Mestres Pokémon
5 Capítulo III
Notas iniciais
esse capitulo é muito importante para o decorrer da historia!
Espero que vocês curtam o capitulo e que deixem seus comentários ^^
desculpem, não tenho beta pra essa fanfic.
Boa Leitura!
Nenhum homem sabe como é mau até que tenta esforçar-se por ser bom. Só poderás conhecer a força de um vento procurando caminhar contra ele, não te deixando levar.
(C. S. Lewis)
No momento que o combate começou eu simplesmente fechei minha mente, nesse exato momento não importava quem estava na plateia, para mim nem existia plateia, era apenas eu e tia Rosa, Pikachu contra Gyarados, isso era tudo que importava para mim.
“Um Pokémon elétrico?” tia rosa dizia soltando uma leve gargalhada “Acostumei todos meus pokémons aquáticos com eletricidade, Gyarados toma choques de trovão de pokémons muito maiores que esse seu pikachu, isso só no café da manhã”
Não a respondi, não entendi por que muitos treinadores tinham o estranho habita de ficar conversando em meio a uma batalha, e tia Rosa parecia ser do pior tipo, contava vantagem e acabava me entregando segredos valiosos, agora sabia que tinha que fazer Pikachu se aproximar o máximo de Gyarados, e soltar seu Choque do Trovão com potencia total.
“Gyarados, investida com raio de gelo” tia Rosa gritava.
Meu celebro começou a trabalha de uma forma assustadora, me deu até uma pequena dor de cabeça, vi o ataque do Gyrados antes mesmo de aconteceu, tudo em câmera lenta, pude ver seus pontos fortes e seus portos fracos, tudo em questão de segundos, então tudo voltava a normal.
“Salte, Choque do Trovão na água, use o impulso do choque para subir o mais alto possível” falei.
Logo i imenso dragão azul se movimentou, sua velocidade era incrível para um monstro daquele tamanho, sim, tia Rosa era uma excelente treinadora, no momento que Gyarados lançou seu raio de gelo, Pikachu saltou, o choque do trovão dele causou uma grande explosão na água, logo criou vapor, tal vapor escondeu completamente Pikachu, eu sabia que ele estava o mais alto possível, em queda livre.
“Investida Trovão” falei.
“Ele estar encima de você” tia Rosa Gritou “Cauda de gelo”
Antes mesmo do ataque aconteceu eu vi que tinha feito uma escolha errada, e no momento que aconteceu eu percebi que estava errado, a escolha tinha sido muito errado.
“Cúpula de Eletricidade” Gritei, esse era um ataque novo, na realidade era defensivo, queria uma forma de proteger o Pikachu, e encontrei na eletricidade dele, a defesa teoricamente era simples, criava uma cúpula protetora de eletricidade em volta dele.
Mesmo assim Gyarados rebateu Pikachu com a cauda igual um jogador de beisebol rebate uma bola com seu taco, Pikachu voou para o alto, batendo no teto do ginásio, e eu só pude torcer enquanto ele caia, torcer para ele não cair na água.
Tive sorte, Pikachu caiu em uma das plataformas de metal, isso impediu dele virar isca de dragão, mesmo com a proteção da cúpula percebi que Pikachu sofreu danos, me xinguei mentalmente, sabia que errei por não ter analisado melhor minhas opções, escolhi um ataque direto contra um Pokémon umas cem vezes maior que o meu.
“Desculpa Pikachu” falei “Consegui continuar?”
Pikachu virou sua cabecinha pra mim e revirou os olhos, dizendo claramente que eu estava sendo um idiota em perguntar isso, confesso que a coragem dele me animou, logo puis meu celebro para funcionar, em questão de segundos eu consegui ver dezenas de formas de ataque, e a maioria acabava com Gyarados dando uma surra no Pikachu, apenas uma me daria a vitoria, mas era difícil e arriscada.
“Novamente investida e Raio de Gelo” tia Rosa ordenou.
Novamente o imenso Dragão veio com tudo na direção do meu pequeno ratinho. – Espere – pensei. – Espere – Ele abriu sua boca e soltou um raio azul a poucos metros do Pikachu. – Espere....espere... agora –
“Use sua cauda como impulso, salte por cima do Raio, Investida, pra dentro da boca dele, Choque do Trovão potencia máxima” falei.
