Notas iniciais
Ta ai o capitulo 6... desculpem pela a demora, mas é o máximo que to conseguindo escrever!
Não me levem a mal, mas galera eu trabalho e escrever não é meu trabalho, então tenho que me dedicar com o que me dar condições, com o que recebo para fazer! eu escrevo por amor, escrevo para ver outras pessoas curtindo o que eu escrevo. Sei que é falta de respeito com vocês leitores abandonar fanfics, e peço desculpas por todas as fics que infelizmente parei de escrever por falta de tempo, mas também não é legal ficar cobrando do escritor, ou ficar grilado com o mesmo!
Vou parar de falar
boa leitura.

Holy water cannot help you now

A thousand armies couldn't keep me out

I don't want your money

I don't want your crown

See I have to burn your kingdom down

Holy water cannot help you now

See I've had to burn your kingdom down

And no rivers and no lakes can put the fire out

I'm gonna raise the stakes

I'm gonna smoke you out

Seven devils all around you

Seven devils in my house

See they were there when I woke up this morning

I'll be dead before the day is done

(Seven Devils- Florence and The Machine)

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“São nas piores horas que encontramos os melhores amigos”

era quase noite quando recebi o telefonema de um cara estranho, ele marcava o encontro para a noite para a entrega dos Pokémons. Sim eu havia ligado para o cara do Grupo Rocket e havia escolhido três Pokémons e dado os dados do cartão credito do Chris para descontar a metade da compra, a outra metade eu levaria em dinheiro quando fosse receber as pokébolas, iria usar esse encontro para descobrir mais sobre o Grupo Rocket, quem sabe talvez conseguir dar alguns passos para eu conseguir me infiltrar.

Pelo menos esse era meu plano, tomei banho e vesti as roupas mais discretas que eu tinha, calça jeans preta e camisa sem estampa da mesma cor; coloquei um toca preta na cabeça e me senti um ladrão próximo ao momento de assalto a banco.

Antes de sair tentei ligar para o Chris mais o celular dele estava desligado, então deixei um recado por voz, disse a onde seria o encontro e para ele me esperar pois teria muitas novidades.

“Pikachu cuide do bebê” falei em um tom serio.

“Pika...pika...Pikapi” Ele nitidamente reclamava.

“Não se preocupe, sou rico, muito rico, eles iram me tratar super bem, afinal sou um cliente com super potencial” falei em um tom tranquilo.

Confesso que fiquei com medo de dar meus próprios dados e eles descobrirem que eu era um Wolke, por isso usei o cartão do Chris, lógico que depois iria pagar, mas o Chris falou que nem precisa que o pai dele tinha muito dinheiro, sim nós dois éramos mauricinhos milionários. Só que o preço dos Pokémons nos assustou, cem mil por cada um era um preço exorbitante, mesmo os Pokémons sendo a ultima evolução de sua espécie cem mil era algo que poucos poderiam pagar.

Peguei um taxi e fui até o local combinado, um grande galpão abandonado, não poderia correr o risco deles me roubar o Entei, então não o levei comigo, tinha certeza que meus outros Pokémons poderia me livrar de qualquer enrascada que eu poderia estar entrando, apertei a mochila em minhas mãos, dentro dela estava a cento e cinquenta mil coroas de ouro (moeda do reino, quantia retratada como C$150.000,00), caminhei para dentro do galpão e quase morri de susto quando a porta se fechou atrás de mim, me virei e vi dois homens de terno fechando a porta.

“Boa noite” um sujeito bem vestido dizia aparecendo na luz para se visto, o galpão estava escuro e apenas a luz da lua iluminava o local, tal luz só entrava por uma única janela com vidros quebrados então somente um pedaço do local era iluminado deixando o resto totalmente às escuras. “Senhor Phillips, tenho aqui seus Pokémons, você tem o combinado?” ele abriu sua maleta mostrando três pokébolas “Um Charizard, um Venusaur e um Golem, todos recém-evoluídos por pedras evolutivas, dóceis e prontos para serem treinados da maneira que desejar”

Dei um passo para frente entrando na luz, abri minha mochila para ele ver as notas com a face do antigo rei Ricardo. “Cento e Cinquenta mil Coroas de Ouro” falei.

