Meiga E Abusada

26 Uma solução?


Notas iniciais
Oie... Vocês devem está mega contentes por essas postagens rápidas né? Mas infelizmente elas têm um preço... Eu vou ficar sem internet e não sei quando ela volta... Isso é muito triste e deprimente, tanto pra vocês quanto pra mim! Quero agradecer a todas que estão comentando, e também aquelas que leem... Vocês a cada diz me dão forças para que eu continue escrevendo essa fic! Espero que amem esse capitulo e que não surtem! Afinal estamos na reta final e vocês tem que ler o resto da fic! Então vou deixar vocês lerem...

ELENA

Uma semana passou, Richard continuava me seguindo para cima e para baixo. Minha tia se “mudou” para casa do Ric depois de uma “pequena” discussão com meu pai. Nem eu e nem Jeremy queríamos essa viagem para a Inglaterra, já a minha mãe eu não sabia dizer.

Faltam três dias para eu completar 18 anos e quatro dias para o aniversário de Sophia. Eu decidi não comemorar meu aniversário, pra que afinal? Minha vida está só despencando e a pessoa que eu amo não poderia comparecer.

– O que quer de aniversário? – Minha mãe pergunta e eu olho para ela.

– Quer mesmo que eu responda essa pergunta? – Pergunto grossa.

Uma coisa que havia mudado, quando o assunto era Damon ou essa viagem eu me fechava e era curta e grossa. Fora isso eu era a filha que eles sempre tiveram.

– Filha... – Minha mãe suspirou.

– Eu não quero nada mãe – Digo e volto a prestar atenção no filme que estávamos vendo.

– E se eu disser que consigo que você passe seu aniversário com ele? – Minha mãe pergunta, mas eu não esboço reação nenhuma, vai que é uma pegadinha para que Damon seja preso.

– Não obrigado! – Digo.

– Filha... – Minha mãe pega meu rosto para que eu possa olha-la – No inicio eu até concordei com seu pai, você estava rebelde demais e tudo isso depois que vocês resolveram contar sobre vocês. O que aconteceu foi muito grave, mas agora eu acho que seu pai está passando dos limites.

Eu não aguentei, chorei e ela me abraçou.

– Eu não gosto de te ver assim filha – Minha mãe diz acariciando meus cabelos.

– Eu sinto falta dele mãe – Suspiro – Eu demorei muito tempo para admitir que o amo, e o papai tirou isso de mim.

– Vamos fazer assim, nós vamos nessa viagem para deixar seu pai tranquilo, ele está muito estressado com o trabalho e sei lá mais o que – Diz me fazendo ri – Ano que vem Damon estará na faculdade e quase não terá tempo pra vocês, você termina seus estudos porque é a nossa prioridade como seus pais e depois você pode voltar e ficar com ele.

– Mas e a denuncia? – Pergunto me ajeitando – E se ele cumprir a promessa?

– Sei pai falou assim – Ela se ajeita – Você vai para Inglaterra se preparar para Oxford – Imita meu pai, me fazendo rir – Se preparar filha, isso não quer dizer que você necessariamente passará para Oxford.

Eu abraço minha mãe novamente.

– Eu te amo mãe – Digo e ela sorri.

– Era eu te dar essa opção ou falar pra você fugir de casa – Diz me fazendo rir.

– Não seria fugir se eu já tiver 18 anos – Digo.

– Ai que você se engana mocinha – Diz apertando meu nariz. – Nós temos “poderes” plenos sobre você até os 21.

– Como assim? – Pergunta.

– Você só se torna de fato maior de idade aos 21 – Diz e faz cara feia – Não faça nada idiota, seu pai pode alegar que você é incapaz.

– Mãe... – Digo.

– Só a duas coisas que te dá plenos poderes de si antes dos 21 – Diz se levantando. – Emancipação ou casamento.

