Notas iniciais
Sentiram minha falta ontem??? É que eu tive prova de estatística e fiquei numa depre pós prova do cacete =(
MAAS I'M BACK GATINHAS
E muito feliz pq recebi mais uma recomendação *--------*
"annabeth" sua linda muito obrigada pelas suas palavras. O cap de hj é pra vc ;)
E ele ta beem grande.
TODOS PIRAM!

Acordei na manhã seguinte e dei de cara com Percy me observando cauteloso.

Eu estava muito envergonhada. Mesmo depois de fazê-lo dormir no sofá ele ainda estava todo preocupado comigo.

Senti alguma coisa quente na minha barriga, era a mão dele com uma camada de coberta em cima.

– Você estava resmungando um pouco. Acho que era por causa da cólica, acho que ajudou um pouquinho. – Sorri e escondi minha cabeça vão do seu pescoço, envergonhada.

– Desculpa? – Ele passou a mão no meu cabelo e me fez olhar pra ele, relutante olhei nos seus olhos.

– Por que está se desculpando?

– Você sabe. Eu fui uma idiota ontem. – Voltei a esconder o rosto. Ele riu fraquinho.

– A culpa não é inteiramente sua. Não era você, eram seus hormônios. Tipo agora que você está prestes a chorar. – Eu soltei um choramingo e ele riu. – Não se preocupe ok?? – Acenei, e o abracei.

– O que você disse ontem à noite?? – Perguntei. – Alguma coisa sobre ter sonhado com a nossa mini Annie. – Ele fez uma cara confusa.

– Não me lembro. – Dei de ombros esquecendo aquilo.

Levantei da cama resmungando e fui até o banheiro escovar os dentes. Minha cabeça estava pesada por causa do remédio de cólica. Arrrg como eu odeio menstruar!! Me desacostumei a essa vida de torturas.

Percy veio logo atrás e também escovou os dentes, escutamos umas batidas na porta enquanto eu voltava pra cama e me enrolava nas cobertas Percy foi lá atender.

– Cabeção! Cadê a Annie?

– Fala tampinha, a Annie não ta muito bem hoje.

– O que ela tem? – Tyson entrou correndo pelo quarto e subiu na cama. – O que você tem Annie? – Sorri pra ele.

– To com uma dorzinha chata na barriga.

– Ahh. – ele pensou por um momento e voltou a falar. – Você já fez cocô? A mamãe diz que quando eu to com dor de barriga é porque eu tenho que fazer cocô.

Percy que estava ouvindo a nossa conversa riu e se sentou atrás dele.

– Não é esse tipo de dor tampinha. É uma dor que só as mulheres sentem, e que é muito pior que a dor de fazer cocô. – Tyson fez uma careta pra explicação de Percy.

– Então deve estar doendo muito! – Rimos.

– Poisé pequeno. Mas eu prometo que quando passar eu vou la brincar com você ok??

– Na verdade, a mamãe quer sair com a mulheres, e eu e o cabeção vamos ensinar o Nico a nadar. – Ele se virou pra Percy com uma cara assustada. – Tato, sabia que ele não sabe nadar?! Deve ser horrível não saber nadar! – Eu ri da maneira como ele chamou seu irmão.

– Não sabia! Mas nós vamos ensina-lo, agora vai lá avisar pra mamãe que a Annie ta com dor e vai sair só quando ficar melhor.

Ele acenou freneticamente, estalou um beijo na minha bochecha, pulou Percy e saiu correndo porta a fora.

– Então tato vai ser meu médico hoje?? – Ele riu, foi trancar a porta e deitou na minha barriga.

– Eu sou seu médico sempre. – Eu sorri, ele me mandou uma piscadinha e começou a fazer círculos na minha barriga.

– Já me sinto melhor sabendo disso. – Ele sorriu e beijou minha barriga, deixando um rastro de fogo.

