Meio-Irmão - Problema Completo
Meio-Irmão - Problema Completo
Meio-Irmão - Problema Completo
Uma nova profecia surge trazendo pânico imediato e desespero ao Olimpo e ao Acampamento Meio-Sangue. Com medo de terem sua tão preciosa paz abalada por mais meio bando de palavras estúpidas, Zeus pede ajuda as Parcas que dizem que a única maneira de evitar as tragédias prescritas seria fazendo um “sacrifico”. Uma criança de Poseidon, acompanhada por mais dois, teria que seguir todas as tarefas de uma lista levemente suicida num curto prazo de sete dias. Contudo, todos sabem que Percy Jackson, o único filho de Poseidon – vivo – conhecido, com seus atuais dezessete anos, está se esforçando para entrar na Universidade de Nova Roma juntamente de sua namorada, Annabeth, a quem prometeu não morrer antes que os dois pudessem ao menos cursar o primeiro semestre juntos. Todos concordam que Percy precisa de uma folga dos deveres de semideus, afinal, depois de duas guerras ele já tinha feito o suficiente e ninguém podia culpá-lo por simplesmente querer viver uma vida normal por alguns meses... Então é feita a Poseidon uma pergunta, além de Percy, não havia nenhum outro filho seu perdido por aí? Poseidon deu um nome, e a procura começou.
E foi assim que eu acabei caindo da cabeça na maior – e provavelmente última – aventura da minha vida. Claro, eu podia ter recusado tudo isso e continuado minha vida normalmente. Mas acho que se eu estivesse precisando de ajuda e meu recém-descoberto irmão mais novo bancasse o covarde e fugisse eu não ficaria muito animado para fazer a ele um favor. E infelizmente, eu preciso que Percy me faça um pequeno favor se eu sobreviver quando tudo isso acabar. Além disso, não é como se eu tivesse uma grande expectativa de vida mesmo antes disso... A única parte relativamente ruim disso tudo é que eu tenha que trazer dois “acompanhantes” comigo. A pior parte da pior parte? Não posso escolher. Acho que os deuses sabem que se a escolha fosse minha, eu escolheria meu amigo imaginário e sairia sozinho. Estou acostumado a fazer as coisas sozinho. Sempre foi assim. Pessoas não são confiáveis. Agora, estou preso com um garoto que parece a versão masculina da garota de Game Of Thrones, e uma ruiva que constantemente põe fogo nas coisas “sem querer” e que tenho medo que me assassine durante a noite.
Ser órfão sempre foi problemático, mas quem diria que ter uma família por quem lutar seria um problema ainda maior?
E foi assim que eu acabei caindo da cabeça na maior – e provavelmente última – aventura da minha vida. Claro, eu podia ter recusado tudo isso e continuado minha vida normalmente. Mas acho que se eu estivesse precisando de ajuda e meu recém-descoberto irmão mais novo bancasse o covarde e fugisse eu não ficaria muito animado para fazer a ele um favor. E infelizmente, eu preciso que Percy me faça um pequeno favor se eu sobreviver quando tudo isso acabar. Além disso, não é como se eu tivesse uma grande expectativa de vida mesmo antes disso... A única parte relativamente ruim disso tudo é que eu tenha que trazer dois “acompanhantes” comigo. A pior parte da pior parte? Não posso escolher. Acho que os deuses sabem que se a escolha fosse minha, eu escolheria meu amigo imaginário e sairia sozinho. Estou acostumado a fazer as coisas sozinho. Sempre foi assim. Pessoas não são confiáveis. Agora, estou preso com um garoto que parece a versão masculina da garota de Game Of Thrones, e uma ruiva que constantemente põe fogo nas coisas “sem querer” e que tenho medo que me assassine durante a noite.
Ser órfão sempre foi problemático, mas quem diria que ter uma família por quem lutar seria um problema ainda maior?
