Meu Tudo
6 Capítulo 5
Notas iniciais
P.O.V Clara
Depois de uma semana na casa de Tomás, hoje graças a Deus o meu apartamento ficou pronto. Depois de horas arrumando cada parte com a ajuda de Priscila e Dalva ele estava arrumado e com tudo em seus devidos lugares.
–Obrigada meninas. –Falei enquanto Dalva servia uma macarronada no meu prato .
–Foi um prazer meninas. –Disse Dalva.Sempre gentil
–Eu nunca mais faço isso, Credo quanta coisa. Lembre-me de cobrar da próxima vez. –Disse Priscila fazendo eu e Dalva rimos.
– Eu sei que você faria de novo. Pelo simples fato de você me amar. –Disse
Ela me mostrou língua e continuamos a comer com algumas conversas aleatórias .Depois que Priscila e Dalva se despediram, tomei um banho quente para relaxa e lavei os cabelos .Depois que sair do banho me vesti rapidamente e peguei as chaves do carro e minha bolsa e fui ate a escola da minha pequena que não ficava tão longe do nosso apartamento.
Minha pequena assim que me viu veio correndo até mim.
–Mamãe! –Ela disse quando me abraçou
–Eai princesa como foi à escola? –Perguntei
–Foi muito legal, hoje fiz um desenho de um animalzinho que eu tenho ou que eu queria ter . –Ela disse animada.
–Foi? E oque você desenhou? –Perguntei enquanto colocava a sua mochila no banco de trás.
–Um cachorrinho. Ah mamãe você poderia me da me da um cachorrinho? –Falou ela enquanto eu a colocava na cadeirinha
–Um cachorrinho? Podemos ir depois em um pet shop! –Falei
–Oba! –Disse ela!
–O seu quarto ficou lindo! –Disse
–Eu quero muito ver. –Falou ela
–Você vai ver assim que chegamos em casa, mais antes vamos no supermercado. –Expliquei
–Tá! –Ela falou
Chegamos ao supermercado, coloquei Julia sentada no carinho enquanto ela jogava um joguinho em meu celular. O carrinho tinha suco, biscoitos, arroz, macarrão, e colocava algumas verduras e frutas.
–Mamãe o nosso cachorrinho pode ser chama Bart? –Perguntou minha pequena para mim enquanto procurava um shampoo
–Claro, mais e se ele for menina? –Perguntei pondo o shampoo no carinho
–Se chama Bart, mamãe! –Disse ela convicta
–Se for menina podemos chama de Jujuba! –Falei
–Jujuba! Jujuba e gostoso podemos sim, porque eu gosto de jujuba. –Falou ela animada
Ri da minha pequena e voltei a colocar as coisas no carinho.
–Licença. –Perguntou uma voz masculina perto de mim
–Oi! –Disse minha pequena para o homem
–Olá! –Eu disse
Ele sorriu largo mostrando seus dentes brancos e alinhados. –Será que você poderia me ajuda?
Ele tinha nas mãos dois pacotes de absorventes e parecia constrangido em me pergunta algo sobre o assunto talvez.
–Posso sim! –Disse sorrindo
–É que minha sobrinha esta meio que… Desesperada. Então ela me pediu para compra absorvente para ela, só que too em duvida de qual comprar. –Ele disse coçando a nunca
–Ah. Quantos anos ela tem? –Perguntei rindo
–14! –Disse ele
Olhei para os absorventes em suas mãos e fui ate o outro lado do corredor e peguei uma embalagem de cor rosada.
–Olha leve esse aqui. Ele e menor do que esses dois e é bem mais confortável para a idade dela. –Disse
– Eu não sei. Acho que vou seguir seu conselho. –Ele tinha um bom humor
–Vai por mim e bem mais fácil depois que você acostuma. -Disse rindo
–Mamãe pra que serve isso. –Falou Julia pegando um absorvente do meu carrinho.
Senti que o homem a minha frente ficou ainda mais constrangido.
–Clara. –Disse estendendo a mão para ele
– Arthur. –Ele respondeu apertando a minha mão
–Julia! –Disse minha pequena com bom humor oque fez nos dois rir.
–Eu espero que de certo com a sua sobrinha.
–Também. Mais uma vez, obrigada. –Ele disse.
–Nada. –Falei e emburrei meu carrinho em frente.
–Mamãe, aquele moço também era bonito igualzinho aquele amigo do tio Tomás.
–Você achou mocinha? –Perguntei
–Uhmm. –Disse ela
Comecei a rir de Julia que volto a joga em meu telefone. Mais de certa forma minha pequena tinha razão ele era bonito.
