Meiga E Abusada
14 Seis anos
Notas iniciais
ELENA
Acordo me sentindo a pessoa mais feliz do mundo, tomo um banho relaxante, me arrumo com um look diferente, hoje é o primeiro dia que todos naquela escola vão conhecer a nova Elena. Arrumo minha mochila, pego minha maleta, porque hoje preciso levar meu notebook para escola, ontem passei a noite pensando em um presente para o Damon. Ele acha que eu esqueci, mas hoje fazem seis anos que nos conhecemos. Me olho no espelho.
– Maquiagem – Digo e sorrio.
Eu nunca fui maquiada para escola, nos máximo passava um lápis e um gloss transparente. Escuto risadas vindo de lá de baixo e sei que Damon chegou. Paro na escada e vejo Damon com a irmã conversando com minha tia Jenna e minha mãe, sorrio.
– Bom dia – Digo e eles me olham.
– Bom dia – Eles respondem.
– O que devo a honra da senhorita Salvatore na minha casa? – Pergunto e rio.
– Bom, além do fato deu ter que aturar o mala do meu irmão ter que me levar para escola hoje, vim te fazer um pedido – Diz sorrindo.
– Agora sou mala né? – Damon pergunta sério.
– Cala a boca Damon e deixa as mulheres conversarem – Diz e eu começo a rir e ele faz biquinho. – Bom Elena – Dá ênfase no meu nome – Quero pedir para você me ajudar com meu aniversário de 15 anos, tipo com tudo, dança, salão, vestido, tudo mesmo.
Finjo está pensativa, enquanto Damon fica fazendo que não. Soph olha para trás e ele faz que sim, me fazendo rir.
– Eu ficaria honrada – Digo e Damon suspira.
– Obrigada Elena – Ela diz vindo toda eufórica me abraçar.
– Agora vamos se não vamos nos atrasar – Damon diz se levantando.
– Tchau mãe, tchau tia – Digo mandando beijo.
Seguimos o caminho até a escola de Soph com ela falando sobre a festa comigo, Damon estava com cara emburrada o caminho todo. A deixamos na escola e seguimos para nossa, antes dele sair do carro seguro seu braço.
– O que foi Damon? Ficou calado o caminho todo – Digo e ele suspira.
– Só estou chateado com uma coisa, não é nada – Diz e sorri, mas não o sorriso que estou acostumada a ver.
– Isso é porque aceitei a ajudar sua irmã? – Pergunto.
– Também – Diz.
– Porque? – Pergunto estranhando. Sei que o segundo motivo é por eu não ter tocado no assunto da nossa amizade.
– Ela vai te roubar de mim – Diz fazendo biquinho e eu rio e mordo seu bico.
– Não precisa se preocupar, porque ao meu ver, isso significa mais tempo na sua casa – Digo e beijo sua boca com mais vontade – Dormir lá sempre que eu quiser – Ele sorri em meus lábios – E inventar que vou sair com sua irmã, mas sair com você.
– Agora eu vejo alguma utilidade nessa festa – Diz me fazendo rir.
– Obrigada pela carona, mas agora preciso ir – Digo e ele fecha a cara.
– Nossa eu fui usado – Diz colocando a mão no coração.
– Sabe que não, mas é que meu tempo é curto, mas você pode me levar até minha sala, o que acha? – Pergunto e ele sorri.
– Sabe – Ele diz quando saímos do carro – O que vai fazer mais tarde?
Sorrio internamente, ele nunca esquecia, mas tá na cara que ele quer saber se eu lembro.
– Acho que vou sair com Blanca, ela me pediu um favor – Digo mentindo e ele fica triste – Por quê?
– Nada, só queria saber se teria sua companhia hoje – Diz cruzando nossos braços.
– Hoje não dá – Digo e ele abaixa a cabeça – Mas posso passar na sua casa a noite.
– Pode ser – Diz um pouco frio.
Continuamos a andar pela escola, sendo observado por todos. Sempre era assim.
– Tenha uma boa aula – Ele diz me soltando.
– Você também – Me aproximo para beija-lo, mas ele se afasta, sorrio sem graça.
