Meu Gremista
56 Capítulo 56
Notas iniciais
MAAS I'M BACK GATINHAS
E muito feliz pq recebi mais uma recomendação *--------*
"annabeth" sua linda muito obrigada pelas suas palavras. O cap de hj é pra vc ;)
E ele ta beem grande.
TODOS PIRAM!
Acordei na manhã seguinte e dei de cara com Percy me observando cauteloso.
Eu estava muito envergonhada. Mesmo depois de fazê-lo dormir no sofá ele ainda estava todo preocupado comigo.
Senti alguma coisa quente na minha barriga, era a mão dele com uma camada de coberta em cima.
– Você estava resmungando um pouco. Acho que era por causa da cólica, acho que ajudou um pouquinho. – Sorri e escondi minha cabeça vão do seu pescoço, envergonhada.
– Desculpa? – Ele passou a mão no meu cabelo e me fez olhar pra ele, relutante olhei nos seus olhos.
– Por que está se desculpando?
– Você sabe. Eu fui uma idiota ontem. – Voltei a esconder o rosto. Ele riu fraquinho.
– A culpa não é inteiramente sua. Não era você, eram seus hormônios. Tipo agora que você está prestes a chorar. – Eu soltei um choramingo e ele riu. – Não se preocupe ok?? – Acenei, e o abracei.
– O que você disse ontem à noite?? – Perguntei. – Alguma coisa sobre ter sonhado com a nossa mini Annie. – Ele fez uma cara confusa.
– Não me lembro. – Dei de ombros esquecendo aquilo.
Levantei da cama resmungando e fui até o banheiro escovar os dentes. Minha cabeça estava pesada por causa do remédio de cólica. Arrrg como eu odeio menstruar!! Me desacostumei a essa vida de torturas.
Percy veio logo atrás e também escovou os dentes, escutamos umas batidas na porta enquanto eu voltava pra cama e me enrolava nas cobertas Percy foi lá atender.
– Cabeção! Cadê a Annie?
– Fala tampinha, a Annie não ta muito bem hoje.
– O que ela tem? – Tyson entrou correndo pelo quarto e subiu na cama. – O que você tem Annie? – Sorri pra ele.
– To com uma dorzinha chata na barriga.
– Ahh. – ele pensou por um momento e voltou a falar. – Você já fez cocô? A mamãe diz que quando eu to com dor de barriga é porque eu tenho que fazer cocô.
Percy que estava ouvindo a nossa conversa riu e se sentou atrás dele.
– Não é esse tipo de dor tampinha. É uma dor que só as mulheres sentem, e que é muito pior que a dor de fazer cocô. – Tyson fez uma careta pra explicação de Percy.
– Então deve estar doendo muito! – Rimos.
– Poisé pequeno. Mas eu prometo que quando passar eu vou la brincar com você ok??
– Na verdade, a mamãe quer sair com a mulheres, e eu e o cabeção vamos ensinar o Nico a nadar. – Ele se virou pra Percy com uma cara assustada. – Tato, sabia que ele não sabe nadar?! Deve ser horrível não saber nadar! – Eu ri da maneira como ele chamou seu irmão.
– Não sabia! Mas nós vamos ensina-lo, agora vai lá avisar pra mamãe que a Annie ta com dor e vai sair só quando ficar melhor.
Ele acenou freneticamente, estalou um beijo na minha bochecha, pulou Percy e saiu correndo porta a fora.
– Então tato vai ser meu médico hoje?? – Ele riu, foi trancar a porta e deitou na minha barriga.
– Eu sou seu médico sempre. – Eu sorri, ele me mandou uma piscadinha e começou a fazer círculos na minha barriga.
– Já me sinto melhor sabendo disso. – Ele sorriu e beijou minha barriga, deixando um rastro de fogo.
Ele voltou a deitar e a me acariciar, sem maldade nenhuma. Mas quem disse que eu não sou malvada? :9
Me remexi embaixo dele, mas que de início não percebeu nada.
