Meiga E Abusada
4 Ouvindo conversa alheia
Notas iniciais
Estou mega feliz...
Estamos indo para quarto capitulo e eu recebi uma maravilhosa recomendação da Anna Salvatore...
Meu Deus, eu enlouqueci e deu muitos pulos e gritos...
Isso até me inspirou a escrever... Porque eu estava com bloqueio criativo...
Todas as fics que escrevo ficaram pela metade...
Mas hoje acordei inspirada e terminei o capitulo!
Sério gente uma recomendação perfeita! Me emocionei lendo...
Espero que gostem do capitulo!
DAMON
Dormir ao lado da Elena não estava sendo uma coisa fácil, assim que ela dormiu, eu me levantei e fui dormir na sala. É, se eu continuasse lá, faria algo estupido e colocaria em risco nossa amizade. Mas infelizmente nem assim eu consegui dormi, e nem minha amiga, já que ela está descendo as escadas.
- Porque veio dormir aqui em baixo? – Ela pergunta do primeiro degrau com os braços cruzados.
- Pra você ficar confortável – Eu minto.
- Eu estava confortável – Ela diz e eu sorrio. – Vem dormir, não vou conseguir dormir sem você!
Não faz isso Elena...
- Se você não subir comigo agora, eu vou me deitar ai contigo... – Ela diz e sorri.
Merda! Eu digo mentalmente me levantando e pegando as minhas coisas.
- Só não vamos dormir de conchinha. – Eu digo e ela ri.
- Ok! – Ela diz.
Deitamos e Elena logo volta a dormir. Respiro fundo e tento dormir, foi difícil, mas eu consegui. Acordo e fico observando Elena dormir, a coberta está deixando sua perna do lado de fora, que vontade de alisar, de beija-la. Retiro uma mecha que está em seu rosto, ela não acorda, encosto de leve meu dedo indicador em seus lábios, tão convidativos. Me aproximo lentamente, para ter certeza que ela não vai acordar, quando estou prestes a selar nossos lábios, ela se mexe e eu me afasto.
- Bom dia – Ela abre os olhos lentamente.
- Bom dia – Eu digo e ela sorri. – Dormiu bem?
- Depois que você voltou para cama, sim – Ela diz e fecha os olhos. – Não me deixe mais sozinha.
- Desculpa, não foi minha intenção – Eu digo e ela abre os olhos.
A barriga dela faz um barulho estranho e eu começo a rir.
- Alguém está com fome – Eu digo e ela tapa a cara com o travesseiro.
- Muita fome – Ela diz e eu começo a rir.
Elena entrou para tomar banho no banheiro do quarto e eu fui tomar no banheiro social, logo estávamos tomando café da manhã com meus avós e Soph.
- Vamos à cachoeira? – Soph pergunta.
- Não – Eu digo e Elena me bate.
- Vamos sim também quero ir à cachoeira – Elena diz.
Ah meu Deus isso pode piorar?
- Tudo bem – Eu digo suspirando. – Vão logo se arrumar.
Era o que eu temia, ela vai por um biquíni e eu vou enlouquecer. Soph é a primeira descer, Elena desce logo em seguida de short jeans, regata rosa, chinelos e uma bolsa. Elena me olha de cima a baixo, estou apenas de bermuda e óculos escuros.
- Tô gatão? – Eu pergunto e ela ri.
- Quando você ficar um gato, Elena vai ser uma deusa – Soph fala e ela ri.
- Está pegavel – Elena diz baixinho.
Seguro ela pela cintura e ela ofega.
- Pegavel? – Pergunto arqueando a sobrancelha.
- Para algumas garotas sim – Soph diz rindo – Bora logo.
- Responde Elena. – Eu digo fazendo cosquinha nela e ela faz que sim com a cabeça.
- Agora podemos ir? – Soph pergunta batendo os pés.
Elena segue na frente e eu puxo Soph.
- Como quer Elena como cunhada se só fala mal de mim perto dela? – Eu pergunto e ela ri.
- Para implicar – Ela diz me dando língua. – Então está interessado nela?
- Não, só queria que você parasse com isso – Eu digo e ela ri.
- Mente para mim! – Ela diz e sai correndo.
Menina doida, tinha que ser minha irmã.
Chegamos à cachoeira, Soph é a primeira as despir e entrar na água. Eu pego as roupas dela e coloco em um canto. Elena começa a tirar sua blusa, e senhor do céu, eu tiro meu óculo e corro para entrar na água. Elena passa algo na pele, e meu Deus, como eu queria está passando esse creme nela.
- Para de babar – Minha irmã fala tacando água em mim.
- Quer morrer guria? – Eu pergunto me virando pra ela.
- Quem vai me matar? – Ela pergunta debochada – Você?
Eu mergulho e puxo seu pé, e ela mergulha se debatendo.