Ele nem me dá tchau e segue para sala, será que peguei pesado demais? Recebo uma mensagem de Blanca dizendo onde devo encontra-la, entro na sala, espero uns minutos e saio.
DAMON
Pelo visto ela esqueceu, não sei por que isso me deixou tão abatido, na verdade sei, mas não quero pensar nisso. Eu ia acabar com aquele programa dela com Blanca, eu tinha planos, planos de passar a tarde toda e a noite toda com Elena. Maldita hora que essas duas ficaram amigas.
Chego em minha sala e Blanca não está, novidade né? Assisto a primeira aula, mas logo fico entediado, então vou dar uma volta, passo pela sala da Elena e ela não está, o que estranho, olho meu celular vendo se tinha alguma mensagem. Elena só costumava matar aula comigo, e não tinha mensagem. O que será que aconteceu?
Ando pela escola procurando Elena, até que a avisto conversando com Blanca e um cara. Minha cara se fecha, elas estão muito animadinhas. Até Blanca está toda toda para cima dele. Blanca me vê e cutuca Elena que acena pra mim.
– Damon – Elena me chama e me aproximo.
– Oi – Digo e ela sorri.
– Damon esse é Kol, irmão do Klaus, o encontramos perdido. – Diz Blanca
– E já fizeram o menino matar aula? – Pergunto arqueando a sobrancelha
– Na verdade só começo amanhã – Ele diz.
– Ah – Digo e Elena me encara – Blanca queria falar com você.
– Claro branquinho dos olhos azuis – Diz falando meu apelido.
– Bora ruivinha – Digo e ela me encara, ela não gosta desse apelido.
Nos afastamos, mas eu fico de olho em Elena conversando com o tal Kol. Não gostei dele.
– Para de encarar – Blanca diz.
– Quero um favor, diga a Elena que não pode sair com ela. – Digo sério e ela ri.
– Sinto muito querido, mas é importante – Diz e eu fecho ainda mais minha cara.
– Por favor, hoje faz seis anos que conheço a Elena e quero fazer algo especial – Digo e ela sorri.
– Apostei que você não lembrava – Diz e eu a encaro.
– Como? – Pergunto confuso.
– Achei que não ia lembrar com os últimos acontecimentos – Diz dando de ombros.
– Como esquecer? – Pergunto.
– Tá bom, fazemos assim, você nos encontra nesse endereço aqui – Ela diz pegando o meu celular e anotando algo. – É onde vai ser meu compromisso com Elena mais tarde, vá por volta das três, está bom?
– É melhor que nada – Digo e ela ri. – Mas não diga nada a Elena que vou – Digo e ela faz que sim com a cabeça.
Abraço ela de lado e seguimos até onde Elena ainda conversa com Kol.
– Bom eu vou para sala, não posso falta essa disciplina – Blanca fala. – Até amanhã Kol. Você vem Damon?
– Não, eu odeio essa aula, e já sei o assunto – Digo e ela ri revirando os olhos, sabendo muito bem porque fiquei.
– Tudo bem – Ela diz saindo.
– Então, Klaus nunca falou de você – Digo e Elena me encara. – Quer dizer, em nossas poucas conversas.
– Somos um pouco brigados, não concordo com alguns atos dele e ele com os meus – Diz dando de ombros.
– Conhecemos ele há pouco tempo, mas já é muito querido – Elena diz.
– Sei que ele está ficando com uma aluna daqui, minha mãe vive comentando dela Caroline, se eu não me engano – Kol diz.
– Sim é nossa amiga – Elena diz sorridente.
Eu já estava impaciente com essa conversa chata, estou louco para agarrar Elena, porque nem tive muita oportunidade para isso hoje. Ela não tinha mais o que fazer? Disse que estava ocupada e está aqui com ele.
– Bom eu já vou, ainda tenho que fazer algumas coisas – Kol disse e eu dei graças a Deus.
– Então até amanhã – Digo querendo que ele vá embora logo.
– Tchau Kol – Elena diz.
– Tchau – Diz e sai nos deixando sozinhos finalmente.
– Enfim sós – Digo e Elena me bate.
– Não podia ser mais gentil? – Pergunta e eu bufo.
