Meu Querido Onii-chan

3 Capítulo 3 - Prontos para o jantar


Passei a tarde inteira junto com Natsu: rimos, jogamos, brincamos, contamos as novidades e nos divertimos muito.

Quando nossos pais chegaram, eles deram um lindo sorriso:

– Hmmm, Natsu, você fez uma grande surpresa para Lucy. — Evergreen, ou melhor, minha mãe falou.

– Oi mãe, oi pai! — Natsu falou e pulou em cima deles.

– Eu estou tão felizzzz! — falei empolgada.

– Acho que temos que comemorar. Poderíamos ir em um restaurante hoje, né? — meu pai falou.

– Simmm, eu estou morto de fome! Lucy ainda não aprendeu a fazer uma comida realmente gostosa.

– Natsu!!!!!!! — dei um tapa nele.

Ele riu e me abraçou.

– Tudo bem, então é melhor vocês irem logo tomando banho. — minha mãe falou.

– Vem, Natsu! Vamos lá pra cima! — eu falei e o puxei.

Chegando no meu quarto, Natsu observou tudo atentamente.

– Seu quarto está bem arrumado. — ele sorriu.

– Você vai ter que dormir aqui hoje. Seu quarto está totalmente zoado. Tem um monte de coisas inúteis lá. — falei.

– É claro que eu vou dormir aqui, né — ele falou pulando na minha cama — Que cama mais gostosa, Lucy!

– Naaaaatsu!

– O que foi? — ele riu.

– Pegue suas roupas e vá tomar banho. — eu falei.

Natsu sempre foi irresponsável e desorganizado.

Ele então pegou suas roupas e foi tomar banho no banheiro do meu quarto.

Fiquei deitada o esperando e quando ele terminou, apareceu só de toalha enrolada no seu corpo.

Eu fiquei vermelha só de olhar. O onii-chan tinha mudado muito nesses último ano. Ele estava tão lindo, tão forte, tão...

– LUCYYYYYYY! — Natsu gritou.

Eu arregalei os olhos e parei de ficar viajando.

– Hãããn? O quê?

– Cadê a minha cueca? Eu não sei onde eu a coloquei. — ele perguntou olhando para todos os lados.

– Eu só vi aquela do homem aranha. — eu dei uma risada.

– Esqueça a do homem aranha! — ele falou num tom bravo e tímido.

Eu dei risada.

Enfim, procurei uma cueca o mais rápido possível. Eu não tinha tanta vergonha de Natsu, porque somos bem íntimos de tanto tempo juntos.

Eu encontrei uma dei em suas mãos. Ele sorriu e me abraçou. Seu corpo estava quente e molhado, me fazendo ficar um pouco constrangida com aquela cena do corpo dele encostando no meu. Mas era uma sensação boa.

Tomei banho também e estávamos prontos para aquela noite de comemoração.