Chegamos em nosso condomínio e logo subimos, um dos porteiros me ajudou a subir com as sacolas ate meu apartamento.
–Obrigada Sr.Raimundo. –Disse o vendo esperar o elevador
–Nada. –Ele disse assim e entrou no elevador
–Vamos mamãe, abra eu quero ver meu quarto. –Disse Julia eufórica
–Calma pequena. –Disse pondo as sacolas em cima da mesa da sala
–Vamos mamãe! –Ela pulava
–Vamos e a segunda porta. –Disse
–Ah! Mamãe é rosa! –Ela gritava pulando no meio do quarto
–É! –Falei encostada no batente da porta.
–Tá lindo, olha a casinha da Deise. –Ela pulava
–Que bom que gostou minha princesa. Mas agora você vai tomar um banho. –Falei
–Não! –Disse ela
–Sim. Vai tomar por que se não vai fica fedendo a goiaba azeda. –Falei
–Hmm. –Ela fez uma careta. –Goiaba azeda. Que nojo e melhor eu ir tomar banho. –Disse ela correndo ate o banheiro
–Isso mesmo. Deixa eu ajuda você. –Falei já tirando sua roupinha no banheiro
Depois de dar um banho em Julia a deixei brincando no seu quarto e fui fazer o nosso janta. Fiz um frango grelhado no forno e um arroz branco para comermos.
Depois que jantamos deitei com Julia no sofá da sala e começamos a assistir algum desenho que passava na televisão. Depois de uns 30 minutos Julia já dormia em meu colo. A levei ate o quarto e liguei a central de ar para ela, fechei as cortinas –Rosas- E fechei a porta.
A campainha tocou por todo o apartamento enquanto colocava em um copo, água para beber. Descansei o copo em cima da bancada perto da pia e coloquei a garrafa de volta na geladeira, caminhei até a porta.
–Desculpa incomodar … Você! –Arthur disse
Eu fiquei surpresa dele aparecer na minha porta nessa hora, será que ele me seguiu? Como descobriu onde moro?
Esbocei um sorriso –Arthur! –Disse
–Quer dizer que você e minha nova vizinha? –Ele disse sorrindo
–Você mora nesse prédio?! -Perguntei
–Uhmm . Bem ali. –Ele apontou para uma porta que ficava em frente a minha
–Olha que coincidência! –Disse
– Muita! –Ele falou –Olha deixaram enganado na minha porta, acho que é alguma carta do sindico. Desculpe incomoda a essa hora!
–Há obrigada. –Peguei a carta – Quer entra? –Perguntei, depois de perceber que estávamos há algum tempo parados na porta.
–Acho que sim. –Ele disse
Dei um espaço entre a porta para ele passar. Ele passou ainda com as mãos nos bolsos. Sorri gentil.
– Pode senta. Fica à-vontade. –Falei pegando meu copo de água na cozinha e indo para a sala –Quer alguma coisa? –Perguntei
–Não, não. Fazia algum tempo que esse apartamento não era alugado.
–Sim, minha cunhada disse que por isso ela conseguiu um bom preço.
–Você mora só? –Ele perguntou incerto
–Não, minha filha mora comigo, a Julia. –Disse sorrindo
–Há, Ela é linda.
–Obrigada.
–Você é o pai tem muita sorte, ela e uma garota encantadora.
–É sim, pena que eu pai não possa ver isso. –Falei em meio ao um suspiro
–E-ele… Morreu?
–Não. — Soltei um riso leve –É uma historia longa. –Dei um sorriso de lado
–Entendo. Bom eu acho melhor eu ir. –Ele se levantou do sofá
–Tá cedo. Quiser fica mais um pouco. –Falei enquanto caminhávamos até a porta.
–Adoraria. Mas olha por um lado bom você e minha vizinha. –Ele disse com um sorriso
–Ótimo. –Falei com um largo sorriso –Deu tudo certo com a sua sobrinha?
–Há deu sim. Obrigada, era oque ela usava. –Ele disse
–De Nada. –Falei vendo ele caminhar até a sua porta
–Boa noite. – Disse ele
Acenei com as mãos e fechei a porta. Sim! Eu estava com um largo sorriso nós lábios era até engraçado de ver. Levei o copo até a cozinha ó deixando dentro da pia, desliguei as luzes da sala e cozinha. Dei uma olhada em Julia que dormia de barriga pra cima em sua cama.
Fui até meu quarto, entrei no pequeno banheiro do cômodo, me despir e tomei um banho relaxante. Depois de vestida, penteei meus cabelos e fiz um coque, arrumei a cama com meu edredom de estampais florais e dormi.
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