– Qual é Elena, ele tava dando em cima de você e você dando trela – Digo e ela me encara.
– Olha Damon – Ela diz passando a mão perto dos olhos. – Não quero ser grossa nem nada, eu disse que ia tentar, mas se você agir assim, fica difícil, beleza?
Merda! Que bola fora, eu aqui cobrando algo.
– Desculpa – Digo num sussurro.
– Só não faz mais isso, eu tô contigo, realmente tô tentando fazer isso dar certo – Diz e eu suspiro. – Mas você tem que confiar em mim.
– Eu confio, só não confio nele – digo e ela se aproxima.
– Eu acho fofo seu ciúmes, mas não é necessário – diz fazendo carinho no meu rosto. – Principalmente quando age que nem um babaca.
– Entendi – Digo e desvio o olhar do seu.
– Ei – Diz fazendo nossos olhos se encontrarem. – Me dá um beijo?
Sorrio e a puxo para mais perto do meu corpo, com meu polegar contorno sua boca. E depois me aproximo lentamente, desvio de sua boca.
– Não – Digo e saio correndo e a escutando gritar.
Claro que eu queria beija-la, mas só de vê-la tão frustrada quando eu, já me deixa feliz. Eu paro e a espero.
– Isso foi desnecessário – Ela diz ofegante ao meu lado.
– Eu sei – Digo a puxando pra mim e a beijando – Mas não resisti.
– Idiota – Diz me batendo.
Ficamos nos beijando um tempo, quando escutamos alguém gritar inspetora, claro que não éramos os únicos matando aula, mas sempre tinha um que ficava incumbido de avisar caso a inspetora aparecesse. Levei Elena até sua sala, lhe roubando um selinho antes de ir para minha sala.
ELENA
Não gostei muito da cena que Damon fez com o Kol, e olho que ele nem fez um terço do que geralmente faz, mas a diferença é que agora temos esse lance de amizade colorida, ou como Bonnie disse ele é meu PA. Falando em Bonnie, ela deve está indo embora lá de casa agora, mas disse que conseguiu resolver tudo, e que provavelmente deve vir morar por aqui, o que deve ter deixado meu irmão super feliz.
As aulas terminam e dou graças a Deus, Blanca me dá uma carona e fomos até minha casa, pegar algumas coisas e seguimos para o local que ela me disse que seria ótimo para meu plano.
Ela fez toda parte do combinado de nosso plano, estava me ajudando em mais uma parte. Tinha que está tudo perfeito para meu dia com Damon. Planejei tudo detalhadamente. Já estava quase na hora do Damon chegar, então resolvi me arrumar, Blanca me ajudou e depois foi embora.
Coloco uma música e desligo todas as luzes. Damon chega acendendo uma luz.
– Elena? – Ele me chama.
Uma luz no meio do palco é iluminada, me revelando, estou com uma blusa social branca, de chapéu preto e salto alto. Começo a dançar sensualmente.
DAMON
Quando cheguei e vi que era uma boate estranhei, mas conhecendo Blanca e sua familia, seu que pode ser uma das boates de seu pai. Entro e está tudo escuro, acendo uma luz e chamo por Elena, até que uma luz em cima do palco se acende, revelando Elena, apenas com uma camisa branca, salto alto e um chapéu preto.
Ela dança sensualmente, me chamando para mais perto, me aproximo e uma luz acende em cima de uma cadeira, me sento. A luz se apaga e ela dança ainda mais sensual, deslizando sua mão por todo seu corpo.
Eu nem preciso dizer o que estou sentindo. Estou hipnotizado, acompanhando cada movimento. Elena retira o chapéu e joga pra mim, eu o coloco na minha cabeça e afrouxo minha gravata.
Sim, eu estava usando uma, eu tinha planejado algo mais romântico, ia leva-la para jantar, depois andaríamos pelo píer e depois levaria ela para minha casa, para termo uma noite romântica. Mas vê-la assim, dançando pra mim dessa forma, me fez perder todo meu raciocínio romântico.
