Meiga E Abusada

32 Tensão - Part I


Notas iniciais
Oie gente! Eu sei que prometi duas coisas: Uma seria que esse capitulo seria hot se alguém recomendasse! E bom eu recebi duas lindas e maravilhosas recomendações! July e Kika Salvatore amei as recomendações de vocês! E bom, prometi que só teria mais um capitulo além desse bonus hot! Eu mudei por que o ultimo capitulo estava ficando imenso, então resolvi dividir o capitulo em três partes. E o hot que prometi será no proximo capitulo! Mais explicações nas notas finais. Espero que gostem desse capitulo! Eu fiz com todo meu amor e carinho!

AUTORA

Kol não estava desaparecido atoa, ele tinha planos, muitos planos. Ele quer Elena e está disposto a tudo. Mas se desespera quando descobre que a policia está atrás dele, pelo que aconteceu a ela. Finalmente tinham descobertos.

Um dos seus planos tinha dado meio certo, ele conseguiu separa Elena e Damon, mas não durou muito, e ficou muito puto da vida quando soube que eles casaram escondido. Mas estava feliz que seu segundo plano tinha se encaminhado bem. Ele não conseguiu arrancar a quantia que pediu de John, mas estava feliz que Elena soube finalmente que não pertencia aquela família, e estava contando que quando ele contasse a Elena, que tudo isso veio à tona por conta dele, ela o agradeceria.

Foi muito fácil para ele, fazer Isobel voltar. Foi só falar que Alaric estava de volta à cidade, que num piscar de olhos ela arrumou as malas e voltou. Ele também deu muita sorte de que a mãe de Damon havia mandado um convite da festa de quinze anos para ela. Então ele só tinha que esperar para todo o caos se formar.

Mas seus planos pareciam sempre fracassar. Elena estava cada dia mais perto de Damon, eles estavam procurando uma casa para morar juntos. Mas Kol não ia deixar aquilo acontecer. Se Elena não fosse dele, não iria ser de mais ninguém. Então ele tomou uma decisão, ele ia dar essa escolha a ela, ou viver com ele ou morrer com ele.

ELENA

Estou com saudades, muitas saudades do meu marido. Damon havia ido para Harvard, ele precisava ficar lá por pelo menos um mês. Já havia vinte dias que ele estava lá, nós nos falamos todos os dias, mas não é a mesma coisa. Afinal desde que passei a “morar” com ele, não nos separávamos assim. Quer dizer desde o inicio da nossa amizade, só aquele tempo da palhaçada dos meus “pais”, nunca havíamos ficado tanto tempo sem nos ver. E acho que agora sendo sua esposa, eu sinto ainda mais falta.

Mesmo que nossa ultima noite juntos tenha sido perfeita, e que eu ainda lembre com exatidão tudo o que fizemos e tudo o que dizemos. Ele não estava aqui, e era sempre triste acordar e não vê-lo ao meu lado na cama, ou ir dormir sem sentir seu beijo no topo da minha cabeça e ele sussurra aquelas três palavrinhas que sempre me fazem sorrir e me apaixonar cada vez mais por ele.

Sim! Eu estava completamente apaixonada pelo meu marido e estava sentindo cada vez mais falta de sua presença. Eu não me cansava de dizer isso a ele, e sempre parecia pouco. Por mais que eu falasse “eu te amo”, parecia que não eram palavras suficientes, como se só essas palavras e as coisas que eu falava para ele, não demonstrassem o que de fato eu sinto. Eu não sei explicar, eu só sinto e todos os dias eu tento demonstrar um pouco.

É estranho acordar na casa dos Salvatore, sem o Damon ao meu lado, mas Soph sempre era um amor de pessoa e os pais do Damon também, mas eles não eram muito presentes – mas sempre soube disso. Assim que chego na mesa vejo Soph.

– Bom dia, caiu da cama? – Pergunto.

Soph já estava de férias. Essa é minha ultima semana de aula, e hoje seria um dia chato, Caroline estava doente e não iria hoje, me avisou ontem, Damon foi liberado das aulas pra ir fazer as provas em Harvard. Blanca não era da minha sala, e Jeremy também não, mas os dois ficavam comigo no intervalo, só isso que está me animando para ir hoje à aula.

– Quis tomar café com você – Ela diz e sorri – Sei como é chato comer sozinha.

