Notas iniciais
Demorei mais cheguei :c KKKK desculpa a demora pra liberar o capítulo, mais é que ta super corrido pra mim, to sem vida mais, só colégio D: k
Obrigado pelos comentarios meninas, amei, depois respondo cada um.
Mais broa ao que interessa? hahaha boa leitura (:
P.S.: esse capítulo contou com a criatividade da Thay (: q

Sábado, 14 de julho de 2012, ou melhor, o dia do meu casamento. Finalmente chegou, é hoje que eu viro uma Lanza. Acordei e respirei fundo e criei coragem pra abrir meus olhos. Depois de algum tempo me enrolando na cama decidi levantar, olhei meu celular e vi que tinha uma mensagem do meu noivinho, rs.

"bom dia noivinha! Dormiu bem? rss. Tenha um bom dia, te espero no altar."

Sorri involuntáriamente e segui pro banheiro fazer minhas higienes matinais. Fiz um coque frouxo e desci tomar café. Tava descendo as escadas e vi todos tomando café juntos, e senti um aperto no meu coração, hoje é o último. Soltei um suspiro o que fez eles me olharem.

– Bom dia minha noivinha preferida — Fred disse e eu ri.

– Bom dia família. E aí, felizes porque eu vou embora? — eu disse e ri com os olhos já marejados.

– Ai, eu to muito feliz, posso ficar com seu quarto? — Fred disse e minha mãe deu um tapa nele. — Ai, ai mãe, é brincadeira pô.

– Brincadeira idiota né meu filho? — ela disse.

– Calma mãe, eu sei que ele me ama. — eu disse e ele me mostrou a língua.

Fui até eles, e dei um beijo na bochecha de cada um, então meu pai me puxou e eu sentei no colo dele.

– Minha menininha vai casar, e vai virar a minha mulher. –ele disse com um sorriso enquanto em olhava.

– Sua e de um outro aí né pai? –Fred disse e riu.

– Fred, isso é só um detalhe. –disse e ri.

– Bom, acho que já esta na hora de você soltar a Tô. Hoje o dia dela é lotado. –minha mãe disse e me puxou para fora do colo dele.

Sentei em uma das cadeiras e comecei a tomar café. Em menos de dois minutos a campainha tocou, minha mãe se levantou pra ir atender.

– OI TIA! –ouvi a voz da escandalosa da Thay. –Me diz que a Tô já esta acordada...

– Sim Thay, ela tá lá na cozinha. –minha mãe disse e riu com o desespero dela ao falar.

– OI GEEEENTE! –ela gritou. –Ai, comida meu amor! –ela disse e se sentou com a gente.

– Ê passa fome... –disse rindo.

– Gente, minha mãe tá mais ansiosa pra esse casamento que todo mundo. Pelo amor, ela saiu hoje de manhãzinha e não comprou nada pra eu comer... Vocês acham que eu viria pra cá agora se não fosse pra comer? –ela disse e todos nós rimos.

– Pô mãe, você perdeu duas filhas mano! –Fred disse rindo.

– Por que? –minha mãe perguntou.

– Por que você acha que a Thay vai vir aqui depois que a Tô casar? Sonhe... –ele riu.

– Claro que vou! –ela disse com a boca cheia. –Eu venho aqui pra almoçar sempre que der. –ela disse e nós rimos.

Tomamos café (eu diria normalmente se Thay não estivesse na mesa), levantei da mesa e fui me vestir, por que daqui a pouco sairia pro meu “Dia de noiva” junto com a minha mãe, a sogrinha, a Mi e a Thay.

– Antonella, pelo amor de Deus vai logo! –Fred gritava da sala

.- Quer que eu saia de casa logo? É isso? –disse rindo.

– Não! TIRA A THAY DAQUI, PELO AMOR DE DEUS! –ele começou a rir.

– Agora aguente! –gritei e ri.

– Tô, sério, vamos logo que a desesperada da Michelle já está achando que você desistiu do casamento. –Thay gritou. Ri com aquilo, me apressei e desci.

– Agora já podemos ir. –disse enquanto descia as escadas.

Minha mãe já estava com meu vestido e o dela, e Thay também, por que iríamos nos trocar no salão mesmo.Meu pai nos levou até o salão onde nos encontraríamos com Leni e Mi. Elas já estavam nos esperando lá e assim que saí do carro, a desesperada da Mi veio em minha direção.

– Achei que não ia ter mais você como cunhada. –ela disse e riu. Cumprimentei ela e Leni com um beijo no rosto.

– Vamos entrar que estamos quase atrasadas. –Leni disse e nos puxou para dentroEntramos e nos anunciamos na recepção, logo uma moça veio me buscar.

– Bom Dia. — ela disse.

– Bom Dia. — Hm, qual de vocês é a noiva? — ela nos perguntou e apontou pra Mi — você?

– Não, não. — ela respondeu rindo.

– A noiva é ela — Leni disse simpática apontando pra mim.

– Ah claro, me desculpem. Você vem comigo pra casa da noiva, e vocês podem seguir pro lavatório. Ela disse e eu me despedi das meninas e segui a moça, que estava carregando meu vestido, eu estava com o resto das coisas e uma auxiliar carregava a armação do vestido. Ao chegarmos a tal casa da noiva ela pendurou meu vestido, e pegou as coisas da minha mão.