Ela começa a tirar a blusa, revelando a lingerie que ela me mandou as fotos. Ela joga blusa pra mim, eu começo a ficar com calor, então retiro meu terno e abro os primeiros botões da minha blusa. Vejo um sorriso no rosto de Elena, então ela vira de costa e segue até o queijo que estava um pouco atrás dela.
Ela começa a dançar no queijo, me fazendo perder qualquer tipo de sanidade que eu tinha. Eu me levantei e fui me aproximando, ela foi diminuindo o ritmo. No meio do caminho abri totalmente minha blusa. Ela andou até a mim, sorrindo, olhando nos fundo dos meus olhos.
– Você não esqueceu – Digo quando ela para na minha frente.
– Não eu não esqueci – Diz e vira de costa pra mim.
Ela começa a dançar novamente, então sigo o ritmo de seu corpo, puxo seu corpo de encontro com meu e Elena geme.
– Esse é meu presente desse ano? – pergunto sussurrando no seu ouvido.
Ela rebola em meu membro e eu gemo. Acho que isso foi um sim. Ela vira pra mim e começa a deslizar sua mão pelo meu peitoral.
– Vai ser o melhor presente de todos – Diz e eu sorrio.
– Com certeza vai – Digo e a beijo.
O beijo começa calmo, eu procuro logo o fecho de seu sutiã, para retira-lo, me afasto um pouco, sem quebrar o beijo para poder retira-lo. Elena quebra nosso beijo para poder retirar minha camisa, jogando-a em qualquer lugar.
– O que tinha em mente para vir aqui assim? – Pergunta e morde o lábio inferior.
– Um dia romântico – Digo dando de ombros – Mas...
– Minha ideia é melhor – Ela diz sorrindo. – Vem.
Ela me puxa e descemos do palco, ela pega um controle em cima de uma mesa, troca de música, colocando uma mais romântica, desliga a luz do palco e acende uma, revelando um canto todo arrumado. Nele tinha uma manta forrada no chão, alguns travesseiros, um vinho e duas taças. Ela ajeitou a luz, que ficou avermelhada, dando um ar mais erótico na cena.
– Alguém pensou em tudo – Sussurro no seu ouvido e ela dá uma risada gostosa.
– Eu só pensei que devíamos comemorar de um jeito diferente agora – Diz se virando pra mim. – Afinal agora temos algum tipo de relacionamento.
Se eu já não estava raciocinando direito, agora então é que eu não conseguia pensar em nada. Ela se aproximou lentamente, e deu um beijo em meu peito e depois foi subindo ate chegar a minha boca, um beijo calmo se iniciou, eu diria até apaixonado. Nenhum de nós dois quis intensificar esse beijo, então aproveitei o máximo, fiquei fazendo um carinho gostoso em sua cintura, enquanto ela fazia na minha nuca.
Nem parecia que ela estava só de calcinha na minha frente, que tinha me deixado totalmente excitado e louco. Mas no momento eu só queria aproveitar esse momento único que ela estava me proporcionando. Eu estava fudido! Estava completamente e loucamente apaixonado por ela, e sou capaz de tudo para ficar assim com ela.
– Quer vinho? – ela pergunta quando finalizamos o beijo.
Eu não estava com pressa, afinal meus planos com ela são de virar a noite.
– Quero – Digo e vamos nos sentar.
Ela senta no meio das minhas pernas, mas virada pra mim.
– Sabe você assim seminua na minha frente, com essa luz, é uma delicia – Digo e ela sorri.
– Eu ainda não sei como estamos nos controlando – Diz rindo enquanto eu abro o vinho.
– Temos muito tempo, não precisamos precipitar nada – Digo e sirvo sua taça. – Afinal, não pretendo te devolver pros seus pais hoje. – Sirvo minha taça.
– E nem eu aos seus – Diz e sorri. – A nós.
– A nossa amizade – Digo ela sorri.
Brindamos e bebemos um gole do vinho. Elena sorri pra mim, retira a taça da minha mão, e coloca junto com a dela do lado da “cama”.
– Sei que temos todo o tempo, mas... – Diz enquanto me empurra para deitar.
– Pra que esperar? – Pergunto.