Ele voltou a deitar e a me acariciar, sem maldade nenhuma. Mas quem disse que eu não sou malvada? :9

Me remexi embaixo dele, mas que de início não percebeu nada.

– Percy?

– Hm?

– Se não for continuar não começa. – Me remexi de novo quando ele levantou o rosto pra olhar pra mim confuso e raspou sem querer sua barba por fazer na minha barriga. Soltei um sibilo entre os dentes e umedeci os lábios.

– Do que você tá falando? – Ele inclinou a cabeça pro lado, tentando provavelmente ler as minhas expressões. E quando ele conseguiu abriu seu sorriso safado que eu tanto amo e começou a subir com beijos sobre meu corpo até a minha boca. – Ta sensível anjo? – Ele passou as mãos pela minha cintura me fazendo ferver. – Mas hoje você não vai me dar um passa-fora né? – Eu ri e o empurrei, pra logo depois subir sobre ele.

– Você sabe que eu lhe daria um passa-fora. (NA://reconhecem?? ;D) – Puxei seu lábio inferior com os dentes e ele gemeu em baixo de mim. – Mas não hoje cabeça de alga. – Ele fechou a cara pro jeito como eu lhe chamei.

– Porque cabeça de alga? – Dei de ombros e puxei sua camiseta, raspando as unhas no seu abdome.

– É que você é muito lerdo as vezes. – Desci sua bermuda e beijei os gominhos do seu tanquinho.

– Sabe, geralmente as pessoas falam, tem minhoca na cabeça ou alguma coisa do gênero. Mas algas? – Bufei e espalmei a mão no seu peito.

– Você quer mesmo discutir isso enquanto eu estou fervendo aqui montada em você e meus peitos pulando pra fora pedindo atenção? – Ele ficou um tempo parado com cara de tonto. Rolei os olhos e ameacei sair de cima dele. Ele riu gostosamente e nos virou na cama, ficando por cima de mim.

– Estava só brincando com você anjo. – Ele mordeu meu queixo e desceu com a sua língua até a minha clavícula. – Deixa eu dar atenção as minhas meninas então. – Ele rancou minha camisola e puxou meus peitos pra fora do soutien. Com uma das mãos ele tentou abrir o fecho, sem sucesso. – Ta vendo? Por isso que eu te comprei novos e fáceis de abrir. – Com um puxão ele arrebentou o fecho e jogou a peça longe. Olhei pra ele boquiaberta. – Agora vem aqui que eu vou te fuder bem gostoso.

Percy me agarrou pelos cabelos e colou sua boca na minha. Entrelacei nossas línguas me sentindo ainda mais quente. Ele massageou meus peitos de leve o que me deixou puta.

– Qual é Percy, perdeu a pratica? – Ele me olhou com raiva e apertou gostoso. Gemi alto quando ele deu um cupão forte perto do meu mamilo, e mordeu de leve os bicos, me deixando louca.

– Eu estava tentando ser gentil com você Annabeth. – Ele começou a me morder, nos ombros e pescoço enquanto suas mãos me apertavam com força, até arrancar minha calcinha. – Mas você é uma cachorra né? – Ele apertou meu maxilar e me fez olhar nos seus olhos azuis, extremamente escuros no momento. – É uma safada.

Ele esfregou meu clitóris com o polegar e me penetrou com dois dedos. Arqueei as costas e agarrei os lençóis, gemendo.

– Sou. – Disse entre ofegos. – Sua safada, então me fode logo. – Ele sorriu sarcástico e me beijou com fúria, mordendo meus lábios.

– Mas você disse que eu perdi a pratica, não disse? – Ele tirou seus dedos de mim e os chupou. O puxei pela nuca e enfiei a língua na sua boca. Percy esfregou seu membro na minha entrada latejante e eu gemi alto.

– Eu nunca disse isso. – Ofeguei quando ele me penetrou e ele riu agarrando meus cabelos. – Eu. Apenas. Perguntei. – Ele começou a estocar forte e rápido, meus olhos reviraram nas órbitas. – Mas dá pra ver que você dá conta. – Ele riu e mordeu meu pescoço.