Meu dia de noiva começou com uma massagem SUPER relaxante com uma massagista que tinha mãozinhas de algodão. Fiquei meia hora recebendo massagem e em seguida, a massagista me levou pro banho de ofurô. Fiquei lá um bom tempo pra relaxar mais ainda. Tive uma pausa pra poder comer alguma coisa. Um tempo depois veio uma moça loira, muito bonita e me chamou pra preparar meu cabelo e iniciar a maquiagem, assenti com a cabeça, saí do banho e me sequei, coloquei um roupão e fui pra um lavatório na área das noivas do salão, uma moça estava massageando meus cabelos enquanto o lavava, então ouvi Thay, discutindo com o segurança que impede a passagem de outras pessoas pra área das noivas:

– MAIS A MINHA AMIGA TA AÍ E EU QUERO VER ELA, ME DEIXA PASSAR, MURO DE BERLIM (:

– Mas a senhorita não pode e não vai entrar. –ele disse tentando manter a calma, só que com a Thay ninguém consegue ficar calmo.

– AI QUE SACO! Ô ARMÁRIO, EU ESTAVA TENTANDO FICAR CALMA, MAS NÃO DÁ! ME DEIXA ENTRAR PRA VER ELA? –ele respirou fundo e soltou um “NÃO!” –Mas tio, eu preciso saber se ela vai gostar do meu penteado...

– Ela irá, com certeza. Agora vá terminar de se arrumar, antes que eu tenha que chamar os outros seguranças pra te tirar daqui...

– Ok, já estou saindo.Ri com aquilo e creio que a cabeleireira percebeu.

– Conhece os gritos? –ela disse. Assenti com a cabeça e nós rimos.


Ela continuou massageando meu cabelo. Em poucos minutos, ela me tirou do lavatório e me levou pra cadeira. Eles prepararam meu cabelo, prepararam alguns cachos e então me deitaram a cadeira e começaram a maquiagem. Eram duas mulheres que estavam cuidando dessa parte. Uma hora, nada cansativa depois, eu estava pronta, na parte da maquiagem, é claro. Em seguida, a cabeleireira começou a arrumar meu cabelo ela começou soltando os cachos que tinha feito e logo começou a prender, eu estava sentindo meu coração pulando dentro do peito, e estava me segurando alí na cadeira. Logo ela terminou o penteado, e eu fui pra um quarto me vestir com a ajuda de vários profissionais.

– Ai, finalmente pude entrar! –Thay disse.

– Uau! –Mi disse e me rodou.

– Quem é você e o que fez com a Antonella? –Thay perguntou e me fez mostrar a língua pra ela.

– Filha você está LINDA! –minha mãe disse e sorriu

.- Mas eu nem coloquei o vestido ainda...

– Percebemos! –Leni disse e riu.

–Acho bom que coloque logo, por que Pedro já me ligou umas cinco vezes pra saber se você desistiu ou não. –Ela disse nos fazendo rir.

Uma das profissionais que estavam ali com a gente pegou meu vestido e veio em minha direção.

– Hora de se vestir. –ela disse e sorriu.



[...]

– TONELETA, VOCÊ ESTÁ P-E-R-F-E-I-T-A! –Thay disse ao me ver.

– CUNHAAAAA *-* VOCÊ TÁ MARAVILHOSA!

– Obrigada meninas. –disse sorrindo.

Minha mãe e Leni não conseguiam falar nada, apenas sorriam e seguravam as lagrimas pra não borrarem a maquiagem antes do casamento.

POV Pedro Lanza

– Caramba Thomas, vai logo! –disse já nervoso.

Ontem eu não pude ver a Tô, ela saiu com a minha irmã e a Thay pra fazer aquelas frescurites de noivas, e hoje, até agora não falei com ela. Já devo ter deixado a minha mãe de cabelos brancos de tanto ligar pra ela pra perguntar se a Tô tinha desistido ou se ela já estava pronta e ela sempre dizia que ela não tinha desistido e que não sabia se ela estava pronta. Já são 19:15 e geralmente quem se atrasa pro casamento é a noiva e não o padrinho.

– Ô THOMAS! VAI LOGO VELHO! –Antonella me prometeu que não iria se atrasar então eu também não tenho motivos pra isso.

– To pronto, leke. –ele disse vindo pra sala.

– Já era hora né...

– Calma, ainda são 19:20.

– AINDA?! VAMBORA QUE EU TO ATRASADO! –disse e o puxei para fora do meu apartamento.

Ele veio correndo atrás de mim. Entramos no carro e fomos em direção a igreja. Sim, eu estava pirando velho!

– Pronto Pedro... Desce do carro correndo e vai pro altar, por que a sua noiva ainda não chegou. –Thomas disse rindo ao estacionar o carro.

– Vai se foder! –disse rindo.

– Mais tarde, quando eu estiver com a minha escrava. –ele riu.

Saí do carro rindo. Tinham alguns paparazzis em frente a igreja, eles me fotografaram mais foi coisa rápida. Entrei na igreja, cumprimentei os convidados e fui falar com os meninos que estavam

ensaiando a musica da troca de alianças.

– EAAE NEGRITUDE! –disse e nós rimos.

– Olá Senhor Pedro Gabriel. Ansioso para seu casamento? –Lucas disse com voz séria e em seguida começou a rir e nós o acompanhamos.

– Eae Pepo! –Pedro Lucas disse e me deu um abraço.

– Estão ensaiando direitinho?

– Sempre né? –eles riram. Olhei meu relógio e já eram 19:31.

– Meninos, a Tô não chegou ainda? –Disse.

– Calma Pedro! Ainda tem tempo. E noivas se atrasam.

– Mas ela disse que não iria se atrasar... Será que ela desistiu?

– CALMA PEDRO! –Lucas gritou.

– Foi mal, velho. –disse e voltei a olhar pro relógio.

Oito minutos se passaram e nada da Tô chegar. Minha mãe, Mi, Thay, a Mãe da Tô e Fred chegaram, mas nem sinal dela...

– Cadê a Tô? –disse indo em direção à minha mãe.

– Pedro, respira! –ela disse e riu. –Ela já está vindo e você tem que ficar calmo, por que vai ter um enfarte antes de se casar. –ela disse rindo.

