Notas iniciais
Olá meus amores, leiam até o fim. Ok?
Estreou a minha mais nova bebê Per Amore.
Link:
http://fanfiction.com.br/historia/326502/Per_Amore
Passem por lá, divirtam-se e deixem suas opiniões
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Sobre o capítulo de hoje!
Ele fecha uma fase dos personagens, no próximo será o casamento e ai virá a queda de Maria, aparição de novos personagens e por ai vai meninas.
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Muito obrigada a todas pelos maravilhosos comentários e um brigada especial a ju beija flor, Claudinha, Natasha Ferreira.
Vocês me emocionaram lindas, muito obrigada!
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Escutem a música do capítulo, ela tem tudo a ver.
Beijosssssssssssssssssssss

PDV de Bella

Os dias se passaram voando e o dia do meu casamento finalmente havia chegado, eu fiquei me perguntando por que Alice e Maria ficavam em um hotel se a família tinha uma casa na cidade, mas Carlisle me explicou que para não correr o risco de se encontrarem ao estarem na cidade e assim preferiam ficar em um hotel.


Alice estava sentada em sua cama vendo Alec arrumar meus cabelos, minha mãe e minha futura sogra estavam cuidando da organização da festa com Rose.



Os homens já estavam no jardim com meu noivo, o estranho é que não vi Jessica por ai, Maria não viria... Ainda bem, supostamente está doente, mas sinto que é mentira.



O mais chato de tudo isso é que Edward ficou chateado, mas tenta disfarçar na minha frente.



Os pais de Edward me trataram maravilhosamente bem quando nos vimos, mas algo me diz que essa atitude de Esme mudará muito em breve ao notar que eu e a menina dos olhos dela não nos damos na bem.



–Alec o cabelo de Bella ficou incrível!-Alice comentou quando meu cabeleireiro terminou.



–Obrigada Alice. –ele disse.



–Sua esposa é uma mulher de sorte por ter você todos os dias para cuidar dos cabelos dela. –eu falei me referindo a Aniee. –Acho que vou mandar Edward fazer um curso de cabeleireiro. –eu disse arrancando risos dos dois.



–Já está na hora de você entrar Bella. –Alice falou me apressando.



Suspirei.



Hoje eu estava feliz e ao mesmo tempo triste, não seria fácil ter que entrar sem meu pai, eu sempre achei que seria ele a me conduzir até o altar e me entregar ao homem que eu escolhesse para viver ao meu lado.



Eu não percebi quando aconteceu, mas de repente comecei a chorar lembrando das poucas vezes em que Charlie não estava ausente e agiu de verdade como meu pai.



–O que é isso querida?-ele perguntou quando entreguei meu desenho para ele.



–Uma borboleta. –respondi sorrindo e entregando o desenho para ele.



–Querida, mas borboletas têm asas. –ele me disse sorrindo.



–Eu sei papai, mas a minha borboleta está dentro de um casulo. –expliquei apontando para meu estranho desenho, mas que para mim tendo só cinco anos estava lindo.



–Claro meu amor, você é uma artista. –ele disse beijando minha bochecha e me abraçando.



Esse dia era uma das raras vezes em que meu pai estava em casa e eu pude desenhar para ele como fazia para minha mãe.



[***]



–O que o senhor acha dessa?-perguntei mostrando a ele a décima sapatilha do dia.



Estávamos em um shopping comprando minha roupa para a minha primeira apresentação de bale do ano.



Eu estava com nove anos e mamãe tinha convencido a papai a me levar ao shopping em suas horas de folga para passamos mais tempo juntos.



–Você será a mais linda de todas, filha, você é uma bailarina incrível! A sapatilha não importa querida.



–Eu te amo papai. –falei beijando sua bochecha.



[***]



–Papai que lindo esse lugar!-eu exclamei vendo uma lagoa linda que Charlie havia me levado para pescar quando eu tinha 13 anos.



–Sabia que iria gostar daqui. Eu quis passar meu aniversário aqui hoje para ficar mais tempo com você, sua mãe disse que você tal vez não gostasse muito do lugar. –ele riu me puxando para seu colo.



[***]



–Que lugar é esse pai?-eu perguntei quando chegamos a uma casa de praia.



–Você não consegue adivinha?-ele sorriu ao questionar.



–Não.



–É o seu presente de aniversário, parabéns querida! Esqueceu seu próprio aniversário, não é?-meu pai riu da minha cara de taxo.



Nós passamos ali o resto do nosso fim de semana, só nós dois, nos esquecemos do mundo juntos.



[***]



–Cuide-se filha. –meu pai disse me abraçando e me beijando antes de eu parte para Londres aos 22 anos de idade fugindo de meus sentimentos por Edward.



–Amo você papai. –sussurrei antes de me afastar.



