Mestres Pokémon
3 Capítulo I
Notas iniciais
Boa leitura...
Então parecia que tudo ficou em câmera lenta quando o pequeno Pikachu começou a se movimentar, primeiro ele saltou — não usou direito as forças de suas pernas por isso não saltou a altura máxima que ele naturalmente conseguiria – Pensava enquanto observava, achei isso estranho, era como se eu visse o defeito automaticamente. Depois ele correu na direção da saída — o fato dele correr em linha reta não o ajudava em nada, se corresse em ziguezague iria evitar qualquer tipo de ataque– Não conseguia evitar de reparar esses detalhes, principalmente quando algum treinador Pokémon, lançou sua pokebola e um grande e bonito Electivire apareceu, o treinador em questão apareceu logo atrás de seu Pokémon, devia ser uns dois anos mais jovem que eu, mas parecia bastante confiante, observei o Electivire ir na direção do pequeno Pikachu. – Confiante demais, lento demais e mal treinado– o pequeno amarelo não temeu, a expressão irritada dele ficou ainda mais a mostra, então ele soltou seu ataque mais poderoso, o choque do trovão, e confesso que foi impressionante, a partir desse momento eu percebi que esse Pikachu não era igual aos outros tinha algo de especial nele, — Mas mesmo sendo um ataque poderoso ele tem um defeito, sua área de impacto é grande demais, se eu conseguisse fazer ele diminuir a área de impacto faria o choque do trovão ser uns 123% mais forte –
“Merda... vou enlouquecer se continuar pensando essas coisas” dizia apertando minha cabeça.
Electivire continuou em pé, se fosse um Pokémon de elemento diferente com certeza estaria paralisado e derrotado, enquanto isso observei o treinador dele gritando um monte de incentivos, confesso que senti nojo, aquilo não era treinar, era só mais um garoto que capturava Pokémons e os mimavam, sem nem observar as falhas de seus próprios Pokémons, e pior sem nem se esforçar para corrigir essas falhas.
Nesse momento uma lembrança de minha infância invadiu minha mente.
“Todos Pokémons possui falhas como duelistas, afinal cabe ao treinador transformar seus Pokémons em verdadeiros guerreiros” papai dizia comigo em seu colo “Aqueles que nasceram com o dom para ser treinador ver as falhas apenas ao observar o Pokémon, os treinadores esforçados levam dezenas de anos para conseguir ver o mesmo”
“Papai, o senhor é um gênio né?” dizia cheio de orgulho “Afinal é o numero um do mundo”
Meu pai soltava uma deliciosa gargalhada “Sou um esforçado, levei muitos anos para conseguir ver as falhas dos Pokémons e conseguir treiná-los adequadamente”
“Quando eu crescer quero ser como o senhor” falava sorrindo “O numero um da Liga Mundial Pokémon”
Balancei a cabeça tentando esquecer aquela lembrança, perdi meu pai e minha mãe, ambos treinadores, meu pai foi por dez anos o numero um da LMP e minha mãe foi por muitos anos uma dois dígitos na LMP, mas ambos foram assassinados por serem treinadores, talvez por isso nunca quis me envolver com nada relacionado a Pokémon.
“Seu Pokémon é uma peste” o garoto gritava para mim, só ai percebi que seu Electivire havia sido derrotado.
“Empresta-me uma pokebola?” perguntei.
“Toma” ele dizia me lançando uma.
Então em minha mente um plano se formava em uma velocidade incrível, podia já vê-lo em ação e isso deixava as coisas ainda mais fáceis. Enquanto o maldito rato amarelo continuava seu terrorismo, despejando choque em todo mundo, eu corri em direção a tenda das bebidas e pegava uma jarra com água, a partir daí o silencia tinha que ser meu aliado, aproximei do pequeno Pikachu de expressão irritada sem ele me notar, calculei o tempo que levaria até ele soltar outro choque do trovão, então no momento que vi as faíscas se formando em suas bochechas vermelhas eu comecei a contar, no momento que contei até quatro, joguei a água nele, tudo aconteceu como planejado, a água é um condutor eletro natural, sabia o momento certo para transformar o pequeno Pikachu em uma vitima de seu próprio ataque, tal poderoso ataque que o deixou desacordado, lancei a pokebola emprestada e o capturei, quando ela voltou para minha mão, eu senti uma sensação nunca sentida antes, era algo eufórico, tentei conter essa euforia com as lembranças tristes de minha infância, mas confesso que não estava sendo fácil.
