Mentira
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Venus
Me chamo Venus Bertand não me pergunte o por que desse nome, sinceramente meus pais não são normais, tenho descendência holandesa daí o sobrenome Bertand, que significa Lima. Moro em Amsterdã na Holanda, meus pais vieram de Roterdã, tenho 18 anos e tenho um vicio por coisas antigas. Minha mãe é dona de casa, uma mulher baixinha com seus 38 anos, cabelos na altura dos ombros loiros, olhos verdes, ela é um amor de pessoa, um pouco brava, e sincera , mas acho que isso puxei a ela. Meu pai um ex guitarrista, saiu da vida de shows pra se dedicar mais a família, meu pai também é baixo, cabelos pretos, olhos castanhos escuros quase pretos, o que posso falar dele? Bom, meu pai é meu herói, ele é engraçado, calmo, meu porto seguro, teu aquele lado super protetor, mas qual pai que não tem. Ele trabalha como secretario em um escritório de advocacia, seu sonho é ser advogado, ele da aulas de violão final de semana, em um projeto que organizarão aqui na minha cidade, ele canta em um barzinho as sextas. Tenho um irmão mais novo, ele é irritante, digamos que ele é o típico loiro dos olhos azuis, ele tem 17 anos e sim é maior que todos aqui. Sempre acham que ele é meu irmão mais velho, apesar da idade ele tem um corpo definido. Minha mãe se chama Mia e meu pai Eilert.
Bom, falei de todos mas não de mim, eu tenho 1,55, tenho cabelos longos, cacheados, e castanhos. Olhos de cores digamos assim indefinidas, já que eles mudam de cor, não, não é nada sobrenatural, acho que é genético, já que minha mãe tem olhos verdes , mas que ficam castanho, ou ate mesmo cinza. Digamos que a cor que prevalece é o castanho claro, quase amarelado.tenho um corpo digamos que meio fora do comum das meninas aqui, eu tenho coxas grossas, e um bumbum empinado, puxei a minha mãe, ela tem um belo corpo.
Estudo na Amsterdam School of the Arts, sou uma pessoa sociável, não sou popular, mas também não sou anti-social. Gosto de ficar na minha, ler um bom livro, ouvir musica, desenhar, escrever, cantar. É eu sou boa cantando, modéstia parte. Segunda feira, não houve aula hoje. Acordei as 8 horas, fiz minha higiene, desci para tomar café da manha. Todos já estavam na cozinha.
– bom dia pessoa que amo. – falo e dou um beijo na bochecha do meu pai e um na minha mãe.
– e eu? Não ganho beijo?- diz meu irmão fazendo bico.
– claro que ... não.- rio
– chata- fala dando a língua pra mim. Meus pais riem.
– e então o que vamos fazer hoje?- pergunta minha mãe.
– depois de te ajudar, vou sair com a Oliver e a Amélia. Iremos ao parque, depois vamos tomar sorvete.- falei colocando café na xícara.
– eu vou trabalhar- fala meu pai fazendo uma careta, nos fazendo rir.
– vou sair com uns amigos – fala meu irmão levantando. – esse garoto ta cada vez mais rebelde. – mamãe suspira e volta a tomar seu suco de laranja.
{...}
Termino meu café, ajudo minha mãe, depois subo e vou me trocar. Visto um short cintura alta, um cropped com rasteirinha. Faço uma trança de lado e faço uma make básica. Desço.
– MÃE JÁ VOU, BEIJOS TE AMO.- falo isso e saio, vou encontrar a Oll e a Amy no parque. Vejo as duas sentadas no banquinho. – cheguei vacas. – falo e abraço as duas. Oliver era alta, loira, olhos azuis corpo com lindas curvas. Eu tinha a impressão de que ela e o meu irmão estavam tendo um rolo, eles tinha a mesma idade. Amy era mais baixa que eu um centímetro, cabelos castanhos escuros, magra, mas com curvas, não como Oll.
– fala ai vagabunda- diz Amy
– oi puta
–vamos, quero tomar sorvete.
–vamos- falam as duas juntas. Nós vamos a sorveteria e peço um sorvete de chocolate as meninas também. Começamos a conversar animadamente quando percebemos um carro parado perto da nossa mesa.
– eu to começando a ficar com medo- fala Oll. – sempre medrosa- penso-
– relaxa não é nada.- nossos sorvetes chegam e começamos a falar besteiras e rir.
{...}
Depois de um tempo vou pra casa, percebi que o carro não estava mais La. Vou andando normalmente. Quando um carro começa a me seguir, olho para trás tentando ver o carro, e era o carro preto que estava na sorveteria, começo a acelerar os passos, e ele também aumenta a velocidade, corro desesperada, ainda faltava muito pra chegar em casa. – merda – penso.
Entro em um beco, já estava escurecendo. Começo a correr acelerada, e o carro me seguindo.
– meu deus me ajude.- começo a me desesperar. Nunca tinha andado aqui, sempre o mesmo caminho, quando me vejo perdida.- droga. Falo alto.
{...}
Christian
Me chamo Christian Lorenzo, estava a procura dessa garota a anos. Aqueles malditos! Essa pirralha ficou gostosa. Mas isso não vem ao caso, preciso levar ela logo, preciso assumir a máfia o quando antes, ela vai ser meu brinquedinho, e seus pais estão metidos ate o pescoço, estão devendo, milhões, e ainda por cima esconderam ela, tadinha acha que a vida dela é um conto de fadas. Mas não chega nem perto de um conto de fadas. Quando ela entrar no meu mundo, não vai nunca mais sair, ela será minha, como sempre deveria ter sido. Ela vai pagar pelos seus pais, vou fazer ela sofre.
Quando me informaram que ela estava na sorveteria fui atrás dela, esperei o momento certo para atacar, foi quando ela começou a correr e entrou no beco, continue a segui-la. De repente ela ficou encurralada, exatamente o que eu queria.
– o que quer comigo?- falou, com medo na voz. Me aproximei dela. – por favor, leva tudo, mas não me machuca.- ela já estava aos prantos. Quis rir, e foi o que fiz, ri diabolicamente. Ela me olhou com os olhos assustados.
– ora, ora, esta com medo pequena Venus. – admito que seu nome era excitante.
– como me conhece? Quem é você – perguntou assustada. Ri sarcástico .
– seu pior pesadelo.- dopo ela, e a coloco no carro.
– Prepare-se sua vida vai ser um inferno.- rio diabolicamente.
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