– Mas eu to calmo mãe! Só quero saber onde ela está...

– Ela está vindo e já esta na sua hora de ir pro altar.

As madrinhas (Thay e Mi) e os padrinhos (Thomas e Fred) entraram na igreja, depois meu pai com a mãe da Tô e logo chegou a minha vez... Eu estava com as mãos suadas e quase enfartando... Minha mãe colocou o braço no meu e entramos na igreja. Fui cumprimentando alguns convidados com sorrisos até chegar ao altar. Cheguei e me posicionei em meu lugar, pra esperar a Tô. Olhei disfarçadamente no relógio e já eram 19:45, meu coração acelerou, mais e mais. Olhei pro Thomas e fiz um sinal de desespero e ele apontou para a porta. E lá estava ela. A musica que tocava na igreja antes, parou e começou aquela marcha, de todos os casamentos.

POV Antonella

Coloquei o pé dentro da igreja e meu coração que antes estava batendo fortíssimo, agora queria sair pela boca. Vi Pedro sorrir do altar e sorri de volta para ele. A marcha nupcial começou a tocar e meu pai me deu o braço para entrarmos. Enquanto entrava, fui cumprimentando os convidados com um sorriso, até chegar ao altar. Fui recebida no Altar por Pedro com um abraço. Pude ouvir meu pai sussurrar um “cuida bem dela” no ouvido de Pedro e ele sorriu. Nos viramos para o altar e o Padre começou a celebrar o casamento.

– Eu disse que te esperava no altar –Pedro disse baixinho e eu ri. -Ah e você esta linda. –sorri.

– Você também está lindo! –ele sorriu.

– Estamos aqui, para celebrar a união entre Antonella Lobo e Pedro Gabriel Lanza Reis. –O Padre começou a falar. Eu prestava atenção em certas coisas, mas não todas, eu estava quase morrendo de nervoso e Pedro me olhava toda hora, como prestar atenção em toda a celebração?

Ele nos pediu para ajoelhar em frente a ele, por que nos daria a benção. Assim fizemos, nos ajoelhamos, ele nos abençoou e nós levantamos.

– Pedro Gabriel Lanza Reis, é de livre e enspontanea vontade que recebe Antonella Lobo como sua legítima esposa? — o Padre perguntou.

– Sim — Pedro respondeu com um sorriso bobo no rosto.


– Repita comigo... Antonela Lobo... Eu lhe prometo ser fiel, respeitando-te e amando-te na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza todos os dias de minha vida até que a morte nos separe... Amém.

– Antonela Lobo... Eu lhe prometo ser fiel, respeitando-te e amando-te na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza todos os dias de minha vida até que a morte nos separe... Amém. — Pedro repetiu me olhando com aqueles olhinhos castanhos esverdeados.

– Antonella Lobo, é de sua livre e enspontanea vontade que recebe Pedro Gabriel Lanza Reis como seu legítimo esposo? — o Padre perguntou, agora se direcionado a mim.

– Sim — respondi. Pensei em responder "ó de livre e inspontânea não, mais aceito sim" porém achei isso mais a cara da Thay.

– Repita comigo... Pedro Gabriel Lanza Reis... Eu lhe prometo ser fiel, respeitando-te e amando-te na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza todos os dias de minha vida até que a morte nos separe... Amém.

– Pedro Gabriel Lanza Reis... Eu lhe prometo ser fiel, respeitando-te e amando-te na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza todos os dias de minha vida até que a morte nos separe... Amém. — repeti e sorri.

– E agora, vamos receber as alianças. –ele disse e eu ri ao lembrar que Duda iria trazê-las.Ela entrou ao som de “When I Look At You” como uma princesa.

Everybody needs inspiration

Everybody needs a song

A beautiful melody’

(Todo mundo precisa de inspiração

Todo mundo precisa de uma canção

Uma bela melodia)

E Pedro com certeza era a minha inspiração.

‘When I look at youI see forgivenessI see the truth

You love me for who I am

Like the stars hold the moon

Right there where they belong and I knowI'm not alone’

(Quando eu olho para você

Eu vejo o perdão

Eu vejo a verdade

Você me ama por quem eu sou

Como as estrelas seguram a lua

Bem ali, onde elas pertencem e eu se

iEu não estou sozinha)

Duda entrou feito uma princesa, enquanto a musica tocava, estava tudo muito perfeito. Ela entregou as alianças para Pedro e foi com a mamãe dela. Um dos coroinhas que estavam junto com o Padre, segurava um papel, para que pudéssemos fazer o juramento das alianças. O primeiro seria Pedro. Ele pegou a minha aliança e enquanto lia a frase, a repetiu.

– Antonella Lobo Lanza, receba esta aliança –ele colocou um ela um pouco no meu dedo. –como sinal do meu amor –ele empurrou mais –e da minha fidelidade. –ele terminou de colocá-la. –Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. –ele disse e a beijou. Peguei a aliança dele.

– Pedro Gabriel Lanza Reis, receba esta aliança –coloquei um pouco no dedo dele. –como sinal do meu amor –empurrei mais. –e da minha fidelidade. –terminei de colocá-la. –Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. –dei um beijo em sua aliança.

Nos ajoelhamos novamente, para mais uma benção. Levantamos. Na hora em que o Padre disse "se há alguém aqui contra esse casamento que dia agora ou cale-se para sempre" juro que pensei que sairiam fãs dele até de dentro do sino... Porém, ninguém se manifestou, amém.

