Meu Gremista
51 Capítulo 51
Notas iniciais
"Tatah Jackson" sua recomendação é lindia muito obrigada mesmo
Esse cap é pra vc *-*
- Eu estava brincando Percy. – Disse assim que saímos do carro.
Nós saímos de casa em pleno domingo a tarde pra fazer o que?
Comprar calcinhas.
Ele tem rasgado as minhas com frequência, o que me deixa extremamente puta. Mas ele não vai parar de rasga-las e nem eu de reclamar. Então ele resolveu que vai comprar as minhas calcinhas assim ele pode rasgar e eu não vou poder reclamar.
A única coisa que não me entra na cabeça é.
Porra tecidos de calcinhas são tão frágeis assim? Que eu me lembre não era nem um pouco fácil de se rasgar. Tipo quando você é criança eu tem várias calcinhas velhas furadas, ai sua mãe te manda rasgar e jogar no lixo, mas você fica um éon e quase perde as pontas dos dedos tentando rasga aquela merda, desiste e pega a tesoura.
Isso me faz pensar, sou extremamente fraca ou Percy que é um monstro?
A minha teoria é simples. Quanto mais você cresce, e a sua bunda também, menor vão ficando as calcinhas. O que é uma coisa meio contraditória.
Foda-se, o que importa é que no intimo eu adoro quando ele rasga as minhas calcinhas.
Não que ele precise saber disso.
- Mas eu não estou. Eu quero te comprar calcinhas. – Ele me abraçou de lado e apertou o alarme do carro. – Vai ser muito bom ver você provando-as pra mim. – Ele sussurrou no meu ouvido apertando sua mão na minha cintura. Estremeci.
- Cachorro. – Ele riu e me beijou. – Vamos logo vai. – Entrelacei sua mão na minha e entramos no shopping.
...
Entramos na primeira loja de lingeries que tinha.
Dica: nunca leve seu namorado a uma loja de lingerie. Parece que as atendentes nunca deram na vida e ficam igual cadelas no cio. Principalmente se você tem saído diariamente na mídia, ai que elas engordam os olhos mesmo.
Mas felizmente Percy não dava atenção a elas, ele estava mais preocupado em escolher mil peças pra eu provar. Eu apenas fiquei parada em um canto de braços cruzados fuzilando as quengas e vendo ele zanzar pra lá e pra cá catando alguns conjuntos e jogando pra mim.
- Como sabe a minha numeração? – Perguntei. Porque ele olhava e logo de cara pegava o meu numero e jogava pra mim. Ele deu um sorriso safado.
- Simples. – Ele pegou um soutien e mediu na palma da sua mão, depois colocou o bojo na frente dos lábios com a boca aberta, como se fosse chupa-lo. – Posso te dizer que sei muito bem o que estou fazendo. – Ele me mandou uma piscadinha e eu lhe mostrei o dedo do meio.
- Porque está pegando soutiens? São apenas calcinhas Percy.
- E se eu quiser levar soutiens também? Eu que vou pagar mesmo. – Dei de ombros.
- Já ta bom né?
- Tá ótimo. – Ele pegou mais três e jogou pra mim, eu quase não conseguia mas vê-lo de tão grande que ficou a montanha de lingeries. – Agora vai provar. – Bufei.
- Precisa mesmo? É meu número! É só escolher umas desses mil que você pegou e fim.
- Na na ni na não. – Ele me empurrou pro provador e sentou em um puff na frente da minha cortina. – Pode ir provando. – Bufei novamente e fechei a cortina.
Comecei a tirar a roupa e provei o primeiro. Um conjunto verde com detalhes em dourado no bojo e uma calcinha fio. As laterais da calcinha eram de renda e larga, nada fáceis de se rasgar. Sorri e abri a cortina.
- E ai? – Dei uma voltinha e senti ele ofegar atrás de mim.
- Perfeita. – Ele cruzou as pernas e ajeitou a calça.