Ela sai me deixando sozinha e pensativa. Termino de ver o filme e logo subo para meu quarto. Fico deitada na cama pensando sobre a conversa com minha mãe e logo caio no sono.

Sabe aquele dia que você acorda e tem a sensação que tudo vai ser diferente? Bom, foi assim que eu acordei hoje. Todas as meninas iam faltar aula hoje, porque temos que ir experimentar os vestidos para a festa de 15 anos da Soph. A Soph vai usar quatro vestidos. O da cerimonia – sim vai ter uma, a cerimonia é do tipo que o padre fala sobre ela deixar de ser uma menina e se tornar mulher e dá sua benção. A do inicio da festa, que é um vestido longo, mas sem muitos frufrus, que é para ela recepcionar os convidados. Tem o vestido da valsa – cara ela é a garota mais sortuda do mundo, seu príncipe e nada mais nada menos que o Justin Timberlake. E tem o vestido “curto” para usar depois da valsa, que é o momento da balada. Agora imagina como vai ser a festa né? Bom, nós meras convidadas temos três vestidos. Um para a cerimonia e para o inicio da festa, todos longos. O da valsa, que é quase o mesmo estilo do da Soph. E o “curto” para a balada.

– Bom dia – Digo assim que sento a mesa do café da manhã.

– Bom dia – Meus pais e Jeremy respondem.

– Alguém acordou de bom humor – Meu irmão zoa.

– Deve ser pelo fato de serem nove da manhã e não seis – Digo dando língua pra ele. – Falando nisso o que o senhor faz em casa?

– Tenho que experimentar o fraque e o smoking às 10 – Diz revirando os olhos.

– Você vai ficar tão fofo – Digo e ele me dá língua.

– Menos Elena, bem menos – Diz rindo.

– É na mesma loja? – Meu pai pergunta.

– Não, a loja que vamos é especializada só em mulheres, assim como a dos meninos é especializada em homens – digo.

Sei muito bem porque ele perguntou isso. Para saber se eu não ia cruzar com Damon em algum momento, felizmente para ele e infelizmente para mim, não. Eu não ia ver Damon hoje.

Logo fomos em direção à loja. Richard estava comigo e Jeremy foi de moto. Estavam todas lá: Soph, Blanca, Caroline, Bonnie e mais algumas amigas de Soph. No total éramos 16 mulheres, numa loja que hoje foi fechada apenas para nós.

– Sinto muito o senhor vai ter que esperar aqui fora – A dona da loja falou pro Richard – Só tem meninas aqui dentro à maioria ainda menor de idade, ficaria desconfortável para elas e pra você.

– A alguma saída nos fundos? – Ele pergunta e eu reviro os olhos.

– Sim a da entrada dos vestidos – Diz.

– Posso checar? – Pergunta.

– Richard eu não vou fugir, tenho que experimentar três vestidos e fazer os ajustes finais – Digo.

– É apenas meu dever senhorita Gilbert. – Diz.

– Nos fundos tem um segurança da loja – A dona diz.

– Posso conversar com ele? – Pede.

– Claro. – Ela diz. – Vamos meninas, temos um dia cheio.

Entramos na loja e eu respiro fundo. Que mala eu fui arranjar como segurança. Abracei as meninas e ficamos conversando ali, até que Soph me puxou para um canto.

– Vem Lena, quero te mostrar algo – Diz enquanto caminhamos até a parte onde trocamos de roupa.

– O que foi? – Pergunto e ela para na frente de uma cabine e abre a porta.

Lagrimas escorrem pelos meus olhos.

DAMON

Soph tinha um plano, eu não sei muito bem qual é, mas se envolve ver Elena estou dentro. Ela me acordou cedo, mais cedo do que deveria. Então fui com ela até a loja onde as meninas vão experimentar o vestido para festa dela. Ela mandou eu me esconder numa das cabines, disse que a dona ia ajudar, que ia nos acobertar. Tudo para que ela contasse com era o plano dela para nós podermos ficar juntos de vez. O que uma menina que vai fazer 15 anos pode ter na cabeça que pode nos ajudar? Eu já estava esperando a mais de uma hora. Só valia a pena mesmo porque eu poderia ver e falar com Elena.

