Notas iniciais
Sei que não ficou muito bom, é que sai do emprego que tanto amava, então ganhei tempo de escrever, passei muito tempo escrevendo esse capitulo mais a tristeza fez não sair nada melhor, prometo compessar esse capitulo com o capitulo 3, que terá uma excelente batalha!
espero que curtam e desculpem a demora.
P.S: sim tem uma cena de sexo, afinal a proposta dessa fic é mostrar que um treinador de pokemon pode ser safado kkkk (ok não é a proposta principal, mas é uma delas, Josh vai comer muita mulher antes de se juntar com a amada)
Boa leitura

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Meu coração quase saiu pela a boca quando a linda garota começou a andar na minha direção, ela não tirava os olhos de mim, já estava começando a ficar animado, ela parou dois passos na minha frente.


“Que incrível!!” ela falou “È uma replica perfeita”


Então minha animação foi por água a baixo, ela apontava para o boné, simplesmente não tinha me reconhecido, me beijou daquela maneira e nem me reconheceu, aquilo realmente me deixou meio triste.


“Ohh que Pikachu dócil, sabe já tive um e ele era uma peste!” ela continuava a falar sem me reconhecer, o Pikachu que estava dormindo nem se moveu.

“Qual é seu nome?” perguntei, tinha pelo menos que saber o nome dela.

“Abelle Rodriguez, mas me chame de Belle”ela respondia em um tom gentil “Três dígitos da LMP”

“Ohh... tão jovem e já é uma LMP?” perguntei fingindo surpresa.

“Comecei cedo!” ela dizia meio corada “Então me diz a onde encontrou uma replica tão bem feita do boné da lenda Dan Wolke? Sou a maior fã dele, viajo de moto, uma replica da lendária moto de Dan”


Fiquei meio que sem palavras, sabia que meu pai era alguém conhecido, foi o treinador que ficou mais tempo no top da LMP, mas ainda não estava preparado para ver o tanto que ele era conhecido, era estranho ver os outros falarem do meu pai como se eles os conhecessem.


“Sabia que essa não é a primeira vez que a gente se ver?” falei mudando de assunto, queria contar pra ele quem eu era e não queria falar do meu pai. “A primeira vez que te vi, você usava uma mascara”


A expressão dela foi mudando aos poucos, logo sua face começou a corar, então ela usou as duas mãos para esconder a face, suas orelhas estavam vermelhas igual pimentão.


“Meu Deus que vergonha” Belle dizia baixinho.

“Não precisa ficar com tanta vergonha” falei da boca pra fora, pois eu mesmo estava corado.

“Esse Pikachu dócil e dorminhoco é aquele mesmo Pikachu que eu lhe dei?” ela perguntou apontando para o Pikachu.

“Ele só precisava de um treinador parecido com ele” falei sorrindo.

“Você viaja sozinho?” Belle perguntou.

“Sim, viajo sozinho e também viajo de moto”respondi com a esperança dela me convidar para uma parceria. “E você, viaja sozinha também?”

“Hum...” nitidamente ela ficou sem jeito “Não sei como dizer, mas...hum viajo com meu namorado”

“Namorado?” foi inevitável minha reação entregou meu desapontamento.

“Sim, eu tenho namorado,então espero que entenda que eu necessito que... você sabe, o beijo, fique entre nós” ela dizia super corada e sem jeito “Eu estava fora de mim, estava na casa a onde cresceu Dan Wolke, em uma tradicional festa que ele deve ter participado varias vezes, tinha bebido mais do que o normal...”

A interrompi “Não precisa se explicar mais” dei uma pausa para tentar mudar a minha expressão “Fingiremos que não aconteceu” Já não estava com fome, queria somente sair dali, ficar sozinho “Então eu já vou, boa sorte em sua jornada”falei já saindo andando.

“Espere!” ela dizia segurando em meu braço. “Você nem me disse seu nome”

“Josh” falei “Chama-me apenas de Josh”

“Foi um prazer te conhecer Josh, tenho certeza que nós esbarraremos novamente” ela dizia já soltando meu braço.


Eu nada disse, apenas sorrir da forma mais falsa possível e sai do refeitório o mais rápido possível, estava triste, chateado, desapontado e com o coração partido.

Passei pelo o Hal de entrada sem nem olhar nada, o Centro Pokémon não era só um hospital para Pokémons, era uma espécie de hotel para treinadores, e naquele momento a única coisa que queria era meu quarto, deitar e dormir logo, assim poderia esquecer o beijo maravilhoso de Belle, ou esquecer o fato que mesmo sem pretensão foi ela que fez eu me tornar um treinador.

