Meu Tudo

8 Capítulo 7


Notas iniciais
Olá cookies ♥ Manti minha promessa de entregar no sábado,hein! Isso é demais, merece até pizza doce pra comemorar! Ah, leiam as notas finais. ♥

P.O.V Diego

Mas eu sou muito cabeção, justo hoje eu tinha que esquece meu notebook no carro do Thomas. Ai Diego, você só não esquece a cabeça por que tá grudada no pescoço. Era o que minha mãe dizia quando eu era moleque, ela tinha razão.

Desci do táxi na frente do prédio do Thomas.Eu precisava do meu carro, iria amanhã mesmo busca na oficina. Está um verdadeiro absurdo andar de táxi, por aqui. Passei pelo porteiro e como ele já me conhecia me deixou subir direto. Peguei o elevador e fui até o andar do Thomas.

Toquei a campainha. Priscila veio me atender.

— Diego. —Ela foi rápida em me cumprimentar como todas às vezes. Digamos, que comigo ela não era de grandes simpatias há anos.

Sorri. — Priscila. O Thomas tá em casa ou já saiu pra academia?

– Não, ele foi no mercado lá em baixo. Ele não vai demorar, entra e espera por ele. — Ela me deu um espaço e eu entrei. — Diego você já é de casa, fica a vontade vou termina de fazer um lanche na cozinha.

Acenei que sim com a cabeça e ela foi para a cozinha. Peguei meu celular para da uma olhada em algumas coisas. Mas, um serzinho pequeno de cabelos pretos, encostada escondidinha na parede, me observando chamou minha atenção.

Eu me lembrava dela. Julia, se eu não me engano. Filha da Clara.

A chamei com a mão e ela foi se desencostando da parede. Soltei um risinho.

— Oi. —Disse sorrindo

—Olá. —Disse sorrindo tímida. Ela sentou ao meu lado no sofá e balançou as pernas que consequentemente não chegavam no chão.

Lembro dia que vi ela, na festa de boas vinda para a Clara, na verdade eu não sabia que ela iria volta. Eu vim naquele dia por que Thomas me ligou, disse que tínhamos que resolve umas coisas cedo, mas com a Nathalia me atrasando só pude ir no horário da noite. E acabei dando de cara na porta com a Clara. Eu pude nota, ela estava linda, realmente o tempo em Londres fez bem pra ela.

Mas,também veio a Julia logo em seguida, eu quase não acreditei quando a vi chamando de mamãe. Parecia algo surreal, levei metade da noite pra cair à ficha. Ela havia tido um “caso” com outro, havia tido uma filha, linda. Surreal. Lembro de na mesma noite eu ajudar Julia a dormi depois de um pesadelo. Enquanto ela pegava no sono novamente abraçada a sua boneca pude analisar seus traços, ela era linda. Lembrava a Clara em quase tudo.

—Tudo bem? —Perguntei depois de um tempinho

— Está sim, na verdade eu to com fome. —Ela alisou a barriga por cima da blusa. Ri dela.

— É mesmo? Está com fome de que?

— Uhum. Soverte. — Ela bateu as mãos uma na outra feliz.

— Mais o tempo está frio demais para tomar soverte. Uma menininha tão linda não pode ficar doente. — Toquei seu nariz com o dedo.

— Ah! — Ela cruzou os bracinhos. Ri da sua atitude, ela me deixou mais risonho, tirou um pouco do estresse de mais cedo.

—Ah, mas não fica assim. Tio promete que quando estive quente, leva você pra tomar sorvete. Um soverte grandão —Passei a mão em seus cabelos.

—Oba! —Ela disse sorrindo abertamente —Eu vou falar pra mamãe me arruma bem bonitona nesse dia.

—Mas você já é bonitona naturalmente, princesa. —Falei

—Minha mamãe diz a mesma coisa. —Ela disse contente

—A sua mãe têm razão. É ela também é linda. — Diego você e um idiota, está cantando a mãe pela filha, realmente você é um zé mane. Pare com isso, agora!