Foi tudo muito rápido para quem assistia, para mim tudo estava em câmera lenta e o tempo demorava a passar, observei Pikachu usar sua cauda para saltar ainda mais rápido, então ele atacou, logo Pikachu se tornou apenas um borrão amarelo, então o borrão apareceu dentro da boca do Gyarados, foi nesse momento que eu vi que exagerei, não devia ter dado a ordem para potencia máxima, mas era tarde demais, a explosão em amarelo que se seguiu foi tão forte que fez meu corpo saltar pra trás fazendo eu cair sentado no chão, não conseguia ver nada, creio que todos no ginásio estava como eu, visão embaralhada por causa da luz, pisquei varias e varias vezes, logo vi sombras e das sombras a visão foi voltando, a arena do ginásio estava destruída, a piscina explodiu e a água vazou, as paredes chamuscadas. Ajoelhei-me para ver se Pikachu estava bem, então o pior momento da minha vida tomou forma, Pikachu estava em cima de Gyarados, usava suas patinhas para tentar movimentar o imenso dragão, lagrimas começaram a se formar em meus olhos, logo elas escorriam por minha face.
“Não... Não... NÃOOOOOOOOO” tia Rosa gritava.
Lembranças de minha infância vieram à tona, uma tarde quentes de verão, nadando nesta mesma imensa piscina, eu, Mel e Gyarados, diferente de todos os Gyarados esse era dócil quando não estava em combate, lembrei-me dele deixar a gente escorregar em suas costas.
“Pikapiiii” gritava Pikachu, tentando acordar Gyarados. “Pikapiiii”
Era visível para todos que Gyarados não iria acordar mais nunca, pois ele estava morto, o ataque do Pikachu o matou, e tudo era culpa minha, calculei errado, o calor da batalha fez eu exagerar, não foi o Pikachu que tinha matado Gyarados, tinha sido eu, isso estava acabando comigo, queria sair correndo dali, igual um criminoso assassino, mas não podia, tinha que apoiar Pikachu.
“Pikachu venha” falei, as lagrimas teimavam em escorrer por minha face.
Ele não veio, continuou na sua tentativa desesperada de acordar o imenso dragão azul, e eu simplesmente não sabia o que fazer. Toda a plateia estava em silêncio, o único sonho escutado era o choro histérico de minha tia, e o desespero do Pikachu tentando acordar Gyarados. Um raio vermelho saiu da pokebola que estava presa na corrente que ficava em meu pescoço, Entei apareceu do meu lado, ele me lançou um olhar cheio de dor e pena.
Monte – falou em minha mente.
Naquele momento não tinha força nenhuma para não obedecer, montei nele e segurei em seu pelo macio, Entei saltou e aterrissou do lado do Pikachu. Desmontei e me aproximei do Pikachu.
“Pikabi pika pika pikabi chu” Pikachu falava sem parar, ele estava meio em estado de choque, me ajoelhei na frente dele e olhou no fundo dos seus olhos.
“Ele estar morto” falei “Não podemos fazer nada para salvá-lo”
Pikachu ficou calado, então lagrimas começaram a surgir em seus olhos, tais lagrimas rolaram por sua bochecha, era a primeira vez que eu vi um Pokémon chorar e confesso que essa era a cena mais triste que já havia visto em toda minha vida, o puxei para meus braços o apertando em um abraço e chorei junto com ele.
“Não tenho condições de continuar essa batalha, creio que nunca mais irei batalhar em toda minha vida” Tia Rosa dizia “Tome, é sua” então jogou a pequena insígnia, ela caiu perto de Gyarados.
Não iria pegar aquela insígnia, eu não a queria, que ficasse ali para sempre, eu não me importava.
Peguei-a – Entei falou em minha mente.
Não a quero – retrunquei
Peguei-a, não pegá-la ira significar que Gyarados morreu em vão, ele morreu por que lutou, e lutou para proteger a honra do ginásio, proteger aquela insígnia, portanto peguei-a – Entei dizia em um tom severo.
Soltei Pikachu e caminhei até a insígnia, peguei em minha mãe, ela tinha o formato de uma gota d’água, era de um azul lindo. A observei por um segundo, depois a prendi em minha jaqueta sem mangas, sem cerimônia, e sem nenhuma felicidade.
**
Aquela noite não voltei para a casa da minha tia, não tinha coragem de encara-la, invés disso fiquei na rua, em uma praça, a praça em si era linda, cheia de arvores de Sakura e uma linda fonte de água no centro, o problema era que a fonte tinha o formato do Gyarados, e isso trazia a tona as lembranças da tarde.
