Memories
8 Capítulo 8 - Memória Recupera
Notas iniciais
Finalmente edward recuperou sua memória... mas e agora como ele vai reagir com essa nova sensação de perda?
O clarão se desfazia aos poucos. Alphonse estava deitado no chão mas se erguia calmamente, e não demora muito a subir os olhos e avistar o irmão deitado não muito longe dali. — Nii-sama!!!! Alphonse saiu em desparada ao encontro do irmão. — Ed... Ed.... balançava o irmão na tentativa de acordá-lo. Os olhos amarelados se abrem calmamente. O rosto do irmão para Edward, estava um pouco embaçado, mas não demorou a vê-lo nitidamente.
- All.... Sentou-se e levou a mão na cabeça.- Nii-sama.... você... você... tentava o loiro formular uma frase, mas as lágrimas impedia completamente que conclui-se com facilidade. — Você se lembra... - WINRY!! Edward se ergue rapidamente, os longos fios da franja se viravam e os olhos do loiro ficaram opacos quando viram aquela cena. O circulo de transmutação estava sujo por sangue em quase toda sua extenção. Cambaleou um pouco caindo sentado no chão... — winry.... não... porque... socou o chão entristecido, deixava as lágrimas falar por ele, pois as palavras lhe faltou naquele momento. Alphonse abaixou a cabeça e deixou algumas lágrimas descer por sua face alva. — Winry.... edward engatinhava em direção ao centro do circulo, onde seu relógio de alquimista estava coberto por sangue, o sangue da amada, da única gartoa cuja qual fez o jovem perder o chão e a voz. Não podia acreditar em tamanha catastofre... como aquilo pode ocorrer, o coração estava apertado, e o choro parecia preso na garganta. Aquela sensação angustiadora estava dolorindo o coração do jovem alquimista. Queria gritar mas sua voz não conseguia sair, sua força tinha sumido naquele instante... era um adeus.... Para a infelicidade do jovem.... aquilo sim... tinha sido um adeus. Se culpava por não ter chegado mais cedo... queria voltar no tempo... mas não podia. Socava inultimente o chão, mas nem machucar sua mão era capaz... As lágrimas caiam no chão manchado o sangue com sua tristeza e dor e escorria por cada milemetro de lembranças. As luvas brancas estavam levemente vermelhas e o coração parecia quebrar.- nii-sama... Alphonse se ergue com dificuldade e vai até o irmão. — vamos embora... pedia ele entre os soluços...Edward estava entristecido demais para dizer algo a favor ou contra a opinião do irmão, que com uma certa dificuldade caminhava com o irmão para fora da fábrica. Um imenso vazio começava a tomar conta dos dois corações... Saber que a horas atrás eles corriam por aquelas matas, e naquele instante estavam voltando sem a jovem sorridente era depirmente. Os olhos de edward pareciam distantes, era como se vagassem em outra dimensão... em outro mundo... e nesse mundo winry estava... Sim ela esava lá brincando, brigando e sorrindo com Edward. Chegaram após algum tempo na casa, na porta da mesma estava Pinako que permanecia de cabeça baixa nada disse quando viu o rosto dos dois sujos de sangue... Alphonse e o jovem se sentaram no sofá e ambos observavam aquela casa vaga, sem winry para fazer todo aquele divertimento. Era solitário o coração de Edward. Tudo foi nada além de um jogo de trocas... E quem mais perdeu... foi a jovem que só fez o esperar por toda sua vida... Sim... agora Edward se lembrava de tudo que passou, mas do que adiantava se winry não estava ali para ajudá-lo e fazer o coração do mesmo sorrir?******************flash back*****************O dia amanheceu claro, Edward já estava de pé treinando com o irmão do lado de fora da casa. - Heeey!!!! Sabia que a vovó esta dormindo? perguntou winry depositando as mãos sobre a cintura. — E e estou tentando concertar sua auto-mail Ed!!! - Segura essa!!! Alphonse disse tentando acertar o irmão que por sua vez defende.- É incrivel como eles não me escutam! Lamentou a jovem. — Isso é irritante... disse erguendo a chave inglesa. — IDIOTAAAA!!!! Lançou-lhe a chave acertando em cheio a face do mesmo. - AIIII!!!!! Isso... ISSO DOEU WINRY!!! Gritou o menino se erguendo furioso. - \"Como ele pode fingir que não coorreu nada?!!?!?\" Perguntava-se winry mais nervosa ainda com o garoto.- nii-sama.... tudo bem?- SUA MANIACA POR MAQUINAS!!!! ISSO DÓI!!!!- ham! isso com certeza não é problema meu. Afirmou sem mais demandas cruzando os braços e virando o rosto para a esquerda.- hum... edward se emburrou e cruzando igualmente os braços virou o rosto para a direita. Era estranho mas ainda sim podia se ver um sorriso na face dos dois. Eles estavam felizes ali... era bons momentos.... Na noite passada, Edward segurou levemente as mãos da garota e deixou com que ela encostasse a cabeça em seu ombro... A lareira deixava o ar mais harmônico.... sim era aquela mesma sensação de quando descutiram sobre os sentimentos antes de winry lhe dizer adeus.... *********************fim do flashback***********************Edward parecia preso em mundos cujo quais nem alphonse e nem pinako podia entrar.... Sentia saudades da jovem mas.... não entrava-lhe na mente que jamais iria vê-la novamente, essa idéia era vaga demais para ser real.- Ela fez mesmo isso não é ? Pinako encostou na parede um pouco abalada aparentemente.- sim vovó.... eu.... - tudo bem... pinako interrompeu o jovem...- Desculpe.... mas... ela disse que queria trazer de volta... que não queria que eu sentisse.... exitou um pouco quando sentiu que não precisava terminar...- winry.... pinako olhou para a foto da mesma juntamente com Den encima da mesa... Até mesmo Den, estava sentindo a falta da jovem, estava nos pés de Edward que fitava o chão como se não buscasse nada de interessante em sua mente. - Nii-sama... alphonse retirou do bolso aquele mesmo papel cujo qual winry lhe entregou, tinha o cheiro da jovem. — Ela pediu que te entregasse. Entregou para o irmão o papel e abaixou a cabeça. - .... . Edward subiu lentamente as escadas e adentrou no qarto da jovem... estava tão organizado... tão cheiroso... ali tinha muitas lembranças da jovem, caminhou pelo chão com passos curtos e lentos e se sentou na cama. Ficou ali um tempo olhando para a carta, imaginando algo que ninguém ali presente poderia entender... Ficou um pouco temeroso em abrir aquele papel... mas nada mais importava. Ia abrindo lentamente a carta e logo reconheceu a letra da jovem.... \"Querido Edward....\"
continua...
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