Meu Mundo

14 Shows / Mudança para São Paulo / Compras


Notas iniciais
AMORES DA MINHA VIDAAAAA!!!!
Desculpem essa demora tremendaaaa...mas agora não tem desculpa, é pq eu tava sem imaginação pra escrever mesmo, e confesso que com um pouco de preguça tbm hsuahsuah...
Mas, para compensar, ai está, outro capitulo beeeeeem grande pra vocês!!
Espero que gostem!!
Beiijos!!

Respondi todas as perguntas, enquanto eu dava a entrevista, os meninos tiravam fotos para a revista, e depois da minha entrevista, eu tirei umas fotos sozinhas, e umas com o Thomas.

Quando a entrevista acabou, fomos direto para um restaurante, pois estávamos com fome, já eram 12h37min, pedimos duas lasanhas, almoçamos, e fomos dar uma volta. Fomos á um parque ali perto, rimos, brincamos, e voltamos para o hotel, mas sem antes alugar um filme de terror para assistirmos.

Porém dessa vez, o filme era muito mais assustador.

-Ai Thomas, desliga esse filme que eu to com medo. – Falei tapando os olhos, enquanto Thomas me abraçava de lado, rindo. – Para de rir que não tem graça.

-Ta bom, minha bebezinha medrosa. – Ela falou isso e eu olhei pra ele com cara de cú .

-Vamos fazer uma aposta? – Desafiei ele.

-Claro, mas o que? – Thomas respondeu interessado.

-Se eu conseguir ver o filme até o final sem gritar de medo, você faz o que eu mandar por 2 semanas – Falei o desafiando.

-Claro, mas se você gritar, você vai ter que me beijar. – Respondeu Thomas.

-Nossa, como se fosse difícil isso. – Falei e comecei a beijar ele.

-Tá bom, então se você gritar, você vai fazer o que eu mandar por 2 semanas também. – Falou Thomas sorrindo.

-Fechado. – Falei e ele me deu um selinho, logo depois, eu voltei minha atenção para o filme.

Terminei de ver o filme inteiro sem gritar.

-Preparado pra cumprir a aposta? – Falei vitoriosa.

-Ta né, fazer o que?! – Thomas falou com uma voz meio desanimada e eu e os meninos começamos a rir.

-Então aproveita, e vai lá pegar um copo de água pra mim. – Falei, ele bufou e se levantou em direção a cozinha, e em pouco tempo voltando com um copo de água cheinho. – Pega ai.

-Nossa, também não precisa fazer essa cara de merda né? – Falei tomando a água.

E ele me olhou com mais cara de merda ainda.

-Calma bebê, eu não vou tornar de você meu escravo por duas semanas, eu só quis provar pra você que eu conseguia assistir o resto do filme sem gritar. – Falei rindo, ao mesmo tempo apertando suas bochechas e dei um selinho nele.

-Eu odeio quando você faz isso, para de me provocar menina, me beija logo. – Ele falou, eu e ele rimos e ele me beijou.

-Ei, ainda estamos aqui. – Pe Lanza falou cortando nosso beijo.

-E daí? – Thomas falou e voltou a me beijar, e sem percebemos, o Lanza pegou o que restou no meu copo de água e jogou na gente.

-Pedro Gabriel Lanza Reis, você não deveria ter feito isso. – Falei com raiva, e com a cara toda molhada correndo atrás dele.

-Se fudeu. – Pe Lu, Koba e Thomas falaram juntos rindo do Lanza.

Mas logo, ele reverteu a situação, ele que começou a correr atrás de mim, puxou meu braço, me jogou no sofá e começou a fazer cosquinha em mim.

Thomas bufou, e eu e Lanza já entendemos o recado.

-Calma bebê, não precisa ficar com ciúmes, eu amo só você. –Falei sorrindo e dei um beijo nele.

-E ai gente, vamos pra balada? – O tonto do Pe Lu falou.