Pikachu dormiu em meu colo, ele chorou até dormir, sim, não era normal um Pokémon morrer em batalha, até mesmo na natureza, um Pokémon não matava outro Pokémon, os carnívoros caçavam animais comuns, as lutas por território ia até um grupo desistir, matar não, devia ser uma lei entre os pokémons, lógico que existia pessoais ruins o bastante que treinavam seus pokémons para matar não só outros pokémons como humanos, foram esses criminosos que mataram meus pais.
“Sabia que minha mãe estar morrendo de preocupação lá em casa” Escutei uma voz atrás de mim, olhei pra trás e vi Mel, seus olhos estavam inchados de tanto chorar.
Não consegui responder nada, apenas abaixei minha cabeça me sentindo a pior das pessoas do mundo, foi nesse momento que senti uma dor tremenda, tinha acabado de levar um soco na cabeça, um soco que fez meu boné cair.
“Que diabos pensa que esta fazendo?” Mel dizia em um tom irado “Não fique igual um assassino arrependido, afinal quando deu a ordem sabia que iria matar o Gyarados?”
“No momento da ordem não” falei com sinceridade “Só depois...depois vi que tinha cometido um erro, que tinha exagerado”
“Isso prova sua inocência, você não veio aqui com a intenção de matar, veio para ganhar uma insígnia, aconteceu um acidente” ela dizia se sentando ao meu lado no banco, havia lagrimas em seus olhos, mas ela segurava o choro “Mamãe pensa assim, ela passou a noite inteira te procurando, ela não quer que esse acidente lhe tire de seu caminho, você demorou demais para aceitar deu destino, você tem talento, você será o maior mestre Pokémon do mundo” Mel deitou sua cabeça em meu ombro “Não se sinta como um monstro, você não é um!”
Silencio, ficamos em silencio, apenas escutando o som das batidas do coração um do outro, e das batidas frenéticas do coraçãozinho do Pikachu.
Mel me convenceu a voltar para casa, Tia Rosa me recebeu com um forte abraço, e sim houve mais choradeira, e eu fui um dos que mais chorou, nunca vi as lagrimas como vergonhosas, eles mostram que as pessoas tem alma, sentimentos, depois disso pedi perdão para minha tia, Pikachu fez o mesmo, ela nos perdoou, mas não voltou atrás na decisão de abandonar as batalhas Pokémon, para minha tristeza a partir daquele momento era Mel a nova líder do ginásio, isso impediu nossos planos recentes, que era viajarmos juntos.
Fiquei mais um dia na casa da minha tia, como não poderia (e nem queria) ficar ali pra sempre eu parti, sem muitas despedidas, creio que foi um mais até logo.
**
Meu bebezinho Pokémon ficava em uma cesta que amarrei na garupa da moto, então não era difícil viajar com ele.
Decidi não seguir em frente para Saffron, tinha deixado um ginásio Pokémon pra trás, e uma insígnia, confesso que senti vontade de abandonar tudo e voltar pra casa, mas ti Rosa me falou um monte de coisa, e Entei me fez perceber os sentimentos dos pokemons, e sou estaria sendo um covarde se eu abandonasse tudo ali.
Então acelerei minha moto em direção a Pewter.
Devia estar com muito azar, no meio do Monte Lua o pneu da moto furou, sabia que estava longe demais de qualquer civilização, era um fato que teria que andar igual um condenado para trocar o pneu, então decidi esperar, aquela estrada era sempre movimentada, algum treinador iria passar e me ajudar.
Enquanto esperava treinava Poliwag em um duelo com Kadabra, era grande fato que Kadabra era bem mais forte, mas Poliwag estava melhorando, tinha ensinado para ele um ataque novo, e ele tinha empolgado com a capacidade de aprender novos ataques além dos normais de sua raça, e isso me trazia um pouco do animo perdido na batalha contra tia Rosa, era um prazer diferente ver um Pokémon fraco, pequeno e sem confiança ir evoluindo, se tornando autoconfiante, se tornando poderoso e grande nos olhos do seu inimigo, e eu agradecia os olhos clínicos que ganhei no nascimento, observar o Pokémon e ver seus defeitos era algo que me ajudava muito nesse processo.
Estava tão concentrado no treinamento que nem ouvi o som da moto que se aproximava, só ouvi quando estava praticamente em cima de mim, me virei e meu coração voltou a acelerar, era ela, Belle, estava sentada na garupa do idiota do namorado dela, eles pararam a moto ao lado da minha, e Belle foi a primeira a descer.
“Pneu furado” ela dizia, seu tom era descontraído “Que furada”
“Precisa de ajuda?” o cara perguntou.
Não respondi sonoramente, fiz um sinal de positivo com a cabeça.
