Notas iniciais
Enfim, obrigada por os que acompanharam o/ E desculpem se a história não foi boa o suficiente... Como é a minha primeira fic, eu pretendo melhorar muito mais na próxima que está por vir. :3 Deixem seus comentários e quero agradecer mais uma vez por todos os leitores que me acompanharam por aqui *-* OBRIIIIIGADA, LINDJOS ♥

Me levantei e segurei as mãos de Lucy, ajudando-a se levantar também. Seu sorriso era como se estivesse indo de orelha à orelha e então a segurei no colo dando-lhe outro beijo.

– Natsu... Parece até parece mentira. Eu estou tão feliz, que nem sei o que falar.

– Não precisa falar nada, Lucy. — a abracei.

Ficamos assim por vários e vários minutos, até que alguém apareceu na porta. Era Mavis.

– Maaaaaaaaavis!

Ela não entrou no quarto, apenas ficou observando tudo de longe. Alguns segundos depois, sua expressão mudou e percebi que estava prestes a chorar. Em seguida, saiu correndo de lá.

– Que raiva, ela foi embor...

– Natsu. Essa é a famosa Mavis que você tanto gosta?

– Q-quem disse isso?

– Me falaram. Por favor, eu não quero que você me troque por ela. — Lucy olhava fixamente para mim enquanto e apertava minha mão.

– Não gosto dela, Mavis é somente minha amiga. Lucy, entenda... Eu amo você. E agora que estou junto contigo, prometo que irei sair daqui e vamos ter uma vida muito melhor.

– Obrigada. Amo você, Natsu. — ela encostou seu nariz no meu e sorriu.

De repente, a diretora apareceu.

– NAAAAAAAAAAAAAAAAAAATSU!

– Olá. — dei um sorriso irônico.

– Não olhe desse jeito pra mim, idiota.

– Olha como a senhora fala...

– Ahhh, então essa é a Lucy! — a diretora se aproximou. — Garotinha esperta, como conseguiu entrar aqui?

– Eu só não fui embora com os meus amigos.

– Vocês dois adoram me dar trabalho, não é? Saiam daí agora! Não quero mais olhar pra essa cara imunda de vocês, principalmente a sua, Natsu. De todos os alunos, você foi o pior que eu já tive.

– EU????? Mas por quê?

– Não sei, mas irei ligar agora pra sua mãe vim te buscar.

Comecei a rir e a diretora me puxou pelos cabelos, jogando-me para fora do dormitório.

– AAAAAAAAI!

Lucy correu até mim e deu um tapa na cara da diretora.

– IDIOTAAAAAA! Quem é você pra tratar meu namorado assim?

A bochecha da diretora ficou vermelha e logo ela fez uma cara feia.

– NATSU! Você está bem?

– Sua putinha! Saia daqui agora com a peste do seu namorado! AGORA!

A diretora veio para cima de Lucy, que começou a provocá-la ainda mais, porém eu a segurei. A diretora muito mais furiosa, escapou de mim indo em direção à minha namorada, mas logo apareceu Rogue impedindo-a.

– Olá, Natsu-kun! Vim te ajudar!

– ROGUE???????

– ME SOLTA, ROGUE! SEU VIADINHO, VOCÊ QUER SER EXPULSO TAMBÉM?

– Olha o jeito que você fala, diretora. — ele piscou.

Só de olhar para seu rosto, lembrava de quando fiquei bêbado e o beijei, junto com Sting. Se Lucy descobrisse isso... Eu estaria morto.

– Que gritaria é essa?

Por fim, a inspetora apareceu e fomos levados todos para a diretora. Ligaram para minha mãe que estava furiosa, logo vindo me buscar.

Arrumei minhas malas e fui atrás de Mavis, já que eu não poderia ir embora sem despedir de minha amiga.

Entrei no nosso dormitório e a vi sentada na cama, lendo um livro, mesmo com sua cara de choro.

– Mavis...

– Natsu-kun.

Fui até ela e dei um grande abraço, onde ela não resistiu e chorou tudo aquilo que tinha de chorar.

– Desculpe, Natsu... Eu estou triste, mas também feliz por você. Espero que você seja feliz com a Lucy e vá para um colégio... Decente.

– Obrigada por tudo, Mavis. Acho que se não fosse você, seria tudo mais difícil pra mim. Vou fazer o máximo pra vim te visitar ou pelo menos tentar te encontrar, eu prometo. — dei um grande sorriso.

Logo depois, fui para a saída junto com Mavis e Rogue. Lá encontrei Lucy e minha mãe.

– Obrigada pessoal. Apesar de tudo, vocês foram meus grandes amigos. — eu os abracei novamente.

– Tchau Natsu. — os dois falaram e se despediram.

Dei um beijo na testa de Lucy e segurei sua mão, indo direto para o carro onde minha mãe me esperava. É, aquele seria meu fim...

Entramos no carro e ouvi minha mãe suspirar.

– Ah. É, Natsu. No fim, você conseguiu o que queria. Você também, Lucy.

