Notas iniciais
Terão cenas de sexo, então aconselho que você seja maior de 18 anos ou tenha consciência de que não é de minha responsabilidade!
Bom proveito!

~le flash back~

Era tarde de segunda-feira, tava sozinha em casa, esperando o Pe, ele queria falar um assunto sério comigo

Diiiiiiiiiiiiim, dooooooooooooooom, ouço a campainha e vou abrir

PG: Dev, minha vida :)

Gabs: Pe anjo — ele entrou — o que você queria falar comigo?

PG: senta aqui — ele bateu no sofá do lado dele, eu sentei — é um pouco sério o que eu tenho pra te falar

Gabs: pode falar

PG: bom, é que eu to gostando de uma garota, mas eu não sei se ela gosta de mim

Gabs: hm.. e quem é? — ele não falou nada, só se aproximou, mais perto, mais perto, mais perto… Nos beijamos. Não durou muito, eu o empurrei confusa — o que é isso Pedro?

Pg: você é essa garota

Gabs: como assim Pe — falei confusa — a gente é amigo

PG: do seu ponto de vista, eu to apaixonado por você e eu quero te ter, agora

Gabs: como assim me ter?

Pg: você entendeu — e começou a beijar meu pescoço

Gabs: Pe, Pedro, e-eu sou virgem

PG: eu também — ele sorriu — vamos ser os primeiros de cada um, você é minha princesa e eu sou seu príncipe

Gabs: Mas.. — ele me interrompeu

PG: eu sei que você quer, você também gosta de mim. Mas eu não vou forçar nada, você tem que deixar — pensei um pouco, eu realmente já era apaixonada por ele, não tinha pessoa mais certa pra minha primeira vez, eu realmente queria que fosse ele, ainda mais agora, que ele me corresponde

Gabs: tudo bem — ouvindo isso, ele me pegou nos braços e me levou pro quarto.

Chegando lá, me deitou com calma na cama, parecia estar nervoso, mas não tirava o olhos dos meus, sempre conectados

PG: já disse que você tem olhos hipnotizantes?

Gabs: não

PG: Você tem olhos hipnotizantes — falando isso, com muita calma, ele me beijou. seu beijo era mais lento e mais quente do que de qualquer garoto que eu tenha beijado. E eu amei aquilo. Depois suas mãos envolveram minha cintura. Ele não tinha a mínima idéia do que fazer alí, mas pra mim, estava muito bem.

Com as mãos em minha cintura ele as desceu para a coxa, me fazendo arrepiar. Ele riu. Depois parou de me beijar e perguntou se eu estava gostando. Assenti e ele continuou com as carícias. Só tirava os seus olhos dos meus quando ia me beijar, ele queria me passar segurança.

começou a tirar minha roupa, aos poucos, foi tirando minha blusa e minha saia, me deixando de calcinha e sutiã.

Com a minha mão dentro da sua blusa, eu a puxei, fazendo ele tirá-la. Arranhava suas costas, e ele amava. por fim, tirei sua bermuda. O mesmo tirou meu sutiã, e ficou olhando meu seios por longos 2 minutos. Aquilo me contrangia. Eu perguntei:

Gabs: tem alguma coisa errada?

PG: não, pelo contrário, eles são lindos *.* — com vergonha de escutar aquilo, o beijei, o fazendo gemer com o susto que tomou.

Nossos corpos enroscados imploravam por conecção, por união.

Minha respiração pesada piorou com a dele quando ele tirou minha calcinha. Aquilo era novo demais pra mim. Eu nunca assistira nenhum pornô, o pouco que eu sabia sobre sexo, havia aprendido com minha mãe, na escola ou com minha irmã. Não sabia como iria ser a sensação de ficar nua na frente de um homem, de sentir-lo dentro de mim, de chegar lá. Nada disso, e então chegou o Pedro, com esse jeito dele, me conquistou e me ganhou, ele iria ser o começo de uma nova vida, de novas sensações, novos sentimentos.

Meus pensamentos não tiravam a concentração do momento, eu estava ciente de cada movimento.

Gemi quando ele tomou coragem e colocou meus seios em sua boca, o beijando e acariciando cuidadosamente.

Eu não conseguia manter minha boca fechada, estava com vergonha de qualquer som que saía dalí

PG: não tenha vergonha, isso é normal. pelo menos foi o que me disseram — rimos e continuamos.

Me senti um pouco imóvel, então decidi fazer alguma coisa.

Pedi para ficar por cima, mesmo confuso e assentiu e mudou de posição.

Dia desses, minha irmã havia falado do termo “sexo oral”, ela me explicou o que era, disse que os homens gostam muito e blá

Então resolvi tentar.

Pelo que eu sabia, aquilo era institivo, coisa do ser humano. eu devia saber fazer.

Saí beijando seu pescoço, depois seu peitoral, virilha, fui descendo, descendo… Até que cheguei em sua cueca.

Tomei um susto com seu “tamanho”. Minha mãe havia me explicado sobre isso, na escola a gente aprende também. Não que eu nunca tenha visto aquilo na minha vida, laboratórios de biologia servem pra isso.

Mas é que é o meu amigo, seria estranho.

Continuei o beijando por cima da cueca, sem mostrar nervosismo. O olhei e o mesmo estava me de olhos fechados e sorrindo.

Ver que ele estava gostando me fez criar coragem.

Tirei sua cueca, e começei a acariciar seu membro com minha boca.

De repente ouço o seu gemido, aquilo devia ser bom, ele estava adorando.

Só depois de um certo tempo, vi que era melhor parar e deixá-lo continuar.

Ele me olhou perplexo, e se colocou por cima de mim.

PG: como você sabia fazer isso sua santinha?