“Belle minha flor” o cara falou, confesso que isso me incomodou, mas não podia fazer nada, ela era a namorada dele e não minha “Fique aqui enquanto eu e o Wolke vamos arrumar o pneu, não demoraremos”
“Poliwag, Kadabra, volte” falei, em seguida eles voltaram para suas pokebolas.
Montei na garupa do cara depois de tirar o pneu furado de minha moto, então observei Belle encostar-se à minha moto, ela acenava enquanto tomávamos distância, admito que era estranho estar na garupa da moto do idiota, mas ele parou para me ajudar, não poderia agir como um garoto mimado.
“Você sabe que não tem culpa, né?” Chris dizia em um tom baixo “Foi um acidente, eu não sei o que faria se estivesse no seu lugar, só sei que me sentiria como você se sentiu, todos naquele ginásio viu que você estava sofrendo”
“Obrigado” falei baixinho.
“Não estar sendo covarde voltando pra casa né?” ele perguntava.
“Não” falei “Sabia que você tem uma chata mania de dizer né?”
“Sim, Belle vive falando isso pra mim” Chris soltava uma gargalhada, me pegou de surpresa, sempre o imaginei como um chato incapaz de sorrir.
Depois disso passamos a ultima hora em silêncio, parecia que ele não tinha mais nada para falar comigo e eu não tinha nada pra falar com ele.
Chegamos em um borracheiro que ficava dentro de um posto de gasolina, enquanto o borracheiro arrumava o pneu eu passei na loja de conveniência para comprar um suco pro Pikachu, Chris veio junto e comprou um refrigerante para Belle. Quando saímos o pneu já estava pronto.
Fizéssemos o caminho de volta trocando algumas palavras, no fim ele não parecia tão chato quanto eu imaginava, até elogiou a defesa que criei pro Pikachu, e disse umas três vezes que eu e ele ainda teríamos nossa batalha, quando falei para parar a moto que iríamos batalhar ali e agora ele sorrio dizendo que nossa batalha séria algo mais épico, em algum torneio, eu rir junto e aceitei.
Era quase à noite quando chegamos à minha moto, Belle estava brincando de fazer cócegas no Pikachu, que por sua vez parecia mais animado, na realidade após a morte do Gyarados Pikachu passava a maior parte do tempo cabisbaixo, foi bom vê-lo se divertindo um pouco.
Não demorou muito para por o pneu no lugar, Chris me ajudou, mas já era noite quanto terminamos. Belle e Chris decidiram acampar comigo aquele noite, então tiramos a moto da estrada e arrumamos um lugar bom para armar as barracas, não foi surpresa para mim quando vi que Belle e Chris usavam a mesma barraca, mas isso não impediu do meu coração se encher de ciúmes. Belle fez um cozido de carne e verduras, enquanto ela preparava eu cuidava dos meus pokemons, dava razão para eles e lustrava seus pelos, Entei tomou toda a atenção de Belle e Chris. Escorei na barriga do Entei enquanto comia o cozido, que estava simplesmente perfeito, Belle comia e dava de comer ao meu Bebê Pokémon, ela ficou fascinada com ele, não era pra menos, ele realmente era fascinante.
Chris foi dormir primeiro deixando eu e Belle sozinhos, Pikachu já estava na barraca dormindo, enquanto Poliwag e Kadabra dormião enrolados um no outro, Entei dormia de forma tão tranquila que mal podia se escutar sua respiração, Belle segurava o pequeno Lians no colo, ele havia dormido no colo dela e ela estava curtindo demais estar com ele assim para coloca-lo de volta em sua cesta.
“Com frio?” perguntei notando que ela estava todo encolhidinha.
“Um pouco” ela respondeu.
“Vem pra cá, Entei é grande e quente” falei sorrindo.
Ela sorriu e veio pra perto de mim se sentando do meu lado também encostada-se ao Entei, nossa proximidade me deixou meio inseguro de mim, como eu desejava abraça-la e beijar sua boca.
“Como você estar?” ela perguntou.
“Bem, ainda machuca, tipo passei boa parte da minha infância com aquele Gyarados” falei.
“Eu sei, sua tia me contou, eu conheci Rosa quando tinha doze anos, no dia que ganhei a insígnia da Cascata, desde então somos amigas” ela em tom baixo “Ela me falou que estava com medo de você desistir, você demorou muito para tomar a decisão de ser um treinador”
“Eu pensei em desistir” fui sincero “Mas não seria justo para Gyarados, eu me tornar treinador só para mata-lo e depois ir embora, não, me tornarei o numero um do mundo e honrarei a memória da minha primeira batalha”
“Você é forte, corajoso e talentoso” ela dizia encostando seu ombro no meu, eu era mais alto, então a olhava por cima, ela sorrio me lançando uma piscadela “Tem um futuro incrível pela a frente”
“Obrigado” falei já me levantando “Vou dormir!”