- E o melhor. – Puxei as laterais da calcinha. – Essa vai ser difícil de rasgar. – Ele sorriu pra mim.
- Vem aqui.
- Lógico que não. As pessoas podem me ver. – Botei a cabeça pra fora e vi as atendentes distraídas lixando as unhas, falando no celular e apenas uma fitava Percy. Fuzilei ela.
- Perai. – Ele puxou uma arara de roupas tampando a passagem e a visão das mulheres, e veio na minha direção. – Vira. – Eu fiquei de costas pra ele.
- O que? – Ele olhou pra mim através do espelho e soltou o fecho do soutien. – Perseu!!
- É. – Ele sorriu torto. – Fácil de abrir. – Eu segurei o bojo com as mãos pra não cair. – Vamos levar. – Bati nele até ele sair da cabine e fechei a cortina.
- Troxa. – Provei mais mil conjuntos de todas as cores, daquele monte que ele me deu ficamos com 7. Mas faltava um último. Um azul marinho que era simplesmente o mais lindo dali. O mais provocante também. E eu o deixei por ultimo exatamente para provoca-lo, e também porque ele estava insistindo muito pra que eu o vestisse.
- Mas é muito masoquista mesmo. Pra que vai querer ver se não vai poder fazer nada?? – Me avaliei no espelho sem abrir a cortina. E ficou realmente lindo.
Do nada Percy entra correndo na cabine e me prende no espelho. Seus olhos azuis da cor da lingerie desceram pelo meu corpo me avaliando atentamente. Mordi os lábios e esperei.
- Então. – Minha voz saiu mais rouca do que esperado, ele notou e isso ergueu seus olhos, fitou os meus e sorriu pra mim. Pigarreei. – Ficou bom? — O que não adiantou muito, minha voz continuava rouca.
Ele sorriu e acariciou meu nariz com o seu. – Bom não é uma palavra boa o bastante. – Ele desceu suas mãos pesadas pela minha cintura deixando um rastro de fogo por onde passava e mordeu meus lábios.
Percy pegou na lateral da calcinha e a puxou pros lados, testando o elástico. Sorri nos seus lábios.
- Essa é bonita demais pra você rasgar. – Ele riu e a abaixou deixando ela cair pelas minhas pernas.
- Você tem razão. – Ele subiu suas mãos pela minha bunda e apertou firmemente. Abri os olhos e encontrei os seus me fitando.
- O que pensa que está fazendo? – Perguntei aos sussurros enquanto ele alisava meu corpo com ambas as mãos. – Estamos em um provador! – Ele sorriu e passou os dedos na minha fenda completamente molhada.
- Aqui vai mais uma fantasia sexual. – Ele deu vários chupões no meu pescoço e parou no meu ouvido. – Tranzar em um provador. – Ele esfregou meu clitóris com o dedão.
- Percy. – Era pra sair como uma advertência, mas saiu mais como um gemido. Ele riu.
- Acho que isso foi um sim. – Eu não respondi, não com palavras. O puxei pelo cós da calça e a desabotoei. Ele riu ainda mais e me beijou.
Sua língua se enroscou com a minha e eu gemi baixinho quando ele me penetrou com um dedo.
Desci sua calça junto com a cueca e comecei a masturba-lo. Ele grunhiu nos meus lábios e eu sorri em deboche.
Com uma mão livre ele desabotoou o soutien e riu.
- Esse é definitivamente o meu preferido. – Mordi seu lábio inferior e ele me penetrou. Comprimi os lábios para não gemer alto e me agarrei ao seu pescoço, minhas unhas rasparam na sua nuca e eu desci elas pela suas costas por cima da camiseta.
Percy começou a estocar rapidamente. Ele apertou um dos meus seios e beliscou o bico. Busquei sua boca com a minha para abafar nossos gemidos. Ele entrelaçou sua língua na minha e eu rebolei no seu pau. Ele apertou minha bunda e estocou mais forte.
