Mente vazia, oficina do diabo

1 Capítulo 1- Raves e mais raves


Notas iniciais

Plínio estava no auge dos seus 15 anos, como todo adolescente ele queria se divertir, viver e curtir adoidado a vida mas sua mãe , assim como todas as outras, se preocupa com a atitude do seu filho nessa fase de descoberta e perigos. O pai de Plínio , Benner já é mais liberal que sua esposa Sésia. Ele não liga para o que seu filho faz e quer mesmo que o filho se diverta afinal ele sempre diz “a vida é pra se viver”. Por causa disso sua esposa vive em constante briga com ele para chegar em uma melhor decisão sobre a educação do seu filho.

Em uma manhã de sábado Plínio desceu as escadas ferozmente, doido para fazer uma pergunta que vai impactar a vida daquela família . Ele tinha sido chamado par uma Rave que é um tipo de festa que acontece em sítios ou galpões, com música eletrônica.

Plínio: Mãe

Sésia estava arrumando a café da manhã muito concentrada , apesar da euforia do moleque ela não tira os olhos do copo que colocava na mesa nem do café que estava fervendo no fogão. Então, sem olhar para Plínio respondeu

Sésia: O que foi filho , que euforia!

Enquanto isso chegava com passos calmos seu pai Benner que estava sem camisa por que la fora fazia uma calor “desgramado” como dizia ele. Percebendo que Plínio estava muito agitado ,logo brincou com ele

Benner: Olha! Olha! Parece que meu homenzinho acordou agitado hoje

Plinio dar um sorriso disfarçado afinal ele não estava para brincadeira pois sabia que sua mãe não iria gosta de ouvir essa pergunta as nove horas da manhã.

Plínio: Bom mãe

Sésia muda sua feição de séria para brava e o interrompe

Sésia: Eu até já sei o que você vai perguntar

Plinio então muda a sua feição de amedrontado para alegre, seus dentes pareciam que sairiam da boca de felicidade

Plínio: Então mãe

Disse isso coçando a cabeça envergonhado

Plínio: Posso ir?

Sésia olhou para Benner com olhar de reprovação e ele logo desviou o olhar mostrando que ele não sabia do que estavam falando