- Sei idiota – Ela grita – Elena socorro!
Logo sinto Elena puxar meus cabelos. – Ai!
- Está louco? – Elena pergunta.
- Ela começou! – Eu digo e Soph faz careta.
- Cresça Damon, ela é só uma criança. – Elena diz e eu rio da cara de Soph.
- Eu vou à queda d’agua – Soph diz e mergulha.
- Agora é sua vez – Eu digo e puxo Elena para debaixo d’agua.
- Damon! – Ela diz assim que volta a superfície.
- A Elena, nem deu para se afogar... – Eu digo rindo.
- A merda do biquíni soltou – Ela diz segurando os seios.
Ops. Acho que sem querer eu puxei, sabe, sem querer.
- Está surdo? Amarra pra mim! – Ela diz virando de costa.
Me aproximo dela, coloco seus cabelos pro lado, imagino-me salpicando beijos por toda extensão de seu ombro. Pego as tiras do seu biquíni e amarro.
- Pronto – Sussurro no seu ouvido.
Ela se vira pra mim e sorri. – Obrigada.
- Obrigada nada tem um preço! – Eu digo e ela me encara.
- Preço Damon? – Ela pergunta cruzando os braços.
- É – Eu digo e sorrio.
- O que quer? – Ela pergunta.
Ah, eu quero tantas coisas, uma pena que eu não possa pedir nada que me venha à cabeça.
- A louça hoje é sua – Eu digo e mergulho para não fazer merda.
Quando volto à superfície Elena está colocando a sua roupa sua blusa.
- Onde vai? – Lá em cima, ela diz apontando para o topo da cachoeira.
- Tá louca? – Eu pergunto nadando até a borda.
- Gosto da paisagem! – ela diz dando de ombros e pegando meus óculos.
- Eu vou contigo – Eu digo saindo da água.
- Soph! – Elena grita e minha irmã olha. – Vamos lá em cima quer ir?
- Não – Minha irmã grita. Que bom!
Subimos, e Elena tinha razão, como eu me esqueci dessa vista linda? Elena fica apreciando a vista, eu me aproximo, e a abraço por trás.
- Pensativa demais – Eu digo e ela vira pra mim, mas continuo abraçado com ela.
- E não é pra está? Se fosse sobre você que estivessem falando... – Sua voz vai ficando baixo.
- Eles falaram de mim, mas entendo o que você quer dizer, mas não se preocupe, logo aparece outra noticia e eles esquecem. – Eu digo secando as lagrimas que começavam a escorrer.
- Mas o que eu estou sentindo não dá para esquecer, eu fui humilhada. – Ela diz.
- Elena você ser virgem não é motivo de humilhação, eles são todos babacas – Eu digo e ela ri. – Ele só quis te atingir, mostre que você é superior.
- Falar é fácil Damon, você não leu o que eu li... – Ela diz e se aperta em meus braços.
- Eu li algumas... – Eu digo e beijo o topo de sua cabeça. – Lena... – A faço olhar pra mim.
- Obrigada – Ela diz e acaricio seu rosto.
Ela fecha os olhos, e eu me aproximo de seu rosto.
- Aii! – Minha irmã grita e escuto choro.
Rapidamente me afasto e olho para onde minha irmã estava, ela estava caída no chão chorando.
- Soph não se mexa estamos descendo – Elena grita.
Descemos e logo chegamos onde minha irmã estava, eu a pego no colo e voltamos para casa.
ELENA
Ontem depois da minha conversa com Damon, fiquei bem mais tranquila. Ele está certo, preciso me mostrar superior, não preciso me importar com isso. Damon foi junto com seu avô, buscar Stefan. Eu fiquei ajudando Dona Juliana a fazer um lanche gostoso.
- Você faz muito bem ao meu neto, Damon mudou muito depois que te conheceu – Ela fala e eu sorrio.
- Ele é um grande amigo, me ajuda muito – Eu digo e ela sorri.
- Sei disso – Ela diz. – Edna ainda sonha que você se torne namorada do filho dela, Giuseppe também faz questão.
- Somos só amigos... – Eu digo sem graça.
- Eu sei, só disse que todos querem vocês juntos. – Ela diz com um sorriso no rosto.
- Vó! – Escuto a voz de Stefan e dou graças a Deus!
- Stefan! – Eu grito assim que ele entra na cozinha.
- Lena – Ele diz vindo me abraçar e me suspende no ar. – Quanto tempo!
- É sim... – Eu digo rindo enquanto ele me gira.
- Você encolheu? – Ele pergunta rindo me colocando no chão.
- Acho que sim! – Damon fala sério da porta.
- Vó que saudades – Stefan diz indo até Dona Juliana.
- Também estava com saudades – Ela diz o abraçando.
- Maninho – Soph entra correndo na cozinha. – Seu imbecil – Ela bate nele e Damon ri.