Classificação 14+
Ação
Aventura
Drama
Fantasia
Amizade
Percy Jackson e os Olimpianos
Heróis do Olimpo
Cat Winter
Sinopse
Uma nova profecia surge trazendo pânico imediato e desespero ao Olimpo e ao Acampamento Meio-Sangue. Com medo de terem sua tão preciosa paz abalada por mais meio bando de palavras estúpidas, Zeus pede ajuda as Parcas que dizem que a única maneira de evitar as tragédias prescritas seria fazendo um “sacrifico”. Uma criança de Poseidon, acompanhada por mais dois, teria que seguir todas as tarefas de uma lista levemente suicida num curto prazo de sete dias. Contudo, todos sabem que Percy Jackson, o único filho de Poseidon – vivo – conhecido, com seus atuais dezessete anos, está se esforçando para entrar na Universidade de Nova Roma juntamente de sua namorada, Annabeth, a quem prometeu não morrer antes que os dois pudessem ao menos cursar o primeiro semestre juntos. Todos concordam que Percy precisa de uma folga dos deveres de semideus, afinal, depois de duas guerras ele já tinha feito o suficiente e ninguém podia culpá-lo por simplesmente querer viver uma vida normal por alguns meses... Então é feita a Poseidon uma pergunta, além de Percy, não havia nenhum outro filho seu perdido por aí? Poseidon deu um nome, e a procura começou.
E foi assim que eu acabei caindo da cabeça na maior – e provavelmente última – aventura da minha vida. Claro, eu podia ter recusado tudo isso e continuado minha vida normalmente. Mas acho que se eu estivesse precisando de ajuda e meu recém-descoberto irmão mais novo bancasse o covarde e fugisse eu não ficaria muito animado para fazer a ele um favor. E infelizmente, eu preciso que Percy me faça um pequeno favor se eu sobreviver quando tudo isso acabar. Além disso, não é como se eu tivesse uma grande expectativa de vida mesmo antes disso... A única parte relativamente ruim disso tudo é que eu tenha que trazer dois “acompanhantes” comigo. A pior parte da pior parte? Não posso escolher. Acho que os deuses sabem que se a escolha fosse minha, eu escolheria meu amigo imaginário e sairia sozinho. Estou acostumado a fazer as coisas sozinho. Sempre foi assim. Pessoas não são confiáveis. Agora, estou preso com um garoto que parece a versão masculina da garota de Game Of Thrones, e uma ruiva que constantemente põe fogo nas coisas “sem querer” e que tenho medo que me assassine durante a noite.
Ser órfão sempre foi problemático, mas quem diria que ter uma família por quem lutar seria um problema ainda maior?
E foi assim que eu acabei caindo da cabeça na maior – e provavelmente última – aventura da minha vida. Claro, eu podia ter recusado tudo isso e continuado minha vida normalmente. Mas acho que se eu estivesse precisando de ajuda e meu recém-descoberto irmão mais novo bancasse o covarde e fugisse eu não ficaria muito animado para fazer a ele um favor. E infelizmente, eu preciso que Percy me faça um pequeno favor se eu sobreviver quando tudo isso acabar. Além disso, não é como se eu tivesse uma grande expectativa de vida mesmo antes disso... A única parte relativamente ruim disso tudo é que eu tenha que trazer dois “acompanhantes” comigo. A pior parte da pior parte? Não posso escolher. Acho que os deuses sabem que se a escolha fosse minha, eu escolheria meu amigo imaginário e sairia sozinho. Estou acostumado a fazer as coisas sozinho. Sempre foi assim. Pessoas não são confiáveis. Agora, estou preso com um garoto que parece a versão masculina da garota de Game Of Thrones, e uma ruiva que constantemente põe fogo nas coisas “sem querer” e que tenho medo que me assassine durante a noite.
Ser órfão sempre foi problemático, mas quem diria que ter uma família por quem lutar seria um problema ainda maior?
Notas adicionais
Escrito por
Cat Winter
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 26 de jun. de 2017 19:35
Atualizado em 26 de jun. de 2017 19:35
4129 palavras
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Notas adicionais
Autor
Cat Winter
Classificação 14+
Livro em andamento
Publicado em 26 de jun. de 2017 19:35
Atualizado em 26 de jun. de 2017 19:35
4129 palavras