Meu Tudo

11 Capítulo 10


Notas iniciais
Olá cookies, tudo bem? Advinha quem foi que perdeu o papel que a historia estava toda planejada? EUU/ Sério gente, que mancada feia. :( desculpa mesmo, fiquei bem triste é ai to planejando tudo de novo pra vocês. Mais ai eu não sei, não garanto que todos os sábados eu vá está aqui. Mais juro que vou tentar. ;)

P.O.V Clara

—Se as mercadorias e roupas que ficaram marcadas de chegar até sábado, não chegarem entre em contato com a fornecedora. Não queremos atrasos, é uma ótima coleção. —Analisei Maria digitar algumas informações que estávamos trocando no computador, sobre as novas mercadorias. —Ah, as que já chegaram ficam no estoque. Priscila deve descer e ver todos os orçamentos amanhã mesmo.

—Certo. —Ela meneou com a cabeça em sinal de sim e continuou a digitar. —Sua reunião com a empresa de domínio é amanhã, as dez. —Avisou.

—Ah claro, já estou finalizando o design do layout, esta lindo. —sorri.

—Então, está tudo resolvido, senho… — A olhei feio. Pois eu odeio se chamada de senhora, ela sabe. —Clara. —Sorriu e refez sua resposta.

—Assim está melhor. —Sorri para ela.

O singelo som do elevador se abrindo me fez virar para observa quem subia. Thomas saiu do elevador sorridente.

—Boa tarde senhoritas.—Sorriu para nós duas.

—Boa tarde, Thomas. —Sorri para ele. —Se veio procurar a sua namorada, ela não esta. — desdenhei, juntei alguns papeis de cima da mesa de Maria.

Ele revirou os olhos. Reprimir a vontade de rir, juntando os lábios em uma linha dura.

—Você devia parar de ser tão ciumenta, anã. —Tocou na ponta do meu nariz. Fiz uma careta. —Mais eu sei que ela não está, acabei de falar com ela. —Ele jogou os braços em volta dos meus ombros, jogando seu peso sobre mim. Desviei dele, oque fez ele desequilibrar e segurar na mesa para não cair.

Ri. É tive a leve impressão que Maria também.

—Ridícula. —Ele fez careta pra mim. Ri mais ainda. —Mais eu vim falar com você. —Ele se recompôs.

—Ok chato, vem. —Chamei ele pro meu escritório.

—Fala. —Coloquei os papeis em cima da mesa.

—Quero a sua ajuda pra organizar uma coisa. —Ele sentou e colocou os pés na minha mesa.

—Que coisa? —Bati nos seus pés até tirar eles de cima da minha mesa.

—Quero… — Ele se ajeitou na cadeira. — quero pedir a Priscila em casamento.

Dei um sorriso gigante. —Thomas, uma das melhores decisões da sua vida! —O abracei apertado. —Ela vai ficar tão feliz. —Sorrir mais ainda.

—Preciso da tua ajuda. —Parei de abraçar ele. —É uma jantar surpresa, mas sozinho eu não consigo organizar. Quero sua ajuda, você ajuda?

—Que pergunta. Logico que sim. —Quase gritei te tão animada.

—Ah, eu vou precisar que você mande os convites, decore a casa e tire a Priscila de casa até as oito—Ele alisou os cabelos com a mão.

—Ok, quando você esta pensando em fazer? —Analisei ele.

—Sábado.

—Sábado que vem? Tudo bem —Analisei o tempo que tinha, já que hoje é terça-feira.

—Não. Esse sábado agora. —Ele mordeu os lábios.

—Thomas, quer que eu arrume um jantar de noivado até sábado agora? — Ele concordou. —É quase impossível quando eu tenho trabalho, casa e Julia pra cuidar. —Recostei na cadeira.

—Ah por favor, é nosso aniversários de 4 anos de namoro. —Ele coçou a nunca. —Você não vai negar essa surpresa pra sua melhor amiga, vai? —Apelo feio!