Ela começa a me beijar, de uma forma intensa, diria loucamente, suas mãos arranham meu peitoral, me fazendo gemer baixinho. Ela começa a descer seus beijos, e eu fico ansioso logo para ela chegar onde eu tanto quero. Posso dizer que meu estado é critico, nem nosso momento romântico me aliviou um pouco, eu acho que me deixou ainda mais louco.
– Sabe, você devia usar roupas mais simples – Elena diz retirando meus sapatos – Essa da muito trabalho para tirar – Ela diz indo pro meu cinto e eu rio.
– Se tivesse me dito seus planos, eu viria mais simples – digo e ela ri.
– Vai dizer que não gostou? – Pergunta descendo lentamente minha calça.
– Adorei – Digo e ela senta sobre minha ereção, me fazendo gemer alto. – Elena, não me torture mais.
– Não estou nem começando – Ela diz debruçando em minha frente, fazendo seus seios ficarem pertos do meu rosto.
– Humm – Gemo e passo a língua em seu peito, ela solta um gemido e rebola em minha ereção.
Seguro sua cintura e a movimento de uma forma lenta, mas que nos dá um prazer intenso, pela forma que nossas intimidade se tocam.
– Meu novo hobbie é te provocar – Ela sussurra em meu ouvido.
– Acho que gosto disso – Digo e ela sorri.
Ela me beija, e ficamos dando uns amassos, até que minha mão chega a sua calcinha e eu a puxo a rasgando.
– Damon! – Ela me repreende.
– Eu disse que ia rasgar – Digo e ela começa a rir.
– Idiota – Diz rindo. – Vai ter troco.
Ela levanta um pouco, saindo do meu colo e sentando em cima dos meus pés. Puxa minha boxer, liberando finalmente meu membro que estava muito dolorido. Fecho meus olhos e sorrio.
– O que fez você sorrir? – Sinto o corpo de Elena em cima do meu, antes dela sussurrar.
– Você me faz sorrir – Digo ainda de olhos fechados. – Sempre.
Ela deposita um beijo em meu pescoço, e lentamente vai descendo os beijos, essa tortura é delirante, porém maravilhosa. Cada vez que transo com Elena é diferente, intenso.
Ela finalmente chega a meu membro, beija a cabeça dele, e eu mordo meu lábio. Ela o pega e começa a fazer movimentos de vai e vem, e eu começo a gemer. Solto um gemido alto quando sinto sua boca em meu membro. Elena me leva ao paraíso com muito pouco.
– Elena – Eu gemo seu nome e ela passa seus dente por toda extensão do meu membro.
Eu não sei quanto tempo dura, porque parece que o tempo parou para esse nosso momento, é como se tudo fosse em câmera lenta. E eu narrando assim até parece uma coisa gay, mas acho que isso tudo é porque sou completamente louco por ela. Eu nem sinto a hora que gozo, só sei que gritei muito alto e agarrei minhas mãos na manta. E sei que foi mais intenso do que qualquer coisa que já tive.
Enquanto me recupero, Elena sobe beijos pelo meu corpo, deitando-se em cima de mim e fica beijando meu pescoço. Quando eu finalmente me recupero – não totalmente, acho que vou sonhar com esse momento várias e várias vezes – eu começo a deslizar minha mão pelo corpo dela, a fazendo sorrir em meu pescoço.
– Agora é minha vez – Sussurro e ela sorri.
Nos viro, ficando por cima dela, que sorri. Beijo sua boca, mas nem demoro, vou descendo para seu colo, dando de vez em quando umas lambidas. Ela tenta controlar seus gemidos, mas suas unhas em minha costa, dizem que não vai conseguir por muito tempo.
Chego aos seus seios e fico brincando com eles por um tempo, um bom tempo. Chupo, mordo, lambo, os aperto. Resolvo continuar minha tortura e desço um pouco mais, fico brincando com a barriga da Elena.
– Porra Dam anda logo – Diz me fazendo rir.
Desço até chegar a sua intimidade e dou uma lambida, bem lenta em sua intimidade a fazendo gemer loucamente.
ELENA
Damon me tortura muito mais do que eu torturei ele, porém tudo o que ele fez, me levou ao céu em poucos instantes, ou pra mim pareceu pouco instantes, sei lá, me perdi no momento em que ele começou. Meu orgasmo foi tão intenso, que devo ter levado umas meia hora par ame recuperar.