– Eu do conta? – Percy me lambeu e aumentou a velocidade. Eu choraminguei e rebolei em baixo dele. Ele esfregou meu clitóris e eu arranhei as suas costas e depois o mordi, abafando meu gemido.

Ele me segurou pela bunda e olhou no fundo dos meus olhos, saiu de dentro de mim e raspou de novo seu membro no meu clitóris. Soltei um resmungo e puxei ele pelas costas cravando minhas unhas na sua pele. Ele rugiu e se enterrou em mim com força.

Percy gozou junto comigo, e caiu ao meu lado ofegando. Acariciei seus cabelos suados e desci raspando as unhas de leve pela sua coluna, sentindo ele se arrepiar. Eu ri debochada.

– Entendi porque você adora fazer isso. – Ele levantou a cabeça e olhou pra mim, seus olhos voltando a clarear. Ele raspou seu queixo no meu pescoço e eu ri com cócegas. Ele voltou a me fitar sorrindo e beijou a ponta do meu nariz.

Percebi que ele estava se sustentando sobre os cotovelos, para não esmagar os meus peitos, o que me deu vontade de morde-lo.

Percy rolou pro lado e me puxou pela cintura. Tirei alguns fios que estavam grudados no meu rosto e levantei aquele fios teimosos da sua testa.

– Você é uma bandida. – Eu ri e o encarei. – Eu pretendia fazer devagarinho, curtindo e sem te machucar. Mas você me tira o controle.

– E eu adoro quando você se descontrola. – Percy sorriu pra mim e raspou seu nariz no meu. Fitei seus olhos e ele me deu vários selinhos.

– É mas agora você fica toda marcada. – Ele passou os dedos levemente pelas marcas de mordidas no meu pescoço. Dei de ombros.

– Você não está tão diferente, e está frio não será nenhum sacrifício usar uma cacharréu. – Ele riu.

– É mas não sei se você se lembra, mas eu vou ensinar Nico a nadar hoje. Não dá pra nadar de cacharréu. – Bufei.

– Porque vocês inventaram isso logo hoje?

– Fala isso pro seu pequeno. – Ele fez uma careta e eu ri dele.

– Você é tão idiota com ciúmes do seu irmão mais novo, depois não quer que eu mande você dormir no sofá.

– Mas ele rouba toda a sua atenção.

– Você não pode estar falando sério cara! Eu adoro seu irmão e só posso ver ele nas férias, e tem mais. Eu estou aqui com você não é? Não sei pra que todo esse ciúmes.

– Porque você é só minha. – Ele escondeu a cabeça no meu pescoço e eu revirei os olhos. Empurrei ele e levantei da cama cambaleante.

– Para com esse grude pelamor! – Olhei pra ele que fazia aquela cara fofa. – Vou tomar um banho.

– Eu também vou. – Ele levantou e veio me seguir, empurrei ele de novo que caiu sentado na cama.

– Lógico que não, você vai tomar banho de piscina e depois outro pra tirar o cloro do corpo. Pra que vai tomar banho agora?

– Pra te fazer companhia. – Ele sorriu mas eu fiz que não.

– Hoje não Percyto. – Pisquei pra ele que escondeu a cara no meu travesseiro resmungando. Percy ficou de bunda pra cima, uma bunda tão linda e branquinha que eu não me aguentei. Corri rapidamente até ele e dei uma mordia na sua bunda.

– AAII Annie! – Voltei correndo pro banheiro e ele veio correndo atrás, mas eu fechei a porta.

– Ninguém mandou ser tão gostoso. – Eu ri enquanto ele resmungava e fui tomar meu banho.

...

– Então vamos? – Sally perguntou. Terminei de tomar meu copo de suco e enxuguei a boca em um guardanapo.