Puxei sua camiseta e passeei minhas mãos pelos seus gominhos ouvindo ele rir. Ele puxou minha perna esquerda pra sua cintura e eu rebolei enquanto ele estocava com mais força. O espelho atrás da gente já estava embaçando, e quando Percy deu um murro nele eu pensei em como espelhos são fortes.
Levei minha mão ao meu clitóris quando cheguei perto do ápice e explodi em um maravilhoso orgasmo junto com ele.
Quando regularizei minha respiração olhei pra Percy o repreendendo.
- Não me olhe com essa cara que eu sei que você gostou da nossa rapidinha. – Ele disse com sua cara de fiz arte.
- Gostar eu gostei, mas já não basta as fotos da boate, quer ser pego tranzando em mais lugares públicos?
- Vai terminar comigo se isso acontecer?
- Claro que não. – Ele deu de ombros.
- Então eu não ligo. Posso até sair assim nas fotos. – Ele botou o dedo na boca e se fitou no espelho. Eu gargalhei.
- Meu! Isso ficou muito gay!! – Ele fechou os olhos em fenda.
- Acabamos de tranzar e você me diz que sou gay. – Ele fez um tsc tsc tsc e me agarrou, eu ri nos seus braços e ele deu um beijo na minha testa. – Vamos comer alguma coisa?
- Claro. – Recoloquei a minha roupa enquanto Percy ajeitava a bagunça que ficou seu cabelo no espelho, logo atrás de mim. – Vamos levar todos esses? – Perguntei.
- Por mim levaríamos todos. Mas se você quer só esses. – Juntei todos os que iríamos levar e botei num canto. – Que tal uma foto?
- Pra que?
- Vamos botar no blog vai. – Eu ri, ajeitei meus cabelos no espelho, Percy atrás de mim segurava minha cintura, apoiou o queixo na minha cabeça e bateu a foto com seu celular.
- Você está tirando vantagem! – Subi no banquinho que tinha ali do lado e apoiei o cotovelo na sua cabeça, ele gargalhou e bateu mais uma.
- Agora uma bem melosa vem aqui. – Ele me desceu do banquinho e fez um giro como se estivéssemos dançando, me fez inclinar e eu ri, como numa típica cena de filme, ele me beijou e bateu outra foto.
- Awwwn que linda que ficou essa. – Peguei seu celular e ele abriu a cortina. Demos de cara com uma mulher, que parecia estar a espera de usar o provador. Quando nós saímos juntos da cabine ela corou mil tons de vermelho assim como eu provavelmente.
- Hãã ela tava precisando de ajuda. Sabe. Pra vestir. – Se possível ela ficou ainda mais vermelha.
- Vamos Percy. – Dei um sorrisinho constrangido pra ela e empurrei ele na direção do caixa. – Ai que vergonha meus deuses! – Apoiei minha testa nas suas costas e o abracei por trás. Ele pagou as peças e pegou as sacolas.
- Ah vergonha do que? Até parece que ela não faz o que a gente fez! Como ela acha que foi gerada? Pela cegonha?
- Muito engraçado Percy. – Ele segurou as sacolas com apenas uma mão e entrelaçou a outra na minha. – Agora vamos comer alguma coisa que você me deixou com fome.
- Hmmm eu te deixo com fome? – Eu revirei os olhos, ele riu e estalou um beijo na minha bochecha. – Vamos matar um hamburgão o que você acha?
- Perfeito. Rápido e gostoso. Eu quero um milk shake pra molhar a batata. – Ele olhou pra mim como se tivesse nascido um terceiro olho em mim. – O que?
- Que nojo!
- A fala sério você nem experimentou como fala que é nojento?
- Porque parece nojento.
- Só aparenta. Mas é muito gostoso. Quando chegar você prova.
- Acho que vou passar essa. – Eu ri da sua careta e lhe roubei um beijo enquanto entravamos na fila do BK.
