Notas iniciais
OOOOOOI PARA OS NOVOS LEITORES!!
principalmente a "May Gasp" 2 dias seguidos lendo meu gremista? *0* chocada.
Entao povo, vo fala uma coisa pro 6
Esse cap ta foda

...

Bom, eu acho ele foda...

Depois de ir ao hospital e tirar aquela merda de gesso do demônio, fui pra casa – leia-se ap do Percy – e dei um cochilo, o que eu pensei ter sido, porque só acordei quando Percy chegou, o que atrasou a gente um pouquinho, principalmente no momento em que Percy deu a ideia de tomarmos um banho juntos pra poupar tempo, o que não deu muito certo com as nossas mãos bobas...

Chegamos à nova boate olimpos e era simplesmente a coisa mais maravilhosa que eu já tinha visto.

– UAU! – Percy disse.

– Duplo UAU.

O povo já estava lá dentro, e mandavam mil mensagens por minuto pra gente.

– Eles enchem o saco em?

– Nem me fale. E pelo visto a 78, o Malcom, a perua e o Leo já estão bêbados.

Li em voz alta uma das mensagens que a 78 me mandou.

EU TENHO PIRCIENG NOS MAMILOS!!!”

– Onde você arrumou esse povo?

– Ahh você fala como se fosse só eu. Olha o que o Leo me mandou.

Dedos são estranhos, parecem cotocos do braço”.

– Empatamos então. – Ele riu.

Entrelacei minha mão na sua e fomos em direção à entrada, que estava lotada de fotógrafos. Merda.

Percy apertou sua mão na minha e tentamos passar despercebidos, de cabeça baixa pela nuvem de fotógrafos. O que não adiantou muita coisa.

Percy Jackson! Percy Jackson...

Ouvi tantas vezes o nome dele, que até enjoei.

– Apenas uma foto! Annabeth Chase! – Ótimo, agora também sabem meu nome. “Não Annabeth você esta saindo em revistas e sites e eles não sabem seu nome”, é que a fixa não caiu ainda entende?

Não levantamos a cabeça, simplesmente fomos passando empurrando todo mundo até comprar as entradas. O que deixou alguns fotógrafos chocados porque o herdeiro de Poseidon Jackson não usava o nome do papai pra entrar nos lugares. Povo trouxa.

Finalmente entramos no salão, e era ainda mais bonito por dentro.

Percy disse alguma coisa, mas eu não entendi por causa da música alta. Ele me abraçou por trás, e fomos à procura do pessoal perto do bar.

– ANNIIIIIIIE!!! – Drew pulou no meu pescoço assim que me viu, ela cheirava álcool puro e seu vestido era tão rosa que chegou a arder meus olhos.

– E ai Drew, onde ta o resto do pessoal? – Ela deu de ombros e levou o copo a boca com alguma bebida laranjada e virou. – Uoou vai devagar ai Barbie.

– Eu to indo devagar. – Ela se afastou de mim, foi até o Leo e pegou a bebida dele. Ela ta muito bêbada.

Andamos mais um pouco e encontramos a veinha e o Frank dançando na pista, eles estavam bem. Frank tava com uma cerveja na mão e parecia muito sóbrio ainda. Ele viu a gente e acenou, a veinha fez o mesmo e continuaram a dançar.

Clarisse e Chirs estavam perto do bar, e ela fuzilava cada menina que chegava perto, mesmo que ela não tenha olhado pro armário que era seu namorado, e pelo visto ela também já estava alta.

– Agora, o que me dá mais medo, onde está a 78? – Passei os olhos pela boate lotada, e vi ela se agarrando com o Malcom perto do palco. Na sua mão tava uma garrafa de vodca quase no fim.

– Ela vai entrar em coma alcoólico.

– Acho que o fígado dela já se acostumou. – Dei de ombros e me virei pra ele. – Então, chega de ser babá. – Lambi seus lábios e ele apertou minha cintura. – E vamos nos divertir.

Lacei seu pescoço e rebolei no ritmo da música. Percy sorriu torto, colou seu corpo no meu e seguiu meus movimentos.

Um garçom passou com um shot de alguma coisa azul, peguei e virei. E tava forte pra caralho.

– Ooopa, vai com calma ai! – Estralei a língua e voltei a dançar.

– Não vai beber Percyto??

– Alguém tem que dirigir, não acha? – Concordei com a cabeça. – E eu prefiro experimentar na sua boca. – Ele sorriu e me beijou.

