Meu Gremista
29 Capítulo 29
Notas iniciais
- Não acredito que a gente vai fazer isso!
- Nós vamos fazer isso. – Ele agarrou minha cintura e me sentou em cima da mesa de sinuca.
- Você é louco. – Beijei seu pescoço, puxei a barra da sua camiseta arranhando suas costas. – Eu amo essa sua loucura, ela combina tanto com a minha.
Ele sorriu e tirou minha blusa. Lambi seus lábios e arranhei sua nuca. Ele agarrou meus cabelos e deu um chupão no meu pescoço.
- Minha vez de te marcar. – Ele raspou os dentes no meu pescoço me fazendo tremer. Desabotoei seu jeans e abaixei junto com a cueca. – Tá com pressa anjo?
- Você não faz ideia. – Empurrei ele e desci da mesa. Tirei meu soutien e virei de costas pra ele, desabotoei minha calça e tirei ela empinando a bunda na sua direção. Ele levou a mão ate seu membro se masturbando.
Debrucei-me na mesa de sinuca, meus seios relaram no tecido vermelho e minha bunda ficou empinada na sua direção.
- Tira minha calcinha Percy? – Mordi meus lábios vendo ele vir em minha direção. Ele agachou atrás de mim e deu uma mordida na minha bunda.
- Você é tão gostosa Annie. – Ele desceu minha calcinha. – Tão linda.
Ele passou a língua na minha fenda, espalmou suas mãos na minha bunda e chupou meu clitóris. Agarrei a lateral da mesa e gemi alto quando ele enfiou dois dedos em mim.
- Não me tortura tanto Percy. – Quando ele tirou seus dedos de mim, esfreguei uma perna na outra, levei minha mão ate meu clitóris procurado alívio. Ele deu um tapa na minha bunda, que ia ficar marcado. Gemi de dor e prazer, ele me penetrou forte fazendo minhas pernas fraquejarem.
- Eu to no comando aqui hoje Annie. – Ele puxou meus cabelos e passou um braço pela minha cintura alcançando meu seio.
Ele começou a estocar rápido em mim, apoiei minhas mãos na mesa. Gemidos escapavam da minha boca se misturando com os dele. Ele ia tão fundo e tão forte que chegou a arrastar a mesa.
Percy se debruçou sobre mim e mordeu meu ombro. Rebolei no seu membro e ele estocou mais forte. Revirei os olhos e mordi os lábios pra não gritar quando gozei junto com ele. Ele passou suas mãos pelo meu corpo, desde os meus seios até a minha bunda. Massageou o lugar que tinha batido e saiu de dentro de mim.
- Você. Deve ficar. No comando. Mais vezes.
Eu estava ofegante, cruzei os braços e apoie a testa neles. Percy contornou a marca da sua mão na minha bunda e eu estremeci. Estava ardendo.
- Eu te machuquei.
- Hmm mais foi tão bom. – Eu sorri escutando sua risada.
- Não sabia desse seu lado sadomasoquista Annie.
- Esse lado nem eu sabia. – Subi na mesa, me virei pra ele e passei as pernas pela sua cintura. – Estamos descobrindo muitas coisas juntos, tipo... Você me fode muito bem em mesas de sinuca. – Ele riu, lambi seu pescoço, chegando até sua orelha. – Tão bem que temos que repetir.
Desci minhas mãos pelas suas costas e apertei sua bunda. Ele riu, com aquele seu humor pós sexo, e puxou meus cabelos. Eu sorri, mordendo a ponta da língua.
- Eu adoro essa sua cara. – Ele passou seu nariz pelo meu rosto, enquanto descia sua mão para o meu seio, beliscou meu mamilo e mordeu meu queixo.
- Que cara?
- De quem vai ser fodida. – Ele me penetrou. Gemi, agarrei seus cabelos suados enquanto ele estocava lentamente em mim.
- Muito bem fodida. – Beijei seu maxilar e arranhei suas costas. Ele grunhiu e aumentou a velocidade das estocadas.
Ele lambeu meus lábios. Colei minha testa na sua e rebolei no seu pau, eu estava completamente suada assim como ele, meu seio roçava no seu peito deixando meus mamilos eriçados. Percy beijou meus lábios com fúria, sua língua travou uma batalha molhada com a minha, ele desceu seus lábios pros meus seios e começou a chupa-los. Ele olhou nos meus olhos de uma maneira divertida, ele gostava de me ver tão entregue pra ele assim, mas eu também sabia brincar.