- O que eu fiz? – Stefan pergunta.
- Sumiu! – Soph diz cruzando os braços.
- Desculpa maninha – Stefan diz a abraçando.
Depois de uma tarde colocando o papo em dia, chega a hora do jantar, que é regado de risos. Um momento tenso, Stefan perguntando quando vamos casar, porque ninguém entende que somos só amigos?
Eu não vi Damon depois do jantar, o que é estranho, deve estar matando as saudades do irmão. Resolvo andar pela casa a sua procuro, até que chego perto do escritório, que está com a porta encostada e escuto a risada do Damon e de Stefan.
- A Elena está mais bonita do que da ultima vez que eu a vi. – Stefan fala.
Um silêncio fica dentro do escritório, até que escuto a voz do meu amigo – Ela sempre foi bonita, Stefan.
- Nunca entendi o fato de vocês nunca terem ficado – Stefan diz e o silêncio volta a aparecer.
- Somos amigos, só isso! – Damon responde o de sempre.
- Mas você nunca quis ficar com ela? Seja sincero! – Stefan pede.
Imediatamente os últimos acontecimentos veem a minha memória, me deixando curiosa para sua resposta.
- Logo quando a conheci, sim eu tive – Damon responde, depois fica em silencio.
- Eu tô falando de agora, percebi um clima. – Stefan diz e meu coração se acelera.
- Eu ando tendo desejo por ela, de pegar ela com vontade, beijar e... Tá ligado? – Damon fala.
- E porque não faz? – Stefan pergunta. É porque não faz?
- Não quero estragar a nossa amizade, mas tá difícil me controlar... – Damon diz.
- Como assim? – Stefan pergunta.
- Parece que tudo que ela faz se tornou sensual, fico cada vez mais excitado, com vontade de agarra-la. Não sei quanto temo vou aguentar, mano... – Damon diz.
- Você gosta dela ou é só tesão? – Stefan pergunta.
- Eu gosto dela como amiga, mas desde o dia do abuso, eu a vejo com outros olhos, olhos de homem. Cara eu tô pirando, porque meu lado irracional toma conta de mim cada vez que ela se aproxima. – Ele diz e fica em silencio novamente – Lá na cachoeira eu puxei a fita de seu biquíni, o desamarrando.
- Você fez o que? – Stefan grita.
- Pode ficar tranquilo, eu não tentei nada, só me aproximei quando ela pediu para eu amarrar, mas passou cada ideia do que podia acontecer... – Damon diz.
Escutar essas confissões do Damon estava mexendo comigo, de uma tal forma. Sim! Eu estava me excitando, não sei como, não sei por que, mas eu estava excitada.
- Mas e ela? Será que ela não sente nada? Tem mulheres que nutrem sentimentos pelos melhores amigos e escondem uma vida toda – Stefan fala.
- Ela não sente nada além de amizade por mim – Damon diz.
- Como sabe? – Stefan pergunta.
- Na manhã seguinte ao abuso, acordei de pau duro e ela sentiu – Damon fala e as lembranças daquela manhã me vêm à mente, a sensação que tive ao senti-lo roçar na minha bunda.
- Como ela sentiu? – Stefan pergunta.
- Ela pediu para dormir de conchinha comigo – Damon fala e escuto a risada de Stefan – Quando ela sentiu, ela disse que devia ter sido por isso, que muitos homens acordam assim quando dormem de conchinha.
- Ela tem razão – Stefan diz rindo.
- Mas não foi o caso, eu estava excitado por ela está ali em meus braços, roçando aquela bunda durinha dela em meu Damonzito, que cada vez ficava mais duro... – Damon fala e eu sinto fisgadas mais fortes em minha intimidade.
- Já saquei, pode parar! – Stefan diz rindo.
- Vou enlouquecer mano! – Damon fala.
Atordoada... Sem palavras... Excitada... Eu sai dali, não quero mais ouvir nada. Não posso dormir com ele, no quarto dele, na cama dele. Eu... Eu... Merda! Respiro fundo e subo para pegar uma coberta e um travesseiro, desço ligo a tv um pouco baixa e deito no sofá.
Damon excitado por minha causa! Ele querendo me beijar! O lance do biquíni, da conchinha... E é pensando no meu amigo e nas coisas que ouvi, que eu acabei dormindo.
Notas finais
Espero que me digam se gostaram, o que acharam de tudo...
E não se preocupem Stefan não será empecilho para DELENA...
Eu acho que vocês estão curiosas sobre Soph, ela tem 14 anos.
Link: http://www.frangonerd.blog.br/wp-content/uploads/lindas-garotas-olhos-azuis-12.jpg
Só posso dizer que essa conversa do Damon e do Stefan é fundamental para a relação do nosso casal.
Até o proximo capitulo, comentem!
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