– E como o que Deus uniu, ninguém há de separar, só posso dar por encerrada a celebração. –surgiram os acordes de Esse amor em mim, e meus olhos marejaram. -Pode beijar a noiva. –o Padre completou e Lucas e Pedro Lucas começaram a cantar a musica. Não, dessa vez NADA nem NINGUÉM atrapalhou nosso beijo. Pedro sorriu, deslizou seus dedos por meus lábios, me deu um selinho e, então me pediu passagem pra sua língua e eu cedi, então, só então, finalmente, pude sentir o (tão esperado) beijo do meu marido, ao som da musica que eu tanto amo. Nosso beijo foi calmo, sem pressa e não prestávamos atenção em mais nada, parecia que dessa vez o mundo havia parado e só nós podíamos nos mexer. Pedro encerrou nosso beijo, (por que precisávamos de ar), com um selinho.

– Então vem, que eu já não aguento mais te esperar. –ele cantou junto com os meninos. –Demorou, mas foi perfeito! –ele sussurrou ao meu ouvido. Sorri e dei mais um selinho nele. O Padre, que já havia dado a benção final, se retirou. Nós fomos cumprimentar os padrinhos, madrinhas, nossos pais e os convidados e em seguida, saímos de lá ao som de “Bubbly”.

‘I've been awake for a while now

You've got me feeling like a child now'

Cause every time I see your bubbly faceI get the tingles in a silly place’

(Eu estou acordada por um tempo agora

Você me fez sentir como uma criança agora

Porque cada vez que eu vejo seu rosto animado

Eu sinto arrepios num lugar bobo)

‘It starts in my toes

And I crinkle my nose

Wherever it goesI always know’
(Começa na ponta dos pés

E me faz enrugar o nariz

Onde ele vai

Eu sempre sei)

‘That you make me smile

Please stay for a while now

Just take your time

Wherever you go’

(Que você me faz sorrir

Por favor fique por um tempo agora

Basta levar o seu tempo

Onde quer que vá)

Ficamos na igreja um tempinho, recebendo os parabéns dos nossos convidados e logo seguimos pro salão. Entramos no carro de Mi.

– Ele achou que você não iria viria. –Thay disse e nós rimos.

– Mas por que não? –disse rindo e olhando para Pedro.

– Você me disse que seria pontual. E ninguém iria querer casar com um cara tão insuportável, né? –ele riu.

– Também acho... Me drogaram antes de vir pra igreja e não foi de livre e espontânea vontade esse casamento. –disse rindo.

Ele fez carinha de triste, com um biquinho muito lindo, o que me fez dar um selinho nele.

– Finalmente o beijo de vocês saiu né? –Mi disse rindo.

– Eu e a Thay estávamos pensando em ir atrapalhar, mas a Mi não deixou por que disse que não era lugar de farra. –Thomas disse e nós rimos.

– Se atrapalhasse ia apanhar! -Pedro disse e deu um tapa na cabeça dele.

– AI POXA! –Thomas gritou e passou a mão na cabeça.O caminho até o salão de festas foi BEM divertido.

Chegamos no salão, cumprimentei alguns convidados que não deu tempo na igreja, tiramos algumas fotos e fui me trocar para curtir a festa. Trocadinha, hora de ir para a festa.

– Senhora! –um dos seguranças me cutucou.

– Ah, oi. –disse e sorri.

– Ahn... Tem umas quatro meninas lá fora, querendo falar com a senhora e com o seu marido. –Ele disse.

– Ah, sim. Avisa que a gente já vai lá. –Podia suspeitar que eram fãs e já que eram poucos, fui falar com Pedro pra gente ir lá fora um pouco. Avistei ele sentado com a Lari e mais uma galera.

– Vou ter que roubar o Pedro de vocês um pouquinho... –disse e sorri.

– Se eu disser que não, não vai adiantar né? –Lari disse e riu. –Leva que já ta enchendo o saco. –nós rimos.

Ele levantou da mesa e veio até mim.

– Ei, o segurança disse que tem umas quatro fãs sua lá fora... Não custa nada ir lá falar com elas né? –disse e sorri.

– Opa, borá lá! –ele sorriu e entrelaçou nossos dedos. –E aliás, você está linda nesse vestido. –ele sussurrou.

– Obrigada. –sorri.Fomos até a porta do salão e lá estavam as quatro meninas que o segurança havia dito.

Cumprimentamos elas (que foram super fofas).

– Awn, você ta linda Tô. — umas delas nos falou.

– obrigada — eu disse sorrindo — Amor, você não liga se elas entrarem né? –disse e olhei para Pedro.

– Ligo! –ele disse tentando parecer sério. –Ninguém entra mais! –elas o olharam com carinha de dó.

– Para de ser mal Pedro! –disse e dei um tapa no braço dele.

– Claro que podem entrar né... –ele disse já rindo.

Nós entramos e elas também, tiramos algumas fotos e elas elogiaram a decoração, umas lindas. Elas logo avistaram os outros meninos e foram falar com eles, eu e Pedro fomos dar atenção aos outros convidados, dançar, comer, beber e conversar, claro. Depois de muito dançar, decidi sentar com Thay, Mi e Thomas.

– Ai, to mortinha. –disse me sentando.

– Calma amiga, a festa nem começou ainda. –Thay disse e riu.

– Mas ela não pode se cansar... –Mi disse e nós a olhamos meio desentendidos.

– Por que? –me atrevi a perguntar. Thomas já havia sacado e estava rindo junto com Mi.

– Por que a madrugada promete... Trate de tomar muito energético pra ter fôlego a madrugada inteira. –Mi disse rindo.

Devo ter corado, mas os acompanhei na risada.Thay e Thomas começaram a se beijar. Percebi alguns flashes, mas o local tinha fotógrafos, então seria ÓBVIO que teria flashes.

– Af, to saindo daqui. Vambora Mi, a pegação nessa mesa tá demais! –disse, ri e puxei a Mi.

Avistei a Laris Barone e como não tinha falado com ela ainda, fui até ela

.- TÔ! –ela disse e me abraçou.

– LARISSS! –retribui o abraço.

– Parabéns Tô! -ela disse e soltou o abraço.