“Ahh... já?” ela perguntava.
“Sim” falei, em seguida me curvei deixando nossos rostos bem próximos, ela ficou completamente corada mais não se afastou “Não consigo ficar muito tempo sozinho com você sem lembrar daquele beijo, melhor eu não me provocar” sussurrei.
Belle emudeceu os lábios, seus olhos azuis lindos me hipnotizavam, eu sabia que mesmo achando o Chris um cara não tão chato, eu ficaria com Belle sem me conter, a tomaria em meus braços e a roubaria dele, fazendo dela minha.
“Foi um erro!” ela também sussurrava “Mas foi um delicioso erro” ela rompeu mais um pouco da distancia, nossos lábios chegaram a se tocar levemente, então ela se afastou com uma expressão de culpa “Mas eu não posso, eu não consigo trair, você deixa minha mente nublada e faz eu desejar errar” ela deu uma pausa para se levantar “Mas você não é nada, apenas um desejo, uma aventura. Chris é tudo para mim, eu o amo, por isso peço, quando minha mente ficar nublada perto de você, lembre-se das palavras que eu disse hoje, lembre-se que você é apenas uma aventura, um desejo que ficou maior a partir do momento que eu soube de quem era filho” ela parou me entregando Lians “Desculpe se estou sendo cruel, mas preciso ser para acordar nós dois, eu o desejo por ser filho de Dan Wolke, e sou maluquinha o bastante de estragar a relação séria que tenho com Chris por causa disso, se eu for sincera agora que estou consciente fará você não querer ser usado quando eu não estiver sã”
“Eu entendi” falei “Com sinceridade, agora eu não ficaria com você nem se fosse a ultima mulher do mundo”
“Duvido” ela falou sorrindo.
“Louca” falei indo para minha barraca “Que não nos esbarremos novamente”
“Igualmente” ela falou indo para a barraca que dividia com o Chris.
*
Acordei extremamente mal humorado no outro dia, desmontei a barraca antes mesmo dos dois pombinhos acordarem, já estava com tudo arrumado na minha moto para eu seguir viagem quando Chris apareceu ao meu lado.
“Pulou da cama?” ele perguntou.
“Vontade de ir embora” e ficar longe de sua namorada louca – pensei.
Belle saiu da barraca, seus cabelos estavam desgrenhados, seus olhos com remela, ela vestia um blusão muito grande para ela, que fazia ela ficar gorda, e sim mesmo assim eu ainda a achava a mais linda das garotas.
“Meu Deus, só percebemos a verdadeira aparência de uma pessoa quando a vemos logo depois de acordar!” falei tentando provoca-la.
“Eu penso que só vemos o verdadeiro caráter de uma pessoa depois de vemos depois dele levar um fora” ela dizia em um tom cheio de veneno.
“Que bom que se dão tão bem” Chris dizia sorrindo, era incrível como aquele chato tinha senso de humor “Então Wolke, gostaria de viajar com a gente?, duas motos tira os ricos de ficarmos presos na estrada, além que podemos dividir o gasto da alimentação”
Silêncio...Silêncio.
“Nãoooo” Belle falou no susto.
Fiquei cheio de raiva “Sim” falei só para provoca-la “Será um prazer”
Ela fez uma careta que dizia claramente O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTAR FAZENDO, só ai percebi que eu não sabia o que estava fazendo, aquela decisão tomada por birra poderia transforma minha vida em um verdadeiro inferno. Então igual um louco que muda de animo de uma olha pra outra eu abrir meu mais largo sorriso, se minha vida fosse virar um inferno eu faria da vida da maldita Abelle Rodriguez um inferno maior ainda.
Notas finais
Recomendação também é um extra em motivação! Não deixem de mandar o seu! e ajude a divulga essa fanfic! Mais leitores é igual a mais capítulos heheh ^^
Ok alguns pediram para mim fazer capítulos maiores, pois sabem que eu consigo escrever capítulos de 16 mil palavras e tal, o porem é o seguinte, se eu fizer um capitulo de 10 mil palavras, vou demorar um Mês ou mais para atualizar, então vamos continuar com esses desses tamanho! pois ai teremos capítulos mais rápido!
Seguirei com tamanhos assim, no minimo de 3 mil palavras e no máximo 4 mil, ok?
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