– Espera só mais um pouquinho, nós vamos almoçar fora? – Sally acenou pra mim. – Ótimo, onde está Poseidon? Eu e Percy queríamos falar com ele.

– Tá no escritório. Vou mandar chama-lo.

– Não precisa, a gente vai lá. – Percy disse e pegou minha mão enquanto íamos em direção as escadas.

– Eu não vou demorar gente, juro.

– Tudo bem querida, a gente já vai indo pro carro ok? – Acenei, e subimos as escadas até o escritório. Dei duas batidas na porta e ouvimos um “entre”.

– Fala velho. – Percy entrou já sentando em um sofá que tinha lá no canto. Poseidon sorriu e revirou os olhos, tirando seus óculos de grau e nos encarando.

– Fala jovens. O que vão querer?

– Porque acha que queremos alguma coisa pai? – Ele deu de ombros e olhou sarcástico pra gente.

– Não sei, os coelhos saíram da toca e vieram me procurar. Ou vocês gastaram todas as energias e cordas vocais naquele quarto ou querem alguma coisa. – Escondi meu rosto entre as mãos e ouvi os dois rindo.

– Tudo bem, já que você é direto também vou ser. Nós juntamos um dinheiro pra ir viajar e Percy disse que você tem uma rede de hotéis que coincidentemente a praia que escolhemos é um dos lugares que você resolveu investir. Então eu queria te implorar pra nos deixar hospedados no seu hotel, sogro mais lindo do mundo. – Pisquei os olhos enquanto ele me olhava divertido.

– Você sabe que isso é sacanagem né filho? Como eu vou negar alguma coisa pra minha nora? Só imagino quando tiver minha netinha vai ser a coisa mais mimada do mundo.

– Como vocês dois podem ter tanta certeza que será uma menina?

– Não é ter certeza. Eu já tenho dois moleques, quero ter a chance de mimar uma coisinha rosa. – Fechei a cara.

– Minha filha não vai usar rosa. – Percy riu. – E eu quero um menino.

– Mas infelizmente pra você, é o homem que define o sexo do bebê.

– Como se você pudesse escolher mesmo qual espermatozoide vai chegar ao óvulo. – Revirei os olhos.

– Pera. Como que o assunto do hotel passou para fecundação? – Poseidon perguntou confuso. Abanei a mão pra ele, pedindo pra esquecer. – Ok, voltando ao hotel. Mas é claro que vocês podem ficar hospedados lá. Só me digam quantas pessoas pra reservar os quartos e eu consigo as cortesias e convites para as festas. – Abri um sorriso e o abracei.

– Valeu sogrão.

– Hey pai, vai pula na piscina com a gente? Vamos ensinar o Nico a nadar hoje.

– Ele não sabe nadar? – Percy negou. Poseidon estufou o peito. – É uma questão de honra ensinar a esse pobre mortal os prazeres da natação. – Ri, me levantei e abri a porta pra sair.

– Então tá. Vou indo lá com as pessoas normais dessa casa. – Pisquei pra eles e dei um selinho no meu namorado, que estava com uma cara feia tanto pela mordida que levou na bunda, quanto pelo fato deu ter prendido o cabelo hoje. – Se comporta cabeça de algas. – Ele revirou os olhos e sorriu pra mim. Poseidon olhou pra gente confuso.

– Por que algas? – Eu ri e deixei os dois sozinhos.

Desci as escadas correndo e encontrei Nico e Tyson sentados no Hall jogando algum jogo de cartas.

– Tchau pequeno, já eu volto. – Dei um beijo na sua cabeça, mas ele nem me olhou estava mais preocupado em tentar ganhar do Nico no jogo.

Peguei minha bolsa em cima do sofá e sai.

...

Sally estava dirigindo, e tagarelava o tempo todo. Ela nos mostrou toda a cidade e paramos pra tomar aquele chocolate quente, e depois seguimos pro shopping. Porque tudo tem que acabar no shopping me diz?