– Obrigada Lá.

Fiquei um tempinho conversando com ela e voltei para a pista.

Horas se passaram eu já estava meio alterada, porém BEM enérgica, e Pedro estava um tanto alterado também.

– Pe... –disse ao me aproximar dele.

– Fala meu amor! –ele virou pra mim e sorriu.

– Vamos fugir da festa? –disse e fiz bico — to cansada já...

– Vamos cortar o bolo primeiro? Vai ficar feio sair assim.

– Mas tem que ser agora!

– Vamos lá cortar então. –ele me puxou para o local onde o DJ estava. — GALERA! –Ele disse no microfone. –A GENTE VAI FAZER O BRINDE E CORTAR O BOLO, BORA LÁ PRA MESA? –ele disse. Vi que as pessoas começaram a se dirigir até lá. Saimos da cabine do DJ e fomos pra mesa.

Fizemos toda a cerimônia do champanhe lá na mesa, e ainda rolou aquele “discurso” que todo mundo começa a gritar quando você fala, kk. Cortamos o bolo e saímos disfarçadamente pra irmos pra casa. Chegamos no prédio em que eu e Pedro vamos morar agora, subimos até o nosso apartamento e antes de entrar Pedro me pegou no colo

– Pra garantir né? — ele disse e eu ri.

Entramos em casa com ele me carregando no colo, e ele me colocou no chão na sala, e me olhou confuso

– É..

– Você dorme no quarto de casal e eu no de visitas — eu disparei.

– Não Tô, que isso, você fica no quarto de casal..

– Pedro, a casa é sua.

– Nossa casa Tô. — ele disse e eu sorri.

[...]

Depois que tirei toda a maquiagem e os grampos do meu cabelo, tomei meu banho, coloquei um pijama normal e fui dormir. Passei pelas coisas que Mi e Thay me fizeram comprar e ri. Então me deitei e sem muito esforço dormi.

Algum tempo depois, eu acordei e olhei pro lado, ele estava ali, dormindo. Ele tava deitado de bruços, e com um braço passando pela minha cintura. Sorri ao vê-lo ali, e por impulso passei minha mão por suas costas nuas até chegar em seus cabelos, (muito macios por sinal). Ele então abriu os olhos e eu sorri, ele sorriu de volta. Ficamos algum tempo assim até Pedro se aproximar de mim, e me beijar, nosso beijo tinha um gosto diferente do primeiro, tinha um gosto de desejo. Pedro se apoiou na cama e levantou um pouco, eu então me virei, e ele deitou sobre mim, continuamos a nos beijar. Pedro desceu seus beijos pro meu pescoço enquanto eu deslizava minhas mãos pelas suas costas, ele então desceu suas mãos pra ponta da minha blusa e a levantou um pouco, eu o ajudei a tirar minha blusa. Ele começou a distribuir beijos da minha barriga até meus lábios, em seguida abriu meu sutiã e o tirou, fiz menção de tirar sua bermuda e afundei minha cabeça no vão do seu pescoço e comecei a distribuir beijos. Tirei sua bermuda e vi o volume na sua cueca azul marinho da Calvin Klein, me segurei pra não rir e acabar com o clima, beijei ele, enquanto ele puxava meu shorts pra baixo, que com a minha ajuda conseguimos tirar. Ele começou a apertar as minhas coxas, enquanto descia seus beijos pro meu pescoço novamente. Eu fiz menção de tirar sua cueca, e Pedro levantou, pegou uma camisinha, abriu e ele mesmo colocou, acho que por medo que eu o provocasse k. Pedro deitou por cima de mim novamente e sem pressa tirou minha calcinha. Então comecei a arranhar suas coxas na intenção de provocá-lo, o que deu certo, porque sem enrrolação pude sentir Pedro entrando em mim. Ele começou com movimentos lentos, e foi aumentando a velocidade de suas investidas, e com elas a intensidade dos meus gemidos. Pedro espalhava beijos pelo meu pescoço e ombro, enquanto eu apertava e arranhava suas costas na mesma intensidade de suas investidas. Não muito tempo depois chegamos ao nosso ápice juntos. Nos beijamos, e logo dormimos, de conchinha.

POV Thay

Nem dá pra acreditar que a minha amiga, ou melhor, irmãzinha mais nova, vai casar hoje... Quase impossível. Diria que é um sonho, se eu ainda estivesse deitada na cama, mas não é, por que sonhos são bons e a minha vida está chata por que a minha querida mãe saiu e não fez um café da manhã descente pra filhinha dela... Já que a minha mãe saiu e não fez nada pra comer, não me resta nada além de me arrumar e ir pra casa da Tô comer. Fiz minha higiene, tomei um banho, vesti uma roupa e passei uma make fraca. Desci e fui até a casa da Tô comer algo antes que eu morresse.

Cheguei lá, cumprimentei o porteiro e por já me conhecer, ele me deixou entrar logo. Subi e toquei a campainha. Fui atendida pela tia.

– OI TIA! –disse não muito baixo, rs. –Me diz que a Tô já esta acordada...

– Sim Thay, ela tá lá na cozinha. –ela disse e riu.

– OI GEEEENTE! Ai, comida meu amor! –disse e se sentou com eles.

– Ê passa fome... –Tô disse rindo.

– Gente, minha mãe tá mais ansiosa pra esse casamento que todo mundo. Pelo amor, ela saiu hoje de manhãzinha e não comprou nada pra eu comer... Vocês acham que eu viria pra cá agora se não fosse pra comer? –disse e todos riram.

– Pô mãe, você perdeu duas filhas mano! –Fred disse rindo.

– Por que? –a tia perguntou.

– Por que você acha que a Thay vai vir aqui depois que a Tô casar? Sonhe... –ele riu.

