May - Parte IV
13 Parte V
Notas iniciais
Entrei no quarto de Remi ainda meio sem jeito. Havia uma mulher se enrolando nos lençóis. Remi fechou a porta atrás de nós. O quarto de Remi era bem bonito. havia uma cama de casal com tecidos vermelhos, laranjas e branco. haviam tapetes que combinavam as cores, uma mesa quadrada ao canto com duas cadeiras, uma porta para o banheiro e outra para o armário para guardar roupas. Era um lugarzinho confortável. Ele pegou minha mochila e a colocou em cima da mesa.
– Lucy, pelo amor de Deus, vá se vestir. Minha irmã não é obrigada a te ver desse jeito.
– Te atrapalhei não foi? — eu disse rindo.
A garota se levantou e começou a catar suas roupas no chão meio desembestada.
– Não. Claro que não. A Lucy eu tenho todo dia e se não for a Lucy é outra — ele deu uma risadinha. — Sente-se May, vou pegar uma coisa pra gente beber. Um suco?
– Suco? — ri. Mas depois me lembrei de que não podia beber coisas álcoolicas. — Sim... um suco.
– Hum... mantendo a forma não é? — ele riu e eu o acompanhei.
Lucy saiu do banheiro arrumando os cabelos.
– Pode nos dar licença Lucy? — ele não era muito carinhoso com ela.
– Claro Gambit.
Ela saiu pela porta rapidamente.
– Gambit? De onde tirou esse nome? — perguntei.
Ele chegou com um copo de suco pra mim e de vodka pra ele. Se sentou do outro lado da mesa de frente pra mim.
– Bom, pode-se dizer que não vivi tão tranquilamente desde que fui embora. Eu fui capturado.
– Capturado? — me assustei.
– É. Me levaram pra uma usina nuclear, alguma coisa a ver com experimentos com mutantes. O cara era louco sabe. Mas eu consegui fugir, graças ao meu dom excelente — ele deu uma risadinha e girou uma carta na mão fazendo ela pegar fogo.
– Engraçado, eu também estava nessa usina — levei meu copo de suco à boca.
– O quê? — ele perguntou de repente. — O que fizeram com voc~e May? Você tá bem?
– É claro que estou bem. Eu não morro lembra? — dei uma risadinha. — mas vamos, continue sua história. Quero saber como se tornou Gambit – apoiei os dois braços na mesa.
...
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ou se você ainda não sabe como foi a vida de May no Instituto Xavier depois daquele dia, segue o link >> May — Parte I
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