– É chato mesmo, mas você não precisava acordar para me fazer companhia – Digo.

– Elena, não vejo problema nenhum, eu gosto de te fazer companhia – Diz e sorri.

Terminamos de comer, rindo de alguns assuntos. Então fui escovar meus dentes, quando desci, me despedi de Soph. Sorri ao ver Ric e Jenna parados me esperando na frente do carro.

– Não precisava ter vindo me buscar – Digo e o abraço.

– Sei que não tem carona hoje filha – Diz me soltando.

Abraço minha tia e logo entramos no carro. Eu estava feliz por eles, afinal ela é minha tia, minha querida tia, que em breve vai virar minha madrasta. Sim, Ric a pediu em casamento, o que me deixou eufórica.

– Filha, Isobel falou que vocês já escolheram uma casa – Ele diz e eu sorrio.

– Sim, ela é linda, mas precisa de uma reforma – Digo.

– Sua mãe me disse, e também me disse que já irá começar também – Diz.

– Sim... – Digo sorrindo. – Tia você sabe alguma coisa da mamãe? – Pergunto.

Eu havia conversado com eles, achei melhor continuar chamando Miranda de mãe, minha tia eu ainda teria que ver como ia chamar, e sobre Ric e Isobel, disse que com o tempo eu me sentiria mais a vontade de chama-los de pai e mãe. Claro que todos concordaram comigo, eles disseram que o que for melhor pra mim, vão aceitar.

Minha mãe Miranda, decidiu se separar do John, e para ficar longe dele até os papeis saírem decidiu ir fazer uma viagem. Eu sei que o divorcio vai ser longo por vários motivos, mas os principais são o Jeremy que ainda é menor de idade e tem que definir quem vai ficar com a guarda dele e a empresa, já que ela é dos dois.

– Ela ligou ontem, está adorando a França, disse até que conheceu um cara lá – Diz e ri.

– Sério? – Pergunto e sua risada aumenta.

– O nome dele é Graysson e pelo que ela falou ele está caidinho por ela, vive lhe mandando flores e a convidando para sair – Diz.

– E ela? – Pergunto sorrindo.

– Ainda não aceitou o convite, você acredita nisso? – Pergunta me olhando.

– Fala sério? – Pergunto e ela faz que sim e faz uma careta – Tenho que ligar pra ela!

Minha tia ri e se vira pra frente, escuto a risada baixa de Ric, mas ele não fala nada.

– Elena quer que eu diga algo ao Damon? Estou indo pra lá daqui a pouco, só vim te deixar na escola antes – Diz.

– Isso não é justo, porque não posso ir? – Faço birra e eles riem.

– Sabe que você tiraria a concentração dele – Ric fala e eu faço biquinho.

– Isso não é legal! Sinto falta dele – Cruzo os braços.

– Eu sei filha, mas é importante pra ele – Ele diz.

– Eu sei... Diz que eu o amo muito e que estou com saudades, ahh também diga que tenho uma surpresa para ele – Digo com um sorriso malicioso, e Ric revira os olhos.

– Boa aula filha – Ele diz.

– Boa viagem – Digo sorrindo – Tchau tia.

– Tchau Lena – Se despede de mim.

Me despeço deles e sigo para dentro da escola. As primeiras aulas passam tão rápido, que eu até fico feliz. Entre uma aula e outra, decido ir ao banheiro, assim que eu fecho a porta, escuto tiros e meu coração acelera.

AUTORA

Kol colocou a mochila nas costas, nela ele carregava quatro pistolas automáticas, vários cartuchos, algumas facas, explosivos, fita adesiva e cordas, também tinha uma metralhadora. Ele carregava dois galões de gasolina. Ele tinha dois propósitos com tudo aquilo: acabar com a escola e ainda saber se vai ter Elena ao seu lado. Assim que entrou e que chegou a uma parte onde não tinha ninguém, ele tirou à metralhadora, ela só tinha as munições que estavam nela, mas para ele, já era o suficiente.

Ele precisa encontrar Elena, mas sabia que precisaria “eliminar” algumas pessoas até chegar até ela, já que não podia correr o risco de que a policia chegasse antes dele a encontrar, se não seu plano ia por água abaixo.