Thomas sabe muito bem como apelar pro meu lado. Ele, sabe que a Pri e eu somos amigas desde sempre. Então, logico que ele sabe que eu quero ver ela feliz e contente.

— Thomas você é um ridículo por apela assim. —Joguei uma caneta nele. —Mais vou organizar tudo, pode deixa.

—É assim que eu gosto de ver você falando. —Ele me joga a caneta de novo.

—Idiota. —Revirei os olhos. —Eu vou organizar tudo…

Pensei em tudo que tinha que organizar. Convites, casa, comida é ainda esconder isso tudo de Priscila. Ia ser difícil, já que ela parece farejar quando tem algo acontecendo bem debaixo do seu nariz. Mais eu iria conseguir, só pelo simples fato de que ela irar ficar tão contente que vai esquecer esse detalhe de que escondemos dela.

—… Quinta eu digo tudo que pensei.

—Tudo bem. Conto com você. —Sorriu confiante para mim.

—Eu sei, nunca te decepcionei. —Pisquei para ele que riu.

Desliguei o notebook é o coloquei dentro da minha pasta. Alinhei os papeis em cima da mesa e enfim poderia sair. Thomas ainda conversava comigo. Saímos da minha sala e cumprimentamos com um aceno Maria que terminava seu serviço. Thomas me acompanhou até o estacionamento que ficava do outro lado da rua, se despediu de mim e esperou eu entrar em meu carro para poder ir para o seu.

Peguei o transito da tarde, podíamos dizer que era calma comparado com o de depois das seis horas. Esse sim com certeza é complicado. Dobrei na segunda esquina da principal e não demorou muito e cheguei em frente a escola de Julia. Desci do carro e fui até o portão principal, apresentei o cartão de identificação que confirmava que era a mãe, e o porteiro foi busca a minha pequena.

—Mamãe! —Pulou em meus braços assim que passou pelo portão. Dei um beijo na sua bochecha e peguei a sua mochila. —É hoje, mamãe? —Sorridente ela perguntou enquanto caminhávamos para o carro.

—Sim, é hoje. —Destravei o carro a pondo no chão.

—YES! —Ela gritou animada. —Eu vou cuidar muito bem do meu cachorrinho mamãe. —Eufórica batia os braços enquanto eu a colocava o cinto.

—Eu sei que vai. —Terminei de colocar o sinto. —Nós vamos cuidar juntas, princesa. —A olhei pelo retrovisor e ela sorria como se fosse ganhar soverte.

[…]

—Clara. —Disse Victoria, uma amiga dos meus tempos de cursinho pré-vestibular.

Sim, eu fiz curso pré-vestibular. Sempre fui muito insegura com as minhas notas, então logo quando cheguei ao ensino médio entrei em um curso pré-vestibular. Conheci Victoria lá, ela é mais velha do que eu dois anos e na época já estava no terceiro ano. Enquanto estava em Londres souber que ela conseguiu enfim se forma em Veterinária.

—Vic. Hoje vim busca, — Sorri para ela depois do abraço. —Falei pra você que só podia levar quando a Julia estivesse junto. Então, aqui está.

—Então quer dizer que você é a tão famosa Julia. —Ela se abaixou ao tamanho de Julia.

—Olá. — Minha pequena sorriu.

—Tudo bem princesa? —Julia balançou a cabeça que sim. — Você veio busca o seu bichinho?

—Sim, a mamãe falo que ele é muito fofo.

—E é mesmo. Mais sabe uma pessoa que é mais fofinha? — Julia balançou a cabeça em sinal de não. —Você. —Julia riu quando Victoria tocou de leve no seu nariz. —Vem vamos pegar os seu bichinho.

Victoria foi então busca o cachorrinho. Eu adoro cachorrinhos, tive um quando tinha a idade de Julia, ele se chamava bolota. É sei que isso me ajudo muito, por que o Thomas não gostava muito de brincar de boneca comigo, então o bolota brincava. Eu pesquisei e pesquisei, é como sou muito apaixonada por cachorrinhos pequenos, achei ideal uns Maltes. O que eu escolhi é branco e esta ainda pequeno.

