Mas antes que pudesse completar a ação, ela se desvencilhou de meus braços e foi para o outro lado do Box, ficando de costas para mim. Aquela bunda me hipnotizou! Mais ainda quando ficou empinada em minha direção, no momento em que Bella se abaixou para pegar o sabote, que “sem querer” deixou cair.

- Você fez de propósito né, safada!

Dei um tapa em sua bunda. A vadia virou apenas o rosto para mim, antes de falar com a cara mais falsa santa do mundo.

- Eu? Jamais.. o sabonete caiu e eu...

Não deixei que ela terminasse. Se queria brincar, então eu iria brincar. Enfiei todo o meu pau naquela entrada brilhosa de tão molhada. Bella precisou apoiar as mãos na parede devido a força que eu estocava nela.

- Era isso que queria? Meu pau nessa boceta encharcada? Então eu te dou...

Continuei estocando forte, sem pena! Afinal, estava dando apenas o que ela queria. Senti suas reboladas aumentando o ritmo, e sua boceta começou a esmagar meu pau.

- Ahnn! Sua boceta já está esmagando meu pau!

- Você está me deixando louca de tesão!

Bella levou sua mão ao seu clitóris. Eu dei um tapa em sua mão e tomei o seu lugar.

- Já disse que eu toco aí!

Estoquei mais forte ainda, e senti meu gozo invadindo-a enquanto seu corpo tremia com o orgasmo também alcançado. Fiquei dentro dela por mais algum tempo, até ter forças para me movimentar novamente.

Depois do banho e de mais três horas de sexo pervertido, eu achei que era hora de comermos alguma coisa. Outra coisa que eu nunca fazia com as mulheres que eu pegava. Mas nenhuma durava tanto tempo, a ponto de me fazer sentir fome. Com Bella, eu tinha fome de comida e fome de mais sexo. Mesmo com meu pau todo esfolado, eu ainda queria tomar aquele corpo para mim.

Desde que Bella se mudou, eu a achei muito gostosa. Mas não costumo ser o cara que desrespeita mulheres casadas. O que me deixou interessado, e me fez ir atrás dela, foram as brigas que comecei a escutar com seu marido. Como assim o cara tinha uma gostosa dessa em casa e não satisfazia suas vontades? Se eu fosse casado com uma mulher dessa, eu acho que pararia de trabalhar e a comeria o dia inteiro. Não é a toa que o cara virou um corno. Eu também não deixei passar a oportunidade. Primeiro, quis que ela me ouvisse, ou melhor, ouvisse os gemidos das mulheres que eu pegava. Depois, quis que ela me visse. E em um dado momento, já quis que ela praticamente participasse. A parte de me tocar na frente dela foi puro e exclusivo desejo involuntário, mas que no final deu certo. Ela foi ficando cada vez mais louca de tesão, e eu só precisei esperar por mais uma briga do casal. Como não podia deixar de ser, ela logo pulou em minha cama; gostou e voltou. Mas o que me preocupava, nesse momento, era que daqui a pouco ela iria embora, e eu não tinha nova previsão de vê-la. Isso estava me incomodando um pouco. Até porque, eu nunca fiquei ansioso para ver uma mulher de novo; a não ser pela minha ex-noiva. Mas esses eram pensamentos que eu por enquanto preferia espantar.

- Está muito boa sua omelete!

- É a coisa que eu melhor sei fazer!

- Vou ter que discordar... – lá estava a cara de vadia novamente.

- Na cozinha!

- Hum... será? Posso tirar a prova?

Era uma safada mesmo! Deixei a comida de lado, e fui comer outra coisa. Era uma pena que a tarde já estava acabando...

Notas finais
E aííí? Foi bom para vcs?
Mereço reviews? Quem sabe uma recomendação?
Beijos