Meu Querido Onii-chan

38 Capítulo 38 - A noite prazerosa, ou não!


Notas iniciais
não sei fazer bons hentais, srry Q

– Natsu, tem certeza que quer fazer iss...

Fui interrompida com um beijo e em seguida Natsu me levou para a borda da piscina, me fazendo sentar e deixar apenas meus pés na água.

Eu estava quase tendo um infarto de tanta vergonha. Minhas pernas se abriram enquanto Natsu encaixava seu corpo entre elas e continuava a beijar meu pescoço.

Queria interrompe-lo, mas só de sentir seus lábios e seu corpo no meu, aquilo me deixava com mais vontade de transar com ele.

Natsu deslizava suas mãos em minhas coxas e descia sua boca beijando meu corpo: começou no pescoço e foi descendo para os ombros, peito, barriga, cintura e...

Quando chegou em minha vagina, olhou para mim e deu um sorriso sem graça. Eu fiquei vermelha e fiquei observando, até que ele começou a me lamber bem devagar, até começar a me chupar bem forte. Como nunca senti aquela sensação em minha vida, no começo foi um pouco desconfortável.

Enquanto os minutos foram se passando, o desconforto se transformou em uma enorme sensação prazerosa. Logo, Natsu parou e voltou a me beijar.

– Lucy, me desculpa estar fazendo isso... Você quer parar?

– NÃO! — respondi e mordi seus lábios dando um sorriso malicioso.

Natsu retribuiu aquele sorriso e desceu novamente sua boca em minha vagina, onde daquela vez colocou sua língua dentro dela. Tudo foi estranho, mas não resisti e comecei a gemer bem baixo.

Depois de um tempo, Natsu parou e percebeu que eu estava tremendo com a noite ficando mais fria.

– Lucy, é melhor entrarmos para dentro.

Sem eu falar nenhuma palavra, ele saiu da piscina e me pegou no colo. Estava um pouco vermelho apesar de estar com aquele enorme sorriso alegre no rosto.

Fomos direto para meu quarto, ou melhor, o banheiro do meu quarto. Foi lá que resolvemos tomar um banho quente. Não somente um banho...

Depois de ter entrado no box e ligar o chuveiro, senti Natsu me encochar por trás enquanto desabotoava meu sutiã. Em poucos segundos me colocou contra a parede e encostou seu pênis em minha bunda ao mesmo tempo que beijava meus ombros por trás.

– Lucy, eu te amo. — sussurrou em meus ouvidos.

AAAAAAH, MEU DEUS! O QUE É ISSO???????? NÃO POSSO DEIXAR NATSU FAZER UMA COISA DESSAS!!!

– Naaaatsu, para! — me virei de frente pra ele assustada.

– O que foi?

– Nossos dois somos irmãos!

– Lá vai você com esse papinho de irmão...

– É sério, Natsu! Irmãos não fazem isso! — falei desesperada.

– Ah, tudo bem então...

Ele pegou uma toalha e saiu do banho.

Vi o passando pela porta e me bateu um arrependimento. Argh!

Saí do banheiro mesmo estando pelada e olhei para minha cama, onde estava Natsu deitado e esticado no meio dela. Fiquei de boca aberta ao ver todo seu corpo sem nenhuma roupa por cima mostrando todos aqueles seus músculos definidos.

Senti uma baba cair da minha boca e a limpei no mesmo instante. NATSU, SEU LINDO!

Seus olhos estavam fechados. Ele já estava quase dormindo, pelo incrível que pareça.

Fui em sua direção e sentei em cima dele, encostando minha vagina em sua barriga.

Ao me ver naquela posição, arregalou os olhos. O beijei com muita vontade e comecei a esfregar minha vagina em seu pênis, deixando Natsu louco.

Ele começou a segurar minha bunda e senti aquilo entrar lentamente dentro de mim.

CARAMBA!!! POR QUE ESTOU O DEIXANDO FAZER ISSO??

Não resisti e comecei a rebolar em seu pênis e beijar as partes de seu corpo que conseguia alcançar: o rosto, os braços, o peito e a barriga. Aqueles seus músculos eram irresistíveis...

Fechei os olhos enquanto morria de vergonha e prazer. Eu mesma sabia que Natsu estava olhando para mim, mas não consegui fazer o mesmo.


Senti Natsu enfiar mais dentro de mim e comecei a gemer baixo e ofegante, até chegar em um ponto no qual o tesão aumentou muito e tive que gritar.

Depois de alguns minutos Natsu ficou em cima de mim massageando meus peitos com aquelas deliciosas mãos macias. Também continuava a meter com toda a força em mim. Naquele instante, fiquei tão louca de prazer e pedi para ele ir mais rápido.

– Aaaaaaaah Natsu, nunca senti uma coisa tão boa assim... — disse ofegante olhando em seus olhos.

De repente...

– NATSU? LUCY? — ouvi a voz de Evergreen no primeiro andar.

– EVER? Natsu, saia daí! — gritei tentando o tirar de cima de mim.

E quem disse que ele saia??????

– Não posso Lucy, preciso gozar!

– O QUÊÊ?

– Isso é óbvio, vai!

– PAAAARA! — comecei a gritar desesperadamente. — ELES ESTÃO CHEGANDO!

Natsu continuava, só que daquela vez muuuuuuuuuito mais rápido e forte. O prazer era tanto que comecei a gemer alto e Natsu tampava minha boca. Logo, nós dois acabamos gozando.

O problema foi que mal deu para respirar ou descansar. Nossos pais estavam chegando e precisávamos fazer alguma coisa.

– O QUE VAMOS FAZER? — Natsu perguntava enquanto se enrolava na toalha.

O puxei e joguei em minha cama, cobrindo-o com várias cobertas e colocando um termômetro em sua boca, para fingir que estava doente.

– NATSU, FINJA-SE DE DOENTE! EU VOU PEGAR ÁGUA QUENTE PRA JOGAR EM VOCÊ!

– ÁGUA QUENTE??????

– Sim. Pra esquentar seu corpo e fingir que você está com febre, calma!

Corri para o banheiro do meu quarto e peguei um pote onde tirei água quente do chuveiro. Em seguida, joguei aquela água que estava quase fervendo em sua testa.

– TOMA!

Ele gritou mas consegui tampar sua boca.

Me enrolei na toalha e corri para o lado de Natsu, como se estivesse cuidando dele. Então, Evergreen apareceu.

– O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?