Meu Querido Onii-chan

17 Capítulo 17 - Natsu se declarando?


Notas iniciais
então né,vai ter umas cenas bem quentes nesse capítulo, por isso não se assustem u.u e quem quiser, é só comentar que estarei respondendo xD

Muitos dias se passaram. Cerca de umas três semanas. E tudo continuava normalmente.

Até agora.

Sábado de manhã, acordei para ir beber água. Ainda eram sete horas da manhã e quando passei pelo quarto do meu onii-chan observei que estava todo arrumado. Entrei lá dentro e não o encontrei . Onde Natsu estava? Será que ele já estava acordado? Em um pleno sábado de manhã? Hm... Estranho.

Desci até a cozinha e vi uma mesa de café da manhã preparada. Uau.

Onii-chan estava com uns biscoitos assados nas mãos e os colocava na mesa. Que mesa! Tinha até umas flores em um vaso ao lado de várias coisas gostosas.

– Onii-chan, não sabia que você preparava um café da manhã tão lindo desse jeito!

– Ahhh, é. Resolvi fazer algo diferente. Eu ia te acordar, Lucy... Só que você acordou bem antes do esperado. Pode se sentar!

Puxei a cadeira e me sentei. A mesa parecia aquelas de café da manhã de gente rica das novelas. Era impressionante.

Fui servida com um pouco de chocolate quente e um bolo de creme.

– Eu mesmo fiz tudo isso! O que achou?

– Incrível, Onii-chan!

Ficamos sentados por alguns minutos comendo na mesa. Após alguns minutos de silêncio, Natsu me questionou:

– Lucy, tenho que falar com você.

– EU SABIA! – exclamei – Tinha algo errado nisso aí pra você me agradar desse jeito. Enfim, o que você quer?

Ouvi gargalhadas.

– Do que você está rindo, Natsu? – me levantei da cadeira e cruzei os braços.

– Não seja boba, Lucy.

Natsu se aproximou e estendeu suas mãos para mim, como se estivesse me convidando para algum lugar.

– Venha, vamos dar uma volta pelo jardim. Quero te contar... – houve uma pausa – Uma coisa.

Han? O que será que Natsu iria falar?

Ele segurou minhas mãos bem forte e delicadamente ao mesmo tempo. Saímos da cozinha e atravessamos a parte da piscina, chegando ao jardim de nossa casa. O jardim de flores de Evergreen era imenso. Até parecia uma floresta com diversos tipos de plantas. Realmente era lindo.

Observei Natsu segurando minhas mãos. Era tão estranho vê-lo assim comigo. Mas era óbvio que eu estava amando, aliás, eu amo Natsu e estava feliz com aquele momento ao seu lado.

Nossos passos pelo jardim ficaram mais lentos e no fim paramos. Onii-chan virou-se para mim e eu fiz o mesmo. Ele segurava nas minhas duas mãos, até erguê-las em sua boca e beijá-las.

Ai meu Deus! O que... O que está acontecendo?

Meu coração disparava rápido e forte enquanto meu corpo começava a queimar.

Ele me puxou por minha cintura e segurou com uma palma da mão a minha nunca, inclinando-me para trás como se fosse me beijar.

– Lucy. Não aguento mais esconder. Você sempre foi a pessoa que mais me fez sorrir e esteve comigo todos esses anos. A cada dia eu via o quanto você era especial. E com esse seu jeito, você me conquistou. Estou com muita vergonha ao dizer isso, mas... Eu te amo, Lucy. E não é somente como irmão.

Natsu me inclinou mais e sua boca aproximava lentamente da minha. Seus olhos se fecharam e ele suspirou fundo encostando seus lábios nos meus.

Segurei em sua nuca e começamos a nos beijar. Seu beijo e seu movimento eram suaves enquanto ele me acariciava com aquelas mãos macias. Por alguns segundos ficamos assim.

Me perdi em diversos pensamentos naquela hora. Uma felicidade transbordava em meu corpo, que me deixou mais empolgada, fazendo nosso suave beijo se transformar em um delicioso beijo selvagem.

Natsu me colocou contra um enorme tronco de árvore do jardim, pressionando seu corpo contra o meu. Nossos corpos se esfregavam fortemente e senti suas mãos apertando minha cintura.

Fui erguendo sua camisa, até tirá-la inteira de seu corpo, apenas o deixando com o seu cachecol. Comecei a morder seu pescoço enquanto arranhava delicadamente suas costas. Ele também começou a erguer minha blusa, até tirá-la por inteiro junto com meu sutiã. Onii-chan parou de beijar e foi descendo até chegar em meus peitos onde deu vários “selinhos” neles inteiros. Fiquei acariciando seu cabelo enquanto o observava chupá-los cada vez mais forte. Eu não resisti e comecei a gemer baixinho sobre o grande prazer que eu sentia.

– N-natsu... – o chamei.

Seus olhos se viraram para cima e me encaram. Sua boca ainda não havia saído dos meus peitos.

– Qual é o problema? – ele parou e segurou em meu rosto – Estou fazendo algo errado?

– Não. Não está. Só queria te dizer que eu te amo também, e muito. Mas sempre tive medo de te contar.

– Relaxa, Lucy. – senti seu abraço.

– Eu te amo muito, você não tem noção, Onii-chan.

– Eu te amo de verdade, Lucy. E quero ter você pra sempre.

Nos beijamos mais uma vez e ele parou novamente.

– Lucy...

– Oi?

– Lucy?

– Oi, Natsu!

– Hey Lucy!

Sua voz começou a soar como um eco. Ela estava completamente estranha e o cenário onde nós dois estávamos começou a mudar completamente.

Foi naquela hora que senti me chacoalharem no meio da cama. Abri os olhos e era Natsu gritando em meu ouvido:

– LUUUCY! ACORDA! Estamos atrasados pra escola!

NÃO! NÃO PODE SER!

Natsu estava com seu uniforme e sua mochila me esperando.

Tudo aquilo havia sido um sonho. NÃÃÃO!!!!

Notas finais
não briguem comigo, foi culpa da Lucy ser muito dorminhoca e sonhadora! u.u