Puxei-o pelo cabelo e o empurrei, ele fez uma cara de desgosto por ter saído de dentro de mim. Deitei na mesa e abri as pernas, lambi meus dedos e enfiei dois dentro de mim, olhei dentro dos olhos dele, que não estava acreditando que eu estava me masturbando na sua frente. Rebolei nos meus dedos e chamei seu nome.
- Percy. – Fechei os olhos e esfreguei meu clitóris, senti um peso sobre meu corpo e sorri.
- Você é muito má Annabeth. – Tirei meus dedos de dentro de mim, e ele voltou a me penetrar.
Ondulei meu corpo ao seu, ele entrelaçou suas mãos nas minhas e levou elas acima da minha cabeça, começou a estocar forte, mas lento. Minhas costas raspavam no tecido da mesa causando uma fricção gostosa.
Percy grudou seu corpo no meu e aumentou a velocidade, dei alguns beijos molhados raspando meus dentes no seu pescoço.
Ele levantou a cabeça e olhou nos meus olhos. Ele estava suado, os fiozinhos rebeldes que sempre caiam na sua testa, estavam grudados na sua pele, suas bochechas estavam coradas e seu maxilar travado. Seu rosto se aproximou do meu, sua respiração quente se misturou com a minha e os gemidos que escapavam de seus lábios me enlouqueciam. Senti que estava chegando perto do clímax e fechei os olhos.
- Abra os olhos anjo. – Eu abri, encarando os seus. Ele apertou suas mãos nas minhas e gozou junto comigo.
Percy caiu exausto em cima de mim, sua respiração estava acelerada assim como a minha.
- Olha, a mesa de sinuca está aprovada. Ela é muito resistente. – Ele riu, aquela risada rouca gostosa de ouvir, que me arrepiou inteira sem motivo.
- Eu amo você. – Ele me beijou, rolou pro lado e desceu da mesa.
- Eu sei, você não faria essas loucuras se não me amasse. – Ele riu de novo e jogou minha blusa e a calcinha. As vesti com dificuldade. – E também não me carregaria até o quarto nos braços se não me amasse. – Fiz um bico e estendi meus braços pra ele.
- Não precisava de chantagem pra isso anjo. – Ele me pegou no colo, colocou o resto das roupas em cima de mim e saímos da sala de jogos.
- Não é chantagem, é só um incentivo. — Ele riu. – A propósito, eu amo você. – Encostei a cabeça no seu peito e apaguei.
...
- Annie? – Abri os olhos, Percy estava a minha frente acariciando meu rosto. – Enchi a banheira, vem tomar um banho pra relaxar os músculos se não amanha você não levanta.
Acho que acenei positivamente, porque ele me pegou no colo e me levou pro banheiro.
- Você é bom de mais pra mim Percy. – Falei meio embolado quando ele começou a me ensaboar.
- Não mesmo, eu sou na medida certa. – Eu ri, ele continuou a me ensaboar e a massagear meu corpo. Eu estava mole demais pra fazer qualquer outra coisa.
- Acho que você vai ter que me enxugar e me trocar também.
- Enxugar eu te enxugo, mas se depender de mim você fica nua. – Eu ri, ele deu uma bicota no meu pescoço, ai que eu percebi que estava com o cabelo preso.
- Você prendeu meu cabelo?
- Prendi.
- Como?
- Tinha um treco em cima da pia do banheiro, cheia de dentes. Eu já te vi prendendo o cabelo com aquilo antes, demorou um pouco porque eu não sei prender, só sei soltar.
- E por que você prendeu?
- Ta tarde pra lavar o cabelo. – Ele jogou água nas minhas costas com a mão em concha. Franzi o cenho.
- Por quanto tempo eu dormi? Seus pais já chegaram? E quando prendeu meu cabelo?
- Muitas perguntas em? – Ele riu pelo nariz. – Prendi seu cabelo agora quando te trouxe da cama, você não lembra?
- Acho que eu apaguei de novo.
- Você dormiu no trajeto até aqui, meus pais chegaram e pegaram a gente subindo as escadas. E, bom eu estava sem camiseta e você sem calça. Nós temos sorte do meu irmão estar dormindo no colo do meu pai e da minha mãe ter esquecido a bolsa no carro.
- Eu não acredito!
- Meu pai não liga Annie, relaxa.
- Eu nunca mais vou conseguir olhar pra ele. Vamos fazer o seguinte, é provável que eu não lembre dessa nossa conversa amanha de manha porque eu to muito cansada, então não me lembre dela.
