Meu Querido Sogro

4 Sonho de Consumo


Notas iniciais
Estou amando o resultado dos comentários :3 Agradeço muito a vocês por tornar essa história possível, por me avisarem que o nome do capítulo estava errado... (Pra quem perdeu essa cena horrível, eu esqueci de corrige o capítulo por que sim, era outra fanfic. E esqueci de transformar "Cunhada" em "Nora".) Bom, é isso, boa Leitura! (:

— Vim buscar a Elena, ela tava conhecendo a casa. – Sorriu me puxando e me tirando do quarto antes que o pai dele fizesse qualquer pergunta, entramos no quarto na frente de Damon. – Esse aqui é o seu quarto Lena, vou dormir no quarto ao lado, ninguém precisa saber disso ok? Qualquer coisa, estamos dormindo juntos. – Terminou colocando meu celular em cima da escrivaninha, assenti e sai do quarto junto a ele, peguei minha bolsa do chão do corredor e joguei no chão do quarto, desci as escadas e estavam todos na cozinha conversando sobre algo.

— Então, quando você faz aniversário? – Perguntei, eu tinha um plano em mente, ficaria até o aniversário de Damon, depois eu iria embora fingindo um termino de algo que nem existia e deixaria Caroline e Stefan se desenrolarem.

— Sexta-Feira — Sorriu animado. Perfeito, iria embora no sábado.

— To com fome! – Gritou Caroline.

— Também. – Concordei desanimada. – Eu até cozinharia algo, mais me dê uma frigideira e eu coloco fogo na casa. – Fiz todos rirem.

— Literalmente. – Completou Stefan e eu dei-lhe um tapa no ombro, ele puxou meu pulso e envolveu suas mãos em minha cintura, era estranho ter Stefan dessa forma.

— Tem até sábado para se resolver com Caroline entendeu? – Sussurrei de forma que só ele entendesse e ele assentiu com seu queixo apoiado em meu ombro.

— Posso pedir uma pizza, resolveria os problemas. – Comentou Caroline pegando seu Celular.

— Prático, rápido e não queimado. – Brincou Damon me fazendo sorrir e revirar os olhos, depois de alguns segundos Caroline desligou o celular irritada.

— Não entregam aqui, para nossa felicidade. – Bufou Caroline cruzando os braços, Stefan me puxou para um pouco mais longe como se fosse pegar algo na bolsa e enquanto remexia na mesma começou.

— Lena esse é um momento perfeito para deixar eu e Caroline sozinhos, vai lá, da um jeito de levar meu pai junto.

— O que? Não! – Gritei e Damon e Caroline nos encararam confusos e eu sorri sem graça voltando minha atenção a Stefan. – Digo, não vou sair com seu pai sozinha Stefan, digamos que não é algo bonito. – Acusei.

— Sim, não é algo bonito se ele tivesse cara de 35, mais ele tem cara de 20 e pronto, nem vai fazer muito diferença, vai logo Lena, usa o carro a seu favor. – Sorriu e me deixou ali paralisada criando coragem pra fazer uma ceninha, puxei fôlego e fui em direção ao pessoal.

— Eu vou. – Sorri simpática. – Pra ir, preciso da chave. – Olhei para Stefan e Damon.

— No meu filho você não toca. – Damon disse sorrindo balançando a chave no ar. – Você tem cara de barbeira, eu dirijo. – Me deixou para trás.

— Você me paga depois. – Apontei para Stefan e Caroline nos encarava confusa. Entrei no carro emburrada, não só por Stefan me obrigar a isso, mas por que Damon era um machista infeliz, Barbeira?

— A qual é, esse beiço enorme é só por que não deixei você dirigir? – Perguntou assim que entrou no carro.

— O que? Eu sou Barbeira. Não converse com barbeiras pode ser contagioso. – Cruzei os braços e me virei para a Janela.

— Ok, na volta eu deixo você dirigir ta bom? – Revirou os olhos e eu assenti feliz, depois de um tempo cantarolando as músicas que a rádio nos trazia chegamos a Pizzaria, desci do carro e paramos no balcão fizemos nossos pedidos e esperamos apoiado no mesmo.

— Então, Stefan te chantageou? – Perguntou sorrindo e quebrando o maldito gelo da pior forma possível.

— Como assim? – Perguntei confusa, será que ele sabia?

— Ah qual é, acha que eu não percebi? Não sou uma criança Elena, primeiro foi o “Namorada? Ahn? Assim” Se entregou logo de cara, que feio. – Fez bico e eu revirei os olhos, antes da minha reação ele continuou. – Depois eu perguntei Como vocês se conheceram e você comparou amor a uma partida de futebol, digamos que uma garota da sua idade não compara o amor dessa forma. – Rimos, ta isso foi estranho.

— Bom, ele gosta da Caroline, sou uma boa melhor amiga, só isso. – Sorri e paguei a pizza que havia chegado.

— E seu namorado sabe que você está fingindo ser a namorada do seu melhor amigo? – Perguntou enquanto me olhava assim que alcançamos o carro empurrei a pizza nele e ele segurou, estiquei a mão esperando a chave e ele fechou os olhos, pegou a chave do bolso e abriu como se fosse sei lá um cachorro que ele estivesse me dando, puxei de sua mão e sorri vitoriosa.

— Bom, eu não sou muito de me apegar a garotos, principalmente quando é da minha idade. – Entrei no carro e depois de alguns segundos ele entrou do outro lado.

— 19 anos e já pensa assim? O que te fez ser esse gelo em pessoa? – Perguntou arqueando uma das sobrancelhas, sai de ré e com muito estilo.

