Memória Perdida

22 Capítulo 21 Reencontro


Notas iniciais
Perdoe-me os erros ortograficos e tudo mais, fiz o capitulo na correria.
Tive que estudar para provas durante essas semanas e por isso nao postei antes.
Então, curiosos para saber que é o garoto que Sinead salvou??
Bjinhos!

O corpo de Sinead caiu para trás. O garoto ao lado dela tentou segurá-la, mas estava tão fraco que apenas impediu que ela caísse com força no chão.

Hamilton, escondido atrás de uma das árvores, rugiu de ódio e pulou encima do Vesper (o ultimo que continuava de pé depois do combate). O homem tentou atirar, mas as balas voaram para o céu quando todo o peso de Hamilton o derrubou no chão. O loiro socou o Vesper com tanta força que o homem acabou desmaiando.

Amy e Ian já estavam ao lado de Sinead. Amy pressionava com força o local onde a bala atravessou o corpo da prima. Dan e Natalie se aproximaram também.

Vou buscar o carro! Ian gritou e então se pôs a correr a toda velocidade de volta para onde o 4X4 tinha sido estacionado. Estava a, pelo menos, vinte minutos dali, mas ele corria tão rápido que quase não tinha tempo de desviar das árvores que surgiam da escuridão.

Si! Hamilton se jogou ao lado da namorada. Ela ainda estava consciente, mas perdia muito sangue. Aguente firme.

Temos que impedir o sangue de sair. Disse Natalie. O homem que Sinead libertara se pôs de pé com dificuldade e andou até uma mesa que estava no cômodo de entrada do chalé. Ele puxou a toalha de mesa e a estendeu para Amy. Ele parecia impressionado com Amy, nem ao menos tirava os olhos dela.

Os minutos pareceram horas enquanto Amy pressionava a toalha de mesa no local do ferimento. Hamilton tinha lágrimas que escorriam sem parar pelo rosto. Sinead gemia de dor.

De repente uma luz forte veio na direção deles. O 4X4 dirigido por Ian freou no ultimo segundo e parou ao lado do grupo. O carro estava muito sujo e a parte da frente estava muito amassada, mas ninguém ligou para aquilo.

Hamilton ergueu Sinead e a colocou no banco de trás do carro. Ele sentou ao lado dela e ela apoiou a cabeça dele.

Dói. Ela sussurrou.

Ian se jogou no banco do motorista enquanto Amy sentava ao lado dele. Os demais se equilibraram como puderam na caçamba da picape segundos antes de Ian acelerar entre as árvores.

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Já se passava das quatro da manhã quando Hamilton pôde enfim visitar Sinead. Ele tinha passado a noite inteira no hospital enquanto os outros foram para casa. O dia tinha sido exaustivo para todos e ele sabia que não podia exigir que ninguém ficasse no hospital com ele.

Hamilton ainda usava as roupas sujas e rasgadas de antes. Os seus machucados foram desinfetados e estavam enrolados com gaze. Ele tinha tomado alguns remédios para dor de cabeça e se sentia muito melhor.

Hamilton entrou no quarto onde Sinead estava. Ela tinha passado por uma cirurgia para remoção da bala e ainda estava adormecida. O médico seguiu Hamilton e fechou a porta do quarto.

O efeito do sonífero vai passar em algumas horas. Disse o médico com seu forte sotaque alemão. Era um senhor de idade, com cabelos grisalhos e mãos enrugadas, mas era considerado um dos melhores cirurgiões do país.

E o bebê? Perguntou Hamilton enquanto passava a mão pelo rosto adormecido de Sinead.

O bebê está perfeito. Ela é mesmo uma pessoa resistente, caso contrário teria perdido o bebê. O médico falou e Ham soltou um suspiro de alívio. Aconselho a vocês terem mais cuidado por onde andam, nossas cidades estão cada vez mais perigosas!

Hamilton assentiu. Um enorme sorriso surgiu em seu rosto. Estava tudo bem!

Está tudo bem! Sinead está bem!

Vou deixá-lo sozinho com ela, mas não demore! O médico falou e depois saiu do quarto. Hamilton baixou o rosto, beijou a testa de Sinead e depois tirou o celular do bolso.

O telefone tocou algumas vezes antes que Natalie atendesse...

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PRIM! PRIM!

Natalie acordou de uma soneca rápida com o som irritante do telefone. Ela tinha tomado um longo e relaxante banho, trocado de roupa e comido alguma coisa. Mesmo sendo madrugada, todos estavam pilhados demais para dormir.

Natalie esfregou os olhos e percebeu que seu irmão já estava se aproximando dela e do telefone para atendê-lo.

Pode deixar. Ela disse e esticou o braço por cima do sofá para alcançar o telefone. Alô?