Quando Julia viu o cachorrinho, seus olhos ficaram radicantes. Ela correu é abraçou o cachorrinho que ainda estava na coleirinha.

—Mãe ele e tão lindo. —Abraçava o pequeno. —Que nome vamos da a ele? —Ele alisava os pelos dele.

—Escolha um nome meu amor. Ele é seu.

Ela olhou para o cachorro, ela alisou seus pelos e beijou sua cabeça peluda e branca. —Puck. —Ela falou depois de um tempo.

—Puck? Porque Puck? —Falei curiosa.

—Porque eu tinha um amiguinho na escola, é ele era alérgico a animais. Nós dois tínhamos na escolinha um bichinho de pelúcia todo branquinho e chamávamos de Puck. —Ela ainda alisava os pelos do cachorro.

—Que bonito princesa. Ele agora é o príncipe Puck. —Disse Victoria. —Ele já tomou as primeiras vacinas, aqui na bolsa, tem a carteira de vacinação eu já deixei agendada a próxima, daqui a um mês. Esta tudo conforme a gente converso. —Ela me entrego uma pequena bolsa de pano, daquelas que servem para passeio.

—Obrigada Victoria, você faz um trabalho lindo cuidado desses animais todos. —Sorrir para ele.

—Eu sei. —Modesta como sempre, ela riu. —Cuida bem dele, era meu xodó aqui do pet shop.

—Pode deixar. A Jujuba vai me ajuda, né filha? —Chamei sua atenção.

—Sim. —Ela sorriu, mas não demorou muito e volto a brincar com o cachorrinho que estava super agitado como ela.

Victoria me abraçou. —Amiga qualquer coisa com o cachorro é com você pode me ligar, sou ótima pra cuidar de animais e pra bater em caras idiotas. —Rimos juntas.

—Eu sei. —A abracei também. —Vamos filha?

—Vamos. —Ela segurava em seus braços o cachorro, não aguentei e antes de saímos do pet shop tirei uma foto, no celular mesmo, da minha pequena. Seu sorrisinho de felicidade enchia todo seu pequeno rostinho, seu sorriso podia chegar ao seu olhos os deixando brilhantes.

Quando saímos do pet shop, eu carregava a bolsa e a “gaiola” — onde era pro Puck ir, mais Julia disse que ele ficaria tão espremido que fez birrar até conseguir leva-lo no colo. Aproveitei que estávamos no shopping para comer alguma coisa. Fomos para a praça de alimentação, é depois de encasáveis dez minutos em busca de uma mesa, achamos. Com muita luta conseguir fazer Julia larga por alguns minutos o Puck e colocá-lo na “gaiola” para sentamos para comer.

—Oque você quer comer, meu amor? —Perguntei analisando o cardápio do restaurante que veio nos atender.

—Batata frita. —Ela brincava com o guardanapo de papel da mesa.

—Não, batata frita não. —Falei

—Mais eu quero. —Ela disse

—Mais não pode. — Voltei a analisar o cardápio. —Vamos pedi massa?

Ela nego com a cabeça. —Eu e o Puck queremos batata frita.

—Não pode, hoje ainda é terça-feira, vai fazer mal se você comer hoje. —Ela cruzou os braços e fez bico, típico de quando fica brava—Nem adianta fazer biquinho, Julia— Chamei o garçom. —Me veja duas porções de lasanha ao molho branco, com dois sucos de laranja um sem açúcar é o outro com. — O garçom termino de anotar meu pedido e saiu.

Reprimir a vontade de rir quando percebi que a Julia ainda estava irritadiça comigo.

—Nem adianta mocinha, sem batata frita até o final de semana. —Falei enquanto via as horas no meu celular. Eram quase sete da noite.

—Tudo bem. —Ela disse mas ainda continuou de braços cruzados.