– Claro que vou! –disse com a boca cheia. –Eu venho aqui pra almoçar sempre que der. –disse e nós rimos.

Tomamos café, Tô saiu da mesa para se arrumar e nós (Eu e Fred) fomos pra sala.

– Fred, vai sentir muito a minha falta na sua casa? –disse rindo.

– Você nem tem noção de como! –ele disse e riu.

– Assume que você me ama, querido!

– Menos vai...

– Cala a boca! –senti meu celular vibrar. Fui olhar e tinha uma mensagem da abençoada da Mi.

“Queridas, o que aconteceu? A Tô desistiu de casar? Estão demorando demais. Eu e a minha mãe já estamos aqui na porta do salão. Beijos.”

Ri com a mensagem.

– Antonella, pelo amor de Deus vai logo! –Fred gritou.

– Quer que eu saia de casa logo? É isso? –ela disse rindo.

– Não! TIRA A THAY DAQUI, PELO AMOR DE DEUS! –ele começou a rir.

– Agora aguente! –ela gritou e riu.

– Tô, sério, vamos logo que a desesperada da Michelle já está achando que você desistiu do casamento. –gritei.

Creio que o que eu gritei fez ela se apressar, por que logo desceu.

Chegamos lá e a Mi e a Leni vieram ao nosso encontro. Entramos no salão, confundiram a Tô com a Mi, mas arrumamos isso logo.

Me levaram para uma parte do salão junto com a Mi, a Leni e a Tia. Comecei fazendo uns trequinhos no rosto com mascara esfoliante e pepinos (que não sei pra que servem). Fiquei um bom tempo ali. Logo em seguida, fui para a parte do cabelo, porém eu precisava da ajuda da Tô no penteado.

– E então... Qual o penteado? –a cabeleireira perguntou.

– Ai, não sei... Preciso da ajuda da Tô. Vou ir perguntar. –ela assentiu com a cabeça e eu fui atrás dela.Assim que cheguei na porta do lugar onde ela estava, me deparei com um segurança parado lá na porta. Tentei passar por ele, mas não deu.

– A senhorita não pode passar aqui! –ele respondeu.

– MAIS A MINHA AMIGA TA AÍ E EU QUERO VER ELA, ME DEIXA PASSAR, MURO DE BERLIM (:

– Mas a senhorita não pode e não vai entrar. –ele disse tentando manter a calma.

– AI QUE SACO! Ô ARMÁRIO, EU ESTAVA TENTANDO FICAR CALMA, MAS NÃO DÁ! ME DEIXA ENTRAR PRA VER ELA? –ele respirou fundo e soltou um “NÃO!” –Mas tio, eu preciso saber se ela vai gostar do meu penteado...

– Ela irá, com certeza. Agora vá terminar de se arrumar, antes que eu tenha que chamar os outros seguranças pra te tirar daqui...

– Ok, já estou saindo. –virei as costas e quando percebi que ele havia se distraído, tentei passar, o que não deu muito certo por que ele me segurou e me mandou voltar pro lugar de onde eu saí.

Voltei pra parte do salão e pedi pra moça fazer o cabelo que eu tinha pensado mesmo.

[...]

Cheguei na igreja e logo vi Pedro vindo ao meu encontro, com Thomas. Quem dera ele viesse ao meu encontro. Ele desviou e foi perguntar pra mãe dele onde a Tô estava. Thomas me deu um selinho.

– Pedro está louco acreditando que a Tô não quer casar mais... –ele disse rindo.

– Ela virá sim. –disse e ri.

– Vamos? –Mi disse e nos puxou.

–Ta na hora de entrar na igreja.

Mal respondi e fui puxada para a porta da igreja novamente. A decoração da igreja estava demais, o que só aumentou minha vontade de me casar um dia...

Mi e Thomas entraram na igreja, em seguida Fred e eu e logo depois o pai do Pe e a mãe da Tô e por fim, Pedro e Leni entraram. Esperamos mais uns minutinhos, até que a Tô e o pai dela entraram na igreja. Tudo tão lindo...

[...]

Nos sentamos numa mesa no salão de festas, junto com a Mi e o Luan Assis.

– Lembra que você tem que começar a pagar a aposta hoje, hein... –Thomas sussurrou no meu ouvido.

– Ah, claro. Irei falar pro meu pai que eu to indo dormir na sua casa pra dar pra você. –sussurrei no ouvido dele.

Nós acabamos rindo.

– Inventa alguma coisa, mas lembra que você apostou e começa hoje...

– Af, ta Thomas... –sorri.

A Tô e o Pe vieram sentar com a gente na mesa. Ficaram lá um tempinho até o Pedro e o Luan sair, deixando apenas Thomas, Tô, Mi e eu na mesa. Acabei beijando o Thomas e senti alguns flashes enquanto o beijava, mas o local estava cheio de fotógrafos então não era estranha a sensação. Tô e Mi disseram algo e saíram. Continuei beijando Thomas.

– Eu to indo inventar alguma coisa pro meu pai... –disse me soltando dele e levantei.

A primeira pessoa que encontrei enquanto procurava meu pai, foi a Pyetra, então ela iria me ajudar.

–Py... me ajuda! –disse puxando ela.

– Com o que? –puxei ela pra dentro do banheiro.

– Bom, eu vou dizer pro meu pai que vou dormir na sua casa. Se ele não deixar, você insiste... Ele tem que deixar.

– Mas pra que?- Ai, tenho uma aposta pra pagar, mas é uma história MUUUUITO longa...

– Ah, beleza... Vamos lá então. –Saímos do banheiro e fomos atrás do meu pai. Logo avistei ele, com a minha mãe e o pai da Tô.

– Posso atrapalhar um pouco a conversa de vocês? –perguntei e ri pela cara da minha mãe de “já atrapalhou...”

