Memories Of Zelda - Fic Urna

2 Capítulo 2 - o novo garoto que veio da cidade.


Notas iniciais
A todos aqueles q participaram da fic urna (somente duas pessoas) os meus sinceros agradecimentos, devido ao fato de "a lenda de Zelda" n ser mt bem divulgado hj em dia então tive q fazer as votações pelo facebook.
Pra quem curtisse o Zink teria q curtir e quem votasse no Allen teria que comentar, a votação ficara acirradissima por dois dias inteiros e no fim Zink venceu com 5 pontos na frente de Allen com três pontos.

O garoto assistia mais uma vez aquele mesmo filme de terror em seu notebook, debaixo das cobertas, nele um homem enorme e encapuzado saia correndo atrás de uma mulher desesperada gritando por socorro, a luz fraca da lua lhe iluminava levemente o cobertor grosso e a luz faiscante do notebook faziam seus olhos verdes brilharem. Passos puderam ser ouvidos vindos da porta afora do quarto do loiro, de repente algo puxa o lençol dele.

?? — ahá! Ainda acordado Zink?

Zink — m-mãe?!

A mãe de Zink é uma mulher um pouco mais baixa que o próprio filho, gordinha e com um sorriso agradável no rosto, apesar de adotado Zink a considerava sua mãe de verdade, ela lhe ensinara várias lições dentre elas a de não julgar seus pais por terem-no deixado e especialmente por que eles poderiam ter um bom motivo pra isso. O nome dessa mulher que o adotara era Mina.

Mina — Zink, vc deveria estar descansando, sabe muito bem que amanhã...

Zink — pra Romênia me hospedar na casa do tio Loui, eu sei.

Mina — faz muito tempo que não vai pra lá querido, quando criança você ficava sempre empolgado, lembra como adorava a natureza? Eram quase como uma ligação de almas.

Zink — eu sei... mas já faz muito tempo.

Mina — agora que você já está um rapazinho eu finalmente teri que deixar você partir...

A mulher não consegue controlar as lágrimas de emoção, ver seu filho, ainda que adotivo ir embora pra ajudar o irmão dela no museu de Brasov na Romênia, mais especificamente pros lados do campo, bem distante de casa era algo muito triste mas de certa forma precisava ser feito, o garoto já estava bem crescido e ela não tinha mais como pagar os estudos dele por que devido a problemas com estudo não tinha sequer emprego, além disso o jovem gostava da natureza desde muito novo e iria ser bom pra ele, quem sabe seus sonhos estranhíssimos com florestas poderia ser uma lembrança de seu passado e revelasse alguma coisa que eles ainda não tinham pensado.

Zink — mãe... não... não chore está bem — o jovem loiro beija-lhe a testa enquanto lhe seca as lágrimas depois lhe dá um sorriso doce e sincero. — Eu ficarei bem, prometo.

Mina — eu realmente espero que sim querido... Agora já pra cama — diz fechando o notebook e guardando o mesmo no armário — Você tem uma longa viagem pela manhã e não vai querer ficar com cara de sono vai?

Zink — há, a senhora continua a me tratar como uma criança mamãe.

Mina — *sorri discretamente quando está pra sair* isso por que você continua a agir como uma garoto.

Zink — *ri*

Mina — boa noite meu filho. *desliga a luz*

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

O ônibus anda vagarosamente pela estrada de terra, estava um pouco coberto pela poeira da mesma e chacoalhava sem parar, algumas pessoas que lá haviam eram como Zink, ou ainda mais humildes que ele. O garoto aparentava muitas coisas no momento, mas especialmente tédio, dor de tanto tempo sentado, somado a desconforto e o enjoo pelas chacoalhadas, saira do ônibus com os cabelos meio arrepiados e a pele praticamente sem cor de tão grande o enjoo.

?? — AH! deve ser você o novo visitante certo? Muito prazer meu nome é Sa... *Zink capota deixando-a de mão estendida pro nada* ... ria. AI MEU DEUS! V-Você tá legal? *acudindo o garoto* Vem, o pai tava mesmo esperando você chegasse. *carregando ele até uma carroça que vai o resto do caminho que nem ônibus ou carros poderiam passar*

Saria — acorda Zink, finalmente chegamos.

O garoto abre os olhos e por um minimo segundo vê uma cidade grande e próspera (Hyrule market) porém volta ao normal ao notar que era apenas uma cidadezinha normal do interior e pensar que algo assim ainda era possível no século em que vivia, ele salta da carroça juntamente com a garota e entra na cidade se despedindo da garota que o faz prometer ir em sua casa visita-la e ao seu pai, ele segue seu caminho indo direto ao fim da cidade, havia um castelo meio que restaurado, era lá que era o museu, ele adentra com suas malas em mãos, seus passos ecoavam por aquele lugar enorme e alto, haviam as salas de baile que estavam trancadas, os quadros estavam tal como num museu, bem separados por divisas para que o público que lá visitasse não se aproximassem tanto deles, cada quadro mais belo e antigo que o outro mas o que mais chamara a atenção do rapaz eram que em alguns deles apareciam triângulos o que o deixava sempre os contemplando por um bom e longo tempo.

?? -então... vejo que chegou caro sobrinho.

Zink — *susto* a-ah... t-tio Loui, que susto o senhor me deu.

Loui era o irmão de Mina, ainda mais baixo que ela própria, um senhor baixinho de cabelos completamente brancos que tomava conta daquele museu desde muitas gerações, dizem que seus ancestrais eram guardas do castelo de quando havia um reino, lógico que Zink, tal como as pessoas dali jamais acreditavam que pudesse ter havido um reino por lá, aquele vilarejo de Brasov era tão isolado, mas tão isolado que não aparecia sequer em mapas, o que explicava por que quase ninguém vinha conhecer o museu de Brasov, ele era de acesso difícil, quase impossível.

Loui — é muito bom mesmo que esteja aqui, seu quarto fica bem no caminho pra onde estou querendo levar essas caixas *olha de lado as caixas atrás de si* mas infelizmente a idade não ajuda... queria fazer um favor pro seu velho tio? — Ele pega as caixas e as põe nos braços do jovem fazendo-o largas as malas.

Zink — c-claro tio.. "pesado..."

Loui — você é um bom garoto meu jovem um bom garoto, depois não se esqueça de trancar a sala quando guardas as coisas.

Zink — s-sim senhor.

Loui — ah, mais uma coisa... seja bem vindo sobrinho.

Zink — *com sorriso apesar do peso* obrigado tio, também é um prazer estar de volta.

O garoto entra no lugar onde deveria guardar as coisas e joga as malas em qualquer lugar fazendo levantar um pouco de poeira e tossindo um pouco.

"hey!"

Uma voz ecoava fracamente do nada, Zink olha de relance pra alguns lados mas não vê nada.

Zink — que estranho... acho que a viagem me deixou assim... melhor eu ir descansar um pouco...

O garoto sai da sala e tranca não percebendo a luz fraca que emanava de si durante seu sono a noite e a silhueta misteriosa que o observava na escuridão.

?? — enfim... o encontrei...

Continua...

Notas finais
Proxs caps -> Zink tem uma certa dificuldade em se adaptar a sua nova vida no vilarejo de Brasov, o trabalho com o tio Loui é rigoroso e árduo, uma ocarina que não pode ser tocada por Zink, algo o perseguindo durante as noites na floresta e algo que o vilarejo procura esconder dele, tudo isso nos proxs caps.