Meiga E Abusada
20 Bônus II
Notas iniciais
CAROLINE
Esses dias sem poder ver a Elena estava me matando, eu não tinha nada melhor para fazer. Blanca estava ajudando Sophia, Damon estudando feito louco para a prova da faculdade e Klaus trabalhando como sempre. Eu estava entediada isso era fato, tentei fazer de tudo, arrumei os cabelos, fiz a unha, arrumei meu quarto, mas nada tirava meu tédio.
Então resolvi fazer uma visita ao meu médico particular sobre o pretexto que eu tinha voltado a sentir dores no meu calcanhar. Minha sorte, é que a recepcionista não sabia que eu era namorada do Klaus, então eu estava ali como paciente, e assim que chamassem meu nome, eu teria no máximo meia hora com meu namorado, mas isso já seria suficiente para me animar um pouco.
Meu WhatsApp apita e vejo o nome do Klaus.
Klaus: Sweet algum problema? Porque seu nome está na minha mesa como paciente?
Rio de sua preocupação.
Caroline: Não se preocupe, só estou sentindo um pouco de dor no meu tornozelo.
Eu resolvo mentir, se eu contar agora que só vim vê-lo e capaz dele me mandar embora, e está aqui já está me distraindo.
Klaus: Dói muito ou pode esperar um pouco para ser minha ultima paciente?
Sorrio mais uma vez, ele é tão fofo quando está preocupado comigo.
Caroline: É até melhor, porque você me deixa em casa, vai que eu precise engessar?
Klaus: Estou ficando preocupado! É melhor você entrar logo!
Caroline: Não, atenda todas, eu espero, só está incomodando, não se preocupe.
Klaus: Ok, eu vou tentar ser rápido aqui.
Fico sentada por mais de uma hora, folheando algumas revistas, a recepcionista já havia me oferecido: café, água, biscoito. Acho que ele falou que eu era sua namorada. Ainda bem que escolhi vir numa hora perto da saída de seu expediente, porque eu já estava começando a ficar entediada quando a recepcionista chamou o meu nome.
Entro e vejo Klaus olhando uns exames, então é nessa hora que me arrependo de ter vindo. Afinal eu não sentia nenhuma dor, eu só queria vê-lo.
– Oi – Digo toda tímida e ele me olha e sorri.
– Oi – Diz se levantando – Ainda está sentindo muita dor?
– Sobre isso – Mordo o lábio e ele fica na minha frente, então eu abaixo o olhar. – Eu só queria te ver.
Ele ergue minha cabeça, de forma que eu tenho que olhar para ele, então ele sorri.
– Fico feliz que tenha vindo – Diz e sela nossos lábios.
– Não ficou chateado? – Pergunto e ele sorri de lado.
– Da minha namorada fingir dor só para me ver? – Ri me fazendo rir. – Não.
Ele me beija de novo, só que de uma forma intensa, fazendo meu corpo todo se ascender. Como eu conseguia me controlar quando estava ao seu lado? Esse homem tira toda minha sanidade, desde a primeira vez que o vi quando machuquei meu tornozelo, eu perdi meu ar quando o vi, e quando ele sorrio de lado?
Eu não acreditei quando ele me ligou me chamando para sair, não acreditei quando ele usou os meus dados de paciente para saber onde eu morava e onde eu estudava. Dele ter me mandado flores e outros presentes. Nenhum homem nunca fez isso por mim, e claro pelo fato dele não ter me levado para cama na primeira noite que saímos juntos. E não acredito que eu estou namorando esse homem.
– Preciso de você – As palavras simplesmente saíram da minha boca sem que eu as medisse – Aqui e agora.
Ele me beija de uma forma mais intensa, e quando o ar nos é necessário ele desce seus beijos pelo meu pescoço, fazendo meu corpo se arrepiar inteiro. Ele me apertou ainda mais em seus braços, acabando com qualquer espaço possível que tinha restado.
Ele começa a subir meu vestido enquanto eu tento tirar seu jaleco, eu consigo tirar seu jaleco primeiro, o jogando em qualquer lugar e de qualquer forma, fazendo ele sorri e finalmente conseguir tirar meu vestido. Suas mãos passeiam pelo meu corpo, me apertando cada vez mais, e gemo quando sinto sua ereção. Ele me tira do chão e me coloca sentada em sua mesa. É quando algo estala na minha cabeça e eu tento afasta-lo.
– Klaus... – Eu tento o empurrar, mas ele puxa minha calcinha a rasgando.
Estou completamente nua na mesa de seu escritório e isso é excitante, mas eu ia gemer, e iam escutar.
– Klaus não podemos – Digo pegando força de algum lugar.
– Sala isolada por som – Diz descendo seus beijos até meu seio e o mordendo me fazendo gemer alto e morde meu lábio. – Pode gemer sweet, geme para mim, geme.