-Claro que não, amanhã vocês tem show, não podem dormir muito tarde, e sempre que a gente vai pra balada, saímos de lá, perto das seis horas! – Falei.

-Ah, mas a gente pode ir no boliche que fica três ruas atrás do hotel. – Koba falou.

-ISSO! – Gritei sorrindo e os meninos me olharam assustados. – Que é eu gosto de boliche ta? – Falei me defendendo.

-Então tudo bem, vamos nos arrumar. – Falou Thomas.

Cada um foi para seu respectivo quarto se arrumar, eu tomei um banho rápido e coloquei uma roupa meio rockeira, não sei porque.

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Penteei meus cabelos, e os prendi em um rabo de cavalo alto, em seguida, fazendo uma maquiagem forte, apenas peguei minha bolsa e fui para a sala onde todos me esperavam.

-Nossa Gabi, ta rockeira hoje. – Koba falou. – Porque?

-É por que eu to com raiva de uma pessoa cujo nome não vou falar NÉ PEDRO LANZA –Falei, nem um pouco irônica.

-Haha, mas você vai jogar de salto alto? – Lanza falou.

-Claro que não, lá eu vou jogar descalço, né o anta?! – Falei e ele fez biquinho imitando um bebê.

-Ai eu não consigo ficar brava com você – Falei rindo, abracei ele e dei um beijo na bochecha dele, Thomas me olhou com cara de ciúmes, nem liguei e continuei abraçada com Lanza.

-Então vamos? –Thomas falou, já estava ficando irritado, então eu larguei Lanza e fui dar um beijinho nele. Feito isso, fomos até a recepção do hotel, entregamos as chaves do quarto, e como não era longe, fomos andando, os meninos, fazendo palhaçada e falando merda como sempre, e eu só fui abraçada com Thomas, e rindo dos quatro patetas.

Passaram-se 10 minutos e já estávamos entrando no Boliche.

Ficamos jogando e apostando, eu ganhei todas as partidas, não é a toa que eu gosto de boliche, haha, quase fiquei rica naquela noite. Depois disso, pegamos umas bebidas, pedimos uma porção de batata frita, e ficamos comendo, e bebendo até umas duas horas, mas o celular de Thomas tocou, ele atendeu, e era Jezu.

-Gente, o Jezu mandou a gente voltar pro hotel, porque já ta tarde e amanhã de manhã a gente tem que ir passar o som, pois o show vai ser meio dia. – Thomas.

-Ok. – Respondemos sem vontade.

Na hora de pagar os meninos, dividiram e não me deixaram pagar, não são fofos?

Voltamos para o hotel, a pé mesmo, e dessa vez, eu fiquei fazendo palhaçada e falando merda junto com eles, pois tínhamos bebido um pouco, e eu sou fraca pra beber.

Logo chegamos no hotel, pegamos as chaves e fomos para nosso quarto, trocamos de roupa e caímos duros nos colchões que estavam na sala, pois quando vimos o filme, colocamos colchões no chão, e dormimos ali mesmo, sem se importar com as pipocas que restaram da nossa guerra de pipoca, e que ainda estavam jogadas pelo colchão.

No dia seguinte, acordamos com Jezu batendo na porta, Thomas foi atender.

-Que é o ser de outro planeta? – Thomas falou bravo, ele odeia quando acordam ele.

-Vão se arrumar, pois já estão atrasados.

-Ok. – Thomas falou e bateu a porta na cara dele.

Coitado.

-Que horas tem? – Koba perguntou.

-Nove e sete. – Falei olhando para o meu relógio.

-NOVE E SETE? TEMOS QUE ESTAR LÁ AS NOVE E MEIA. – Pe Lanza falou desesperado.

Depois disso, olhamos uns na cara dos outros, e corremos para se arrumar, parecia até coisa de filme.

