Medium

5 O passado


Notas iniciais
Olá! estou trazendo mais um capitulo da Fanfic medium pra vocês! eu sei que demorou pra caramba, mas é que meu HD simplesmente deu pau depois de uma besteira q eu fiz, (já estava ruim por conta das quedas de energia e eu tratei de finalizar) desculpa msm ter deixado vcs sem capitulo, mas é que depois que ele voltou ainda tive um periodo de rage pois n sabia quanto tempo ele ia estar de pê, fora q o capitulo já estava quase terminado quando o HD fez K-Boom e é por isso q agora eu tenho um pen drive plugado o dia inteiro na maquina. Antes de mais nada obrigado! espero que gostem! Ps: continuarei prezando pela qualidade acima da frequencia

Capitulo 5: O passado

Minha visão estava simplesmente embaçada, eu parecia ter levado uma bela surra e estava com o corpo dolorido. Comecei a reparar no local, e deduzi estar no quarto do Ivo, pois havia alguns retratos dele na parede a minha frente, também com uma tv de tela plana mais a esquerda, além do guarda roupa perto da cama com algumas fotos dele em família coladas.

O Ivo percebeu quando eu acordei, e foi entrando. Quando me dei conta ele estava com um notebook nas mãos vasculhando umas paginas, no inicio não dei atenção pois estava sonolento mas depois me atentei e ele foi me falando.

― Cara, acabei de achar alguns arquivos sobre esse matthew murdock... aqui diz “Matthew murdock foi um pesquisador de paranormalidade e mediunidade que ganhou destaque nas pesquisas e estudos envolvendo o amuleto de Geeste, o qual acreditava piamente ter o poder de controlar os espíritos e usa-los conforme sua vontade (sobretudo os chamados “maus espíritos”). Nascido em 04 de outubro 1914 matthew morou até os 21 anos em nova York onde começara seus estudos básicos sobre tais assuntos. E então em 1936 começou suas pesquisas arqueológicas relacionadas a cultura de povos que acreditavam na reencarnação. Mas somente em 1945 começou a ganhar reconhecimento, este que se deve as pesquisas com o amuleto de Geeste. Matthew murdock morreu em 10 de abril 1954 de problemas respiratórios devido aos longos períodos de escavação em grandes profundidades”

― Olha só... eles terminam dizendo “fato importante a ser destacado é que o tal objeto agora se encontra no museu arqueológico de nova York, e que este esteve lá desde 5 de fevereiro de 1952 por ordem da justiça após uma tentativa de roubo por parte de Matthew Murdock, o próprio pesquisador do artefato”. ― É provável que ele tenha ficado obcecado por ele, e por realmente acreditar nos tais poderes resolveu roubá-lo.

― O pior de tudo é que ele sou eu.― enfatizei

― Bom, se isso tudo for verdade, então você era, mas nem por isso deve se culpar. Você agora é outra pessoa. Se é que já foi ele

― Você tem razão ― Concluí

― vou deixar você sozinho um pouco cara, pode usar o banheiro se precisar, e eu estarei na sala esperando na sala pra gente conversar um pouco mais sobre isso

― Obrigado, eu já vou.

Então me levantei e fui lavar o rosto, derrepente veio novamente o remorso na cabeça por causa da Janet e das coisas que eu escondi dela pra tentar deixa-lá mais tranquila, além do fato de não deixar mais ela ir às minhas consultas depois que eu mesmo a convidei. tudo isso me faz parecer um cara que joga o peso sobre os ombros dos outros mas eu não sou assim.

Então fui para a sala, lá pude ver a porta de outro quarto logo a minha frente e na minha esquerda um sofá com uma TV em frente no qual também contava com uma mesinha de vidro e uma pequena escultura também de vidro para decorar. Mais atrás funcionava como um corredor que dava para o fundo da casa, o qual parecia ser o quintal.

― Você esta melhor? ― me indagou quando cheguei

― Estou sim, desculpa pelo o que aconteceu

― Não tem problema cara, tá tudo bem

― Você descobriu algo sobre o enigma da estrela?

― Por algum motivo não me faz sentido nick, parece que estou esquecendo algo

― Entendo...

Após isso tivemos uma breve pausa, como se tentássemos buscar um jeito de solucionar pelo menos parte do problema, que seria achar uma maneira de nos guiarmos, pois isso poderia falar simplesmente de qualquer coisa. Logo olhei pela janela e vi que já estava tarde e resolvi voltar.

― Cara, desculpa, vou ter que voltar depois a gente se fala

― tem certeza? Ainda podemos tentar resolver isso hoje

― Valeu, mas é que eu estou muito cansado e não vejo a hora de chegar em casa e dormir um pouco para colocar a cabeça no lugar

― Então tá bom. Qualquer coisa eu te dou um toque

― Obrigado.