– Percy?
– Hm?
– Se não for continuar não começa. – Me remexi de novo quando ele levantou o rosto pra olhar pra mim confuso e raspou sem querer sua barba por fazer na minha barriga. Soltei um sibilo entre os dentes e umedeci os lábios.
– Do que você tá falando? – Ele inclinou a cabeça pro lado, tentando provavelmente ler as minhas expressões. E quando ele conseguiu abriu seu sorriso safado que eu tanto amo e começou a subir com beijos sobre meu corpo até a minha boca. – Ta sensível anjo? – Ele passou as mãos pela minha cintura me fazendo ferver. – Mas hoje você não vai me dar um passa-fora né? – Eu ri e o empurrei, pra logo depois subir sobre ele.
– Você sabe que eu lhe daria um passa-fora. (NA://reconhecem?? ;D) – Puxei seu lábio inferior com os dentes e ele gemeu em baixo de mim. – Mas não hoje cabeça de alga. – Ele fechou a cara pro jeito como eu lhe chamei.
– Porque cabeça de alga? – Dei de ombros e puxei sua camiseta, raspando as unhas no seu abdome.
– É que você é muito lerdo as vezes. – Desci sua bermuda e beijei os gominhos do seu tanquinho.
– Sabe, geralmente as pessoas falam, tem minhoca na cabeça ou alguma coisa do gênero. Mas algas? – Bufei e espalmei a mão no seu peito.
– Você quer mesmo discutir isso enquanto eu estou fervendo aqui montada em você e meus peitos pulando pra fora pedindo atenção? – Ele ficou um tempo parado com cara de tonto. Rolei os olhos e ameacei sair de cima dele. Ele riu gostosamente e nos virou na cama, ficando por cima de mim.
– Estava só brincando com você anjo. – Ele mordeu meu queixo e desceu com a sua língua até a minha clavícula. – Deixa eu dar atenção as minhas meninas então. – Ele rancou minha camisola e puxou meus peitos pra fora do soutien. Com uma das mãos ele tentou abrir o fecho, sem sucesso. – Ta vendo? Por isso que eu te comprei novos e fáceis de abrir. – Com um puxão ele arrebentou o fecho e jogou a peça longe. Olhei pra ele boquiaberta. – Agora vem aqui que eu vou te fuder bem gostoso.
Percy me agarrou pelos cabelos e colou sua boca na minha. Entrelacei nossas línguas me sentindo ainda mais quente. Ele massageou meus peitos de leve o que me deixou puta.
– Qual é Percy, perdeu a pratica? – Ele me olhou com raiva e apertou gostoso. Gemi alto quando ele deu um cupão forte perto do meu mamilo, e mordeu de leve os bicos, me deixando louca.
– Eu estava tentando ser gentil com você Annabeth. – Ele começou a me morder, nos ombros e pescoço enquanto suas mãos me apertavam com força, até arrancar minha calcinha. – Mas você é uma cachorra né? – Ele apertou meu maxilar e me fez olhar nos seus olhos azuis, extremamente escuros no momento. – É uma safada.
Ele esfregou meu clitóris com o polegar e me penetrou com dois dedos. Arqueei as costas e agarrei os lençóis, gemendo.
– Sou. – Disse entre ofegos. – Sua safada, então me fode logo. – Ele sorriu sarcástico e me beijou com fúria, mordendo meus lábios.
– Mas você disse que eu perdi a pratica, não disse? – Ele tirou seus dedos de mim e os chupou. O puxei pela nuca e enfiei a língua na sua boca. Percy esfregou seu membro na minha entrada latejante e eu gemi alto.
– Eu nunca disse isso. – Ofeguei quando ele me penetrou e ele riu agarrando meus cabelos. – Eu. Apenas. Perguntei. – Ele começou a estocar forte e rápido, meus olhos reviraram nas órbitas. – Mas dá pra ver que você dá conta. – Ele riu e mordeu meu pescoço.