Ele não fica muito tempo brincando com meus seios, e logo ele desce seus beijos e sua mordida pela minha barriga, me fazendo deitar em cima de sua mesa, que estava arrumada sem nenhum papel, que estranho. Então perco o raciocínio quando sinto sua boca na minha intimidade, me chupando com intensidade, mordo mais forte meu lábio, mas logo deixo escapar meus gemidos. Eu não aguento muito e gozo loucamente.
Fecho meus olhos e sorrio, acho que de alguma forma foi isso que vim buscar, meu namorado, sexo e orgasmo.
– Você pode abrir essa primeira gaveta? – Ele pergunta com o corpo em cima do meu, e noto que ele esta pelado.
Abro os olhos e ele está tentando abrir a gaveta e isso me faz rir. Abro a gaveta sem tirar os olhos dele.
– Pega essa sacola, tem camisinha nela – Diz e eu finalmente olho a gaveta, pego a sacola e depois olho para ele estranhando. – A minha tinha acabado, e fui comprar na hora do almoço, pretendia te chamar para passar a noite lá em casa.
– Ah – Digo e rio. – Que bom que comprou então.
Ele ri e pega a sacola, pegando um preservativo e joga a sacola em qualquer lugar, rasga o pacotinho e coloca a camisinha em seu membro. E logo sinto ele me penetrar forte e gostoso como sempre e da forma que me deixa louca, mordo seu lábio para não gemer alto.
Ele estoca forte que até a mesa balança me fazendo rir em seus lábios, ele sai de dentro de mim e volta com força, me fazendo arranhar suas costas. Eu amo essa forma bruta dele, o tipo de pegada que ele tem, isso me conquistou ainda mais.
Ele me puxa, me fazendo sentar. Ele fica em pé na frente da mesa, ainda dentro de mim, enquanto eu estou sentada na beirada da mesa, entrelaço minhas pernas na sua cintura, o sentindo totalmente dentro de mim. E ficamos assim, parados, só nos beijando, aproveitando o momento. Até que ele me levanta da mesa e anda comigo até a parede mais próxima, me encurralando e voltando a estocar com rapidez e força, me fazendo agarra-lo ainda mais.
– Klaus... – Eu gemo, já estou quase lá e isso é suficiente para ele começar a tirar totalmente o membro e voltando com tudo.
Eu estou quase lá e sei que ele também, porque ele começa a gemer meu nome baixinho.
– Klaus... – Escuto o nome dele quando atingimos o orgasmo ao mesmo tempo, mas não foi eu que falei, e nós paramos de nos beijar quando escutamos um grito histérico. – Ai meu Deus.
Quando olhamos, Rebekah está tapando o rosto com um prontuário. Eu fico vermelha, vermelha não, eu não sei onde me enfiar. Klaus me dá um selinho antes de sair de dentro de mim e me colocar no chão. Ele me joga o jaleco dele, que eu o ponho rapidamente e saio a procura do meu vestido e do resto da minha calcinha.
– Desculpa Flávia me disse que estava com uma paciente – Ela diz ainda com o prontuário na frente do rosto.
– Já pode olhar Bekah – Klaus diz quando termino de vestir meu vestido.
– Eu... – ela tenta dizer algo, mas está completamente vermelha.
– Nunca viu ninguém fazendo sexo? – Klaus pergunta revirando os olhos, e não sei se é possível ficar mais vermelha do que estamos.
– Klaus – Nós duas o repreendemos e ele ri.
– O que você queria Rebekah? – Ele pergunta mudando de assunto e me puxando para seus braços.
– Eu já nem lembro mais – Digo e olha o prontuário. – Klaus me perdoa, mas quando eu lembrar eu te digo.
– Se tivesse me atrapalhado antes, eu ia te matar Bekah – Diz tranquilamente, e eu aperto seu braço com força – Au Caroline, pare com isso.
– Desculpa Rebekah, eu nem sei o que dizer – Digo ainda vermelha.
– Tudo bem! – Diz. – É melhor eu ir.
– Nós também estamos de saída, terminou meu expediente. – Klaus diz me largando e indo pegar sua pasta.
Saimos da sala num silencio constrangedor, nos despedimos de Rebekah seguimos para o estacionamento.
– Você podia ser mais discreto – Digo quando ele entra no carro.
– Discreto? – Pergunta se virando pra mim.
– Eu morri de vergonha lá dentro – Digo e ele ri.
– Ah sweet, me desculpa, eu tenho esse tipo de liberdade com minha irmã – Diz se desculpando.
– Ela tava parecendo um pimentão que nem eu Klaus – Digo batendo nele.
– Sweet, Bekah... – Ele tenta se explicar, mas não consegue – Desculpa...
– Não tem problemas, isso não vai se repetir. – Digo e ele ri e eu o encaro.
– Foi engraçado, admita! – Diz rindo.
– Não foi nada, foi constrangedor isso sim – Digo cruzando os braços.
– Ok, constrangedor – Diz tentando ficar sério.
Ele dá partida e seguimos para sua casa.
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