Eu já estava acesa com as mãos bobas do banho, e com o shot que eu tomei isso só aumentou. Com a boca dele devorando a minha eu estava fervendo, entraria em combustão a qualquer momento.

Percy subiu suas mãos pelas minhas costas nuas e todo meu corpo se arrepiou. Ele sorriu e prendeu a ponta da minha língua entre os dentes. Enfiei minha mão no bolso do seu jeans e apertei sua bunda.

– Porque você adora fazer isso?

– Você fica muito bem arrepiada. – Ele passou sua mão pelos meus pelinhos arrepiados do braço e roçou sua outra mão no meu seio, que estava completamente eriçado. Ele riu das minhas condições. – Está sensível anjo? – Eu não falava coisas muito inteligentes, apenas alguns gemidos escapavam dos meus lábios.

– Você me odeia. – Ele mordeu meus lábios e apertou meu seio por cima do vestido.

– Não anjo. – Entrelaçou sua língua na minha e chupou meus lábios. – Eu amo muito você.

– Não parece me torturando desse jeito. – Ele deu beijos molhados pelo meu pescoço até meu ombro, e até agora eu não tinha percebido que estávamos andando, até sentir a parede gelada sobre as minhas costas.

– Eu estou te torturando anjo? – Ele desceu seus lábios até o decote dos meus seios e lambeu naquela região. Seus olhos brilhavam na minha direção e eu não fazia nada melhor do que gemer.

– Você é muito mal Jackson. – Ele riu e enfiou uma de suas mãos por debaixo da minha saia. – Ahhh não, não. Você é muito, muuuuuito bom mesmo. – Puxei seus cabelos e tomei seus lábios nos meus.

Percy colocou minha calcinha pro lado e esfregou meu clitóris, gemi em seus lábios e rebolei na sua mão. Ele introduziu dois dedos em mim e meus olhos reviravam nas orbitas.

– Eu sou bom anjo? – Ele sussurrou no meu ouvido. Chupou meu pescoço e lambeu o lóbulo da minha orelha. Apertei seu membro por cima do seu jeans e ele grunhiu no meu ouvido.

– Uhum. – Eu acho que resmunguei algo do tipo. Mas a verdade é que eu só estava sentindo seus dedos e a sua língua no meu pescoço. – A gente tem que sair daqui.

– Mas a gente acabou de chagar. – Ele beliscou meu clitóris e eu soltei um gemido meio alto, mas por causa da música acho que não foi escutado por ninguém.

– Agora Perseu. – Ele colou sua testa na minha, tirou seus dedos de dentro de mim e chupou.

– Gostosa. – Eu tremia, o beijei sentindo meu gosto na sua boca.

– Se não vai continuar, não me tortura amor. – Puxei a gola da sua camisa e o beijei de novo, eu não quero parar de beija-lo nunca, por mim minha boca ficaria colada na sua pra sempre.

– Que tal uma fugidinha até o carro? – Ele apertou minha bunda e me puxou pra porta dos fundos até o estacionamento.

– Hmmm, vamos batizar o carro? – Ele me colou na lateral do Gol e me beijou.

– Ahh nós vamos. – Ele deu seu sorriso torto, abriu a porta e foi me empurrando pra dentro.

– Nada disso. – Fiquei de frente pra ele e o empurrei, fazendo-o cair deitado no banco traseiro. – Eu to no comando hoje.

Olhei em todas as direções e aparentemente não tinha ninguém. Tirei minha calcinha que estava completamente molhada e joguei pra ele. Desabotoei as alças cruzadas do meu vestido, deixando-as soltas, era só puxar, tirei os saltos e montei em cima dele, que já tinha desabotoado a calça jeans e abaixado a boxer liberando seu membro já ereto, me fazendo salivar.

Puxei a porta, ouvindo-a bater. Estávamos trancados dentro do carro, a música não era mais tão alta e eu conseguia escutar melhor nossos ofegos.

Peguei as mãos de Percy e levei até a alça do vestido, ele as desceu liberando meus seios.

– Eu adorei o seu vestido. – Sorri pra cara de safado dele e deitei sobre ele, deixando-o mamar nos meus seios.

Ele me encarava enquanto puxava meus mamilos com os dentes e eu roçava nossos sexos.