– Eu do conta? – Percy me lambeu e aumentou a velocidade. Eu choraminguei e rebolei em baixo dele. Ele esfregou meu clitóris e eu arranhei as suas costas e depois o mordi, abafando meu gemido.
Ele me segurou pela bunda e olhou no fundo dos meus olhos, saiu de dentro de mim e raspou de novo seu membro no meu clitóris. Soltei um resmungo e puxei ele pelas costas cravando minhas unhas na sua pele. Ele rugiu e se enterrou em mim com força.
Percy gozou junto comigo, e caiu ao meu lado ofegando. Acariciei seus cabelos suados e desci raspando as unhas de leve pela sua coluna, sentindo ele se arrepiar. Eu ri debochada.
– Entendi porque você adora fazer isso. – Ele levantou a cabeça e olhou pra mim, seus olhos voltando a clarear. Ele raspou seu queixo no meu pescoço e eu ri com cócegas. Ele voltou a me fitar sorrindo e beijou a ponta do meu nariz.
Percebi que ele estava se sustentando sobre os cotovelos, para não esmagar os meus peitos, o que me deu vontade de morde-lo.
Percy rolou pro lado e me puxou pela cintura. Tirei alguns fios que estavam grudados no meu rosto e levantei aquele fios teimosos da sua testa.
– Você é uma bandida. – Eu ri e o encarei. – Eu pretendia fazer devagarinho, curtindo e sem te machucar. Mas você me tira o controle.
– E eu adoro quando você se descontrola. – Percy sorriu pra mim e raspou seu nariz no meu. Fitei seus olhos e ele me deu vários selinhos.
– É mas agora você fica toda marcada. – Ele passou os dedos levemente pelas marcas de mordidas no meu pescoço. Dei de ombros.
– Você não está tão diferente, e está frio não será nenhum sacrifício usar uma cacharréu. – Ele riu.
– É mas não sei se você se lembra, mas eu vou ensinar Nico a nadar hoje. Não dá pra nadar de cacharréu. – Bufei.
– Porque vocês inventaram isso logo hoje?
– Fala isso pro seu pequeno. – Ele fez uma careta e eu ri dele.
– Você é tão idiota com ciúmes do seu irmão mais novo, depois não quer que eu mande você dormir no sofá.
– Mas ele rouba toda a sua atenção.
– Você não pode estar falando sério cara! Eu adoro seu irmão e só posso ver ele nas férias, e tem mais. Eu estou aqui com você não é? Não sei pra que todo esse ciúmes.
– Porque você é só minha. – Ele escondeu a cabeça no meu pescoço e eu revirei os olhos. Empurrei ele e levantei da cama cambaleante.
– Para com esse grude pelamor! – Olhei pra ele que fazia aquela cara fofa. – Vou tomar um banho.
– Eu também vou. – Ele levantou e veio me seguir, empurrei ele de novo que caiu sentado na cama.
– Lógico que não, você vai tomar banho de piscina e depois outro pra tirar o cloro do corpo. Pra que vai tomar banho agora?
– Pra te fazer companhia. – Ele sorriu mas eu fiz que não.
– Hoje não Percyto. – Pisquei pra ele que escondeu a cara no meu travesseiro resmungando. Percy ficou de bunda pra cima, uma bunda tão linda e branquinha que eu não me aguentei. Corri rapidamente até ele e dei uma mordia na sua bunda.
– AAII Annie! – Voltei correndo pro banheiro e ele veio correndo atrás, mas eu fechei a porta.
– Ninguém mandou ser tão gostoso. – Eu ri enquanto ele resmungava e fui tomar meu banho.
...
– Então vamos? – Sally perguntou. Terminei de tomar meu copo de suco e enxuguei a boca em um guardanapo.