***
A festa continuou após a confusão causada por Pikachu, mas para mim a festa tinha acabado, no momento que capturei o Pikachu eu vi nos seus pequenos olhos um desespero tremendo, como se seu maior medo fosse esse, ser um Pokémon preso e não livre, então vi muito de mim nele, percebi enquanto observava a batalha Pokémon que eu gostava daqui, percebi enquanto eu fazia um plano pra capturar o Pikachu que era aquilo que eu nasci pra fazer, então percebi que desde aquele dia eu tenho fugido desesperadamente desse meu destino, assim como o Pikachu foge do dele.
Apertei o botão da pokebola e libertei o Pikachu, no momento que se viu livre ele lançou um olhar cheio de ódio pra mim e preparou um ataque.
“Calma” falei “Não tento pretensão de te manter preso, você estar livre, pode ir embora” dei uma pausa e percebi que ele estava pensando se devia confiar em mim ou simplesmente me lançar um choque “Só acho que você no estado que é vai acabar sendo capturado por outro treinador, afinal você foi capturado pela aquela garota, e eu o capturei sem tem um Pokémon”
“Pika” Pikachu dizia, o tom de sua voz era de pura irritação, eu entendi como um “Tente de novo”
“Eu te ajudo, te treino, você é especial, seu choque do trovão é mais forte do que o natural, com minha ajuda ninguém vai conseguir te atacar, te capturar, e você vai ser livre pra sempre” dei uma pausa e continuei “Então, você pode ir embora ou pode ficar e se tornar mais forte”
Ele nada disse por um momento, admito que fiquei meio nervoso enquanto ele se decidia, Pikachu começou a correr de um lado e do outro, só ai percebi que ele tinha acertado minha oferta e estava me dizendo que queria começar naquele momento.
***
E logo os dias se passaram, em grupo de sete dias as semanas foram se formando e também passando, e eu nunca me senti mais vivo do que estava me sentindo naquele período, treinar o Pikachu não me cansava, não me deixava com preguiça, muito pelo o contrario, dormia tarde e acordava cedo para poder ter mais tempo, para corrigir todos os defeitos naturais dele, transformar ele no melhor Pikachu do mundo.
Treinamos cada ataque em separado, o que levou mais tempo foi o Choque do Trovão, mas no fim consegui que o Pikachu diminuísse a área de impacto, conseqüentemente o ataque se tornou muito mais forte, confesso que se um humano receber o ataque em cheio com força máxima, ele vem a óbito, tive que deixar isso bem claro com o Pikachu.
No fim do terceiro mês ele tinha se tornando um verdadeiro duelista Pokémon, consegui aumentar a velocidade de seus ataques, fazendo o ataque Investida se tornar um dos mais fortes, então como prometido eu o libertei, admito que queria que ele ficasse, pois aquele ratinho amarelo havia se tornado meu melhor amigo, mas eu simplesmente não podia quebrar minha palavra, prometi libertar ele quando ele se tornasse praticamente incapturavél, Pikachu demonstrou muito personalidade quando saiu correndo sem ao menos parar e olhar pra trás.
Sentindo um vazio imenso dentro de mim eu entrei pra dentro de casa, minha avó tinha saído para fazer compras, podia sentir minhas mãos tremulas e escutava cada batida do meu coração, meus olhos ardiam como se estivesse caído shampoo neles, subia as escadas meio que cambaleando, senti uma vontade imensa de ir ao quarto dos meus pais, tal quarto que desde a morte deles eu nunca mais entrei, abri a porta devagar e comecei a chorar quando observei seu interior, nada havia mudado, era como se eles estivessem vivos, a camisola da minha mão ainda estava na confortável poltrona que ficava em frente a janela, assim como um livro, o livro que ela estava lendo naquela época, em cima da cama estava o boné do meu pai, branco e vermelho, todas minhas lembranças dele, ele estava com aquele boné, caminhei até a cama e me sentei, peguei o boné, no momento que o ergui algo caiu de dentro dele, era uma pokebola presa em uma corrente de ouro, meu pai sempre usava essa corrente no pescoço, e eu sabia que aquela pokebola era do Pokémon mas poderoso do papai, apertei o botão do feche e desprendi a pokebola, depois apertei o botão no centro da pokebola e ela aumentou de tamanho, apertei novamente o botão, mas nada aconteceu, o Pokémon daquela pokebola não se encontrava mais ali, voltei a chorar, como uma criança, então coloquei o boné do meu pai em minha cabeça.