Entrei no quarto que provavelmente iria dividir com algum pirralho idiota, aqui era assim, as mulheres dividiam quartos e os homens dividiam outros, na realidade eu tinha esperança do Centro Pokémon estar vazio o bastante para eu não precisar dividir o quarto com ninguém, então quando percebi que não havia mais ninguém no confortável e pequeno quarto equipado com duas camas de solteiro e com um belo papel de parede azul, eu realmente me senti menos deprimido, caminhei até a cama da direita jogando minha mochila em cima dela, Pikachu acordou nesse momento, mas ele logo puxou a coberta da cama pro chão e deitou nela, um segundo depois estava dormindo novamente. Caminhei até a cama e me sentei, encostei minha costa na parede e fiquei olhando para o teto, não sei exatamente quanto tempo demorou, pareceu minutos, mas infelizmente a porta se abriu, só que não era um pirralho, era um cara mais o menos com minha idade.


“Boa noite” falou em um tom comum.

“Boa noite” respondi.

“Sou Christopher Phillips” ele se apresentava já indo se sentar na outra cama “E você quem é?”

“Joshuan Wolke” respondi sem me importar de revelar meu sobrenome.

“Outro idiota que finge ser parente de Dan Wolke?” ele dizia sem alterar o tom, percebi que ele era um rude idiota.

“Não, eu realmente sou parente do Dan, mas isso não vem ao caso, não preciso provar nada a ninguém e muito menos a você” falei já irritado, deitei na cama.


Não sei quanto tempo eu precisei para dormir, só sei que quando dormi eu nem vi a noite passar, quando acordei o rude idiota já tinha ido embora, e isso me deixou mais feliz.

Para minha alegria nem o rude e nem a Belle estava no refeitório quando eu comi bacon tostado e ovos mexidos no café da manhã, logo depois do café peguei o Abra e fui treinar.

Foi preciso dois segundos observando-o em uma luta contra o Pikachu para eu perceber seu grave defeito, Abra odiava lutar, sentia medo, o medo o bloqueava, ele não conseguia realizar nem o seu mais simples ataque. Demorei mais alguns minutos pensando no que fazer para tirar esse medo, então percebi que o Abra amava doces, e comecei a dar doces para ele sempre que ele acertasse algum ataque, o motiva com os doces, isso ajudou um pouco, mas não era o bastante, tinha que arrumar um jeito de fazê-lo se concentrar na Batalha, então parei o treino e fui conversar com ele, expliquei que ele não se machucaria se vencesse, bastava vencer todos seus duelos, se vencesse nunca mais se machucaria.

Quando reiniciei o treinamento eu já percebi a mudança, Abra estava bem mais concentrado, conseguia desviar dos rápidos ataques do Pikachu, e após algumas quedas ele começou a contra-atacar, de inicio com ataques fracos, logo depois os ataques foram se fortalecendo.

Encerrei o dia treinamento bem animado, sabia que ainda teria muito trabalho com Abra, mas tinha certeza que poderia fazer dele um dos Pokémons mais fortes.

Voltei para o Centro Pokémon para pegar minhas coisas, não demorei muito para arrumar minha mochila, quando sai do centro, para minha tristeza, Belle e o Rude estavam rodeando minha moto, os dois pareciam maravilhados, os ignorei e andei na direção dela, já a montando.


“Essa moto é sua?” Belle perguntou.

“Não sabia que a família do Dan tinha leiloado a moto dele” o idiota falou.

“Vovó jamais leiloaria a moto do meu pai” falei em um tom sério “Herdei essa moto, o boné e isso também” tirei a pokebola que estava na corrente do meu pescoço já a jogando no espaço vazio, um segundo depois Entei apareceu.


Se mostrando? – ele perguntou diretamente em minha mente.

Não, apenas não gosto de ser chamado de mentiroso – Respondi – Pode voltar agora.


Entei fez um som parecido com uma risada antes de voltar para a sua pokebola, enquanto isso Belle e o idiota ainda estavam de queixo caído, confesso que era uma cena até engraçada.


“Você é filho dele?” Belle perguntou.

“Sou!” respondi.

“Que máximo!” ela dizia dando um saltinho.


Eu nada disse, não tinha nada a dizer, fui extremamente imaturo e ridículo ao mostrar Entei para eles, devia simplesmente ir embora, mas algo naquela garota fazia eu fazer besteira, por isso queria me afastar o mais rápido possível dela, dei partida na moto e a puis em movimento.


Sabe que vamos nos encontrar novamente não?” o idiota gritou “Não vai fugir do meu desafio

“Posso vencê-lo quando eu quiser” falei baixinho mais para mim mesmo do que para qualquer um, no fundo do meu coração desejei não encontrar nenhum dos dois.

