Meu Bem, Meu Mal - 2º Temporada. - Uma Outra Eu.
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Capítulo 3
- Não, não vai ficar nada bem! — disse soluçando — Eu sou uma pessoa má. Matei várias pessoas. Gostei e matarei mais se deixar.
- É sua natureza agora. Mas você pode se controlar. Se quiser eu te ajudo — disse ele.
- Quantas pessoas você já matou? — perguntei enxugando minhas lágrimas .
- Muitas, já perdi as contas — ele deu um sorriso de lado.
No dia seguinte ...
— Você vai embora? Pensei que fosse me ajudar! — perguntei apreensiva.
- Eu vou te ajudar ... Não estou indo embora — respondeu Damon.
- Mas você esta colocando suas coisas na mala! — disse irritada e andei em sua direção.
- Estou desfazendo a mala — respondeu ele — Só vou embora quando você me mandar embora ou enjoar de mim. Mas isso nunca vai acontecer — disse ele presunçoso.
Dei um soco de leve em seu ombro.Bom, eu achei que foi leve, mas ele caiu sentado no chão. Comecei a rir.
- Me desculpe — falei ainda rindo e estendi a mão para ele poder se levantar.
Mas ele me puxou e cai em cima dele. Ficamos nos olhando ... Parecia que o tempo tinha parado, os sons externos silenciaram-se e tudo começou a mover-se devagar. Seus lábios se aproximaram dos meus.
- Senhor Salvatore! O táxi que o Sr. pediu chegou — gritou alguém batendo na porta e nos interrompendo.
Sorrimos um para o outro. Me levantei, sentei na cama e ele foi falar com SEJA LÁ QUEM FOR ...
Depois de um tempo ele voltou.
- Quem era? — perguntei.
- Ninguém importante — respondeu ele.
Estava com um sorriso travesso.
- Esse cheiro! — comecei a fungar — É sangue? — perguntei animada e minha boca começou a salivar.
- Sim — ele me mostrou uma bolsa de sangue.
Estendi a mão pronta para pega-la. Mas ele a escondeu atras de suas costas. Me enraiveci.
- Só que essa é minha — disse ele.
- E eu? — perguntei batendo o pé.
- Saia e arrume sua refeição. Essa aqui — ele sacudiu a bolsa de sangue — É minha!
- Mas esta sol la fora. Eu vou morrer queimada — protestei.
- Hã ... É mesmo, você não tem um anel que protege do sol — ele mostrou sua mão com um anel com e uma pedra azul em seu dedo — Terá que esperar anoitecer então.
Damon sorveu todo o conteúdo da bolsa. Eu fiquei só observando. Doida para pular em seu pescoço e pegar aquele manjar dos deuses de suas mãos.
Eu não tinha mais unhas para roer. Passei o dia inteiro ansiosa. Apreensiva para que anoitecesse logo. Só que demorou uma eternidade. Fiz um teste e coloquei minha mão no sol. A dor foi insuportável e rapidamente a retirei. M e escondi no fundo do quarto. Damon disse que aquela era a única bolsa de sangue. Mas 2 horas depois ele apareceu com outra bolsa de sangue. Ficou dando pequenos goles para me provocar, mas como sou orgulhosa fingi não me importar e o ignorei. Ele revirou os olhos e saiu de perto de mim. Dei uma risadinha abafada.
Já estava ficando fraca e não estava conseguindo pensar direito. Meus pensamentos estavam confusos.
- Se você quiser, já pode sair. Já anoiteceu — disse Damon.
Me levantei da cadeira rápido demais. Tive uma tontura e me sentei novamente. Foi quando vi Damon com outra bolsa de sangue.
- Você disse que só tinha uma! — gritei. Eu quase convalescente e ele me negando sangue. Fiquei revoltada.
- É assim que você acha que vai conseguir o quer? — ele fechou a cara — Não se ganha o que quer no grito, não é fazendo bico ou birra. Se você realmente deseja algo, vai lá e tome a força — disse ele com um olhar sombrio. Eu até fiquei com medo.
Ele saiu do quarto e depois voltou com uma sacola e a jogou para mim.
- Vista-se! Vamos sair — falou ele.
Retirei da sacola um vestido vermelho, tomara-que-caia e curtíssimo.
- Eu não vou usar esse vestido de piriguete! — protestei.
- Estou te esperando na sala — disse ele ignorando o que eu disse. Saiu do quarto e fechou a porta.
Fiquei encarando o vestido, não combinava comigo.
[ ... ]
Ele estava sentado e tamborilando o dedos no braço do sofá. Quando me viu, ficou de queixo caído.
- Esta tão ruim assim? — perguntei — Você não gostou! Eu vou me trocar — me virei e andei em direção ao quarto.
- Não, espera! — ele apareceu na minha frente e colocou as mãos em meus ombros.
-Você esta linda! — disse ele e foi impossível não sorrir ao elogio — Vamos? — ele estendeu o braço, pousei minha mão em seu braço e partimos.
Notas finais
Aguardando revs :)
XOXO
Fale com o autor