“Papai esse é meu destino” falava em meio ao choro “Fugi dele minha vida inteira, mas eu nasci para lhe superar, eu nasci para destruir aqueles que me tiraram você e a mamãe” dei uma pausa e limpei meu choro, então me levantei, coloquei a pokebola na corrente e coloquei a corrente em meu pescoço, me olhei no espelho e suspirei “Nasci para ser um Mestre Pokémon” falei, nesse momento senti uma vibração na pokebola, ela brilhou durante dois segundos e depois voltou à normal.
Corri para meu quarto, abri as portas do meu guarda roupa e comecei a jogar roupas em cima da cama, enchia minha mochila de roupas, sentia meu coração acelerar enquanto eu arrumava minhas coisas, estava novamente eufórico, fugi a vida inteira de meu destino, aceita-lo estava sendo a coisa mais incrível de todos, terminei de arrumar minhas coisas, voltei a correr escada abaixo, já estava nos jardins quando subitamente eu parei.
“Tenho que esperar a vovó chegar” falei sozinho.
No momento que ia dando um passo pra trás a pokebola do meu pai brilhou e um raio de luz vermelha saiu dela, então o impressionante aconteceu, o lendário Pokémon do meu pai surgiu, tinha me acostumado com ele em minha infância, lembro que fazia ele de cavalinho, mesmo assim a visão de vê-lo após tantos anos me deixava arrepiado, ele era imenso, grandes patas, músculos em todo o corpo, sua pelugem em predominante marrom, seus olhos transmitiam imensa inteligência.
“Entei” falei meio que sem fôlego.
Como cresceu pequenino – ele dizia diretamente em minha mente – lembro-me quando eu cantava cantigas de ninar para você dormir.
“A onde esteve?” perguntei sentindo meus olhos arderem novamente “A onde estava quando mataram meu pai”
Seu pai disse que eu devia percorrer o mundo, ajudando as pessoas, por isso não estava ao lado dele, para ajudá-lo, sinto muito por isso, eu salvei tantos desconhecidos e não consegui salvar aquele que eu mais amava – o grande e lendário Pokémon abaixou a cabeça, sofrendo novamente, seus olhos demonstravam sua dor – Quando me vi sem seu pai, eu continuei minha jornada de salvar as pessoas, mas prometi para ele que quando você começasse sua jornada eu iria voltar, serei seu Pokémon como fui do seu pai, mas se prometer seguir as regras.
“Que regras?” perguntei.
Usa-me em ultimo caso, quando a batalha estiver praticamente perdida – enquanto ele falava direto em minha mente ele me mostrava cenas de suas batalhas ao lado de meu pai.
“Só se prometer deixar eu treiná-lo” falei.
Achas que eu preciso de treino criança? – ele perguntava, o tom de sua voz mental não estava alterado, parecia interessado.
“Não existe um Pokémon perfeito” falei “E mesmo que exista, ele precisa se adequar a seu treinador”
Eu concordo – ele disse em minha mente – Estamos de acordo?
“Será a maior honra da minha vida, isso fará eu me sentir mais próximo de meu pai” falei em um tom emocionado.
Entei abaixou a cabeça e eu me aproximei dele, acariciando seu pelo, como fazia quando ainda era uma criança, nesse momento eu me sentia ainda mais eufórico do que antes, esse era o maior momento de minha vida.
Pequenino temos outro amigo querendo participar do nosso time – Entei dizia em minha mente.
