Marceline: Aventuras do Outro Lado de Ooo
10 A Zona de Imaginação - Parte 2
Notas iniciais
[POV MARCELINE ABADEER]
C-coruja Cósmica? Eu... eu não acredito! Por quê justo o Simon? Sabia que vampiros tem sentimentos? — eu disse a Coruja Cósmica, que droga. Eu tenho saudades do velho Simon, antes daquela coroa idiota deixar ele louco.
Olha, eu não tenho permissão para aparecer assim. Eu tive que aparecer com o que tinha na sua mente. Você tem um hambúrguer aí? — depois que a Coruja Cósmica disse isso, eu fiquei com raiva, tipo muita raiva. Ela aparece como Simon, eu fico alegre. Depois era só um disfarce, e ela ainda pede um lanche? Eu fiquei com tanta raiva que acordei, e deve ter bugado alguma coisa, porque a Coruja Cósmica saiu junto.
[ POV MARSHALL LEE]
Eu e o chato do Chiclete e aquele cavalão voador dele estávamos começando a ficar preocupado. A Marceline estava desmaiada já há 7 minutos.
Então, de repente, ela acordou, e uma poeira dourada foi saindo dela e formou uma coisa... um ser... eu-não-acredito. Era a Coruja Cósmica!
Marceline? Está bem? — disse o energúmeno rosa, e correu com o cavalão dele em direção a Marcy. — Eu estou preocupado de verdade. Você está bem?
Eu estou. Só que logo esse papagaio não vai estar! — disse a Marcy, em seguida ela voou na direção da Coruja C. em disparada.
Marcy! — disse eu — Nããão!
Eu corri e a tirei do caminho antes que ela batesse na Coruja Cósmica. A gigante ia se defender, então bateu em mim ao invés da Marceline. Ela caiu do voo nos braços do rosinha e eu cai para longe.
Eu não quero brigar! Marceline Abadeer, já fiz o que precisava. Até daqui a muitíssimo tempo! — disse a Coruja Cósmica, e depois desapareceu.
[POV PRÍNCIPE CHICLETE]
Marshall estava machucado, Marceline em meus braços e a Coruja Cósmica tinha ido embora. Tudo estava em controle, até que percebi uma pena dourada com o cabo fino como agulha, enfiado no braço de Marceline. Ela abriu os olhos vermelhos e brilhantes dela, e eu percebi como ela era linda. A pena devia ter algum efeito mental temporário, porque ela falou "Oi" com um sorriso e com voz boba.
Oi — disse eu, segurando-a ajoelhado no chão — Você está bem?
Você é um gatão — ela estava sob o efeito da pena, então ignorei — Chega mais perto, preciso te falar uma coisa.
Eu aproximei meu rosto do dela, esperando que ela susurrasse algo, mas deu um beijo caloroso em mim. Eu queria recuar, mas meu corpo não deixava. Eu continuei, e quando o ar foi preciso, a pena caiu de seus braços, eu peguei para examiná-la (eu estava corado) e fiquei curioso. A pena era de mentira, Marceline não estava sob efeito algum.
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