Enquanto esperávamos nossa comida ela me contava o seu dia na escola. Ela parecia animada, me contando sobre suas amiguinhas e seus monitores. Eu escutava. Adorava ver Julia falando do seu dia, ela sempre me contava tudo. Eu só ria e concordava.

—Olá meninas. —Heloisa surgiu ao lado da nossa mesa.

—Vovó. —Julia disse feliz pulando para abraça-la.

—Tudo bem minha pequenina? —Ela falou para Julia que balançou a cabeça que sim.

—Vovó, sabe oque eu ganhei? —Heloisa balançou a cabeça em negativo. —Um cachorrinho, ele é tão lindo. —Julia disse eufórica.

—É mesmo meu amor? Fico muito feliz. —Ela disse pondo Julia na cadeira novamente. —Oi Clara. —Me cumprimento de novo.

—Oi Heloisa, tudo bem?

—Tudo sim. Não esperava te encontra no shopping hoje. —Ela disse simpática.

—É, vim busca o cachorro da Julia em um pet shop aqui. Aproveitei pra vim comer. É você, oque faz aqui em plena terça-feira?

—Eu vim resolver umas coisas, com o Diego. — Só de ouvir esse nome meu corpo reage, eu nem sei oque é isso, fico até assustada, parece até que sou uma adolescente ainda.

—Mãe. —Diego chamou a mãe. Sua voz fez minha respiração meio que travar.

—Oi querido. —Ela se virou pra falar com ele.

—Tio Bonito. —Julia disse alto chamando a atenção de Diego.

—É ai princesa, tudo bem? —Ele veio falar com ela. Eu apertei forte meu celular que estava em minhas mãos. Olhei para a cena, Diego estava abaixado à altura de Julia que estava sentada, ela sorria e ele brincava com ela.

A cena era linda, de um pai com a filha, talvez até as pessoas tenham razão uma hora ele vai ter que saber. Mais ainda não é o momento.

—Oi Clara. —Ele disse para mim sorrindo.

—Oi. —Disse rápido e desviando os olhar dele, não queria transformar isso em uma conversa. Eu não conseguiria esconder que ele mexia comigo, mesmo que fosse tão pouco.

—Tio, olha eu ganhei um cachorrinho. — Julia chamou sua atenção.

—Eu vi linda, ele é lindo. —Falou ele todo sorridente pra ela.

—Minha vó também falou isso. —Ela sorriu pra ele.

—Concordo com sua vó. —Ele riu pra ela. Ele analisou o local até encontra uma mesa.

Ele pareceu nem se tocar quando Julia falou da sua avó, graças a deus.

—Pequena eu já vou, depois agente se ver. —Ele deu um beijo na testa de Julia.

—Tchau tio. —Ela sorriu pra ele.

Ele se virou para mim. Matinha aquele maldito sorriso no rosto. —Tchau Clara, a gente se ver. —ele sorriu para mim e andou um pouco para perto da mesa.

Heloisa veio e se despedi-o de mim , foi até Julia e a beijo na testa. —Até a próxima meu amor.

—Beijo, vovó. —Falou Julia a Abraçando.

Sorri para a cena, mais no mesmo momento meu sorriso desfez, o Diego também analisava a cena. Se ele pensou alguma coisa, ou, deduziu preferiu ficar na dele. Nossa comida chegou no exato momento. Heloisa sorriu pela última vez para mim e se juntou ao filho. Eu realmente só sentir minha respiração voltar ao normal quando já estava no carro, com Julia e o Puck. Longe de tudo, de Diego e de seus olhares sobre mim é minha filha.

Notas finais
Cookies, queria saber muito oque vocês estão achando da fic. Tó meio que com muito receio da minha escrita, sei lá estou insegura dela não está tão boa. Então eu quero que vocês, quem quiser e ficar muito lindo e a vontade. ~Carregamentos de cookies para quem comentar,hein~ para comentar oque estão achando de tudo. Beijos cookies!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.