Virei-me e vi Pikachu, ele parecia meio desconfiado, sua expressão ainda era de irritação, aquele devia ser o Pikachu mais chato do mundo, ele se aproximava devagar.
Ele ta dizendo que também quer ir na jornada com a gente, mas que odeia pokebolas – Entei transmitia o que Pikachu pensava.
Abri um largo sorriso e me abaixei, Pikachu correu na minha direção já subindo em meu braço indo até meu ombro a onde ficou, Entei por sua vez retornou para a pokebola, mas percebi que ele continuava com a mente ligada a minha, então podíamos sempre conversar por telepatia, achei isso um máximo.
Agora era só esperar a vovó.
***
Enquanto esperávamos a vovó, decidi treinar um pouco com Pikachu, duas horas depois já estava suado o bastante para tomar outro banho quando a velhotinha chegou, conversei com ela, e me surpreendi com a reação dela, ela ficou feliz, disse que era o sonho dos meus pais que eu seguisse o mesmo caminho deles, e isso tudo me deixou emocionado. Vovó me deu pokebolas vazias que pertencia a meu pai e me deu uma velha pokeagenda.
Ela pediu pra mim ir só depois do almoço, então fez uma verdadeira ceia pro almoço, nunca comi tanto em toda minha vida, depois do almoço ela me levou até a velha garagem do papai, meu coração foi parar na boca quando ela tirou a lona que cobria a velha moto do meu pai, aquela moto vermelha extremamente estilosa era meu sonho de consumo desde que eu aprendi a andar, mas vovó sempre me proibiu de andar nela, na realidade eu era proibido de chegar perto da garagem.
“Seu pai deixou claro que essa moto devia ser sua, mas somente quando você decidir começar sua jornada” ela falou me entregando a chave da moto.
“Sério? É minha?” perguntei totalmente empolgado.
“Claro, afinal as cidades são longe” ela dizia “Essa moto foi feita para seu pai, a montadora fez especificamente para ele, então ela é única, tome conta dela”
“Claro” falei já correndo na direção dela, a montando.
“Tome cuidado Joshuan” vovó dizia beijando minha bochecha.
“Não se preocupe vovó” falei “Se cuide tá!”
“Não esqueça de passar Cerulean, sua tia tem um presente deixado por sua mãe” vovó dizia “Todos estávamos esperando o momento que você iria partir em sua jornada.”
“Tia Rosa?” falei surpreso “Ok, vou esquecer não” liguei a moto “Tchau vovó! Se cuida tá”
Acelerei a moto bem devagar a tirando da garagem, já fora acelerei com mais força e subi a marcha, segunda, terceira, quarta, logo senti o vento beijar meu rosto, a sensação de liberdade era algo deliciosa, Pikachu estava bem grudado em meus ombros e parecia bem feliz com a velocidade.
Continuei naquela velocidade durante algum tempo, depois diminui a velocidade para poder aproveitar a paisagem e quem sabe encontrar algum Pokémon por ai, sabia que tinha que capturar o máximo possível de Pokémons, ter uma boa equipe significava vencer torneios, vencendo torneios ganho pontos e só assim poderei entrar no rank da liga mundial Pokémon.
Já era noite quando parei a moto e montei acampamento, já estava na frente da metade do caminho para Viridian, e infelizmente não tinha encontrado nenhum Pokémon selvagem para capturar. Fiz uma fogueira e esquentei o ensopado de carne com verduras que minha avó tinha feito para mim, só tirei do fogo quando estava fumegante, coloquei em uma tigela funda e cortei pedaços de pães de aveia colocando ao lado da tigela, Pikachu por sua vez já comia sua ração ao meu lado, enquanto Entei comia frutas que ele mesmo achou.
Após o delicioso jantar eu senti o sono invadir meu ser, entrei na barraca e me enviei no saco de dormir, um segundo depois já estava dormindo, um sono limpo sem sonhos, apenas descansando.
Acordei com sons fora da barraca, olhei pro Pikachu e percebi que ele notou o mesmo.
“Ataque rápido, em seguida usa o Cauda de Ferro” sussurrei para o Pikachu.
