Notas iniciais
Olá meninas!
Muito obrigada por cada comentário lindo meus amores!
Eu não me esqueci da noite de núpcias, ainda vou colocá-la na fic.
Beijos e bom feriado amores.

PDV de Bella

Eu fui criada para ser uma dama em todos os sentidos da palavra e eu realmente era até pisarem no meu calo e olha que eu geralmente aguentava bastante provocação, mas Jessica implorava por um corretivo há muito tempo e eu não pensei duas vezes antes de dá-lo depois do que vi minutos atrás.

Minha mãe atingiu seu rosto com gosto, ah como é bom sentir sua pele queimando debaixo da minha assim.

Perdi a noção da quantidade de bofetadas que lhe dei ou dos lugares em que lhe acertei depois.

Pena? Nenhuma.

Ela bem que tentou escapar das minhas garras, mas tentar é uma coisa conseguir é outra bem diferente.

-Voltar aqui. –eu rugir apertando seu braço com forma e a jogando sobre a pia do banheiro.

Agarrei seu braço o segurando para trás de forma que doesse.

-Sabe Jessica, você me fez perder a linha. É a primeira vez que bato em alguém assim, é a primeira vez que eu quero fazer isso. –disse a ela e sorri.

-Você vai se arrepender Isabella!-a vadia gritou com dor.

-Ah é? E o que você vai fazer contra mim? Me diz. –provoquei.

-A imprensa inteira saberá do que você está fazendo. –ela grunhiu quando aumentei a pressão em seu braço.

-Te enxerga vadia! Será difícil alguém acreditar e não digo isso por agora ser a primeira dama, digo porque ao contrário de você eu tenho uma ótima reputação. Eu nunca fui uma desocupada como você. Por acaso conhece a London School of Economics and Political Science?-ela ficou calada. –Não? Pois deveria, é uma das dez melhores do planeta. É onde trabalhei nos últimos seis anos como mestre em ciências políticas e é claro que construir uma reputação irreparável lá, já você... –gargalhei.

Hora de terminar o serviço. Pensei.

Eu a joguei no chão e a estapeie sem lhe dar tempo de revidar, eu fiquei fora de mim vendo tudo vermelho.



-Coloque essa sua boca imunda perto do meu marido outra vez e eu acabo com a sua raça, não ouse atravessar meu caminho outra vez. –eu cravei minhas unhas em sua mandíbula não estando nem ai para as consequências de ficarem ou não marcas.



-Acha que tenho medo de você?-ela cuspiu.



-Eu não acho, tenho certeza! Eu o vejo em seus olhos e é melhor assim. –eu a soltei com a cabeça no piso sem nenhuma delicadeza.



-Isso não ficará assim primeira dama, existe uma pessoa muito mais poderosa. Alguém que a odeia muito mais do que eu e a fará cair feio. –Jessica disse quando toquei a maçaneta pronta para sair.



Maria! Minha mente gritou sem nem precisar que ela dissesse o nome, só Maria Cullen me odeia tanto.



-Dê minhas lembranças a minha “querida” cunhadinha, eu não sei como a conheceu, quando ou como, mas não é difícil imaginar sendo as duas tão baixas. –falei antes de sair a deixando em péssimo estado.

Maria vai me pagar caro! Eu sabia que isso de estar doente era só uma desculpa, essa criatura é cobra criada, porém comigo ela não brincará mais, em breve a colocarei em seu devido lugar.

Voltei à festa completamente composta, como se nada houvesse acontecido, no entanto dona Renée e Sônia me conhecem muito bem.

-Conheço esse olhar filha, o que você andou aprontando.

-Eu diria mais Renée, ela já aprontou e vai aprontar mais. – Sônia disse enquanto nós nos despedíamos para que Edward e eu pudéssemos nos retirar da festa.

-Ambas tem razão no que dizem, mas não quero envolvê-las nessa podridão, só digo uma coisa... Esme Cullen pode vir a odiar-me, mas eu não vou ficar quieta. Chega! Eu cansei!

-Por que eu sinto que isso tem algo a ver com Maria Cullen?-minha mãe perguntou.

-Porque tem tudo a ver. –respondi. – Sônia obrigada por ter colocado um pouco de juízo na cabeça do meu avô e a você mamãe obrigada por fazer meu pai acordar para a realidade, sei que tem dedo seu nisso tudo também. -elas sorriram cúmplices.

Eu as abracei e fui para o carro onde Edward já me esperava.

Não teremos lua de mel por agora devido nossas responsabilidades, mas ao fim do ano em nossas pequenas férias viajem a dois.

-Eu te amo. –Edward disse dentro do carro me puxando para os seus braços e me beijando de maneira apaixonada.

Ao fim do beijo ele suspirou e olhou no fundo de meus olhos com a expressão de quem confessaria o maior crime do mundo.

Ele abriu a boca para falar, mas fechou outra vez.

-Se vai me falar sobre Jessica tentar de agarrar não se preocupe e sei que você não teve culpa. –a expressão dele foi impagável arregalando os olhos diante das minhas palavras e sua expressão aterrorizada virou de ultraje. –O que foi?- perguntei.

-Se você viu custava ter ido me socorrer?

Eu ri.

-Eu sabia que você conseguiria se livrar, além do mais, eu preferir fazer algo bem melhor. –revelei de forma misteriosa, enquanto ele roçava os dentes na pele do meu pescoço.

-E se eu bem te conheço você não dirá o que foi.