- Tudo bem. – ele riu, e eu voltei a apagar.
...
- Fala Perua.
- Oiiiiiii Annie, viu você chega quando?
- Meu voo sai as 20:00 amanha, estou fazendo as malas.
- Ah que bom, já estamos aqui.
- Estamos quem?
- Ah você sabe, todo mundo. E como sábado é meu aniversário eu vou dar uma festa! E eu não poderia fazer isso sem você aqui sua perfeita. – Eu ri.
- Tudo bem pantera, onde vai ser e que horas?
- Na hora do almoço, e vai ser naquela chácara perto do campus sabe?
- Drew, tem várias chácaras naquela região.
- Ah é aquela grande e que tem uma fachada rosa.
- Ah sim, sei qual é.
- Tudo bem, eu espe... Ai solta, eu quero falar.
- Oi Annie, é a Clarisse.
- Hmm, oi Clarisse, o que esta acontecendo?
— É uma fria Annabeth! Não concorde com isso!
- O que? Como assim?
- Ela quer fazer uma festa cor de rosa! Não deixa Annie. Todos terão que estar vestidos de rosa.
- Deixa eu falar com ela.
- Impeça isso.
- Oi Annie.
- Como assim uma festa cor de rosa Drew?
- Ah, você sabe que eu gosto de rosa.
- Eu não tenho roupa rosa!
- Eu te empresto um vestido, ele não é tããão rosa, é salmão.
- Tudo bem Perua, mas o Percy também tem que ir de rosa?
- Com alguma coisa rosa.
- Você fode assim em meu.
- Ah fala sério Annie, ele fica gato de qualquer jeito.
- Eu sei disso Drew, ele é M-E-U namorado! E eu não sei se ele tem coisa rosa.
- Ai eu já não posso te ajudar, agora eu vou desligar, quando chegar passa la em casa e pega o vestido. Tchau gata.
Ela desligou na minha cara. Vaca.
- Annie? – Tyson abriu a porta do quarto.
- Oi pequeno. – Abri os braços e ele veio correndo e me abraçou.
- Eu não quero que você vá embora.
- O lindinho, eu não posso ficar aqui pra sempre. Quem sabe no final do ano eu não volto em? Não fica triste.
- É pra você voltar. – Ele me estendeu a mão com um desenho, nele tinha desenhado uma menina loira um menino de cabelos negros e olhos escuros. Duas flechinhas faziam a legenda da imagem, Annie e eu. Meus olhos marejaram.
— Eu vou voltar pequenininho, você vai ate enjoar de me ver. Agora vem, vamos jantar. – Deixei o desenho em cima da minha mala quase pronta, peguei sua mão e descemos as escadas.
...
Despachamos as malas depois de fazer o check-in e estávamos prontos para embarcar.
- Não chora em lindo. Não quero ver você chorando. – Tyson me abraçou e fez que sim com a cabeça.
- Tchau Annie. Eu vou sentir sua falta.
- Também vou. – Soltei ele e passei a mão no seus cabelos. Abracei Sally e lhe estendi um papel e uma caneta. – Eu prometi pra uma amiga minha que levaria um autógrafo seu pra ela. – Ela riu, virei de costas pra que ela pudesse assinar apoiada nela. Vi Percy se despedindo de Tyson com aquele toque estranho deles e depois ele o abraçou, sorri. – Obrigada Sally.
- Imagina querida. – Ela me deu outro abraço. –Prometa que vai voltar.
- Eu prometo. – Sorri pra ela e fui abraçar meu sogrinho.
- Boa viagem loirinha. E bem vinda à família. – Eu sorri e o abracei. – E só pra consta, acha que a mesa de sinuca me aguenta junto a Sally? – Ele sussurrou no meu ouvido. Eu corei mil tons de vermelho.
- Você adora me envergonhar né?
- Que tipo de sogro eu seria se não fizesse isso? – Eu ri.
- Bom, até mais pessoal, muito obrigada por terem me aguentado aqui.
- Volte quando quiser querida.
- E é pra voltar mesmo. – Tyson disse com os olhos cheios d’água.
- Eu vou voltar.
- Temos que ir anjo. – Percy passou seus braços pela minha cintura e beijou meus cabelos.
- Tchau gente. – Acenei pra eles e embarcamos.
- Percy?
- Diga.
- Você tem alguma coisa rosa?
...
Notas finais
Ficou como vcs esperavam ou faltou alguma coisa?? camente ;))
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