Ele começou a andar pelo corredor, o sorriso maquiavélico não saía de seu rosto. Ele está disposto a tudo para ter Elena, e para ele nada e nem ninguém vai atrapalhar isso. O sinal da troca de salas tocou e os alunos começaram a sair.

Kol não pensou duas vezes antes de começar a atirar. Fazendo assim um caos começar, as pessoas começaram a correr para se esconder, algumas se abaixaram, enquanto outras foram atingidas.

Elena assim que ouviu os tiros, se trancou em um dos banheiros, se xingou varias vezes por ter deixado seu celular dentro da bolsa, na sala que ela teria aula agora. Ela tentava entender o que estava acontecendo, ela fechou os olhos e respirou fundo, lembrando todos os noticiários que já viu. Ex-alunos, os malucos querendo atenção, todas as chacinas que ocorreram em escolas e em lugares publico. Isso não podia está acontecendo, ela pensou, mas infelizmente estava. Ela começou a tremer, temendo sua vida e a vida de seus amigos.

– Não! – Ela conteve um grito, tampando sua boca.

Um soluço ecoou no banheiro. Ela lembrou-se de Jeremy e Blanca que estavam em algum lugar da escola, ela rezou varias vezes, para que ambos estejam seguros, assim como ela está, por enquanto.

Kol andava pelo colégio sem se preocupar em quem estava atirando. Ele andava focado, queria encontrar Elena e mais cedo ou mais tarde ele ia encontra-la. Nem que pra isso ele tivesse que destruir toda a escola e todos que estavam dentro dela.

Ele sabia em que sala Elena estaria, mas temia que ela não tivesse, já que ela pode ter escutado os tiros e corrido para outro local. E foi o que aconteceu, ele arrombou a porta, porque os alunos colocaram as mesas e as cadeiras, para travar a porta.

– Elena Gilbert! – Ele grita assim que consegue entrar – Alguém viu a Elena Gilbert?

Todos fazem que não e ele gargalhar, então ele começou a atira sem dó nem piedade no grupo de quinze alunos que estavam naquela sala. Ele viu a mochila de Elena, então sabia que ela estava por perto. Enquanto pensava, analisou o local, que estava cheio de sangue e corpos espalhados.

ELENA

Toda vez que os tiros recomeçavam meu coração acelerava e mais lagrimas desciam pelos meus olhos. O que deve está acontecendo? Eu não posso sair daqui, não sei onde o atirados, ou os atiradores estão. Mas estou muito preocupada com meu irmão.

– Senhor, por favor, não deixe nada de mal acontecer com meu irmão, por favor, Deus – Eu murmurava varias vezes, enquanto chorava encolhida no chão de uma das cabines do banheiro.

Um barulho forte ecoou pelo banheiro, então segurei o choro e prendi a respiração. Não podiam me achar aqui. Meu coração estava mais que acelerado, e eu tentava fazer o menos barulho possível.

– Elena... – Uma voz baixinha me chama. – Você está aqui?

Eu tremo quando escuto essa voz, e eu choro.

– Na terceira porta – Minha voz sai tremula.

Só levanto minha mão, para destrancar a porta e abrir lentamente. E quando eu vejo a ruiva, choro ainda mais, ela abaixa e me abraça forte. Quando ela se afasta, vejo sua roupa cheia de sangue. Minha respiração para.

– Você... – Minha voz falha.

– Não, não me feri... – Ela me abraça mais uma vez.

– O que está acontecendo? – Pergunta baixinho, minha voz ainda estra tremula.

Na verdade eu estou tremendo nos braços de Blanca, e ela apenas acaricia meu cabelo.

– Kol... – Ela sussurra.

Eu me afasto e a olho espantada.

– Kol? – Minha voz sai mais firme.

Uma raiva cresceu dentro de mim. E o medo que eu estava a uns instantes atrás, parou, eu agora só conseguia sentir raiva.

– Eu me escondi dentro de um armário – Ela fala e suspira – Eu... – Ela chora – Ele está atirando nos alunos... – Ela seca as lagrimas – Ele está atirando em todos que entram na frente dele.

– Por quê? – Pergunto e ela faz que não com a cabeça.

– Elena Gilbert, se eu não te encontrar nos próximo dez minutos eu ponho fogo nesse colégio – A voz de Kol surge nos alto falante.

Eu congelo no lugar. Ele está me procurando. Lagrimas descem pelo meu rosto. O que será que ele quer? Porque está fazendo isso? Porque matar tanta gente inocente? Porque apenas não chegou até a mim?