***

(( A partir daqui uma pequena narração))


A viagem até Pewter não seria tão longa, mas era um fato que eu tinha dois Pokémons e um Pokémon lendário, Entei não lutaria por uma insígnia, então eu teria que capturar um outro Pokémon para poder seguir a Pewter e desafiar o líder do ginásio. Com isso enrolei ainda mais a viagem, mas aproveitei para treinar Abra e Pikachu, tão esforço foi recompensado quando em meio a um duelo contra Pikachu ele evoluiu para Kadabra, a evolução em si já me deixou feliz, mas sabia que agora teria que mudar seu treinamento, exigir ainda mais dele, e confesso que isso me deixou ainda mais empolgado.

Enquanto os treinamentos com Kadabra e Pikachu evoluíam ainda mais, a tentativa de capturar um novo Pokémon estava um fracasso, talvez pela a meia incrível teima de conseguir um Pokémon aquático, e aquela região era simplesmente muito difícil (para não dizer impossível) conseguir tal Pokémon.

Como sempre fui teimoso decidir passar direto por Pewter, voltaria lá quando estivesse meu aquático, na Cidade de Cerulean eu tinha certeza que iria encontrar um Pokémon aquático, além disso minha tia quer falar comigo, então juntaria o útil ao agradável.

Vi que estava certo no momento que consegui capturar um Poliwag com extremamente facilidade, O raio confuso do Kadabra foi algo extremamente poderoso para o pequeno Poliwag.

Satisfeito com minha captura, a viagem foi bem mais rápida do que esperava, no momento que cheguei à casa da minha tia (tia líder do ginásio de Cerulean), foi recebido com festa, tratado como um rei, ela e minhas outras duas tias fizeram um verdadeiro banquete para mim, comi igual em morto de fome, pois era um fato que as besteiras que comia na viagem na era o bastante.

No outro dia tive que agüenta a imensa choradeira das minhas tias, e pior elas me deixou deprimido, contando historias da minha mãe, no fim da choradeira elas me deram a herança que minha mãe deixou para mim, um diário eletrônico que minha mãe escrevia desde quando tinha nove anos (maior presente que já ganhei em toda minha vida), e um pequeno Pokémon, parece que cria de um dos principais Pokémons de minha mãe, o engraçado que eu não sabia que Pokémon era aquele e nem a pokeagenda, minha tinha explicou que é um Pokémon lendário, e que existia poucos em todo mundo, e que eles nascem para serem de um único humano, e que aquele Pokémon bebê estava me esperando toda aquele tempo, por isso ainda não cresceu. Confesso que ele em si era a coisinha mais linda do mundo, parecia um dragãozinho, mais com uma pelugem fina azul clarinha, sua cabeça parecia com a de um Dragonite, seus olhos era de um lilás intenso. como ele não tinha nome, decidi chamá-lo de Lians.

((fim da narração))

***

No terceiro dia na cada das minhas tias minha prima (também treinadora) resolveu aparecer, ok, ok, confesso que foi mágico ve-la novamente, afinal ela era minha primeira paixão, foi a primeira garota que eu confessei amor (a única que não me deu um fora), primeira vez que peguei na mão de uma garota, meu primeiro beijo, posso dizer que até o momento ela estava sendo minha primeira em tudo, e admito que agora ela estava mais linda do que da ultima vez que a vi.


“Josh vamos para meu quarto quero te mostrar algo” ela dizia em um tom totalmente normal, sem denunciar qualquer segundas intenções, minhas tias acreditaram, mas eu sabia que ali tinha coisa.


Subi as escadas da bela casa de três andares das minhas tias, era incrível como mesmo casadas elas teimavam em morar juntas, por isso a casa era uma mansão, minha prima cujo nome Mel denunciava o sabor de teus lábios, entrou primeiro no quarto, então no momento que eu entrei e fechei a porta, me vi sendo empurrada contra a parede e logo aqueles lábios quentes e carnudos estavam grudados nos meus, nossas línguas brincavam entre si de forma tão intima que pareciam melhores amigos, talvez seja pelo o fato de terem aprendido brincar daquela maneira juntas, e isso só fazia nosso beijo ser ainda mais gostoso.


“Nunca mais veio me visitar” ela dizia após o beijo “Fui três vezes te ver, você não pode vim uma única vez vim abusar de tua prima”

“Bem que eu queria, mas minhas fãs não deixavam eu sair da cidade” falei sorrindo.

“Mentiroso” ela emburrava “Sei que ninguém te quer”

“Sou filho de uma lenda e bem apessoado” falei olhando para o teto, meus olhos iriam denunciar minha mentira.

“Só que é meu” ela dizia voltando a me beijar.