– Espera só mais um pouquinho, nós vamos almoçar fora? – Sally acenou pra mim. – Ótimo, onde está Poseidon? Eu e Percy queríamos falar com ele.
– Tá no escritório. Vou mandar chama-lo.
– Não precisa, a gente vai lá. – Percy disse e pegou minha mão enquanto íamos em direção as escadas.
– Eu não vou demorar gente, juro.
– Tudo bem querida, a gente já vai indo pro carro ok? – Acenei, e subimos as escadas até o escritório. Dei duas batidas na porta e ouvimos um “entre”.
– Fala velho. – Percy entrou já sentando em um sofá que tinha lá no canto. Poseidon sorriu e revirou os olhos, tirando seus óculos de grau e nos encarando.
– Fala jovens. O que vão querer?
– Porque acha que queremos alguma coisa pai? – Ele deu de ombros e olhou sarcástico pra gente.
– Não sei, os coelhos saíram da toca e vieram me procurar. Ou vocês gastaram todas as energias e cordas vocais naquele quarto ou querem alguma coisa. – Escondi meu rosto entre as mãos e ouvi os dois rindo.
– Tudo bem, já que você é direto também vou ser. Nós juntamos um dinheiro pra ir viajar e Percy disse que você tem uma rede de hotéis que coincidentemente a praia que escolhemos é um dos lugares que você resolveu investir. Então eu queria te implorar pra nos deixar hospedados no seu hotel, sogro mais lindo do mundo. – Pisquei os olhos enquanto ele me olhava divertido.
– Você sabe que isso é sacanagem né filho? Como eu vou negar alguma coisa pra minha nora? Só imagino quando tiver minha netinha vai ser a coisa mais mimada do mundo.
– Como vocês dois podem ter tanta certeza que será uma menina?
– Não é ter certeza. Eu já tenho dois moleques, quero ter a chance de mimar uma coisinha rosa. – Fechei a cara.
– Minha filha não vai usar rosa. – Percy riu. – E eu quero um menino.
– Mas infelizmente pra você, é o homem que define o sexo do bebê.
– Como se você pudesse escolher mesmo qual espermatozoide vai chegar ao óvulo. – Revirei os olhos.
– Pera. Como que o assunto do hotel passou para fecundação? – Poseidon perguntou confuso. Abanei a mão pra ele, pedindo pra esquecer. – Ok, voltando ao hotel. Mas é claro que vocês podem ficar hospedados lá. Só me digam quantas pessoas pra reservar os quartos e eu consigo as cortesias e convites para as festas. – Abri um sorriso e o abracei.
– Valeu sogrão.
– Hey pai, vai pula na piscina com a gente? Vamos ensinar o Nico a nadar hoje.
– Ele não sabe nadar? – Percy negou. Poseidon estufou o peito. – É uma questão de honra ensinar a esse pobre mortal os prazeres da natação. – Ri, me levantei e abri a porta pra sair.
– Então tá. Vou indo lá com as pessoas normais dessa casa. – Pisquei pra eles e dei um selinho no meu namorado, que estava com uma cara feia tanto pela mordida que levou na bunda, quanto pelo fato deu ter prendido o cabelo hoje. – Se comporta cabeça de algas. – Ele revirou os olhos e sorriu pra mim. Poseidon olhou pra gente confuso.
– Por que algas? – Eu ri e deixei os dois sozinhos.
Desci as escadas correndo e encontrei Nico e Tyson sentados no Hall jogando algum jogo de cartas.
– Tchau pequeno, já eu volto. – Dei um beijo na sua cabeça, mas ele nem me olhou estava mais preocupado em tentar ganhar do Nico no jogo.
Peguei minha bolsa em cima do sofá e sai.
...
Sally estava dirigindo, e tagarelava o tempo todo. Ela nos mostrou toda a cidade e paramos pra tomar aquele chocolate quente, e depois seguimos pro shopping. Porque tudo tem que acabar no shopping me diz?