Tomei um banho rápido, e fui enrolada numa toalha para o quarto, para escolher a roupa, e Thomas estava se vestindo.

-Amor, vai com uma roupa colorida hoje pro nosso show? – Thomas falou.

-Claro que vou meu bebê colorido. – Falei rindo e dei um beijinho nele, logo depois, indo para o closet procurar uma roupa.

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Me vesti no banheiro, e quando sai Thomas já estava pronto, apenas penteei meus cabelos, os deixando soltos, passei uma maquiagem meio esverdeada para combinar com a calça, coloquei meus sapatos, peguei minha bolsa, e eu e Thomas fomos para a sala, quando chegamos lá, Pe Lu chegou junto.

-Todos prontos? – Perguntei.

-Sim. – Os quatro falaram ao mesmo tempo.

-Então vamos. – Falei e os meninos assentiram.

Fomos para o Hall do hotel, onde Jezu nos esperava, e como a parte da frente estava cercada por fãns, a van nos esperava na porta dos fundos, fomos pra lá, entramos na van, e fomos em direção ao local do show. Enquanto conversamos, e riamos na van, do nada meu celular tocou, e todos nós levamos sustos, o peguei na bolsa,e atendi.

Celular oon-

-Alô? – Atendi.

-Oi filha, é a mãe. – Mãe.

-Oi mãe, como estão as coisas por ai? – Eu.

-Está tudo ótimo, ah, e a Ju está te mandando um beijo. – Mãe.

-Manda outro pra ela. – Eu.

-Olha, a mãe ligou pra te avisar que a gente se mudou para São Paulo, por causa do trabalho do seu pai. – Mãe.

-Que legal, e qual é o endereço? – Eu.

-Ah, é um apartamento roxo com branco, do lado do shopping, o numero é 1028, é uma cobertura no ultimo andar. – Mãe.

-Ai mãe que tudo! Bom, agora tenho que desligar, acabamos de chegar no local do show, beijos mãe e manda um beijo pro papai e pra Ju. – Eu.

-Pode deixar, beijos filha e bom show. – Mãe.

-Obrigada mãe. – Eu.

Celular oof-

O motorista estacionou a van e descemos, fomos direto para o camarim.

Os meninos foram passar o som, e logo já era a hora do show.

-Jezu, a Gabi, tem passe livre pra ir no palco e no camarim a hora que quiser. – Thomas falou me dando um beijo na bochecha.

-Tudo bem. – Jezu respondeu colocando um crachá de “Passe Livre” no meu pescoço.

-Meninos, hora de entrar. – Uma mulher falou.

-Ai ai, então, bom show pra vocês meninos. – Falei dando um beijo na bochecha de cada um, e um selinho no Thomas.

-Valeu. – Thomas respondeu me dando outro selinho.

E lá foram eles, fazer, o que saber fazer de melhor, tocar e cantar.Curti cada momento do show, cantei todas as musicas, e assisti o show do palco, tirei umas fotos com a maquina da Bruna Ferrari, e uma hora, como todas as fãs já tinham me aceitado bem, os meninos me chamaram no palco para cantar com eles, cantei, e voltei para meu lugar no cantinho do palco. Um tempo depois, o show acabou e os meninos voltaram para o camarim, animados e suados, dei um beijo no Thomas, mas logo, eles foram tomar um banho para atender as fãs. Um tempinho depois, eles já estavam lindos e cheirosos como sempre, novamente, e começaram a atender umas fãs, algumas pediram meu autografo, e fotos comigo, aceitei tudo numa boa, acabara de sair as ultimas meninas, comemos uma pizza, e logo depois já estávamos na van novamente.

-Meninos, quando chegarem no hotel, já arrumem suas coisas, pois vamos voltar para São Paulo. – Jezu falou e os meninos festejaram.

-Mas e a Gabi? – Thomas falou preocupado.

-Amor, não se preocupa, meus pais se mudaram para São Paulo. – Falei sorrindo.