Natalie? A voz de Hamilton soou do outro lado do telefone.

A morena se pôs imediatamente de pé. Ian franziu o cenho e mexeu os lábios formando um Quem é? sem som.

Hamilton! Natalie exclamou alto. Está tudo bem? E Sinead, como ela está? Alguém desconfiou de alguma coisa?

Os olhos de Ian se arregalaram e Amy entrou na sala seguida de Dan assim que ouviu o nome de Hamilton sendo pronunciado.

Como está Sinead? Ela perguntou se aproximando de Natalie. A Kabra levantou uma das mãos, pedindo silêncio e ficou ouvindo Hamilton em silêncio. De repente, Natalie soltou um suspiro de alívio e sentou novamente no sofá.

Tudo bem, Ham. Eu aviso. Ela disse e depois desligou o telefone. Antes que alguém pudesse abrir a boca ela começou a falar: Sinead está bem e talvez receba alta assim que o efeito do sonífero passar.

O efeito foi coletivo: Amy sorriu e depois olhou para o irmão e para Ian. Dan sorriu de volta e depois se jogou no sofá ao lado de Natalie e arrotou, o que fez a morena soltar um sonoro Eca! Ian, por sua vez, riu ao ver a cara da irmã.

Estava tudo tão perfeito! Dan e Natalie estavam limpos, alimentado e, principalmente, ao lado deles. Sinead estava bem e o brilho tinha voltado aos olhos de Amy. Ian olhou em volta e, pela primeira vez em toda a sua vida, se sentiu encaixado em um lugar. Sentiu que fazia parte de uma família.

Depois de Natalie se afastar de Dan, ela bateu as mãos na calça que usava e disse:

Então, quem vai ir ver o nosso hospede?

O garoto que Sinead tinha resgatado estava tão fragilizado que acabou desmaiando assim que eles chegaram em casa. Amy o ajudou a comer alguma coisa e o deixou descansar um pouco. Menos de uma hora atrás ele tinha acordado e Amy o ajudou a ir até um banheiro: com toda a certeza aquele garoto não tinha visto um chuveiro havia muito tempo. Durante todas essas horas, ele não dissera nem uma palavra, apenas observava Amy com seus belos olhos cor de caramelo.

Eu vou ver se ele não se afogou na banheira. Amy falou e depois riu. Ela estava radiante e completa agora que seu irmão estava de volta. Não tivera muito tempo para falar com ele e Dan ainda não sabia sobre a sua perda de memória, mas isso podia esperar.

Amy subiu as escadas pulando dois degraus a cada passada e depois entrou em seu quarto.

O garoto vestia apenas uma das calças de Ian (as de Hamilton eram grandes demais) e passava uma camisa de algodão pela cabeça quando ouviu o som da porta se abrindo e se virou.

Amy parou de repente. O garoto era muito magro, porém muito bonito, mas não foi aquilo que surpreendeu Amy: ele tinha feito a barda e agora o seu rosto estava totalmente visível.

Amy cambaleou para trás.

O garoto estava sentado na frente de Amy e, entre eles, estava uma mesa com um tabuleiro de xadrez.

Amy sorriu e então fez sua jogada:

Xeque-mate! Ela disse e então os olhos de seu adversário se fixaram em seu rosto. Ele se encostou à cadeira e soltou um resmungo brincalhão. O velho que estava sentado ao lado deles bateu palmas e riu.

Quero uma revanche. Disse o garoto. Amy corou forte e depois soltou uma risada fraca...

O garoto apenas a observava, sem se mexer, com um sorriso disfarçado nos lábios.

Amy arfava, puxando o ar com força. Ela conhecia aqueles olhos. Conhecia aquele sorriso. Ela conhecia aquele garoto!

Durante a busca pelas pistas! Na África do Sul!

Ela foi invadida por uma sensação boa, tranquila, mas seus olhos ainda estavam arregalados e ela tinha dificuldade para abrir a boca. Enfim conseguiu pronunciar alguma coisa. Um nome.

K-Kurt?

Oi, Amy Cahill. Disse Kurt antes de abrir um enorme sorriso.

Notas finais
E KURT ENTRA EM CENA! Hahahaha
E então curiosos para saber o que ele estava fazendo com os Vesper?
Ainda bem que Sinead vai voltar logo para casa e entao será apenas derrotar Damien Vesper e entao terão o felizes para sempre, não é? Só que não!!!
ESPERO MUITOS COMENTARIOS, PORQUE ELES TÊM DIMINUIDO E EU ME SINTO MUITO TRISTE COM ISSO!
FANTASMINHAS DO MEU CORAÇÃO, PODEM APARECER, EU NÃO TENHO MEDO :)
Bjinhos sangrentos