Então sai à procura de um táxi, e ao encontrar um pedi para que me deixasse em casa. A viagem eu passei cochilando um pouco, pois estava realmente cansado. Ao chegar, paguei, agradeci e desci. Logo, entrei em casa joguei a camiseta no sofá e subi para o quarto para me deitar. Por algum motivo a noite foi tranquila e não tive nenhum sonho.

O fato de eu não ir para a escola por estar de atestado iria passar despercebido pela mamãe, pois ela sai mais cedo que eu pra vender algumas coisas e só chega alguns minutos depois que chego em casa, exceto em alguns dias que não vende muito. Vamos torcer para não se fazer exceção à regra como ontem em que eu cheguei e ela estava em casa.

Decidi que ia a casa de Janet pra ver como ela estava e então fui cortando caminho por entre os becos para chegar lá logo. Dentro de uns cinco minutos eu já estava chegando e fui pensando em como ela me receberia. Lisa, a mãe de Janet me recebeu.

― Oi, como está? ― Indagou

― Bem ― respondi

― Entre, por favor. ― Janet, você tem visita. ― seguiu chamando

Acho que ela demorou um pouco a ouvir, pois estava tocando uma musica e estava um pouco alta. Eu achava a voz do cantor familiar, mas não conhecia a musica. Ela dizia no começo: “Polly wants a cracker, i think i should get off her first, I think she wants some water, to put out the blow torch”. Depois, com o volume mais baixo ela desceu e veio me receber .

― Nick! Como você está?

― Bem, obrigado! ― E você? ― continuei

― Vou levando... ― Você não quer subir um pouco? ― indagou

― Não vou incomodar?

― Não, pode vir.

― Se vão subir, tudo bem, mas não demorem, vou pegar uns biscoitos pra gente comer

― Tudo bem ― Respondemos em coro

Então subimos juntos, e nos sentamos na cama para conversar um pouco. Enquanto conversávamos sobre coisas aleatórias eu reparava na decoração do quarto, nada de muitos enfeites bonitinhos, o máximo disso era um ursinho vestido com uma camiseta escrito “eu amo musica” E uma caixinha rosa que estava entreaberta na qual meus olhos clamavam por uma espionagem mais de perto, porém, me contive. O resto eram pôsteres de bandas, frases de efeito e fotos tiradas em shows.

― Você descobriu alguma coisa sobre o enigma das estrelas? ― perguntou derrepente.

― Nada ainda, mas vou conseguir, o Ivo está raciocinando junto comigo e vamos desvendar essa.

― Nick, deixa eu te ajudar com isso...

― Não posso.

― Porque?

― Porque eu...

Nesse momento ela passou a mão em meu braço, senti um arrepio. Foi subindo do meu ombro para o meu pescoço e chegou ao meu rosto. Ela olhava para mim de um jeito que eu achei diferente, não que não tenha visto, acho que, isso na verdade é o que eu nunca notei. Ela veio se aproximando, eu não conseguia parar de olhar para aqueles olhos castanhos que me fitavam e para aquela boca que se entreabria. Agora já sentia o cheiro dos seus sedosos cabelos loiros que começavam a encostar-se a mim, e eram muito macios. Ficamos com os rostos de frente um para o outro, nos olhando, sem que houvesse mais espaço, eu sentia suas costas com minhas mãos e ela passava suas mãos pelo meu pescoço. Fomos interrompidos pela Lisa.

― Desculpe, eu não sabia que... ― tentava ela completar

― Nós estávamos só... ― Tentávamos arrumar uma desculpa

― Muito bem... ― Vejo vocês lá em baixo daqui a pouco?

― Pode ser! ― Respondemos

Nós estávamos tentando nos recompor e acho estávamos decididos a desfazer aquele clima estranho entre nós três para que pudéssemos passar o dia bem e sem maiores constrangimentos. Mas é claro nenhum dos dois falou nada para o outro. Descemos e encontramo-la com os biscoitos sobre um prato. Logo a conversa fluiu e esquecemos aquilo tudo.

Falávamos sobre a infância e sobre algumas coisas que costumávamos fazer, lembrei-me de quando eu pegava um Cart do papai e ficava passeando por entre os vizinhos. Janet contou sobre suas travessuras na época do fundamental (antes de me conhecer) e lisa também lembrava algumas coisas.

― Eu me lembro bem que eu costumava pegar o telescópio do meu avô pra ficar olhando as estrelas, ele dizia que quando olhamos as estrelas estamos olhando para o passado...

― É isso!...

Continua!

Notas finais
O que acharam? deixem seus comentarios por aqui pra que eu saiba como esta ficando de fato! se puderem clicar no botão de acompanhar a fanfic é bom, pois assim você não perde atualizações! recomenda pra quem gosta do tema pq assim vc me incentiva! obrigado!