— É sim, muito linda.—Ela disse inflamando o peito de orgulho da mãe. —Você não acha minha mamãe bonita? —Perguntou.

—Claro, sua mãe é linda. Sempre foi muito bonita. —Eu disse.

Ela continuou balançando as pernas, de forma engraçada, já que suas pernas ficavam longe do chão.

Fazia quase dois meses que elas haviam chegado no Brasil, deve ser difícil para a Julia ficar longe do pai. Eu não lembro muito bem , mas meu pai era caminhoneiro é minha mãe conta, que eu sempre chorava de saudade dele quando eu tinha três anos, Julia também deve sentir falta do pai.

—Jujuba… é você, não sente falta do seu pai? —Perguntei para tirar a minha duvida. Na verdade eu queria saber quem era o pai dela, ele devia ser um sortudo por ter duas garotas lindas sempre por perto. Ah, Diego pare de pensar, um pouco.

—Eu nã…

—Jujuba seu lanche está pronto. —Priscila a cortou assim que chegou à sala com uma grande bandeja com doces, biscoito e coisas para se comer.

—Oba! —Ela ignorou oque iria dizer e se levantou depressa para perto da Priscila.

Ela me olhou como se me desafiasse com o olhar. —O Thomas está subindo, Diego.

Acenei que sim com a cabeça, confirmando que tinha entendido o s “recados”

—Agora vamos ver o filme? —Ela perguntou para a pequena que está perto dela.

—“Derela” — Ela gritou indo para um dos quartos do apartamento.

Eu e Priscila rimos.

Antes de Priscila ir para dentro com a bandeja de guloseimas me lançou mais um olhar.Eu realmente cansei de tentar entender por que ela era tão fria comigo.

Eu não entendia oque ela tinha contra mim. Na verdade, eu não entedia por que ela mudou de comportamento comigo. Mas enfim, eu só precisava pegar meu notebook é ir trabalhar em casa.

Thomas chegou logo assim eu Priscila sumiu para dentro de um dos quartos.

—Já sei, seu notebook? —Falou ele assim que me viu na sala fechando a porta.

—Exato.

Ele riu enquanto deixava as chaves em cima da mesa. —Tu só não esquece a tua cabeça é seu "amiguinho" ai, por que tá tudo grudado no teu corpo.

—Se foder, Thomas. —Falei rindo.

—Vou. Mas, mais tarde. —Ele falou indo pro quarto rindo.

Ouvir ele entra no quarto que ele dividia com Priscila. Ouvir ele brinca com a jujuba. Vou chama-la assim, me parece que ela gosta de ser chamada assim.

Depois de alguns minutos ele volto a sala com o meu notebook na mão.

—Valeu. —Peguei o notebook e pus na bolsa.

—Bora, pegar uma praia no domingo?

—Ixe, nem rola. Minha mãe que um almoço em família.

—Aproveite meu amigo. —Era sempre oque ele falava pra mim quando eu dizia de passa na casa da minha mãe ou algo assim. Eu sei que deve se horrível ficar sem a mãe. Nem me imagino sem a dona Heloisa.

—Mas vou tentar ir.

—Tudo bem. Vamos levar a jujuba pra conhecer o mar do rio de janeiro.

—Ela vai amar. Bom, eu acho melhor eu ir. O trabalho me esperar. —Falei já indo até a porta.

—Tchau.

Desci até a portaria do prédio e dei Boa noite pro porteiro que estava lá. Andei até a praça que ali perto e peguei um táxi até na frente do meu prédio. Desci do táxi e paguei o valor da corrida até ali. Definitivamente eu tinha que pegar meu carro. Passei pela pequena portaria é acenei para o porteiro.

Subi assim que o elevador chegou, e sair em meu andar, o 8°. Encontrei em minha porta, Nathalia ela estava em um vestido que refletia em todas as luzes do corredor. É bufava, mostrando claramente seu estresse.