Eu tento levantar, mas Blanca me segura.

– Você está louca? – Ela me segura.

– Você escutou? – Grito. – É a mim que ele quer, não posso deixar mais pessoas morrer.

Escutamos mais tiros e eu tento me soltar dela.

– Você não vai! – Ela grita ficando em pé.

– Não posso deixar mais ninguém morrer! – Grito e me solto.

– Elena não! – Ela grita quando vou em direção à porta.

– Onde pensa que você vai? – Kol diz parado na frente da porta.

Ele está apontando uma arma pra mim, o que me faz recuar, e voltar para o lado de Blanca.

– Ótimo! Ruivinha está aqui também – O sorriso dele é macabro.

O que me faz tremer da cabeça aos pés.

– O que você quer? – Blanca me puxa para trás dela e sua voz sai bem firme.

Ele dá uma gargalhada e então fecha a porta do banheiro.

– Olha como fala ruivinha. – Ele diz e tira uma corda de dentro da mochila que estava segurando na frente do seu corpo – Isso está cada vez melhor.

Ele se aproxima, e sinto a mão de Blanca ficar mais firme, me mantendo atrás dela.

– Primeiro, vocês estão muito soltas... – Ele diz e a puxa com força, quase me fazendo cair.

Blanca resiste e ele lhe dá um tapa na cara, a fazendo cambalear para trás, vejo uma marca vermelha em seu rosto. Ele a empurra a fazendo cair no chão, perto das pias. Eu não consigo me mexer, não consigo sair do lugar e não consigo falar nada. Ele a amarra na junto da pia. Então ele se vira pra mim e seu sorriso aumenta a cada passo que ele dá.

– Tenho tantos planos para nós – Diz e passa sua mão no meu rosto.

Ele apenas amarra minhas mãos e me faz sentar. Ele mexe em algumas coisas que está na mochila, eu não consigo identificar as coisas que ele vai colocando no chão, mas quando olho para Blanca, ela está com os olhos arregalados.

– O que é isso? – Sibilo, para Kol não escutar.

– Ex – Ela começa a sibilar – Plo – Meu coração acelerou – Sivos.

Olho incrédula para onde Kol está concentrado, conectando as coisas. Ele se levanta e começa a posicionar as peças perto da porta.

– O que está fazendo? – Resolvo perguntar.

Ele me olha e dá um sorrisinho. – Explosivos, mas acho que você já sabia disso – Olha para Blanca. – É uma garantia de que ninguém entra e ninguém sai.

Sinto um novo tremor passar pelo meu corpo. Nós vamos morrer! Não importa o que aconteça, é isso que vai acontecer no final, nós três vamos morrer!

DAMON

Eu estou apreensivo. Tem duas horas que estou fazendo mais uma prova para tentar entrar em Harvard, essa é a ultima prova e depois só vai faltar à entrevista, quer dizer, isso se eu passar para próxima etapa. Mas com fé em Deus eu vou passar.

Escuto alguém bater na porta, um dos aplicadores vai abrir e vejo Alaric, o que me deixa apreensivo. Seu rosto está sério, mas vejo que ele está abatido e preocupado. Ele olha pra mim e eu me levanto, antes mesmo que alguém chame meu nome. Se ele está aqui, interrompendo a minha prova é porque alguma coisa de grave aconteceu.

Automaticamente eu penso na minha família, mas principalmente em Elena.

– Senhor, sente-se – O outro aplicador diz vindo até a mim.

Quando eu ia protestar, o aplicador que está falando com Ric olha para nós.

– Pode deixar, Frank – O cara que está com Ric fala.

O cara me deixa passar e quando vou me aproximando, vejo os olhos de Ric vermelhos. Meu coração acelera. É com Elena. A cada passo que eu dou, vou ficando cada vez mais apreensivo. O aplicador, só me dá licença, Ric não fala nada e começa a andar, vou atrás dele, e fico cada vez mais apreensivo.

– Ric pelo amor de Deus, me diz o que está acontecendo – Peço o puxando pelo braço.

Ele me puxa para um abraço e escuto um choro baixinho.

– Ric – Peço mais uma vez e o sinto respirar fundo.

– Tem um lunático na sua escola – Ele diz se afastando um pouco – Está rolando tiroteio lá e... – Ele para.