Escuto a voz delas e sorrio, quando Soph abre a porta e Elena olha, seus olhos enchem de lagrimas e eu a puxo para um beijo. Soph sai nos deixando um pouco sozinhos.

– Damon... – Elena falou me apertando em seu corpo. – Sinto tanto sua falta.

– Eu também pequena – Faço-a olhar pra mim e a beijo novamente.

– O que faz aqui? – Pergunta se afastando um pouco – É muito perigoso.

– A doida da minha irmã tem um plano e eu quero saber qual é – Digo e ela sorri.

– Você está se arriscando demais – Diz acariciando meu rosto.

– Pra te ver vale a pena o risco – Digo e selo nossos lábios novamente.

Escuto vozes e risos, puxo Elena para dentro da cabine e a fecho. Beijo sua boca com mais intensidade, enquanto minhas mãos passeiam pelo seu corpo, subindo um pouco o vestido que Elena usava. Desço meus beijos para seu pescoço e depois para seu colo, faço o caminho de volta e beijo sua boca delicadamente, puxando o lábio inferior para finalizar o beijo.

– Está ficando quente aqui né? – Elena pergunta se abanando e eu rio.

– Que tal ficarmos pelados? – Pergunto malicioso e ela sorri.

– Humm... – Faz cara de pensativa fechando os olhos, eu aproveito e tiro minha blusa – Damon! – Ela me repreende quando abre os olhos.

– Eu sei que você quer – A puxo pela cintura e ela ri – Não pode gemer alto – Sussurro no seu ouvido – Porque tem um bando de pirralhas na outra sala. – Mordo seu lóbulo.

– Você é um pervertido – Ela fala descendo suas mãos para minha bunda.

– Seu pervertido – Beijo sua boca.

– Meu... – Diz sorrindo em meio ao beijo.

Retiro seu vestido, a deixando apenas de calcinha na minha frente. A analiso de cima a baixo e ela sorri. Retiro minha calça junto com a minha boxer e olho para Elena, que está mordendo o lábio enquanto me analisa.

– Apreciando? – Pergunto arqueando a sobrancelha.

– Sempre – Ela diz e retira sua calcinha.

– Ei... – Brigo com ela.

– O que foi? – Pergunta.

– Eu queria tirar sua calcinha – Digo e ela ri.

– Falasse antes – Diz e aproxima seu corpo do meu.

– Eu te amo – Digo acariciando seu rosto.

– Eu te amo – Diz e sela nossos lábios.

A pego no colo, e ela entrelaça suas pernas na minha cintura. Nossos beijos vão ficando cada vez mais intenso. Com uma mão firme segurando sua bunda, a outra eu desço acariciando seu corpo e até chegar em sua intimidade, Elena geme baixinho quando passo meus dedos. Ela está molhadinha. Mas infelizmente não temos muito tempo, então eu pego meu membro e posiciono na sua entrada.

– Se encaixa em mim – Peço.

Elena se mexe e se encaixa, fazendo-o deslizar para dentro. Beijo Elena para poder me mover, porque sei que assim que eu tirar e colocar de novo vamos querer gemer alto. E quando faço isso, ela morde meu lábio inferior. Estoco com calma e lentidão, mas tiro e coloco meu membro por quase inteiro.

– Mais rápido Dam – Manha em meus lábios.

A encosto na parede e começo a me movimentar com mais rapidez, os beijos abafam nossos gemidos, Elena puxa meus cabelos, enquanto eu aperto suas coxas, sua bunda. Ela rebola em meu colo, fazendo minha estocada ir fundo.

Eu não sei se é pelo fato de sentir tanta saudade de seu corpo, mas eu tô no limite.

– Não vou aguentar muito tempo – Sussurro em seu ouvido.

