Marina Ginsi-uma aventureira
2 Frágil
Notas iniciais
Era uma nova manhã clara e fria, uma quinta-feira de julho. Ela saiu da escola e andou até o prédio indicado na carta; tirou o envelope da mochila e sussurrou:
–Estou aqui, venha com coragem (se você tiver coragem).
Ela escutou a tampa do bueiro abrindo e viu uma pessoa lhe chamando. Marina entrou no bueiro e viu uma porta. Ela entrou e sentou em uma cadeira para esperar. Uma mulher de cabelos pretos sentou na outra cadeira.
–Bom dia Marina, convido você para ser agente da 0080
– Tipo, espiã?
–Sim, se você quiser...
–Ah, eu aceito!
–Aqui está seu uniforme 0080.
Marina se levantou e saiu de cabeça baixa.
–Marina! Leve esta caixa!
De novo, Marina pegou a caixa. Na caixa havia um adesivo, nele lia-se: Frágil.
***
Quando chegou em casa, Marina abriu a caixa. Dentro dela havia uma tesoura mil e uma utilidades (tesoura que serve como faca, coador de café, etc.).
***
Marina vê a lua cair.
“Adeus lua, que vai partindo para algum lugar, para onde o vento vai te levar?”
Ela pensa.
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