Manual Da Conquista
3 2º Passo: Tornar-se familiar.
Notas iniciais
2º Passo: Tornar-se familiar.
\\n\\nIsso mesmo, para poder interagir de maneira efetiva, precisava tornar-se uma figura de sua convivência. Se simplesmente chegasse com a intenção de conquista, haviam boas chances, mas seria muito superficial. Já indo com calma, poderia descobrir mais dela e com isso também saber se o que sentia era atração brutal, pura e simples, ou, se podia haver algo mais.
\\n\\nSinceramente nunca sentiu algo mais com outras mulheres, então se entrasse nesse campo, precisaria de tempo para se habituar e conhecer o território, mas até lá não se preocuparia. Uma coisa de cada vez. Estava sob os olhares desconfiados da tribo, obviamente que eles notaram que sua ação para com Cana não era normal e por isso estavam ali a espreita de saber o que seria.
\\n\\nIgnorou os olhares curiosos e continuou mastigando sua carne com batatas. Correu os olhos sobre o local a encontrando sentada no balcão, no mesmo lugar de sempre, mexendo com suas cartas muito compenetrada em alguma coisa. Já fazia cerca de cinco dias desde seu aniversário e ela ainda usava seu presente, mas se não fizesse algo logo, perderia os louros do já feito, impressões precisam ser reforçadas.
\\n\\nE só havia uma maneira suficientemente eficiente para se aproximar dela sem levantar suspeitas e ainda sim ter todos os olhos sobre si, quem sabe os colegas não aprendiam algo observando, em uma competição de bebida. Naquele dia mais tarde, ele, Bixlow e Fried caíram sobre a barra completamente alcoolizados.
\\n\\nRealmente já havia visto vencer aquelas competições dezenas de vezes, mas realmente nunca tinha se dado conta de quanto álcool alguém tão pequena podia metabolizar. O mundo estava completamente confuso e o raciocínio difícil. A observou beber mais uma dose daquele maldito licor de cereja com um prazer que devia ser imoral. Não importava quão vulgares pareciam seus modos muitas vezes, a Alberona sabia como aproveitar seu álcool.
\\n\\nEla lhe sorriu e deu uma risadinha antes de olhar ao redor vendo as apostas serem pagas. Realmente Laxus tinha feito com que muitos apostassem contra ela, afinal, ele tinha tamanho suficiente para metabolizar o suficiente para talvez vencê-la, doce ilusão. Apesar do golpe no ego, não gostava de perder, sentiu que sua fase dois estava a caminho do sucesso.
\\n\\nNesse momento Fried, não acostumado a qualquer álcool, proseava com a vassoura como se ela fosse uma garota. Bixlow havia caído para trás e agora estava vendo elefantinhos cor-de-rosa caminharem pelo teto. E ele estava ali, idiotamente olhando para aquela garota... Não, não, mulher...
\\n\\n- Oe garotão...
\\n\\nEla o chamou, mas ele estranhou o apelido.
\\n\\n- Hum... Meu nome é Laxus! Não gosto de alcunhas!
\\n\\nEla riu deliciosamente.
\\n\\n- Pois então, garotão – deu ênfase no apelido – Como está se sentindo? Acho que nós nunca tivemos a chance de vê-lo bêbado.
\\n\\n- Pois então aqui sua chance... Porra, o mundo tá girando muito.
\\n\\nEla deu uma risadinha.
\\n\\n- Fazer o que neah... esse povinho noob querendo bater de frente com a garota aqui... Você pode ser um monstro fazendo missão, mas eu, baby... Sou a rainha das biritas.
\\n\\nO loiro deu uma risadinha rouca e meio sorriu.
\\n\\n- Como se o mundo não estivesse girando para você também...
\\n\\n- Mas eu com certeza não vou trocar as pernas para chegar em casa. Foi legal beber com você, garotão... Curta bem sua ressaca!
\\n\\nDito isso, levantou-se e saiu.
\\n\\nSem trocar as pernas.
\\n\\nFase dois concluída.
\\n\\nUm sorriso ébrio formou-se nos lábios masculinos.
\\n\\nNotas finais
Kisskiss
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