- Pelo menos vai me beijar depois deu ter comido?
- Se eu te beijo pela manha com seu hálito matinal e tudo, aguentar umas batatas com milk shake vai ser moleza. – Dei uma cotovelada na sua barriga e ele riu e me beijou.
- Idiota.
- Seu idiota. – Eu sorri já me derretendo.
- Só meu. – Deitei a cabeça no seu peito enquanto ele passava seus braços em volta de mim.
...
Quando chegamos em casa Percy foi instalar a máquina de lavar.
O único problema é que ele não tem ideia de como se faz isso.
- Percy não é melhor chamar um técnico? – Perguntei, sentada sobre o balcão da cozinha enquanto ele estava sem camisa tentando tirar o cano do tanque.
- Já disse que não. Que tipo de homem seria eu se não souber trocar a merda de um tanque? – Revirei os olhos.
- Não sei, que tal um homem que nasceu pra ser médico e não técnico? – Ele bufou.
- Eu posso fazer isso tá?
Adivinha o que aconteceu?
Não, ele conseguiu trocar! O único problema é que alagou a cozinha.
- Ai sim em gênio! Agora use seus poderes de filho de Poseidon e tire essa água daqui.
- Muito engraçada Annabeth. – Lhe soprei um beijo. – Vem me ajudar aqui vai.
- Há! Mas nem pensar. Eu disse que era pra chamar um técnico. Você não me escutou agora você vai limpar.
- Não pode estar falando sério! Eu nem sei como fazer isso!
- Que tipo de homem é você que não sabe secar um chão?? – Usei sua frase pra deixa-lo ainda mais puto.
- O tipo que nasceu pra ser medico e não limpador de chão. – Dei de ombros.
- Agora você é um médico, que troca tanques e limpa chão! Nossa não poderia ter escolhido um namorado melhor! – Ele fez uma cara pidona, e eu gargalhei. – Vai lá o bonzão! Mostra pra que serve todo esse físico. – Ele fechou a cara pra mim e me pegou no colo.
- Vou te mostrar. – Ele nos deitou no chão completamente molhado, nos molhando também.
- Filho da puta! – Joguei água nele. – Porque fez isso? – Ele deu de ombros.
- É que eu adoro te ver molhadinha. – Ele riu e subiu em cima de mim. Meus cabelos se espalharam pela água no chão e gotinhas do seu cabelo pingavam no meu rosto.
- Tonto. – Ele me beijou. – Vamos ter que limpar isso aqui.
- Isso!!!! – Ele rolou de cima de mim e me ofereceu a mão. Olhei pra ele como se ele tivesse ficado louco. – Você disse vamos então vai me ajudar! – Revirei os olhos e peguei sua mão. Quando levantamos passei uma rasteira nele que com o chão molhado foi de bunda no chão. – Não acredito que você fez isso.
- Eu fiz. – Ele ameaçou levantar, e eu sai correndo. E o chão estava molhado. Caimos os dois de novo no chão. – Afe. Se continuar desse jeito a gente não sai daqui hoje.
- Vamos levantar logo, tem jogo hoje. – Dessa vez nós levantamos e começamos a limpar o chão.
- Se estivesse me escutado isso não teria acontecido.
- Poisé né. Só que agora já foi. Aceita que dói menos. – Empurrei ele com o ombro rindo. – Dá próxima vez eu te escuto.
- Bom mesmo. Porque da próxima vez eu não vou limpar o chão.
- Pensa pelo lado bom. Por um momento nós tivemos uma piscina em casa.
- É pelo menos refrescou um pouco.
- A gente podia alagar aqui com frequência. – Olhei pra ele.
- Você não pode estar falando sério. – Ele deu de ombros. – Vamos ver se você vai pensar assim quando a conta de água chegar. – Ele congelou no lugar e eu gargalhei da sua cara.
...
Notas finais
Nos vemos nos reviews =*
Fale com o autor