“Hum... interessante” ele dizia largando a maleta no chão, então mais rápido do o normal ele sacou uma pistola “Se pensar em se mexer você morre!” ele dizia em um tom frio “Quem não conhece Christopher Phillips o garoto gênio?” ele soltava uma gargalhada “Acha que vendemos sem investigar o comprador, logo nosso contato no Centro Pokémon nos informou que Christopher Phillips viajava junto com Joshuan Wolke, então logo percebi que isso poderia ser a tentativa imbecil de um idiota mimado tentando vingar a morte dos pais”

“Eu quero apenas comprar os Pokémons” falei em um tom assustado, sim eu estava realmente assustado.

“E eu sou papai Noel” ele dizia “Mas nós do Grupo Rocket sempre cumprimos o prometido” ele pegava a maleta do chão e caminhava na minha direção deixando a maleta ao meu lado e pegando minha mochila “Os Pokémons são seu e o dinheiro nosso, mas infelizmente você não sairá vivo daqui”

Os dois homens que fecharam a porta do galpão veio na minha direção, consegui desviar do soco do primeiro mais não do chute do segundo, logo eu estava levando uma surra, cai no chão com meu nariz sangrando e comecei a levar chutes, me senti tonto quando levei alguns chutes na cabeça, mas os que doíam de verdade eram os chutes na barriga, esses tiravam todo o ar dos meus pulmões.

“Podem parar, vamos acabar logo com isso” escutei a voz do homem, então o escutei o trick da arma sendo engatilhada e esse foi o som mais assustador de toda minha vida.

É o fim – Pensei fechando meus olhos, meus pensamentos foram para minha avó, sabia que ela não iria suportar me perder da mesma maneira que perdeu meu pai. Depois pensei na Mel, na Tia Rosa, nas minhas outras tias, no Chris e por ultimo pensei na Belle, e esse ultimo pensamento fez meu coração apertar. – Não quero morrer

Então escutei o som de tiros, mas eles não estavam acontecendo dentro do galpão e sim fora, logo a portão do galpão começou a ser golpeada, nesse exato momento peguei a pokébola do Blastoise e o libertei, a Tartaruga gigante já saiu rugindo e soltando jatos de água em todas as direções, uma passou raspando minha cabeça, usei a distração momentânea para tentar fugir, corri para o escuro e então escutei os tiros e vi os raios de luz que eles produziam no momento do disparo, continuei correndo, senti um dor no ombro, parecia um soco em chamas que fez eu quase tropeçar, dei mais um passo e cai sentindo uma dor horrível na perna, do jeito que cai eu vi o vermelho cobrir o chão. Um clarão apareceu na minha frente, vi homens saltando da porta para dentro do galpão, e uma intensa troca de tiros se iniciou, mas não demorou muito, pois logo os homens do Grupo Rocket caíram, olhei para a porta quando Chris entrou, ele segurava uma pistola prateada na mão direita.

“Chame esse maldito Pokémon de volta Wolke” ele dizia em um tom irritado.

Usei toda minha força para erguer a pokébola do Blastoise o chamando de volta, sabia que aquele Pokémon selvagem tinha ajudado a salvar minha vida e me senti grato por isso, mesmo sabendo que ele não tinha nenhuma intenção de me salvar, tinha apenas a intenção de destruir tudo que estivesse na frente dele.

Chris caminhou na direção do líder dos Rocket, nesse momento eu me esforcei para sentar, sentia uma dor incrível no ombro direito e outra dor na perna esquerda. Percebi que o homem ainda estava vivo, mas tinha levado um tiro na barriga.