Gabs: me falaram que era institivo

PG: eu amei — e me beijou, depois de um tempo com o beijo quente e exitante dele, o mesmo parou e me olhou fixamente — ta pronta?

Só assenti, e ele pegou o preservativo. Por um tempo pensei no caso dele já saber que isso iria acontecer, por isso ele levou a camisinha. Mas meu pensamento foi interrompido por ele.

PG: se doer me avisa.

De primeiro ele foi acariciando minha intimidade com seu membro, para eu e ele nos acostumarmos com o contato. Depois foi penetrandro devagar. AI!

Apertei suas mãos que estavam entrelaçadas às minhas, ele soube que era dor e parou. Até alí estava bom, por enquanto.

Nossos corpos começaram a suar, estavam muito quentes, jamais imaginei que o ser humano poderia ficar com essa temperatura. 50ºC?

Me diziam que o amor era só um sentimento, que não não podia ser visto. Eu estava vendo o quão errados esses sábios foram. Eu o vi, o escutei, o senti entrar dentro de mim. Aquilo era amor. A melhor maneira de demonstrar pelo menos.

Não poderia ser com pessoa diferente. O Pe estava sendo perfeito.

Penetrando bem devagar, ele começou a acelerar, vendo que eu não reclamava, ele aumentou o ritmo, aumentando, aumentando…. De repente, eu não sentia dor. Era diferente. Eu sentia uma vontade imensa de acelerar mais o ritmo, de ir ao máximo.

Aquilo era Tesão, como a Carla dizia, era exitação, prazer.

Nossos corpos molhados se chocavam cada vez mais rápido, o prazer ia aumentando a cada segundo, e então, o ritmo estava muito rápido, fazendo minha respiração acelerar mais, já não controlava os sons de minha boca. Ele não estava diferente, gemia muito, igual à mim.

De repente, veio uma nova sensação, eu senti um prazer imenso, tão grande que eu podia morrer de prazer. Minha cabeça inclinou pra trás e eu soltei um gemido alto, melhor, nós soltamos esse gemidos juntos. E então eu via que tinhamos chegado lá, tivemos um orgasmo juntos. Essa sensação não se explica, é a melhor que uma pessoa pode sentir.

Quando o olhei ele estava sorrindo, e ainda dentro de mim ele me beijou, dessa vez o beijo era selvagem.

Terminado o beijo ele deitou do meu lado, tirou o preservativo, jogou no lixo e se virou pra mim, me olhando, me admirando

PG: Perfeita — falou tirando minha mecha molhada de suor do rosto

Gabs: você que é — falei envergonhada — você gostou?

PG: A-D-O-R-E-I — PRONTO, agora um sorriso imenso iluminou meu rosto — Como você…. Sabia fazer aquilo?

Gabs: Aquilo o quê? — me fiz de desentedida

PG: você sabe.. o Sexo oral.

Gabs: AH! Não sei, a Carla disse que quando chegar a hora, eu ia saber fazer. Só tive medo de te machucar

PG: Nem um pouco! — me beijou — ah… eu preciso ir, daqui a pouco a Carla chega, aí não presta

Gabs: é mesmo, ela não pode saber disso. Não agora.

PG: desculpa não curtir mais com você

Gabs: não se preocupe — ele me deu um selinho, vestiu suas roupas, sorriu e foi embora…

~le flash back Off~

Gabs: e depois daquele dia, é como se ele tivesse esquecido, me tratava como antes, como amiga. Quando eu tocava no assunto ele falava “Deixa Rolar Dev”

Lari: nossa cara, que barra

PL: tenso isso :s — eu contei tudo isso chorando, não sei como eles entenderam — não acredito que você é a garota da foto. Por isso ela tem o corpo tão bonito. Sempre pensei como ele teve a capacidade de conseguir uma garota assim. Agora eu vi o quanto ele era idiota naquela época

Gabs: eu fui iludida, ele sabia o quanto eu gostava dele, e me usou, pra quê? Pra mostrar pros amiguinhos que era foda!

Lari: calma, esfria a cabeça, depois você resolve iss…

Gabs: não! eu vou lá e é agora!

PL: Melhor n…

Gabs: Melhor é ele está morto — fui batendo pé — vocês não vão me deixar dirigir né?

PL, LARI: claro que não, vamos.

Partimos pra casa daquele filho da mãe Gay!

Só não estava com mais raiva porque meu coração estava ocupado demais sentindo dor. A dor de ser usada é a pior que existe. Principalmente se for pela pessoa que você ama.

Acho que o Pedro Lucas queria me fazer raiva, estava tão calmo, o carro mais parecia uma tartaruga.

ARRRRG, mas não vou falar nada, já to irritada demais.

Chegamos lá e eu fui calma, relaxada entrei no elevador, o Pe enxugou meu rosto e disse alguma coisa como “mostra que tu é forte minha menina”

Toquei a campainha. eu não ia abrir com a chave, vai que eles tão ocupados.

PG: Gabriella?

Gabs: ah, a Gi ta aí?

PG: não, ela foi ver uns amigos… Mas porque você não abriu com a sua chav… — o empurrei

Gabs: COMO VOCÊ PODE?! VOCÊ ME ILUDIU, DISSE QUE ME AMAVA, ME USOU! PRA MOSTRAR PROS SEUS AMIGUINHOS GAY QUE VOCÊ ERA FODA! SAIBA QUE UM CARA FODA NÃO SEDUZ A MELHOR AMIGA, TRANSA COM ELA E SAI ESPALHANDO! ESSE É O TIPO DE HOMEM GAY!

PG: do que você ta falando, eu…

Gabs: não se faz de santo Gabriel, você é um filho do capeta, seu merda!!!!!

Notas finais
gostaram da cena hot? quero opiniões U,U