Passamos em frente a uma loja de lingeries e eu não contive a gargalhada. Todas olharam pra mim com uma cara de espanto.
– O que foi estranha? – Disse Thalia me dando um tapa no braço.
– Aiai, só estou lembrando da vez... – Quando percebi o que eu ia dizer corei na hora.
– Ahhh agora diz, lembrando do que? – Minha mãe perguntou.
– Não é que Percy, cismou que tinha que me comprar calcinhas novas. – Thalia arregalou os olhos e minha mãe me olhou confusa.
– Mas você tinha tantas.
– Poisé, mas ele rasgou parte delas. – Ela e Sally começaram a rir, e os olhos de Thalia foram ficando cada vez maiores.
– Ta ainda não entendi o porquê da gargalhada. – Ri de novo.
– Ah é que você não estava lá na hora em que saímos do provador completamente amassados e demos de cara com uma mulher. – Elas gargalharam e Thalia começou a tossir com a cara completamente vermelha.
– O que foi querida? – Sally afagou as costas dela.
– N-nada. Não é nada.
– Ah é sim. – Peguei no braço dela e a arrastei pra loja de lingeries. – Acontece Sally que Thalia e Nico nunca tranzaram. – Thalia trincou os dentes e cravou as unhas na palma da mão, ela também tem essa mania.
– Cala a boca. – Revirei os olhos. Sally pegou do outro lado do braço dela enquanto minha mãe ria atrás da gente.
– Oh querida eu não sabia. Por isso vocês não queriam dormir no mesmo quarto! Mas não se preocupe, vocês terão duas semanas aqui, uma cidade apaixonante. E sabe, meu marido tem uma rede de hotéis... – Ela puxou Thalia pra perto de uma arara de lingeries mais comportadas e começou a fazer planos pra primeira vez dos dois. Ela olhou pra mim, passou a mão pelo pescoço e seus lábios disseram “eu vou te matar”. Ri e respondi “Você vai me agradecer”.
Minha mãe me abraçou e começou a olhar as peças.
– Será que vai dessa vez?
– Ah tem que ir né! 8 meses juntos e nada. É muito auto controle. – Ela riu e concordou. – Mas e você dona Atena? Nenhuma paquera? – Ela me deu um beliscão mas sorriu pra mim.
– Eu não tenho tempo pra isso não filha. – Revirei os olhos.
– Agora você está falando como uma senhora da terceira idade. Você é linda e tem que aproveitar bem a vida. Tenho certeza que ta cheia de pretendentes lá no hospital. – Ela corou.
– Talvez tenha. – Abri a boca e olhei pra ela divertida.
– Não acredito! E você me escondendo isso! Me conta agora quem é ele? – Ela riu e começou a fofocar.
...
POV Percy
– Presta atenção cara. Não tem segredo. Você tem que se jogar entendeu?
Estávamos na beirada da piscina tentando ensinar Nico a nadar. Mas parece que o cara tem fobia a água!
– É! É bem fácil olha. – O tampinha saiu correndo e deu um pulo na piscina.
– Ele não precisa de uma boia? – Nico disse assustado.
– Que nada. Nós já nascemos nadando. – Tirei a camisa e também pulei na piscina.
– Filho. – Meu pai colocou a mão no ombro de Nico e começou sua explicação. – Você tem que deixar a água te levar. Deixe seu corpo leve e tente boiar. Ai é só bater os braços e as pernas. – Eles pularam na água na parte mais rasa e ele começou a boiar.
– Cara não pode começar a nadar de costas. – Ele se debateu até ficar de frente na água.
– Assim eu me afogo. – Ele falou, e entrou água na sua boca fazendo ele se engasgar. Nós rimos.
– Ai você bate os braços e as pernas! – Tyson disse. Ele começou a bater os braços tudo descoordenado fazendo água espirrar pra todos os lados. – Devagar Nico.
Depois de algum tempo ele conseguiu ficar na parte funda sem se afogar. O que já era um grande passo.
