Pov. Nat
Eu acho que as pessoas têm razão, os problema sou eu, mas eu mereço foi eu quem saí do meu sossego para ir atrás de "coisa melhor", eu que cheguei no território dos outros, já devia ter imaginado que não acabaria nada bem, agora deu no que deu, o carro dele destruído, ele longe daqui com a minha moto, não estou lamentando por causa de bens materiais, sim por que sem a moto não posso ir ver ele, essa aqui não pode sair da cidade, ela não é permitida na estrada, não sei dirigir carro, complicou tudo, ele estuda e trabalha não tem como vir aqui, ir lá novamente é um perigo pior agora, o Lobão não me deixaria em paz, aqui ele já me persegue, imagine lá.
Maria: Tia ?
Nat: Oi, amor.
Maria: Cadê o moço bonito ?
Nat: Ele foi embora pra casa dele.
Maria: Mais ele não ia ficar com a gente ?
Nat: Eu acho que sim, mais fizeram uma coisa muito feia com ele e ele teve que voltar pra casa.
Maria: Aaah, mais a gente vai visitar ele né ?
Nat: Não sei amor.
Maria: Ele é legal tia.
Júlia: Mais já está aqui ?
Maria: Mãe, eu só estava batendo um papinho com a minha tia.
Nat: Iiih...
Júlia: Então senhora papinho, vamos pra casa, tomar banho ?
Maria: Não hoje eu vou dormir com a Tia Nat, por que ela está sozinha.
Júlia: Ué e o Lutador ?
Nat: Longa história.
Suspirei fundo e Fernanda já estava no meu banheiro tomando banho, essa menina, em seguida eu fui, ela então se deitou na minha cama, deitei logo depois, ela deitou abraçadinha comigo e dormimos assim, grudadinhas, como diz ela.
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