– Nem eu – Diz e sorri.

Começo a estocar com mais força, retiro meu membro e volto com força. Sinto o orgasmo dela vindo e faço de novo, e assim gozamos juntos. As pernas dela, caem ao lado do meu corpo, a seguro firme para não cair. Nossas testas estão coladas e nossas respirações aceleradas.

– Uma rapidinha – Ela diz rindo, me fazendo rir.

– Desculpa... – Digo e ela me olha.

– Por ter sido uma rapidinha? – Pergunta arqueando a sobrancelha, faço que sim com a cabeça. – Foi incrível como qualquer sexo que já fizemos.

– Sério? – Pergunto e ela sorri.

– Sexo com você sempre é incrível – Diz e sela nossos lábios.

– Adoraria continuar assim com você, mas... – Digo e ela ri.

– Temos muito o que fazer, eu sei – Diz.

Me desencaixo dela e começamos a nos vestir, sem quebrar o contato visual. É incrível o que a presença dela faz comigo. Não tem nem 15 minutos que estamos juntos dentro desse cubículo e eu estou me sentindo outra pessoa.

– Será que na festa da Soph vou poder dançar com você? – Pergunto.

– Eu espero que sim – Diz sorrindo.

– Queria dançar a valsa com você – A ajudo com o vestido e quando termino deposito um beijo no seu ombro.

– Eu também – Diz.

– E vocês vão – Escuto a voz da minha irmã – Terminaram o rala e rola?

Olho para cara da Elena e começamos a rir, coloco minha blusa e abrimos a porta.

– Você estava escutando? – Pergunto arqueando minha sobrancelha.

– Não, cheguei quase agora, na verdade quando você perguntou se poderia dançar com ela – Minha irmã diz.

– Hum – Digo.

– Como vamos dançar a valsa juntos? – Elena pergunta.

– Porque a valsa, todos vão está usando uma mascara – Diz e sorri – Duvido que seus pais prestem atenção em quem é quem durante a valsa.

Olho para Elena que sorri pra mim. A abraço e beijo o topo de sua cabeça.

– Bom querida irmã, sei que você ama minha companhia – Falo e a vejo revirar os olhos. – Mas eu ainda tenho que ir provar o fraque e o smoking, não sei para que tanta boiolagem.

– Damon! – Elena me repreende.

– Deixa ele Elena, ele sempre vai reclamar de tudo – Minha irmã diz e agora e minha vez de revirar os olhos.

– Que plano é esse que você bolou? – Pergunto logo.

– Bom, eu fiquei lendo e procurando alguma forma da Elena não precisar ir para Inglaterra – Minha irmã diz e suspira – Bem, nada impede você de ficar Elena, principalmente que você já vai ter 18 anos.

– Minha mãe falou isso também – Elena diz e eu a olho – Mas ela disse que eles têm poderes sobre mim até os 21.

– Sim, mas só se te declararem incapaz – Soph fala.

Eu fico olhando as duas.

– Alguém me explica o que está acontecendo? – Pergunto e elas riem.

– Tem certeza que você vai fazer direito em Harvard? – Minha irmã pergunta debochada.

– Idiota – Lhe mandou língua e ela me manda também.

– O que me impede de ficar Soph é que meu pai denuncie o Damon e mande o prender – Elena diz abaixando os olhos – É por isso que vou.

– Bom, que eu saiba meu irmão não cometeu crime nenhum, e se ele for preso logo sairá – minha irmã diz.

– Ela não está apenas preocupada pelo fato de eu ser preso, mas sim manchar meu curriculum e eu não entrar em Harvard – Digo.

– Bom, existe uma lei e Damon se você não souber dessa lei eu te mato – Diz olhando pra mim e faço gesto para ela continuar – Dizendo que a mulher não pode depor contra o marido e vice versa, e bem Elena você é a “vitima”...

– E no que isso nos ajuda? – Pergunto.