Damon ficou brincando com meus seios, fazendo coisas leves, mas que não me deixavam me recuperar totalmente. Ele começa a beijar minha boca, de uma forma leve, carinhosa, começou a fazer carinho pelo meu corpo. Ele é tão carinhoso, tão romântico em certos momentos, que eu me esquecia completamente de tudo.
Eu quero muito que o que eu sinto por Damon se intensifique, eu realmente quero o amar como ele me ama. O que eu sinto por ele é muito forte, mas não sei ainda se é amor. Eu quero ter certeza antes de dizer alguma coisa.
Sinto ele me penetrar lentamente, mordo seu lábio e ele sorri. Ele estoca lentamente, gememos muito baixo. Aproveito cada encontro do nosso corpo. Podem até me chamar de louca, mas tê-lo assim é sobrenatural, eu nunca imaginei que ficaríamos assim. Nesses seis anos de amizade, raramente pensei em Damon como mais que um amigo. Tenho que admitir, hoje penso que perdi muito tempo sendo só amiga dele. Mas depois penso que só é assim hoje, por causa desse tempo todo e de toda confiança que sentimos um no outro.
– Ahh – Grito quando ele começa a se mover mais rápido.
Desde ontem, da nossa conversa é que ele não sai da minha cabeça, tudo que faço é pensando nele, e sempre dou um jeito de tocar no nome dele. Será que estou me apaixonando? Ou que sempre fui e não quero admitir? Mas porque não fiquei eufórica quando ele me pediu em namoro? É tanta coisa...
– Damon! – Grito seu nome quando ele sai e entra totalmente em mim.
– Isso Elena, grita meu nome, grita bem alto – Ele diz me fazendo rir.
Ele começa a estocar ainda mais forte e mais rápido, fazendo nossos gemidos aumentarem cada vez mais. Eu sinto meu orgasmo perto e Damon também, então ele intensifica ainda mais.
– Ahh – eu grito quando chego ao ápice ao mesmo tempo que Damon.
E é muito intenso, parece especial, os dois juntos, ao mesmo tempo, gritando e gemendo. Se entregando. Damon deita por cima de mim, e ficamos ofegantes.
– Céus – Ele diz e eu sorrio. – Isso foi...
– Maravilhoso – Digo sorrindo e seu sorriso aumenta.
– Esplendido – Diz e começa a beijar meu pescoço.
– Eu tenho um presente para você – Digo e ele se levanta com custo.
Sai de dentro de mim e retira a camisinha, que eu nem vi quando ele pôs, amarra e coloca de lado. Ele se senta e eu também. Pego uma caixinha que estava perto da nossa “cama”.
– Aqui – Entrego.
Ele abre, é um relógio prata escuro, na tela mandei gravar um E e um D e atrás mandei gravar uma mensagem.
– Vire e leia – Digo e ele sorri.
– Que esses seis anos se multipliquem – Lê e sorri. – Também te comprei algo.
Ele levanta e começa a procurar seu terno. Volta com uma caixinha na mão.
– Aqui – Diz me entregando.
Eu abro é uma pulseira com um símbolo de infinito duplo que entrelaçam nossas iniciais.
– Que lindo – Eu digo e o beijo – Isso é diamante?
– É – Ele diz passando a mão no cabelo.
– Meu Deus Damon! Deve ter sido caríssimo – Digo e ele sorri.
– Não ligo pro preço, eu mandei confeccionar especialmente para você – diz e eu o beijo novamente. – E sei que o seu também não foi barato, é o que eu estava de olho há dois meses, mas quando fui comprar já tinham comprado.
– Você queria, eu comprei – Digo e ele sorri.
– Obrigado – Diz sorrindo.
– Tudo por você – Digo.
– Vamos passar a noite aqui? – Ele pergunta.
– Se você quiser sim – Digo e ele sorri ainda mais.
– Eu tenho tantas ideias passando pela minha cabeça no momento – Diz eu rio.
– Vamos coloca-las em pratica então – Digo indo para seu colo.
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