-Sério? – Thomas falou feliz.

-Aham. –Respondi, e Thomas me abraçou e me beijou, os meninos também comemoraram.

Continuamos fazendo palhaçadas e logo chegamos no hotel. Pegamos as chaves, arrumamos nossas coisas e fomos para a rodoviária. Sim, nós íamos se ônibus.

Entramos no ônibus, e por sorte, no ônibus, só iria nós, sentamos no fundo e começamos a fazer bagunça, meu celular tocou novamente,

Celular oon-

-Oi mãe. – Eu.

-Filha, escuta, tem como você vir para São Paulo ainda hoje? – Mãe.

-Claro mãe, inclusive a gente já está indo, mas por que? – Eu.

-É porque depois de amanhã, é o casamento da sua prima, Liliane. – Mãe.

-A, finalmente ela é o Marcos vão casar, haha, tudo bem, a gente deve chegar ai, de madrugada, mas os meninos podem ir também? – Eu.

-Eles não tem show? – Mãe.

-Não. – Eu.

-Então podem. – Mãe.

-Ai, valeu mãe, agora tenho que desligar. – Eu.

-Ok, mas olha, eu já vou marcar o salão pra você pra amanhã tudo bem? – Mãe.

-Claro, beijos. – Eu.

-Beijos. –Mãe.

Celular oof-

-Meninos, depois de amanhã, vocês não querem ir no casamento da minha prima, Liliane, comigo? – Perguntei, esperando um sim.

-Claro. – Os meninos falaram em um uníssono.

-Legal. – Respondi sorrindo, e logo voltamos a fazer bagunça.

Já era de noite, e estávamos todos cansados, então decidimos dormir um pouco.

Mal dormimos, e já acordamos no dia seguinte, com Jezu nos chamando pois já estávamos na rodoviária, e estava aquela gritaria das fãs.

Descemos do ônibus, todos com cara de sono, mas desta vez, os meninos nem atenderam as fãs pois queriam logo ver seus pais.

Cada um foi pra sua casa, porém, eu fui para a casa do Thomas.

“ No táxi”:

-Ai amor, eu to com medo de conhecer a sua família, e se eles não gostarem de mim? – Falei preocupada.

-Relaxa amor, eu já falei de você pra eles, e eles vão te adorar. – Thomas respondeu.

Depois disso relaxei um pouco.

Thomas pagou o táxi, e fomos para a casa dele.

-Mãe, pai, cheguei. –Thomas falou abrindo a porta de casa, que por sinal, era linda.

-Filho. – a tia Elaine apareceu na sala e saiu correndo para abraça-lo, e o Tio Ricardo fez o mesmo, porém, não correu haha.

-Mãe, pai, essa aqui, é a Gabriela, minha namorada. – Thomas falou.

-Então essa é a famosa Gabriela? – a Tia Elaine falou me beijando no rosto e o Tio Ricardo logo depois me dando outro beijo no rosto.

-Famosa? – Falei e Thomas ficou vermelho igual á um pimentão, eu tia Elaine e tio Ricardo rimos. – Dona Elaine e Seu Ricardo, foi um prazer conhecer vocês, mas eu tenho que ir pra minha casa. – Falei.

-Querida, pode nos chamar apenas pelo nome. – Elaine falou simpática. – E porque não fica mais um pouco?

-É amor, fica mais um pouco, e vem conhecer meu quarto. – Thomas falou me puxando.

-Tudo bem. – Respondi rindo.

Ele me levou para uma porta no final do corredor.

-Nossa, quantos presentes. – Falei surpreendida, me sentando na cama.

-É verdade. – Thomas falou sentando ao meu lado e observando os presentes.

Ficamos um tempo lá conversando e nos beijando, mas eu lembrei que tinha que ir no salão, pois amanhã é o casamento da minha prima.