“Você é burro ou louco?” Chris dizia “Vim sozinho para um encontro desses?” ele bufou irritado “Sabe que é um Wolke, sabe que a Organização Mafiosa conhecida como Equipe Rocket ou Grupo Rocket tem sua família como inimigos, e mesmo assim vem sozinho encontrar um deles, só pode ser louco”

“Louco” vomitando sangue “È você por ousar atirar em um membro família Rocket! Sabe quem sou eu?”

“Sei, um homem morto” Chris dizia antes de atirar por duas vezes na cabeça do homem o matando a sangue frio.

Senti-me tonto, que loucura era aquela? Por que Chris executou o homem a sangue frio, como Chris sabia atirar, quem eram aqueles caras que veio com o Chris, eu simplesmente tinha muitas perguntas e nem sabia como começar. Mas nem foi preciso pensar muito, pois logo tudo ficou escuro e eu senti meu corpo leve e por fim desmaiei, pateticamente desmaiei.

**

Caminhava por uma bela praia, a areia branquinha entrava por entre meus dedos me trazendo uma sensação estranha, o som das ondas do mar me deixava tranquilo, e o cheiro do mar era algo indescritível. Senti-me estranhamente feliz e bem, era como se todas as preocupações do mundo estivesse desaparecido, sorri animado com essa perspectiva, corri em direção ao mar pulando uma onde em seguida mergulhei, a água fria entrou em contato com meu corpo, e um delicioso arrepio percorreu meu corpo. Nadei mais para o fundo, então fiquei esperando vim uma onda, pulei a primeira que veio sentindo a água passar pelo o meu corpo, apreciando aquela sensação gostosa.

Assim fiquei durante algum tempo, só decidi sair do mar quando vi duas pessoas sentadas na praia, pareciam que apreciavam um piquenique. Nadei de volta para a praia, observei as pessoas mais de perto e percebi que eram um casal, um belo casal jovem, o cara era estranhamente parecido comigo, enquanto a garota era linda demais.

“Oi” falei meio sem graça.

“Senta ai garoto” o cara dizia, tinha a mesma idade que eu e ainda me chamava de garoto “Está com fome?”

“Sim” respondi me sentando em cima da toalha de piquenique.

A bela garota me entregou um sanduiche de pasta de amendoim e geleia, mordi um pedaço do sanduiche e logo lembranças me invadia, minha mãe costumava a fazer sanduiches iguais para mim, eram meus preferidos. Ergui meu rosto e olhei para eles, o rapaz sorria para mim e eu percebi que aquele era o sorriso do meu pai, senti lagrimas escorrerem pela a minha face.

“Meu filho” ele dizia “Não se arrisque assim”

“Não imagina como a gente se preocupou com você” minha mãe dizia “Não precisamos de vingança, não a queremos”

“Se quer a destruição deles, que seja pelo os motivos certos” meu pai colocava a mão em meu ombro “São monstros que fazem mal a Pokémons por isso eles devem ser parados, e não por uma vingança pessoal”

“Pense bem, planeje, não cometa esses erros infantis” minha mãe dizia “Com seu sobrenome nunca vai conseguir se infiltrar, seu plano de destruí-la por dentro não vai funcionar, pois esse foi nosso primeiro plano”

“Para vencer, precisa os enfrentar de frente, usando as mesmas armas deles” meu pai dizia “Nós vencemos eles de forma legal, usando leis, mas eles nos venceram no clandestino, então os vença no clandestino”

“Se cuide meu amado” minha mãe dizia “Estaremos te esperando, mas queremos que demore bastante antes de nós encontrarmos novamente”

Acordei sentindo minha cabeça latejar, abri meus olhos e vi Belle dormindo no sofá, olhei para o outro lado e vi Chris sentando em uma poltrona, ele lia um livro, parecia bem interessado na leitura.

“Ei” falei sentindo minha garganta doer.