Então me empurrou para sua cama, fiquei observando ela puxar a calcinha pra baixo, Mel estava usando um vestido de alças rosa claro bem soltinho, então simplesmente se abaixou e tirou a calcinha, branca como neve, a deixando de lado no chão do quarto, ela soltou um sorrisinho safadinho e veio caminhando na minha direção, sentou no meu colo e com a mão direita abriu o zíper de minha calça, usando a mesma mão o tirou para fora me deixando completamente envergonhado, antes que eu pudesse dizer uma única palavra, Mel invadiu minha boca com sua língua que tinha o mesmo gosto de seu nome e me beijou de forma intensa, no meio do beijo senti o calor do seu corpo me abraçar, aquela era a melhor sensação do mundo, a sensação de estar dentro dela, ela encerrou o beijo e soltou um gemidinho, então olhou em meus olhos, seus olhos dourados (exatamente por isso recebeu o nome de mel) se grudaram em meus olhos, enquanto ela começava um delicioso movimento de subir e descer em meu colo, diferente de mim Mel tinha muita experiência nisso, pois rebolava de uma maneira que fazia eu quase chegar em meu limite a cada descida, no momento que a transa começou a ficar mais frenética e urgente, os gemidos dela passou de calmos e baixos para histéricos gritados, Mel amarrou seus cabelos castanhos claros quase loiros os colocando em cima de um de seus ombros, seu rosto estava suado e sua expressão de prazer era a coisa mais linda do mundo, nesse momento decidi não ser um simples fantoche, a beijei enquanto começava a movimentar junto dela, enquanto seu corpo descia o meu subia, senti sua extremidade de prazer ficar ainda mais babadinha com meus movimentos, então junto com um grito de prazer e pulos frenéticos ela anunciava seu orgasmo para todos da casa ouvir, tudo isso me deixou tão doido que logo estava em meu momento de prazer, praticamente juntos, e sem nenhuma proteção a preenchi com minhas sementes, e durante um único segundo de sanidade, torci para nenhuma delas semear.


*

Foi uma noite inteira de sexo, que só parou quando a mãe da Mel, tia Rosa, às cinco da manhã, enquanto eu e Mel estava em pleno ato, bateu na porta, dando um aviso claro, ou íamos dormir ou teríamos que arrumar um hotel, Mel e eu sabíamos que tia Rose geralmente cumpria o que prometei.

Nosso café da manhã foi às 14 horas, e minha batalha aconteceria as 16 horas, tinha duas horas para planejar como vencer a tia Rosa, a tão temida líder do Ginásio de Cerulean, guardiã da insígnia da Cascata, tinha três pokemons que podia usar, sendo que um deles não estava treinado ainda, então tinha que vencer usando apenas Pikachu e Kadabra, nada que me preocupasse, Pikachu era o com certeza o Pikachu mais forte do mundo, e Kadabra, mesmo recém-evoluido, eu já tinha conseguido treiná-lo relativamente bem, um dos meus defeitos é ser confiante demais, por isso decidi levar mais a sério o duelo, o que séria meu primeiro duelo oficial, e eu pretendia não perder nenhum duelo, sabia que isso era algo quase impossível, um treinador invicto, mas esse era meu objetivo, se meu pai foi o maior do mundo sendo um ‘esforçado’ eu que nasci com o dom tinha que ser ainda melhor que ele.

Dez paras as 16 eu fui para o ginásio, e para a minha tristeza o encontrei completamente lotado, parece que a noticia que o filho de Dan Wolke estava em Cerulean para visitar e desafiar a tia havia se espalhado por toda a cidade, e eu tinha certeza que Mel era a culpada, ela vivia enchendo meu saco pra mim me tornar um treinador, e o motivo da gente ficar tantos anos se nos vermos foi uma briga exatamente por esse motivo.

Sem me importar com o publico que enchia as arquibancadas, eu subi a plataforma do treinador desafiante, que ficava do lado aposto da plataforma do líder do ginásio, a quadra de batalha era uma imensa piscina, plataformas de ferro redondas flutuavam na imensa piscina, criando lugares firmes para pokemons não aquáticos, senti uma leve dor de cabeça, era como se meu cérebro estivesse tirando fotos do campo de batalha, logo táticas e mais táticas para a vitória se formava em minha mente, senti meu corpo levemente tremer e meu coração disparar, sorri de leve ao perceber que aquele era o meu lugar.


“Gyarados eu escolho você” tia Rosa gritou, o raio vermelho da pokebola bateu contra a água e lá no fundo o imenso dragão azul nadava feroz como sempre.

“Tia a senhora não usa o Gyarados logo de cara” falei.

“Tenho que tomar cuidado com você” ela dizia sorrindo, Mel tinha herdado toda a beleza dela.

“Pikachu vai” falei.


Pikachu pulou do meu ombro direto para uma das plataformas de metal que flutuava na piscina, o publico fez um silencio incrível antes da batalha começar, fez tanto silencio que decidi dar uma espiadinha, nesse momento meu olhar se encontrou com ela, a maldita ladra de beijos que fazia meu coração acelerar só de olhar-la, Belle.


Notas finais
vale reviews?