Dormi com o zíper da barraca aberto, então Pikachu conseguiu sair sem ser escutado, andei devagar até a saída e observei um Aba magricelo com uma aparência faminta, ele revirava o resto de comida, comendo tanto comida Pokémon quanto comida de humano, só de olhar para ele eu percebi que não se tratava de um Pokémon selvagem, devia ser mais um casa de um treinador medíocre incapaz de treinar seu Pokémon e acaba pondo a culpa nele, o abandonando a sua própria sorte, infelizmente esse pobre Abra teria que sofrer um pouco mais até finalmente conseguir se libertar do sofrimento, observei Pikachu indo na direção dele em alta velocidade, parecia sumir e aparecer na frente, sorri satisfeito, aquele sim era um Pokémon bem treinado, em seguida Pikachu salta sobre o Abra, que não tinha percebido o ataque, pois estava com a cabeça enfiada na panela de ensopado, a Cauda de Ferro foi bem realizada, se fosse dar nota no ataque de zero a dez eu daria um oito, isso significava que teria que treinar mais esse ataque com Pikachu, mais o oito foi o suficiente para Abra, que caiu desacordado, sem fazer pose reticula alguma, apenas joguei a pokebola na direção dele, que abriu e o capturou, sem nenhuma luta por parte do Abra, então a pokebola voltou voando para minha mão, apertei um botão e ela ficou menor, prendi ela em uma das presas de pokebola que tinha em meu sinto.
“Temos que levar esse no Centro Pokémon, para ter certeza que ele estar saudável, só depois irei treiná-lo” falei para Pikachu que rapidamente pulou em meu ombro “A propósito, parabéns, você foi ótimo”
Estava eufórico, era minha segunda captura, a primeira usando um Pokémon, mas não queria demonstrar toda minha euforia, eu não podia, afinal eu era filho de Dan Wolke, o lendário mestre Pokémon que ficou mais de dez ano no top do rank de melhor treinador do mundo, tinha que me conter.
***
Antes de partir eu mesmo fiz os primeiros socorros em Abra e o alimentei, ele pareceu feliz por não se ver sozinho, e ainda mais feliz por estar com a barriga cheia, tudo isso demorou mais do que o esperado, e já era inicio de tarde quando voltei a viajar.
O restante da viagem foi tranqüilo, infelizmente sem nenhum Pokémon para capturar, mas isso não me desanimou, pois logo cheguei a Viridian, era uma bela cidade com um grande centro cheio de prédios, a cidade em si era charmosa e movimentada, não podia ser turista naquele momento, pois tinha que levar Abra ao Centro Pokémon para ser examinado, eu estava ansioso para iniciar o treinamento dele, mas só faria isso depois de ter certeza que ele estava 100%.
Para minha alegria o Centro Pokémon não estava tão cheio, então logo Abra foi atendido por uma bela enfermeira, seu nome era Daphine, ela tinha belos cabelos dourados com olhos castanhos tão claros que quase parecia dourado também, enquanto deixava Abra nos exames, fui para a lanchonete, afinal ainda não tinha jantando, dessa vez Pikachu deitou em cima de minha cabeça e parecia tirar uma soneca, estava escolhendo o que pedir quando escutei uma voz, a pessoa estava entrando na lanchonete, mas aquela voz era muito familiar, me virei de uma vez e dei de cara com minha musa, a garota que mudou toda minha vida, ela continuava linda, logo nossos olhares se cruzaram e um fino sorriso que parecia eternamente zombeiro surgiu na bela face daquela linda garota, e logo meu mundo parou, foi ai que percebi uma coisa, estava apaixonado pela aquela garota, apaixonado por uma garota que eu mal sabia o nome.
Notas finais
diz que sim vai!
mandem indicações também!
e principalmente, falem dessa fanfic para seus amigos, a divulgação boca a boca aumentam ainda mais o numero de leitores.
Caramba pessoal, fui em um evento de anime e fui na sessão fanfics, encontrei 3 fanfics minhas imprimidas e encardenadas, o cara que vendia as fanfis pediu pra mim assinar nas minhas fanfics, me sentir um escritor de verdade shuhaushuasuhashuashu
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