– Em nada eu sei – Ela diz e eu a encaro – Mas não acho que tio John iria pra frente com isso se vocês se casassem, seria perda de tempo e dinheiro.

– O que? – Elena e eu perguntamos juntos.

– Pensem, vocês dois se amam isso é obvio – Diz e pega nossas mãos. – Isso vai acontecer mais cedo ou mais tarde, só depende de vocês...

– Isso é loucura – Eu digo.

– Minha mãe falou que só tem dois meios deles não mandarem em mim antes dos 21 – Elena diz e me olha – Emancipação coisa que meu pai nunca me daria e o casamento.

– Continua sendo loucura Elena – Digo.

– Você quer esperar por algo incerto? – Elena me pergunta e eu fecho os olhos. – Damon quanto tempo vou ter que esperar para ficar com você? Eu não quero isso!

– Elena... – Sussurro.

– Vou deixar vocês mais um pouco a sós para conversarem melhor – Minha irmã dá um beijo em Elena – Pense com carinho – Ela sussurra e me dá um beijo.

– Eu sei que é loucura Damon – Elena diz assim que minha irmã nos deixa sozinhos. – Eu não sei mais o que fazer – Suspira.

– Eu também Elena – Digo e me sento, ela logo senta ao meu lado. – Casar...

– Você não quer? – Pergunta.

– Claro que eu penso em casar Elena, só que assim... – Diz.

– Eu quem deveria dizer isso – Diz rindo – Sempre sonhei com casamentos dos sonhos...

– Eu sei – Digo e respiro fundo – Por isso acho errado.

– Claro que casaríamos no momento só no civil – Diz.

– E depois Elena? Nós nem trabalhamos, seus pais não vão te bancar, eu provavelmente vou ser preso – Digo e ela ri.

– Mas vamos está juntos – Diz.

– É o que você quer? – Pergunto e ela deita em meu colo.

– Eu quero tantas coisas Damon – Diz sorrindo – Estar com você é o que eu mais quero no momento...

– Mesmo que tudo no inicio seja difícil? Que talvez passemos fome, quer dizer, meus pais e sua tia nunca deixariam isso acontecer, mas você entendeu o que quero dizer... – Digo e rimos – Mesmo que eu tenha que responder a um processo sobre algo que não fiz até provar minha inocência? – Pergunto.

– Você estaria disposto a lutar ao meu lado? Me amando dia após dia? – Pergunta.

– Por você eu sou capaz de tudo – Digo acariciando seu rosto – Até casar escondido...

– Por você eu sou capaz de enfrentar o mundo, os meus medos, os meus pais, casar... Porque é com você que sou feliz, é com você que eu quero envelhecer – Diz com lagrimas nos olhos. – Eu te amo e por esse amor, que chega a dor toda vez que eu acordo e sei que não vou te ver, eu faço qualquer coisa para te ter ao meu lado.

– Elena Gilbert você aceita casar comigo? – Pergunto enquanto as lagrimas descem pelo meu rosto.

– Eu aceito – Ela sorri – E você Damon Joseph Salvatore aceita se casar comigo?

Rio. – Eu tenho escolha? – Pergunto brincando e ela me bate – É claro que eu aceito casar com você pequena.

Ela se levanta e senta no meu colo e me beija.

Notas finais
Eles são loucos né? Casamento? Quem concorda que eles devem se casar? Quem acha essa ideia um absurdo? Bom, o motivo deu está postando é que vocês são uns amores e eu sou mega curiosa pra saber o que vocês acham do capitulo... Com relação ao Ric e ao John algumas estão no caminho certo... Outras viajaram legal kkkk mas amei saber que vocês prestaram atenção nos detalhes... Então né gente... Será que eu não mereço algumas recomendações por ser uma autora boazinha e postar capítulos em sequencia? Se eu receber pelo menos duas lindas recomendações eu prometo fazer uma sequencia de capítulos bombásticos quando minha net voltar. Amo vocês!