Meu Querido Sogro
14 Rose?
Notas iniciais
Sentia meu peito pesado, sentia como se meu coração estivesse cheio de culpa o fazendo ficar pesado de mais para mim levantar daquela cama de hotel, Damon decidiu que a melhor coisa a fazer no momento era dar um tempo ao Stefan, ele poderia ter o tempo que quisesse e até o que não quisesse livre, longe de mim, depois que me chamou de vadia. Suas palavras ficavam ecoando na minha cabeça, talvez ele estivesse certo e eu realmente fosse uma vadia não é mesmo? Eu estava feliz por Damon estar comigo, porém, estava triste por ele estar comigo contra seu próprio filho, eu era basicamente a separação de uma família, senti meu estômago reclamar, estava com fome, muita fome, encarei meus pés no alto encostados sobre a parede vermelha, estava deitada na cama com as pernas para o alto, lembro de ter lido em algum lugar que isso ajuda no humor, besteira. Fazia em média meia hora que eu estava daquela maneira e meu humor ainda continuava péssimo, o que me lembra... Faz meia hora que Damon saiu para buscar comida e não voltou, o pânico voltou a me infiltrar, teria ele mudado de idéia e me abandonado aqui? Levantei da cama e desci as escadas do hotel de luxo, logo avistei Damon sentado em uma mesinha com uma mulher de cabelos curtos e castanho médio com algumas luzes, ela era bonita e tinha um ar meio, hm... Damon? Me aproximei dele que abriu um sorriso torto me encarando.
— Meu estômago já estava reclamando, saiu e não voltou, acredito que o motivo dessa demora toda seja a morena ao seu lado. – Sorri para ela que gargalhou se levantando.
— Meu nome é Rose, sou mãe de Emily, creio eu que seja Elena certo? – As coisas podem ficar melhor? Estou de frente para a mãe de Emily, que é um tremendo mulherão! Onde será que meu Ego se escondeu?
— O gato com nome “Ciúmes” estampado na testa deve ter comido a língua dela. – Damon comentou e eu o encarei raivosa. – Elena, seja uma boa menina e cumprimente Rose, mais tarde te dou sua recompensa. – Agora seu sorrio era malicioso, dei-lhe um tapa no ombro e sorri para Rose que tinha um sorriso brincalhão nos lábios.
— Damon! – Esbravejei.
— Tudo bem Elena. – Rose comentou. – Emily me ligou e disse que alguém precisava colocar juízo na cabeça do Stefan, vim atrás primeiro de conhecer a causadora de todos esses acontecimentos, e tudo bem, por que por que no amor vale tudo. – Piscou pra mim e eu tinha plena consciência de que minhas bochechas ruborizaram.
— Obrigado Rose, e eu não estava com ciúmes. – Joguei um olhar para Damon que ainda passava a mão por cima do local onde meu tapa o atingiu. – E eu sei que tudo vai ficar bem.
— Eu sei que vai. – Me deu um beijo na bochecha e se despediu de Damon da mesma forma saindo do lugar, sentei em sua frente.
— Arg, to me sentindo uma fugitiva, parece que eu não deveria ter saído daquele quarto. – Tombei minha cabeça sobre a mesa.
— Então por que saiu? – Perguntou risonho se jogando para trás.
— Por que o cara com quem eu estou saindo é um idiota não sabia? Ele foi buscar a comida e sumiu, da para acreditar? – Perguntei e ele gargalhou.
— Tenho certeza que é um idiota gostoso. – Completou e eu revirei os olhos.
— Tenho certeza que é convencido. – Apesar de ficar curiosa para saber o que Rose tramava para “ajuizar” o Stefan, eu ainda tentava de todas as formas possíveis manter minha cabeça longe desses pensamentos amargos. Comemos ali mesmo, conversamos sobre diversas coisas inclusive sobre eu ir embora e ele voltar pra casa de praia, e o melhor acordo que chegamos a fazer? Voltaríamos juntos para a casa dele. Sem meio termo, curtiríamos essa semana juntos e depois enfrentaríamos meu lado da família, Klaus ligou muitas e muitas vezes no celular do Damon, provavelmente querendo saber onde estávamos, mas Damon optou por ignorar.
[...]
— Não vai mesmo atender? – Perguntei balançando o celular no alto e o vendo sair do banheiro só de Box preta e todo molhado, o senhor, pra que tanta tentação assim?
— Não, a única coisa que vou atender essa noite é ao seus pedidos. – Me deu um selinho sorrindo malicioso.
— Só o que eu pedir? – Perguntei puxando seu cabelo para mais perto e mordendo os meus lábios e ele assentiu voltando a me beijar, ele ainda estava um pouco molhado, por esse motivo o contado de seu corpo com o meu fez com que eu me arrepiasse por completo, ele passou seus beijos para meu pescoço e eu dei leves mordidinhas em sua orelha, os beijos dele foram descendo e eu já sentia alguns choques elétricos pelo meu corpo, seu beijo era doce e viciante, e eu queria (e podia) ficar em seus braços para sempre. – Isso tudo é pra mim? – Perguntei sentindo sua ereção roçar em minha pele mesmo pela cueca.
— Uhum. – Murmurou mordiscando meu ombro e tirando minha regata e logo em seguida meu sutiã também, sua respiração alcançava meus seios me fazendo arrepiar, ele estava fazendo de propósito, me provocando, arranhei suas costas de leve quando senti seus lábios alcançarem meu seio esquerdo, mudamos e mudamos nossas posições várias e várias vezes, eu pela primeira vez fiz oral e se tornou tudo mais prazeroso quando ele gemia o meu nome me incentivando, agora estávamos ali, Damon estava nu explorando minha intimidade eu gemia seu nome e encurvava meu corpo sentindo aquela tortura sem fim.
— Damon... – Sussurrei e senti sua boca ser substituída por seus dedos.
— Fala pra mim Elena, o que você quer? – Pediu e eu sorri e neguei com a cabeça sentindo ser penetrada por seus dedos o que me fez gemer alto. – Fala Elena, eu só vou fazer se você pedir. – Sussurrou no meu ouvido retirando seus dedos e quando ele iria penetrá-los novamente e falei o que ele queria ouvir.
— Eu quero você dentro de mim agora! – Praticamente gritei enroscando meus braços pelo seu pescoço o puxando pra mim para evitar de ouvir alguma piadinha idiota, mesmo assim eu vi seu sorriso malicioso antes de beijá-lo. Sem aviso prévio ele me penetrou, nosso suor se misturava assim como nossas respirações e nossos gemidos, estar com Damon era bom, e surpreendente, eu poderia enfrentar todos os obstáculos por esse homem, logo atingimos nosso épice juntos, deitei em seu peito assim que nossas respirações estavam ajustadas, e ali dormimos, amanhã cedo iríamos para sua casa, e eu mal podia esperar por uma semana inteira juntos e... sozinhos!
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