– Chega. – Ele disse ofegante e se sentou na borda da piscina. – Já aceitei que piscina não é pra mim.
– Então ta né. – Mergulhei pegando um impulso na lateral, fui e voltei 3 vezes.
– Porra. Que fôlego. – Ele disse. Eu ri.
– Tenho que ter folego né? Pra aguentar a minha fogosa.
– Da pra ver que ela está te deixando bem cansado, pela mordida no pescoço e as costas arranhadas. – Eu ri, ééé ele não é tão santinho assim.
– Ela é selvagem. – Ele riu. – Mas eu adoro piscina, nada comparado ao meu velho né? – Meu pai deu um sorriso debochado e veio ao meu lado.
– Uma corrida que tal?
– Ah eu também quero! – Tyson pulou na piscina ao meu lado e ficou agarrado na borda.
– Beleza. Você é o juiz! Esse velho sempre rouba.
– Vamos ver quem vai ganhar então. Ida e volta? – Eu ri e acenei me preparando.
– Ok no 3. – Nico foi até a outra borda e começou a contagem. – 1, 2, 3!
Peguei impulso mas meu pai saiu na frente. Dei braçadas longas mas não consegui alcança-lo. Quando batemos na outra borda dei um maior impulso e ficamos pau a pau. Tyson estava logo atrás.
Com mais algumas braçadas relei a mão na borda e levantei a cabeça. Nico olhava pra gente sorrindo.
– Então? Ganhei mais uma! – Meu velho saiu comemorando.
– Não dessa vez. Percy chegou primeiro. – Ele murchou.
– HAHAHA CHUPA ESSA VELHO! – Pulei em cima dele e lhe dei um caldo.
– Ah seu filho ingrato, você não vai me dar um caldo! – Ele me puxou pra baixo d’água e colocou todo seu peso em mim. Dei uma rasteira nele e ele caiu engolindo água.
– Larga meu irmão! – Tyson pulou na cabeça do papai e o velho fingiu se afogar pra ele ficar feliz.
– Ahhh você ganhou! Eu desisto! Meu pequeno é muito forte! Ai meu deus! – Ele fazia cena enquanto Tyson ria nas suas costas.
– É isso ae tampinha, ganhamos do velho. – Fizemos nosso toque e ele grudou no meu pescoço.
– Que tal uma carona.
– Ta me achando burro de carga? – Ele bagunço meus cabelos.
– Ah burro você já é.
– Ah é assim? – Segurei as mãos dele e mergulhei. Tyson sorriu e se agarrou ainda mais ao meu pescoço.
– Você não se afoga carinha? – Tirei ele do meu pescoço e botei ele na borda da piscina.
– Ah eu sou muito bom! – Ele levantou e flexionou os bracinhos de grilo. Eu ri.
– Claro puxou pro irmão. – Ele me mostrou a língua e foi pular na piscina de novo, do lado do meu pai.
Sai da piscina e peguei uma toalha pra me enxugar.
– Onde vai jovem?? – Meu pai perguntou.
– Vou lá fazer algumas abdominais. Tenho que manter o físico se não minha mulher me deixa. – Nico e ele riram.
– Mas é um pau mandado mesmo.
– Falo o corajoso. É só a mamãe bater o pé e estralar os dedos que você vem correndo abanando o rabinho. – Ele me mostrou o dedo do meio. – Olha o respeito! Você ta velho demais pra fazer isso em! Tenta, sei la fazer uma banana com o braço, é mais do seu tempo. – Ele me mostrou os dois dedos dessa vez. – Deixa eu fala pra mamãe que você ta fazendo isso!
– Nico, me empresta seu dedo ai também vai. – Ele disse, eu ri e fui pra academia que tinha ali.
...
Notas finais
Quam vai ficar acordada de madrugada pra assistir o rock in rio?? o//
PS: Cap que vem tem John Mayer ;D EEEE THALICO lol
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