Ele não precisa me dizer mais nada. As lagrimas descem automaticamente pelo meu rosto. Elena... Minha doce Elena, está naquela escola. Ela está no meio do tiroteio.

– Eu tentei falar com ela – Ele soluça e me abraça de novo – Ela não atende.

Prendo a respiração. Não acredito nisso! Não é possível!

– Não pode ser... – Digo entre lagrimas.

E agora? O que vou fazer? Eu preciso de informações! Me solto de Ric e saio correndo. Lembrando da lanchonete que tem aqui. Ric corre atrás de mim. Assim que chego vejo um povo perto da televisão. Na tela, vejo imagens da escola, meu coração acelera ainda mais.

– Com licença – Digo empurrando os outros, até que consigo chegar na frente da televisão.

– Até o momento não escutamos mais tiros – A repórter loira diz. – As ultimas informações é que um cara entrou na escola e começou a atirar para tudo quanto é lado e... – Ela diz, mas para e coloca a mão no ouvido. – Noticias urgente, o atirador acaba de fazer contato, repetindo o atirador fez contato. – Ela coloca a mão no ouvido novamente – Ele está no banheiro feminino com duas reféns, diz que tem explosivos na porta e que se tentarem entrar tudo explode.

Eu presto atenção em cada palavras, as lagrimas não param de descer. Sinto mãos em meus ombros, olho para trás e vejo Ric, ele olha a tela.

As imagens que passam é de alguns alunos saindo da escola, eu presto atenção para ver alguém conhecido. Meu Deus, agora que caiu a ficha, não é só a Lena que está em perigo. Caroline, Jeremy e Blanca... Fecho meus olhos e meu peito dói.

– Descobrimos a identidade do atirador – Uma voz masculina fala e abro os olhos.

Vejo um jornalista com uma aluna, ela estuda com Elena. Meu coração acelera.

– O nome dele é... – Lagrimas descem pelos seus olhos. – Kol Mikaelson.

Meu mundo para! Não! Não! AS lagrimas descem com mais forças. Porque se é o Kol o atirador, eu sei que pelo menos uma das pessoas que está com ele é minha Elena... Ric aperta meus ombros.

– Você sabe o porquê dele está fazendo isso? – O jornalista pergunta.

– Algumas pessoas me disseram que ele falava da aluna Elena Gilbert, quer dizer Salvatore – Ela diz.

Não! Não! Não!

A cena é cortada para a repórter loira – Confirmado, o atirador é Kol Mikaelson, e recebemos a noticia de que as reféns são Elena Salvatore e Blanca Ruyz.

Olho para Ric, que está tão apreensivo quanto eu. Meu Deus! Elena e Blanca na mão daquele maníaco do Kol. O que ele tem na cabeça? O que ele pretende fazer?

Ficamos ali prestando atenção nas noticias, eu já estava angustiado, Ric saiu de perto para falar no telefone, e quando voltou ele olhou para a tv e depois pra mim.

– Isobel está mandando um helicóptero vir nos buscar, ele chega daqui a quinze minutos. – Diz e suspira – O Jeremy está bem, a Miranda já está num voo fretado pra lá.

– Ok – É a única coisa que eu consigo dizer antes de escutar algo que faz meu mundo parar.

– Mais tiros foram ouvidos, a polícia vai tentar entrar no banheiro quebrando as paredes – A repórter loira diz.

– Não! – Eu grito e desabo no chão.

Ric não consegue me amparar, porque também ficou chocado com a noticia, então nós dois fomos ao chão.

Notas finais
Agora é sério! Não me ameacem muito kkkkkkkkk Eu tenho que permanecer viva para continuar a história! Proximo capitulo será narrado apenas pelo Damon e o ultimo capitulo da fic será narrado apenas pela Elena! O que dizer sobre esse capitulo? É a partir dele que temos a história da segunda temporada da fic! E espero que amem! E não surtem atoa! Podem surtar eu deixo, por isso escrevi esse capitulo! O que vocês acham que aconteceu? Descrevam o que acham... *** Bom, para quem não lê minhas outras fic, quero avisar que eu fiz uma nova fic O nome dela é "Amnésia" e também é DELENA Então se puderem ler, comentar e favoritar, eu ficaria muito feliz! http://fanfiction.com.br/historia/500684/Amnesia/