Essa foi a última vez que meu pai havia agido como um pai e se preocupou realmente comigo, apesar de ter feito isso poucas vezes fez de coração, mas não consigo lembrar de algum dia ele ter dito um eu te amo para mim.



–Esqueça isso e sorria, hoje é seu dia. –eu disse a mim mesma pronta para descer, mas a porta foi aberta me surpreendendo.



–Pai? O que faz aqui?-questionei desconfiada evitando olhar em seus olhos.



–É tão difícil assim me olhar nos olhos?-ele perguntou se aproximando inseguro.



–Tal vez, estou tentando entender o que faz aqui se nem se quer concorda com meu casamento. –respondi arredia.



–Por favor, filha me ouça. –ele pediu suplicante.



–Para quê? Para brigamos outra vez e eu me ferir mais no dia do meu casamento? Eu acho que não.



–Não eu não vim aqui para isso. –ele parecia desnorteado com minha atitude.



–Então para quê?!



Ficar no mesmo ambiente que ele não é uma boa ideia, não quando estou tão magoada com ele e quero despeja tudo o que sinto, não mesmo!



–Para levá-la ao altar. –a resposta me pegou de surpresa e quase me desarmou.



Eu disse quase.



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–Tarde demais, não acha? Já pensou quantas feridas você poderia ter evitado tendo essa atitude antes? O que o fez mudar de ideia? Onde está seu medo por Burke? –questionei acida. –Eu dei todas as chances a vocês dois e vocês jogaram fora. –cuspi.



–Mas eu estou tentando concertar meu erro, antes tarde que nunca Isabella!-Charlie disse em sua defesa,



–A troco de quê? Para a irá do senador aumentar e meu marido pagar as consequências? Eu acho que não papai!-quase gritei com meus nervos a flor da pele diante de toda a situação.



–E se eu lhe der minha palavra de que não farei nada?-outra voz ecoou pelo quarto.



–Vovô?-senti meu estômago embrulhar dividida entre o amor que sinto pelos dois e nojo por suas vis atitudes.



–Olá querida.



–Como posso crer em algo assim se o senhor já demonstrou de todas as formas possíveis que odeia meu noivo?-ignorei sua saudação.



–Você tem minha palavra. –meu avô disse.



–É uma pena que para mim ela já não valha tanto. –rebati acida.



–Bella, por favor, querida...



–Por favor, o que vovô? Depois de tentar a todo custo me separar de Edward é que o senhor me pedi para escutá-lo? Deveria ter feito isso bem antes!



–Você sabe o que penso sobre este homem. –Burke disse calmo, bem o oposto de mim.



–Sei, e hoje me pergunto onde foi parar o homem que cresce aprendendo a admirar, porque este homem que está na minha frente não é ele. O homem que sempre admirei não se deixava levar pelo maldito jogo da política, ele jamais tentaria prejudicar alguém por puro poder, mas este que está na minha frente eu desconheço totalmente. –falei seguindo para a porta pronta para sair.



–Espere querida. –eles me chamaram em uníssono e eu tive que usar de muito auto-controle para não ceder a vontade de atendê-los.



–Sei que tudo o que fiz foi errado e que você tem todo direito de está com raiva, mas se não for por mim e seu pai que seja pelo Cullen então, não entre naquela cerimônia sozinha, deixe que Charlie a leve. –meu avô agarrou meu braço me fazendo olhar para ele. –Por favor?



–Não. –eu respondi irredutível.



–Não pense em nós, pense em seu noivo.



–Não meta Edward nessa falta de caráter de vocês. –grunhi fula da vida por meu pai ter mencionado meu noivo tentando usá-lo.



–Seu pai tem razão querida. Pense em seu noivo e no escândalo que será se você entrar sozinha, logo irão supor que ele e sua família tem sérios problemas.



E ai foi exposto meu ponto fraco, por mais furiosa que eu sempre esteja basta colocar o nome do meu amor no meio para que ceda.



–Como podem jogar tão baixo?-cuspi.



–Não estamos jogando minha filha, é apenas a realidade a imprensa cairá matando sobre ele, sobre vocês e você sabe disso. Filha você não tem motivos para nos dar uma chance, no entanto mesmo assim te pedimos uma. Me deixe provar que posso ser um pai melhor que esse ser ausente que tenho sido todo esse tempo e que seu avô por você é capaz de tudo... Até mesmo se tornar um aliado fiel do presidente. –palavras tentadoras as do meu pai, mas serão elas verdadeiras? E como assim Burke Swan o poderoso senador da oposição se tornar aliado de Edward?



–Aonde vocês pretendem chegar com tudo isso? Muito cuidado com a resposta, pois depende dela o final de tudo isso. –avisei.



Continua...