– Fala Thay... –meu pai disse rindo, talvez pelo assunto anterior.

– Então... É que eu tava pensando, junto com a Pyetra...

– Se ela podia dormir lá em casa! –Pyetra disse me cortando. –Deixa vai tio... Amanhã eu te devolvo ela assim que a gente acordar.

– Só que ela tem que estar em casa antes do almoço de preferência... –ele disse me surpreendendo pela facilidade em deixar.

– Posso ir? –perguntei por impulso.

– Pode! –minha mãe respondeu. Sorri e saí da mesa.

Fui em direção a Tô e a Mi, que estavam na pista de dança. Passei uma boa parte da minha noite me acabando naquela pista. Fui parada por Michelle, quando percebeu que a Tô e o Pe iam cortar o bolo.

[...]

Estava no carro com o Thomas, dando uma olhada no meu twitter, quando vi algumas replys chegando.

“Cara, to na festa do casamento da @Antoneleta_ com o @pelanzarestart e a @HiThay tá no mó pega com o @thomasrestart”

Acabei rindo com aquilo, o que fez Thomas me olhar.

– Que foi?

– Nada... Ah, eu to cansada.

– Vai cansar mais daqui a pouco... –ele disse e riu maliciosamente. Acabei o acompanhando.

Em pouco tempo chegamos no prédio. Entramos no AP dele nos beijando. Ele fechou a porta com o pé, mas teve que parar um de nossos beijos pra poder trancá-la.

– O casamento é dos nossos amigos e a noite de núpcias é nossa... –Thomas disse e me fez rir.

– Não é possível que eles não tenham uma noite descente... –disse rindo.

– Só se for de sono né... O primeiro beijo saiu no dia do casamento, e a primeira noite? –Thomas disse e nós rimos.

–Eu e a Mi fizemos ela comprar aquelas fantasias sexuais pra usar hoje — eu disse rindo- Ah mais, azar o deles... Mesmo que a deles não seja hoje, a nossa é né... –disse e sorri.

Ele sorriu e me abraçou novamente. Fomos pro quarto abraçados. Em meio aos beijos que dava em Thomas, tirava a roupa dele. Em poucos minutos, ele estava apenas com sua cueca Box preta (devo dizer que ele estava muito sexy). Joguei ele na cama e me despi, ficando apenas de roupa intima.

– Garota se eu te pego, te envergo, você vai pirar, você vai me amar! –Thomas cantou e riu. Acabei rindo de tamanha idiotice.

– Ai que besta! –disse rindo.

Deitei na cama, junto com ele e fui distribuindo beijos do pescoço dele até a boca. –Me faça sua! –disse bem no ouvido dele e percebi que ele se arrepiou.Thomas começou a distribuir beijos de minha boca, até minha barriga, a cada beijo eu me arrepiava mais. Ele desabotoou meu sutiã (o que não estava difícil, pois o fecho era na frente) e começou a distribuir beijos pelos meus seios. Ele começou a mordiscar o bico de um deles e acariciar o outro, o que me fazia soltar gemidos baixos. Pude sentir seu membro pulsando na minha coxa, o que me fez soltar um risinho. Thomas desceu uma de suas mãos para tirar a minha calcinha e com a minha ajuda, tirou rápido. O ajudei a tirar sua cueca e pude sentir seu membro, dessa vez fora da cueca, pulsando na minha coxa, bem próximo ao lugar onde deveria estar.

– Dá pra ir logo com isso?! –Pedi, ou melhor, supliquei para Thomas, que apenas riu.

Ele colocou seu membro em mim, me fazendo gemer um pouco alto. Suas investidas eram ‘violentas’ e me faziam ir ao delírio. A cada nova investida dada por ele, um novo arranhão se formava em suas costas. Depois de alguns minutos, Thomas tirou seu membro de mim e se abaixou. Ele foi passando sua língua do meu umbigo até a minha feminidade e começou chupá-la.

– Oh, isso Tho... –dizia com o fôlego que ainda me restava. Ele parou e me olhou. –Continue! –ele me fitou e continuou o que estava fazendo antes. Fechei meus olhos e agarrei minha mãos aos lençóis da cama. –Oh, céus, Thomas... –disse enquanto ele ainda estava ali. Ele parou e subiu novamente, voltando a me beijar.

Ele novamente colocou o seu membro em mim e começou com investidas, não tão rápidas dessa vez. Seus beijos abafavam meus gemidos e ele começou a investir mais rápido. Chegamos ao nosso ápice, ele se deitou ao meu lado e me beijou. Ficamos abraçados, nos olhando por um tempinho, até que me levantei e vesti minha roupa intima. Thomas vestiu novamente sua cueca. Me deitei novamente, junto com ele e envolvi minhas pernas pela cintura dele. Dormimos assim.

POV Antonella

Acordei e olhei a hora no meu celular. Puts, 11:56 da manhã e ainda iriamos almoçar com o pessoal.

– Pedro?! -disse ao dar um beijinho na ponta do nariz dele. -Acorda... -Ele sorriu e abriu os olhos vagarosamente.

– Por que tão cedo? -ele disse fazendo birra.

– Cedo? -disse e sorri. — São quase meio dia, moço. Levanta que nós vamos almoçar fora, né? -ele assentiu com a cabeça e fechou os olhos.

– Deixa eu dormir mais um pouco? -ele pediu.

– Não dá, Pepo. -ele abriu os olhos quando o chamei assim e sorriu.

– Diz de novo.

– O que?

– Pepo. -ele disse sorrindo.

– Pe-po. -disse e sorri.

– Linda! -ele me deu um beijo na testa e levantou. -Levanta da cama, preguiçosa! -ele disse e jogou a bermuda dele que estava no chão em mim.

– Ai, to com dor nas pernas! -disse ao me levantar.