Ficamos em silêncio e fomos levados até a casa de Lucy.

– Obrigada por me trazer até aqui, Ever. — Lucy falou e abriu a porta do carro e segurei sua mão a impedindo de sair.

– Natsu...

– É assim que vai ser? Saindo assim do nada? E como nós dois vamos ficar?

– Não sei. Eu ainda tenho medo que nossos pais não aceitem nosso namoro. — ela falou baixo.

– Tudo bem, Lucy. Não precisa ficar desse jeito. — Evergreen disse e continuou — Vocês dois cresceram e não são mais aquelas crianças que tínhamos que ficar pegando no pé.

– O que você quer dizer com isso, Ever?

– Hm... Antes de eu sair e buscar Natsu, liguei para seu pai. A gente conversou e chegamos em uma conclusão... O importante mesmo é a felicidade de vocês dois.

Lucy ficou meio boba ao ouvir aquelas palavras e logo Jude apareceu na porta. Ele estava um pouco sem graça e veio até nós.

– Olá.

– Paaaaaaai!

– Oi, filha. É... Oi, Natsu.

– Olá, Jude-san.

– Pelo pouco que ouvi, Evergreen está certa. Vocês dois cresceram e já são quase adultos... Está na hora de nós dois aceitarmos suas decisões, pela própria felicidade de vocês.

Fiquei sem graça, já que mal sabia o que falar.

Lucy sorriu e deu um grande abraço em seu pai, pedindo perdão.

– Acho que é nós que devemos pedir desculpas. — Jude falou.

Evergreen continuou:

– É, foi um grande exagero tudo que fizemos. Sendo "irmãos" ou não, o importante é esse grande amor que vocês sentem um pelo o outro. Sinceramente, irei torcer por vocês.

Eles ainda falavam de um jeito meio sem graça, mesmo assim percebi que aquelas palavras eram verdadeiras.

–

[PARTE NARRADA POR LUCY]



Meses depois...

Tudo estava voltando ao normal, aos poucos. Gray, Mirajane e eu continuávamos sendo grandes amigos e meu namoro com Natsu estava indo de bom para cada vez melhor. Nossos pais já estavam começando a aceitar muito bem o nosso namoro, como se não fosse mais aquele grande "absurdo". Já Loki, depois de um bom tempo, conseguiu superar seu grande amor por mim.

Acabando o ensino médio, Natsu e eu resolvemos continuar na cidade onde meu pai morava. Começamos então a viver juntos e sozinhos em um apartamento enquanto ele começava a faculdade e eu ainda continuava na escola.


Em uma certa noite....

Ouvi a porta abrir e então percebi que era Natsu. Dei um grande sorriso ao vê-lo, mesmo percebendo seu cansaço.

Sua expressão mudou no mesmo instante, onde ele deu um grande sorriso. Natsu pulou no sofá em cima de mim, começando a me morder, me fazendo rir que nem idiota.

– Sentiu minha falta?

– Que pergunta besta, é claro que sim....

Ele logo me pegou no colo, começando a correr até o nosso quarto.

– AAAAAAAAAAHHHHH VOU CAIR!

– HAHAHA!

Natsu pulou na enorme cama junto comigo, me fazendo quase quebrar o pescoço.

– AAAAAAAAI!

– Desculpa, mas eu estou bem empolgado.

– Empolgado? Pra quê?

Senti ele morder meus lábios e fazer aquele olhar seeeeeensual pra mim.

– Eu estou com saudades de uma coisa sua.

– É? Do quê? Se for o que eu estou pensando... — segurei em sua nuca e comecei a beijá-lo.

– É uma coisa que faz tempo que você não faz...

– Hmmm, então deixe-me fazer... — falei enquanto tirava sua camisa.

Ele deu um sorriso mais uma vez e me abraçou.

– Ah, Lucy. Você é muito safada.

– Nhaaaaaaa, por...?

– Uma coisa que eu sinto muita falta, é você me chamar de Onii-chan. É tão sexy.

– BAAAAKA! — gritei com o rosto vermelho de vergonha.

– Hahaha, pois é. Por que você não me chama mais assim?

– Aff... — revirei os olhos. — Onii-chan. Satisfeito?

– Siiiiiim! — senti Natsu me abraçar e começar a rir.

– Você é um bobo, Natsu.

– Você também, Lucy. Mesmo assim, eu te amo.

Dei um sorriso e o beijei.

– Bem, obrigado... Depois de tudo que passamos, acho que valeu apena.

– Acha, Lucy? Eu tenho certeza.

– No fim, não me arrependo de nada. — sorri.


–

Depois de tanto tempo, muita coisa aconteceu, mas com isso aprendi que mesmo com todas as dificuldades, meu amor pelo onii-chan sempre foi verdadeiro. E aprendi que quando quero alguma coisa, o jeito é se esforçar para conseguir. Natsu me mostrou que no final, tudo que nós fizemos valeu apena e assim, nosso amor cresceu cada vez mais.

~~~FIM~~~~



Você chegou ao fim do livro. Parabéns!