-Acertou!-falei antes de voltamos a nos beijar.

[***]

Dias depois...

Tudo está muito corrido para mim e para Edward. Eu ando a mil com as questões onde os EUA ajuda país mais fracos financeiramente falando e isso vem me trazendo alguns problemas que espero poder resolver logo, mas esta não é minha maior preocupação.

Com meu avô fora de combate em relação a Edward um novo opositor surgiu e infelizmente eu acredito que Jacob Black é muito pior que Burke costumava ser.

Ele parece ter muito mais sede de poder e parece jogar muito mais baixo, eu não posso deixar meu Edward só nisso e temo que farei algo a respeito que poderá me trazer graves consequências... Espero verdadeiramente está errada.

-Primeira dama. –minha secretária disse ao telefone, enquanto eu analisava uma papelada em gabinete.

-Pois não Suzy?

-A senhorita Maria Cullen está aqui e deseja vê-la.

Ai não! Gemi internamente.

-Mande-a entrar.

-Sim senhora.

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-Seja rápida, pois eu não tenho o dia todo. –eu disse assim que Maria passou pela porta.

-Credo cunhadinha, não vai nem me perguntar como estou?-rolei meus olhos.

-Para quê? Desde quando cobra sabe falar?-debochei.

-Está me ofendendo. –vadia falsa!

-Não seja cínica e diga logo o que quer. –ordenei.

-Ok. Vou direto ao ponto, aproveite bem seus últimos dias de primeira dama. Você não ficará por muito mais tempo perto do meu Edward!

-Seu Edward? E desde quando meu marido é seu Maria?

-Desde que nasceu, só que ele ainda não sabe disse. –eu ri sem humor.

-Quando vai entender quando meu marido não te vê como uma mulher e sim como uma bonequinha a qual ele deve proteger. Edward não te vê como mulher, apenas como uma irmã e sempre será assim. –falei.

-Isso é o que vocês pensam. Logo, logo Edward estará comendo na minha mão e não desejará outra mulher senão eu!-meu estômago revirou.

-Você me dá nojo! Eu não entendo como pode ser capaz de enganar tanta gente, como ninguém percebe que você não vale nada!

-Simples, todos eles acreditam na minha carinha de anjo. –ela sorriu cinicamente.

-A mim eu entendo porque você me odeia, afinal no fim queremos o mesmo homem, mas não entendo sua atitude de maltrata Alice. Ela ama o irmão como se deve, ela não é doente como você!

-Pode ser, mas Edward a ama demais e eu sempre tive que dividir a atenção dele com ela e isso eu não aceito.

-Sua louca! Você praticamente destruiu a vida de Alice com essa sua obsessão por Edward. Como pôde?!

-Ah isso não foi nada, sempre foi muito fácil convencer a todos que ela é doida, que me odeia sem motivo e que eu nunca fiz nada a ela, mas é claro que isso não é verdade. –cada palavra foi dita por ela com uma calma impressionante.

-Já parou para pensar como será quando meu marido descobrir a verdadeira vadia que você é?-questionei.

-Isso nunca vai acontecer. –Maria disse convicta. –Desde criança eu destruir suas bonecas, a beliscava, batia nela e ainda fazia todos crerem que foi ela quem fez a mim. Pobre Alice. –ela disse zombeteira. –Sabe, eu perdi a conta de quantas vezes a joguei da escada a fazendo torcer o pé, o de quantos namorados seus eu roubei, mas isso nem foi o pior que fiz. –um calafrio de repugnância passou por minha espinha. –Eu a joguei na frente de um carro um dia, mas Edward a salvou, ele sempre achou que ela estivesse distraída quando tudo aconteceu. Você precisava ver a minha carinha de preocupada. Chorei por horas sem parar, mas é claro que no fim Alice pegou toda a culpa. Coitadinha chorou por horas. –a bruxa gargalhou.

-Você é cruel!-exclamei. –Sai daqui antes que eu esqueça quem sou e arrebente essa tua fuça sua cadela!

Ela riu.

-Seria tão bom, Edward a odiaria para sempre.

-Eu não teria tanta certeza. –grunhi.

-Não confie neste amor que ele diz sentir por você meu bem, o que ele sente por mim é muito maior.

-Você vai cair Maria e eu estarei presente para ver sua queda de camarote muito em breve. –avisei antes de ela desaparecer da minha frente.

-Suzy. –a chamei pelo interfone.

-Sim primeira dama?

-Vá até a sala de segurança e peça ao chefe da segurança uma cópia da fita da gravação das câmeras de segurança do meu gabinete dos últimos vinte minutos. –pedi.

-Sim senhora, em menos de uma hora estará em suas mãos. –ela disse.

-Ótimo, e nenhuma palavra sobre isso ao meu marido. –murmurei antes de desligar.

Em menos de três dias eu derrubarei de uma vez por todas a imagem de boa moça desta cobra e isso pode me custa uma boa briga ou mais com Edward, mas ela já me colocou em meu limite. Eu não aguento tanta falsidade.

Alice não merece mais sofrer e Edward precisa saber quem realmente é Maria Cullen.

[***]

Horas mais tarde...

A fita com tudo o que preciso para fazer Maria ir ao chão já está em minhas mãos agora é esperar o momento certo de mostrá-las.

Foi muita estupidez da parte dela esquecer das câmeras do meu gabinete.

Sorte da gostosa aqui! Pensei me olhando no espelho vestida em uma lingerie sexy.

Edward terá uma surpresinha essa noite.

Continua...