-Amor, eu tenho que ir, minha mãe marcou salão pra mim hoje, pois amanhã é o casamento da minha prima, e você disse que ia, tem roupa? – Falei.

-Tenho sim, que horas é? – Thomas perguntou.

-As 18h00min e as 22h00min vai ter festa na boate. – Respondi sorrindo.

-Tudo bem. – Thomas respondeu quando estávamos na sala.

-Mãe, pai, amanhã eu vou no casamento da prima da Gabi. – Thomas respondeu.

-Tudo bem. – Tio Ricardo respondeu juntamente com a Tia Elaine.

-Bom, agora eu tenho mesmo que ir, Elaine. – Respondi.

-Tudo bem querida. – Elaine me deu um beijo no rosto, e tio Ricardo, apenas acenou, respondi da mesma forma, e Thomas foi até a porta da casa comigo, onde o táxi, já me esperava.

-Tchau meu amor, e até amanhã. – Falei o beijando.

-Tchau, e se cuida naquele salão ein?! Eu ainda acho, que aqueles caras do salão só se fazem de gay, pra pegar as mulheres. – Thomas falou serio, e eu ri.

-Haha, tudo bem, meu bebê ciumento. – Falei, ele riu e me beijou novamente.

-Tchau amor. – Respondi finalizando com um selinho.

-Tchau minha gatinha. – Thomas falou e eu corei na hora, ele percebeu e riu, me deu um selinho e eu entrei no táxi, dei o endereço para o motorista, e em 30 minutos, eu já estava na frente do apartamento.

Apertei o interfone no número que minha mãe havia me dado e a Julia atendeu, me identifiquei, e logo a Julia abriu o portão.

Chamei o elevador, e ele demorou, estava no ultimo andar, no andar em que eu moraria, e quando chegou Julia saiu sorridente lá de dentro.

-Que saudade Gabi. – Julia falou me abraçando, e fazendo com que eu largasse minha mala e minha bolsa.

-Eu também tava com saudades maninha. – Falei retribuindo o abraço.

Peguei minhas coisas, e Julia apertou o botão do ultimo andar.

Logo, já tínhamos chego, e eu fui correndo para dentro de casa, o nosso apartamento era o único do andar, aquele andar inteiro era nosso.

Abracei meu pai e minha mãe.

-Então filha, vamos pro salão? – Minha mãe falou ansiosa.

-Espera, deixa eu tomar um banho, porque desde o show de ontem eu ainda não tive tempo, a gente chegou no hotel e já fomos para a rodoviária. – Respondi.

-Tudo bem, vai lá, mas não demore muito. – Minha mãe gritou, pois eu já estava no meu quarto, o qual, era lindo!.

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Todas as minhas roupas já estavam no closet, então peguei uma e fui tomar meu banho.

Tomei um banho demorado e me vesti no banheiro mesmo.

http://www.polyvore.com/cgi/set?id=34333894&.locale=pt-br

Me arrumei, penteei os cabelos e fiz uma trança embutida, passei uma maquiagem leve, para combinar com a roupa, peguei minha bolsa apenas com celular e carteira, e fui para a sala ao encontro de minha mãe.

Entramos no elevador e fomos para a garagem, minha mãe tinha até um carro novo, minha mãe tinha um, e meu pai tinha outro.

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Entramos e fomos para o salão. Fiz minhas unhas da mão e do pé, depilação, e meu cabelo, eu faria amanhã.

Terminado o salão, fomos para o shopping, pois todos já tinham roupa, menos eu,

almoçamos e fomos ás compras.Passamos de loja em loja, compramos varias coisas, mas achei o vestido perfeito, e seria com ele que eu iria para o casamento, e para usar na festa, eu já tinha um.

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Compramos mais algumas coisas e fomos para a casa.

Notas finais
E ai, gostaram?
Reviewes???
Até o proximo capitulo!!
Beiijos Color ♥-♥-♥-♥-♥