Passamos em frente a uma loja de lingeries e eu não contive a gargalhada. Todas olharam pra mim com uma cara de espanto.

– O que foi estranha? – Disse Thalia me dando um tapa no braço.

– Aiai, só estou lembrando da vez... – Quando percebi o que eu ia dizer corei na hora.

– Ahhh agora diz, lembrando do que? – Minha mãe perguntou.

– Não é que Percy, cismou que tinha que me comprar calcinhas novas. – Thalia arregalou os olhos e minha mãe me olhou confusa.

– Mas você tinha tantas.

– Poisé, mas ele rasgou parte delas. – Ela e Sally começaram a rir, e os olhos de Thalia foram ficando cada vez maiores.

– Ta ainda não entendi o porquê da gargalhada. – Ri de novo.

– Ah é que você não estava lá na hora em que saímos do provador completamente amassados e demos de cara com uma mulher. – Elas gargalharam e Thalia começou a tossir com a cara completamente vermelha.

– O que foi querida? – Sally afagou as costas dela.

– N-nada. Não é nada.

– Ah é sim. – Peguei no braço dela e a arrastei pra loja de lingeries. – Acontece Sally que Thalia e Nico nunca tranzaram. – Thalia trincou os dentes e cravou as unhas na palma da mão, ela também tem essa mania.

– Cala a boca. – Revirei os olhos. Sally pegou do outro lado do braço dela enquanto minha mãe ria atrás da gente.

– Oh querida eu não sabia. Por isso vocês não queriam dormir no mesmo quarto! Mas não se preocupe, vocês terão duas semanas aqui, uma cidade apaixonante. E sabe, meu marido tem uma rede de hotéis... – Ela puxou Thalia pra perto de uma arara de lingeries mais comportadas e começou a fazer planos pra primeira vez dos dois. Ela olhou pra mim, passou a mão pelo pescoço e seus lábios disseram “eu vou te matar”. Ri e respondi “Você vai me agradecer”.

Minha mãe me abraçou e começou a olhar as peças.

– Será que vai dessa vez?

– Ah tem que ir né! 8 meses juntos e nada. É muito auto controle. – Ela riu e concordou. – Mas e você dona Atena? Nenhuma paquera? – Ela me deu um beliscão mas sorriu pra mim.

– Eu não tenho tempo pra isso não filha. – Revirei os olhos.

– Agora você está falando como uma senhora da terceira idade. Você é linda e tem que aproveitar bem a vida. Tenho certeza que ta cheia de pretendentes lá no hospital. – Ela corou.

– Talvez tenha. – Abri a boca e olhei pra ela divertida.

– Não acredito! E você me escondendo isso! Me conta agora quem é ele? – Ela riu e começou a fofocar.


...



POV Percy


– Presta atenção cara. Não tem segredo. Você tem que se jogar entendeu?

Estávamos na beirada da piscina tentando ensinar Nico a nadar. Mas parece que o cara tem fobia a água!

– É! É bem fácil olha. – O tampinha saiu correndo e deu um pulo na piscina.

– Ele não precisa de uma boia? – Nico disse assustado.

– Que nada. Nós já nascemos nadando. – Tirei a camisa e também pulei na piscina.

– Filho. – Meu pai colocou a mão no ombro de Nico e começou sua explicação. – Você tem que deixar a água te levar. Deixe seu corpo leve e tente boiar. Ai é só bater os braços e as pernas. – Eles pularam na água na parte mais rasa e ele começou a boiar.

– Cara não pode começar a nadar de costas. – Ele se debateu até ficar de frente na água.

– Assim eu me afogo. – Ele falou, e entrou água na sua boca fazendo ele se engasgar. Nós rimos.

– Ai você bate os braços e as pernas! – Tyson disse. Ele começou a bater os braços tudo descoordenado fazendo água espirrar pra todos os lados. – Devagar Nico.

Depois de algum tempo ele conseguiu ficar na parte funda sem se afogar. O que já era um grande passo.