– Eu não estou com dor em nada, por que não fiquei de salto, né? -ele disse e riu. Mostrei lingua pra ele e o acompanhei nas risadas.

– Pega uma camiseta sua pra mim u-u

– Pra que? -ele perguntou.

– Porque eu to de calcinha e sutiã?

– Idaí? Sou seu marido u-u

– Pedro, pega logo. -eu disse e ri.

Ele foi até o guarda-roupas e pegou uma camiseta, me entregou e foi pro banheiro. Vesti a camiseta que ele me deu e fui pra cozinha tentar fazer um café decente, porém em vão, eu realmente não sei cozinhar. Desisti, e voltei pro quarto pra procurar o que vestir, fiquei procurando uma roupa quando escuto Pedro desligar o chuveiro, então esperei ele sair do banheiro. E me enganei ao achar que ele iria sair vestido, pois ele saiu apenas de toalha.

– Pedro, va se vestir! -disse e nos rimos.

– Esqueci a cueca, po... -ele disse e caminhou até a parte do guarda-roupas onde ficavam suas cuecas. Enquanto ele andava, misteriosamente a toalha caiu.

– PEDRO! SE VESTE! -gritei e tampei o rosto.

– Nao tem nada que voce nao tenha visto... -ele disse e continuou andando.Peguei a toalha e joguei nele.

– Se veste menino! -disse.

– Vim pro quarto fazer exatamente isso! -ele disse e riu.

Acabei o acompanhando nas risadas. Uns dois minutos depois, destampei o rosto e ele estava de cueca (ela era branca e o deixava mais lindo ainda). Passei por ele pra poder ir ao banheiro tomar meu banho, porém, ele me segurou e me deu um beijo. Nosso beijo até poderia esquentar, se meu celular nao tivesse tocado...

*Ligaçao On*

– Espero que nao tenha atrapalhado sexo de ninguém. -Thay disse assim que eu atendi.

– Af, que besta -disse e ri. -mais o que voce quer?

– Avisar que sua mae e a Leni vao atrasar um pouco o almoço, isso é sinal de que tem mais tempo pra voce e o Pedro foderem. -ela disse e nos rimos.

– Que horror! Da pra ser um pouco mais educada no modo de dizer?

– Claro, sua mae e Leni irao demorar um pouco mais pra fazer o almoço, isso significa que voce e Pedro poderao estender a noite de nupcias de voces. -imaginei a cara dela ao dizer isso e acabei rindo.

– Ok Thay... -disse rindo.

– Agora ja podem voltar a se comerem. -ela disse e desligou.

Pedro nao estava mais no quarto, entao entrei no banheiro e fui tomar meu banho.

Devo ter ficado uns trinta minutos no banho, nao foi muito tempo, mas foi tempo o suficiente pro Pedro colocar fogo na casa. Vesti o roupao e sai do banheiro, a casa toda cheirava a quimado, fui correndo até a cozinha. Eu sei que deveria ajuda-lo, mais a minha primeira reaçao, foi rir da cara de que ele fez enquanto jogava as coisas que haviam queimado no lixo.

– Tentei fazer alguma coisa... -ele disse e nos rimos.

– Percebi que so tentou mesmo... -disse rindo. Fui ajudar ele a abrir as janelas antes que morressemo com o cheiro de queimado.

– Alguém tem que aprender a cozinhar... Ta foda assim. -olhei pra ele e ele estava com um olhar apontando que o alguém seria eu.

– Realmente... Vou tentar te inscrever numa escola de culinaria. -disse e sorri ironicamente pra ele, que me deu lingua e em seguida começou a rir.

– Quando eu disse alguém, me referi a você e não a mim! — Pedro disse rindo.

– Ah não?! — disse num tom (meio) iroico. — Então iremos almoçar na sogra todos os dias! — disse rindo.

– Nada folgada né?! Trate de aprender a cozinhar. -ele me deu um tapa na testa.

– Ai! — ri.

– Vambora, que a gente vai comer na minha mãe.

– Ahn.. Não agora, por que elas vão demorar um pouco pra fazer a comida.

– E até lá a gente morre de fome?

– Pedro, sem frescura por favor u-u com certeza tem algo pra comer no armágio.

Nos enrolamos um pouco, e finalmente seguimos pra casa da Leni.

– Bom dia família. — Pedro disse entrando.

– Bom dia nova família — eu disse assim que entrei e ri.

Estavam todos lá, até Thay e Thomas, os cumprimentei. Não demorou muito e eles serviram o almoço. Passamos a tarde lá e foi bem divertido, Thay me contou de sua 'noitada' com Thomas, e eu acabei contando que tive minha noite de núpcias k.

Depois de uma tarde super divertida, eu e Pedro voltamos pra casa e fomos arrumar nossas coisas pra viajem.

[...]

– Vamos pra onde amor? — perguntei fechando a minha mala.

– Surpresa — ele disse e riu. — Sabe falar em inglês?

– Yes, I know. — eu disse e nós rimos.

Deixamos as malas na sala e fomos dormir, afinal, iriamos embarcar as 5 horas da manhã.



Notas finais
EEEEEE AÍ, o que acharam? hahaha gostaram do casamento? E da primeira noite deles? E da Thay pagando a aposta? E aonde será que eles vão passar a lua de mel? heeeeeeein? hahaha bora comentar galera.
Volto pra postar assim que tiver tempo, porque to CHEIA de trabalhos escolares, aí em seguida simulado, aí provas, aí Enem, aí FOOOOOOLGA K. Mais prometo vir o quanto antes tá?! haha
beijos @reemendes_ / @amo_pelanzanha / @PlCantaThoPensa.
Ah e leiam essa fic aqui que é da Thay mais eu ajudo a escrever (: k https://fanfiction.com.br/historia/231783/E_Uma_Questao_De_Tempo_Ate_Voce.../