“Finalmente acordou” ele disse fechando o livro “As cirurgias foram um sucesso, tiraram a bala que estava alojada em seu ombro e ajeitaram sua perna, a bala quebrou o osso” ele deu uma pausa “Por sorte não quebrou o nariz, mas quebrou duas costelas, seu rosto tá um pouco inchado”

“Estou me sentindo todo quebrado” falei.

“O que passou em sua cabeça?” ele perguntou “Não devia ter ido lá sozinho”

“O que é você Phillips?” perguntei.

“È complicado” ele dizia abaixando o olhar.

“Tente explicar!” exclamei.

“Sou filho do chefe de uma família que estar no ramo clandestino de bebidas, drogas e armas” ele dizia forçando um sorriso “Fui criado para herdar os negócios da família, mas meu sonho sempre foi ser um Mestre Pokémon” ele deu uma pausa erguendo a cabeça, olhando para o teto “Eu rejeitei minha família e meu sobrenome, passei a usar o sobrenome de solteira da minha mãe, e fui embora, meu pai jurou nunca me perdoar, e eu jurei nunca mais trocar palavras com ele”

“Hoje você falou com ele não?” perguntei me sentindo triste, por minha causa Chris teve que pedir ajuda ao pai que ele tem despreza.

“Eu liguei pra ele, ele chorou quando ouviu minha voz, disse que sentia saudades” Chris dizia “No fim vi que também sentia saudades dele, então não precisa se culpar, na realidade nós fez um favor, e ele foi muito prestativo mandou todos os homens da família que tem base na cidade de Pewter”

“Entendo” falei “Mas não parece muito feliz”

“Não queria matar novamente” ele sussurrou.

“Não foi sua primeira?” perguntei.

“Sou um Cordopatri” ele sorrio “Tive que matar meu primeiro homem quando completei seis anos de idade, foi meu batizo na máfia”

**

Ainda me sentia completamente quebrado quando acordei no outro dia. Dessa vez Chris não estava no quarto, só Belle, ela estava acordada sentada na poltrona a onde Chris estava na noite anterior, ela descascava uma grande maça e nem havia notado que eu tinha acordado.

“Hum..” falei.

Ela sorrio ao me ver acordado, me abraçou com a faca na mão mesmo, e eu fiquei com medo de lavar uma facada, pelo o jeito que estava minha sorte não seria nada estranho isso acontecer. Belle percebeu que estava com a faca na mão e se afastou.

“Desculpa...estava preocupada” ela disse “Quer maça?”

“Claro” falei.

Ela sorriu e então terminou de descascar a maça, cortou um pequeno pedaço, segurou em seus lindos dedos e levou até minha boca, aquele era o pedaço de maça mais gostoso que já comi, sorri para ela e ela retribuiu cortando mais um pedaço da maça.

Admito que aquele foi uma das melhores refeições, uma simples maça, mas foi dada a minha boca pela a garota que eu estava apaixonado, e isso era importante demais para mim, Belle podia ser tudo, imatura, safada e adorava brincar com meus sentimentos, mas isso não mudava nada em relação ao que eu sentia por ela, pois esses sentimentos eram fortes. Nesse momento, todo quebrado e machucado eu percebi uma coisa, Belle era meu primeiro amor, e pelo o que dizem as revistas femininas (eu não leio, li uma vez a revista da Mel) ‘O primeiro amor nunca se esquece’

“Pensativo” ela falou “Tá doendo muito”

“Só um pouco” falei “Obrigado por estar aqui”

“E a onde é que eu estaria a não ser do seu lado?” ela perguntou colocando sua mão em meu rosto “Você já é uma pessoa muito especial para mim”

“E você é a pessoa especial para mim” falei baixinho.

Belle se aproximou rapidamente e logo nossos lábios se encontraram, senti seus lábios macios contra os meus formando um selinho carinhoso, então ela abandou meus lábios e beijou minha testa, sua mão ainda acariciava meu rosto, fazendo meu coração se aquecer.

“Melhore logo” ela falou “Ai teremos uma conversa importante”

Notas finais
valew reviews??
diz que sim vai!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.