– Chega. – Ele disse ofegante e se sentou na borda da piscina. – Já aceitei que piscina não é pra mim.

– Então ta né. – Mergulhei pegando um impulso na lateral, fui e voltei 3 vezes.

– Porra. Que fôlego. – Ele disse. Eu ri.

– Tenho que ter folego né? Pra aguentar a minha fogosa.

– Da pra ver que ela está te deixando bem cansado, pela mordida no pescoço e as costas arranhadas. – Eu ri, ééé ele não é tão santinho assim.

– Ela é selvagem. – Ele riu. – Mas eu adoro piscina, nada comparado ao meu velho né? – Meu pai deu um sorriso debochado e veio ao meu lado.

– Uma corrida que tal?

– Ah eu também quero! – Tyson pulou na piscina ao meu lado e ficou agarrado na borda.

– Beleza. Você é o juiz! Esse velho sempre rouba.

– Vamos ver quem vai ganhar então. Ida e volta? – Eu ri e acenei me preparando.

– Ok no 3. – Nico foi até a outra borda e começou a contagem. – 1, 2, 3!

Peguei impulso mas meu pai saiu na frente. Dei braçadas longas mas não consegui alcança-lo. Quando batemos na outra borda dei um maior impulso e ficamos pau a pau. Tyson estava logo atrás.

Com mais algumas braçadas relei a mão na borda e levantei a cabeça. Nico olhava pra gente sorrindo.

– Então? Ganhei mais uma! – Meu velho saiu comemorando.

– Não dessa vez. Percy chegou primeiro. – Ele murchou.

– HAHAHA CHUPA ESSA VELHO! – Pulei em cima dele e lhe dei um caldo.

– Ah seu filho ingrato, você não vai me dar um caldo! – Ele me puxou pra baixo d’água e colocou todo seu peso em mim. Dei uma rasteira nele e ele caiu engolindo água.

– Larga meu irmão! – Tyson pulou na cabeça do papai e o velho fingiu se afogar pra ele ficar feliz.

– Ahhh você ganhou! Eu desisto! Meu pequeno é muito forte! Ai meu deus! – Ele fazia cena enquanto Tyson ria nas suas costas.

– É isso ae tampinha, ganhamos do velho. – Fizemos nosso toque e ele grudou no meu pescoço.

– Que tal uma carona.

– Ta me achando burro de carga? – Ele bagunço meus cabelos.

– Ah burro você já é.

– Ah é assim? – Segurei as mãos dele e mergulhei. Tyson sorriu e se agarrou ainda mais ao meu pescoço.

– Você não se afoga carinha? – Tirei ele do meu pescoço e botei ele na borda da piscina.

– Ah eu sou muito bom! – Ele levantou e flexionou os bracinhos de grilo. Eu ri.

– Claro puxou pro irmão. – Ele me mostrou a língua e foi pular na piscina de novo, do lado do meu pai.

Sai da piscina e peguei uma toalha pra me enxugar.

– Onde vai jovem?? – Meu pai perguntou.

– Vou lá fazer algumas abdominais. Tenho que manter o físico se não minha mulher me deixa. – Nico e ele riram.

– Mas é um pau mandado mesmo.

– Falo o corajoso. É só a mamãe bater o pé e estralar os dedos que você vem correndo abanando o rabinho. – Ele me mostrou o dedo do meio. – Olha o respeito! Você ta velho demais pra fazer isso em! Tenta, sei la fazer uma banana com o braço, é mais do seu tempo. – Ele me mostrou os dois dedos dessa vez. – Deixa eu fala pra mamãe que você ta fazendo isso!

– Nico, me empresta seu dedo ai também vai. – Ele disse, eu ri e fui pra academia que tinha ali.


...


Notas finais
É isso ai gatas boa sexta feira 13 pra vcs
Quam vai ficar acordada de madrugada pra assistir o rock in rio?? o//

PS: Cap que vem tem John Mayer ;D EEEE THALICO lol