Meu Gêmeo Favorito
1 Prólogo
Notas iniciais
Estou muito animado reescrevendo essa fanfic, espero que fiquem tão animados quanto eu lendo!
Esse é o prólogo, bem curtinho, pra deixar um gostinho no ar! Logo eu posto a sequência, o máximo de intervalo entre capítulos será de uma semana em casos extremos, já que eu já tenho a maioria escrita aqui.
Boa leitura!
Pov. Duncan
Minhas pernas estavam dormentes de tanto correr. Já devia ter percorrido uns vinte quilômetros fugindo de mulheres-cobra, havia pelo menos cinco delas.
A princípio pensei que era apenas uma alucinação, afinal, não existem mulheres-cobra. Logo após uma delas ter cravado suas garras no meu braço, deixei essa ideia de lado.
Corri o que parecia uma eternidade até avistar dois adolescentes guardando a entrada de uma espécie de túnel. Eu digo guardando porque estavam armados. A menina, que se encontrava a minha direita estava segurando uma espada comprida, feita do que me parecia ouro. O garoto a minha esquerda estava com um arco em uma de suas mãos e uma aljava nas costas.
Achei que estava tendo alucinações de novo, pois não é muito comum adolescentes estarem armados com espadas, arcos e armaduras... Mas aí me lembrei das mulheres-cobras atrás de mim.
Quando o menino me viu, arregalou os olhos e cutucou com o cotovelo a garota a seu lado. Ela virou-se bruscamente em minha direção e um “O” brotou em sua boca.
Eu corri para mais perto deles e gritei:
— TEM UMAS MULHERES-COBRA CORRENDO ATRÁS DE MIM... ME AJUDEM!
Logo em seguida o garoto disparou uma saraivada de flechas, atravessando todas as mulheres-cobras e as transformando em pó dourado.
Parei de correr e me aproximei mais ainda deles e antes que eu perguntasse o que eram aquelas coisas atrás de mim a menina se pronunciou:
— Seu braço está sangrando, você está bem?
— Estou, vou ter que levar uns pontos, mas fora isso estou bem.
— Espera um pouco... – o garoto falou – mas devia ser impossível você se cortar... A maldição de Aquiles...
— Que maldição? – perguntei confuso – O que eram aquelas coisas atrás de mim? E quem são vocês?
Eles se entreolharam e olharam para mim. Depois de alguns segundos de silêncio o garoto respondeu:
— Está brincando né?
— Perdeu a memória de novo, Percy? – Disse a garota.
Hã?... Percy... Nunca conheci um garoto chamado Percy na minha vida.
— Que Percy? – perguntei.
O garoto caiu na gargalhada e em meio às risadas disse:
— Sempre... Engraçadão... Percy. – A garota percebendo o quanto eu estava confuso cutucou o garoto, que parou de rir e me olhou estranho.
— Têm certeza que está se sentindo bem Percy? – perguntou a garota.
Mas quem raios é Percy? Só podiam estar querendo caçoar com a minha cara. Perguntei novamente:
— Primeiro, quem é Percy? Segundo, quem são vocês? E terceiro, o que eram aquelas mulheres-cobra?
Eles me fitaram incrédulos e começaram a murmurar um para o outro coisas sem nexo pra mim. O garoto me olhou e disse:
— Eu sou Frank, essa é a Hazel – apontou com a cabeça para a garota ao seu lado.
— Venha, vamos levá-lo até Reyna, ela lhe explicará tudo o que quer saber.
Assenti com a cabeça, dei um passo e senti uma dor profunda em meu braço, estava sangrando muito, nem havia percebido. Só lembro de dar outro passo e desabar no chão.
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