—Posso saber onde raios você estava? —Perguntou assim que sai do elevador.

—Fui busca meu computador na casa do Thomas. —Falei abrindo a porta pra ela entra. Entrando logo em seguida.

—Ok, ok! —Ela jogou a bolsa no meu sofá.

Coloquei a bolsa com meu computador em cima da mesa das refeições e fui até a cozinha pegar água para beber.

—Vamos Diego, vai se arrumar. —Falou ela me apresando na porta da cozinha.

—Se arrumar pra quê? —Perguntei descansando o copo em cima da pia e olhando para minha namorada.

—Como assim “pra quê”? Vamos sair com as minhas amigas hoje.

—Ah, não. Não vou, eu tenho trabalho. — Falei sentando na bancada e retirando meu notebook de dentro da bolsa.

—Quê? —Sua voz subiu algumas oitavas. —Não acredito você vai deixar de sair comigo, por causa de trabalho. Da merda do seu trabalho, não, mas não vai mesmo. Vamos levanta agora, você vai. —É gritou alto. Dando as suas ordens.

Mas hoje não. Tenho um projeto incrivelmente grande para termina até amanhã, entregar e ganhar o projeto que vai mudar minha carreira.Não vou perde essa chance por um capricho de Nathalia, mas não mesmo. Passei as mãos pelo meu cabelo e bufei alto. Espantado o estresse.

— Primeiro, abaixa o tom. Segundo, como assim merda do meu trabalho? É o meu trabalho que vai pagar a droga do casamento. Eu vou ficar aqui e termina isso, por que se não termina nem na igreja você vai entrar. —Falei em um pouco alto.

—Por um acaso você vai termina esse relacionamento? Faça o favor Diego, via se arrumar logo. Anda.

Ah, mais que merda! Bufei exausto dessa discussãozinha de sexta à noite.

—Nathalia você não entendeu? É o meu emprego, o meu dinheiro, sem ele não tem como pagar o vestido infinitamente caro que você quer, a passagem dos seus pais, nada entendeu. Não vou ceder ao teus caprichos. Se quiser, você que vá só.

— Eu vou mesmo, por que há tempos que você não tá nem ai pra mim. Seu idiota, vou me diverti com as minhas amigas. Bebe todas, você se importa? Não, né. —É ela continuava gritando.

—Chega de drama Nathalia! —Gritei

—Seu idiota. —Ela gritou mais alto, pegou a bolsa e fechou a porta com força.

Que droga! Essa discussão idiota me deu sintomas de dor de cabeça. Fui até o armário do banheiro e peguei um comprimido pra dor, a noite seria longa. Não poderia me dar o luxo de ficar com dor de cabeça, não hoje.

Tirei a camisa é a joguei dentro do cesto, fiquei apenas de calça e meias. Liguei para um derive de comidas e pedi Sushi. Sentei na frente do computador é comecei a trabalhar. Durante o trabalho intenso da noite só pensei em uma coisa para me relaxar, o sorriso de Julia é sem querer pensei também em Clara, como fui burro em deixar ela escapar. Depois de um tempo sem ela, percebi que eu a amava mais do que imaginava.

Notas finais
Então cookies, queria dizer que nesse capítulo eu queria muito a opinião pelo menos de um leitor bonitinho, tá? É o meu primeiro capítulo P.O.V alguém do sexo oposto e não sei se saio tão bom quanto estou achando que saiu, então digam aqui. ♥ É sim, eu troquei ~pela última vez, eu juro~a capa da fic. Porém eu estou tão apaixonada por essa. Digam oque acharam,hein? Outra coisa, sim eu mudei todos os nomes dos capítulos. Por que eu acabei percebendo que sou uma bosta para nome de capítulos e para não passa tanta vergonha vai ficar do modo que está agora. Digam oque acharam também! Tia Zorah, você é uma fofa por sempre comentar viu, vou mandar cookies para você. ♥ Agora, Boa noite e beijos de cookies ♥