Percy apertou minha bunda e eu levantei, peguei seu pênis e sentei lentamente, sentindo ele me preencher. Ele rosnou, apertou firmemente meus seios esfregando os mamilos com o dedão.

– Deita aqui amor, quero dar atenção as minhas meninas. – Ri da forma absurda que ele se referiu aos meus seios e deitei de novo. Ele tomou meus seios com a boca e eu comecei a me movimentar.

Percy gemeu e segurou firmemente na minha bunda, me ajudando nos movimentos enquanto chupava meus seios, me levando à loucura.

Agarrei seus cabelos e aumentei os movimentos, com força e rápido. Gemidos altos escapavam da minha boca quando ele alcançou meu clitóris com uma das mãos.

Os vidros do carro começaram a embaçar, e eu me senti como a Rose no Titanic quando espalmei minha mão suada na janela.

Percy riu, lendo meus pensamentos e eu quiquei no seu colo. Apoiei minhas mãos no seu peitoral e joguei a cabeça pra trás sentindo que estava perto do orgasmo.

Ele me puxou, colando meu corpo no seu e voltou a mamar nos meus seios enquanto agarrava meus cabelos da nuca, me arrepiando e logo meu fez chegar ao clímax junto com ele.

Cai por cima dele ofegante, alguns fios do meu cabelo grudavam na minha testa e eu passei a mão para tira-los de lá.

Percy continuou a chupar as meninas, parecia um esfomeado.

– Eu amo peitos. – Eu ri e acariciei seus cabelos.

– Eu também gosto, acho bonito.

Percy parou de me chupar e me beijou lentamente, apertando com força meus seios me fazendo gemer nos seus lábios quando beliscou os mamilos.

– São lindos mesmo. – Voltou a lambê-los. – Principalmente porque são os seus.

– Fico feliz em ouvir isso.

Nós ainda estávamos conectados, e ele não parava de mamar em mim, o que estava me deixando acesa de novo. Rebolei devagar em seu colo, no inicio ele não percebeu muito, estava ocupado de mais com meus seios. Fui aumentando os movimentos gradativamente, até que ele olhou pra mim com uma cara safada e começou a estocar forte e rápido.

Arranhei seu tórax por de baixo da camisa e ele grunhiu, levantou o corpo de alguma maneira e encostou minhas costas na janela gelada do carro, ofeguei.

Percy me beijou sofregamente, e quando eu quiquei novamente no seu colo, bati a cabeça no teto fazendo Percy rir e deitar de novo, encostei meu corpo no dele e ele voltou a me beijar.

Entrelacei nossas mãos e continuei com os movimentos, Percy sorriu entre o beijo e mordeu meus lábios aumentando as estocadas.

Depois de alguns minutos e muitos gemidos, senti ele se derramar dentro de mim. Ele levou a mão até o meu clitóris e eu também não demorei a chegar ao ápice.

Colei minha testa na dele, sua respiração acelerada se misturava com a minha.

– O que era pra ser uma rapidinha no carro... – Eu ri, levantei e comecei a arrumar as alças do meu vestido vendo a cara de decepção do Percy.

– Pagamos uma entrada pra boate, não ficamos nem meia hora e viemos tranzar no carro. Que lindo.

Sai do colo dele e coloquei o corpo entre os dois bancos da frente, pra que ele pudesse sentar e se arrumar.

– Realmente muito lindo. – Como eu inclinei o corpo pra frente, e meu vestido é curto, minha bunda estava completamente de fora. Percy espalmou as mãos na minha bunda e deu uma lambida no meu clitóris. Olhei safada pra ele. – Pode apostar que a festa aqui dentro está infinitamente melhor que lá fora.

Ele abotoou a calça e arrumou a camisa. Sentei ao seu lado no banco e coloquei minha calcinha. Passei minhas mãos nos seus cabelos, dando uma ajeitada, e ele fez mesmo comigo. Não ficou tão bom, tive que me arrumar no espelho retrovisor interno. Recoloquei os saltos e abri a porta.

Alisei meu vestido com as mãos, Percy saiu do carro, foi até a porta do motorista, abriu todos os vidros pra tirar um pouco do cheiro que estava lá dentro, fechou a porta e ligou o alarme, fazendo todas as janelas se fecharem novamente.

– Agora, vamos curtir a festa? – Me estendeu a mão, sorri e entrelacei meus dedos nos seus e entramos novamente na boate.

...


Notas finais
Esse casal tem um fooogo que eu vou te contar...

reviews?? =3