— Um babaca na 7º Série me fez perceber o quão os homens são inúteis. – Fez uma careta e eu sorri. – Sem ofensas.

— Seria muito ruim se eu roubasse um pedaço dessa pizza? – Perguntou e eu sorri negando com a cabeça, meu celular tocou e eu atendi.

— Diga Stefan. – Disse com tédio na voz.

— Bom Lena, tenho um pedido a te fazer, Convenci Caroline a ir a Pedra Azul comigo hoje a noite, preciso que você consiga ficar em casa sem colocar fogo nela. – Pediu e eu pisei no freio no mesmo instante, fazendo Damon ir a frente e voltar, se eu não estivesse estressada eu até riria da cena.

— Não acredito nisso Stefan. Você sai e eu fico em casa fazendo o que? Encarando o teto? – Reclamei voltando a dirigir enquanto Damon pedia pra mim desligar o celular.

— É...

— O que? – Gritei.

— Quer dize, não, não, você pode dormir, assistir um filme, da uma volta na praia, sei lá, seja criativa.

— Ah Claro, sou a rainha da criatividade. – Revirei os olhos. – Vou desligar seu pai acha que vou bater.

— Meu pai o que? Deixou você pegar o carro dele? Mais ele nunca deixa e... – Eu desliguei o celular em sua cara e joguei em cima de Damon que pegou assustado.

— Você é maluca? Quase nos matou. – Ia começar um sermão mais parou no meio do caminho e abriu um sorriso irritantemente perfeito. – O que ele te pediu?

— Ele vai levar Caroline pra conhecer um lugar chamado Pedra Azul eu acho, eu vou ter que ficar em casa. – Bufei.

— Eu vou buscar a Beatriz na rodoviária, nem vai dar pra te fazer companhia, foi mal. — Se desculpou. Beatriz? Quem é essa agora?

—Não tudo bem, eu me meti nessa sozinha. – Suspirei, estacionei o carro.

— Até que você não dirige mal. – Elogiou e eu tomei a pizza da mão dele colocando em cima da mesa e subindo as escadas com um pedaço na mão, passei por Stefan sem lhe dar atenção e fui para o banheiro, tomei meu banho e coloquei meu baby doll, era em torno de 6 horas da tarde e provavelmente Caroline e Stefan já haviam saído, sai do banheiro e coloquei o Roupão por cima do baby doll, e desci as escadas, Damon estava saindo, se despediu e foi. Bebi água e voltei para o quarto, tirei meu roupão e desmaiei, acordei assustada com um barulho estranho, e me levantei, arranquei o cabo de uma vassoura que estava no quarto e abri a porta, andando pelo corredor tentando não fazer barulho, o relógio apontava 8:41 ninguém voltou ainda. Desci as escadas assustada e não encontrei nada, abaixei minha “arma” e suspirei, senti algo atrás de mim e me virei assustada dando de cara com Damon que me encarava assustado e segurou meu braço.

— Calma, calma. – Pediu e eu respirava fortemente com o raciocínio ainda lento, seus olhos azuis me encaravam assustados, acompanhado de um sorriso triunfante.

— O que você está fazendo? Não devia estar comen... com a sua namorada, ficante, noiva ou sei lá? – Perguntei meio apavorada com as minhas palavras, continuei meu trajeto em direção a cozinha e sentia ele me seguindo.

— Bom, ela só chega amanhã, houve alguns imprevistos. – Falou se apoiando no balcão. – O que é uma pena. – Resmungou e eu sorri irônica.

— Sem sexo por hoje? – Perguntei sorrindo e ele abriu um sorriso lindo e sarcástico, timidez? Nem um pouquinho.

— Sem sexo por hoje. – Respondeu, Ele veio em minha direção e eu fiquei sem reação alguma nossos olhos se encontraram e eu estava definitivamente sem reação, o que eu ia fazer agora senhor? Esses olhos estão muito próximos e... Ele calou meus pensamentos com o hálito dele se misturando com os meus em um choque de seus lábios com os meus, ele entreabriu seus lábios e como se meu corpo tivesse vida própria correspondeu coloquei minhas mãos instintivamente em seu pescoço o beijando cautelosamente e docemente, seu gosto de hortelã passava para mim agora, senhor que beijo. Nos separamos em busca de ar e ele automaticamente me colocou em cima da bancada, um rastro de fogo percorria por mim e eu não conseguia pensar em nada além dos lábios dele percorrendo meu pescoço e suas mão ágeis explorando por de baixo de meu roupão que impacientemente ele tirou e jogou em algum lugar da cozinha. Enrolei minhas pernas em sua cintura enquanto ele me carregava escada a cima sem desgrudar nossos lábios, me encostou na parede enquanto subíamos a escada e eu rapidamente arranquei sua camisa, ops, uma peça a menos. Que corpo é esse? Tudo bem definido, meus olhos viajavam naquele abdômen sarado assim como minhas mãos passeava por ele, abriu um sorriso sacana a perceber minha reação, puxou meu queixo e voltou a me beijar, ouvimos um barulho na porta e risadas, encarei ele séria e rapidamente nos separamos, então eu cai da cama e me vi no meu quarto, ta o que foi isso? Um sonho? Meu Deus que sonho! Posso sentir as suas mãos ágeis percorrendo meu corpo... Merda, merda, merda! Estou tendo sonhos eróticos com o pai do meu melhor amigo? Meu Deus... isso é pecado? Me sinto culpada, mais não dá pra parar de pensar o quanto foi bom, droga!

Notas finais
Espero que tenham gostado! Bom, avisei na minha outra fanfic, então nada mais justo do que avisar aqui também, criei um blog para Design: http://familia-salvatore-designs.blogspot.com.br/