Mantendo Você Perto De Mim
44 Capítulo 44: A Hora Mais Sombria.
Notas iniciais
Hoje eu não sou Achele ou Faberry.
Hoje eu sou Cory Monteith.
Shelby Pov
Primeiro ano do New Directions.
Já se passaram quase 16 anos, desde que ela pôs os olhos sobre Rachel Berry até poucos meses atrás, quando ela participou das Seletivas com sua equipe. Ela se lembra de revirar os olhos quando o New Directions começaram com No Rain on My Parade, uma canção que ela já havia ouvido ser massacrada por outros muitas vezes antes.
Mas, em seguida, ela ouviu aquela voz... A voz de Rachel, e Shelby sentiu instantaneamente um arrepio correndo para cima e para baixo na coluna vertebral enquanto ela assistiu essa morena pequena se movimentando na parte de trás do teatro e vir através do corredor para baixo até o palco.
Rachel Berry provou ser uma inegável presença de palco, como é evidente pelo modo fácil com que ela faz que o público se apaixone por ela e seu sorriso cativante.
Shelby soube que ela havia reencontrado com sua filha.
Ela estava lutando consigo mesma para não derramar a verdade. Para o mundo exterior, ela era apenas uma treinadora de coral e Rachel era apenas uma estudante, de um time dentro de outros times rivais. Ela até poderia tentar usar algum tipo de logro e engatar uma conversa perfeitamente normal e civil com a menina. Mas ela não conseguiu por pura covardia.
Quando ela se mudou de volta para Ohio, para Carmel, que é muito mais perto de Lima do que Nova York. Shelby estava convencida de que ela estava indo para manter as condições do contrato que tinha assinado com os homens Berry. Ela não queria atrapalhar a vida de Rachel, sabendo que ela não tem o direito de sequer conhecer a menina.
Uma investigação mais aprofundada era altamente exigida. Estava explicito no contrato que ela não deve manter qualquer tipo de contato com sua filha, ou então ela sofreria as consequências.
Só que Shelby nunca foi de seguir as regras que não lhe conviessem. Ela então pesquisou com cuidado a vida de sua menina, tanto dentro quanto fora de casa. E o que ela descobriu não a agradou nem um pouco. Seus pais eram excelentes pais modelos para ela. Mas isso não era garantia de se proteção contra as maledicências das mentes de pessoas de cidades pequenas e conservadoras.
Ainda impressiona-a a confiança de Rachel e sua força interior quanto ao assédio que ela sofria na escola por causa de seus pais. Essa tinha sido a única coisa que Shelby infinitamente se preocupou na hora de decidir sobre a possibilidade de ser uma barriga de aluguel para os homens Berry, porque ela sabia que cidades como Lima tem um grande problema em aceitar formas não convencionais de vida, ainda mais naquela época.
Há um momento na vida de uma mãe quando ela agarra-se para o fato de que sua vida tornou-se secundaria em prol da filha. Quando ela descobre os muitos e muitos caminhos que ela pode percorrer para apenas se certificar de que a criança é segura, protegida e feliz. Tudo por causa da menina que cresceu dentro dela por nove meses e que a fez ama-la para sempre.
Sua vida nunca mais seria a mesma novamente.
Uma vez que ela estava em Nova York, ela esperava que a regra de "longe dos olhos, longe do coração" faria o truque, mas em vez disso, ela sentia-se miserável e agoniada. Ela queria acreditar que tomou a decisão certa ao assinar um documento onde desistia de seus direitos parentais.
Shelby tentava não ter muitos arrependimentos. Ela tinha sonhos, grandes sonhos de ser uma grande atriz na Broadway e não havia nada que iria mantê-la de realiza-los. Uma vez lá, ela jogou-se em audições, aulas e os muitos empregos que ela tomou apenas para que ela pudesse continuar a viver lá. Por algum tempo, o sentimento de pesar dissipou-se e ela foi consumida por sua obsessão em fazer um nome para si no estrelato.
Mas houve outros momentos, como em alguns feriados e especialmente aniversários (dela e Rachel), quando ela ia sentir essa dor aguda no peito, como se tudo fosse apenas um oco dentro dela, como se houvesse uma peça que faltava para ela e ela tinha deixado para trás em Lima. Mesmo agora Shelby sente o desespero e a dor na boca do estômago, o buraco negro em que seu coração chora pela menina que ela tinha dado 16 anos atrás.
Essa mesma menina cresceu em uma extraordinária bela jovem, atualmente cantando com todo o seu coração no palco, com seu próprio clube Glee, e facilmente capturando os corações do público, assim como Shelby havia sempre desejado fazer em Nova York.
Orgulho maternal constrói-se dentro dela até que ele está tão avassaladora que as lágrimas borram sua visão quando Rachel atinge uma nota alta, e seus olhos estão fechados, perdida na música. Shelby fecha os seus próprios, sentindo as lágrimas derramarem pelo seu rosto enquanto seu coração explode de alegria e amor para seu bebê que nunca vai saber que sua mãe está olhando para ela.
Como o mundo dá voltas...
Esse momento em particular passou na cabeça de Shelby enquanto ela estacionava seu carro perto da pequena cafeteria que Hiram lhe indicou. Ela tinha certeza que conseguiria levar até o fim os tramites do contrato.
Blah, Blah, Blah.
Ela estava pronta para a briga. Se as coisas ficassem feias, ela não hesitaria em jogar sujo. LeRoy era um cara legal. Hiram era um boboca ciumento.
Como previsto, os homens Berry já a aguardavam no local. Shelby segurou seu temperamento. Ela ainda não engoliu a atrocidade que ele fez contra a sua filha. Ela andou pelo recinto com passos firmes e decididos. Algumas pessoas se viravam para olha-la.
Afinal ela era uma mulher impressionante. Pensou modestamente.
LeRoy olhou a entrada dela com ar de riso. Rachel tinha a quem puxar. Hiram estava impressionado com ela. Shelby não pareceu ter mudado em nada durante estes anos. O tempo só fez bem a ela.
“LeRoy, Hiram...” Shelby cumprimentou.
“Shelby...” Saudaram de volta.
Após ela se estabelecer em um acento de frente para os homens Berry, é que de fato as coisas começaram a pesar ao redor deles. Eles então esperaram o café chegar, para em fim conversarem.
“Eu não quero de maneira alguma tirar Rachel de vocês ou envenena-la contra. Quando me encontrei com ela, foi totalmente por acaso. E não foi difícil juntar dois e dois. A principio eu pensei em me afastar e foi o que fiz. Mas minha decisão machucou muito minha filha. E por muito pouco eu quase a perdi definitivamente. Eu só quero uma chance de fazer as coisas mais fáceis para ela, sem que ela tenha algum tipo de peso na costa em ter que escolher entre nós, ou mentir para qualquer um de nós.” Shelby deu o ponta pé inicial.
LeRoy não se pronunciaria até que ele achasse necessário. Isto era em parte uma lavação de roupa entre seu marido e Shelby.
Hiram analisou com cuidado as palavras de Shelby. Ela estava dizendo todos as coisas destinadas a tranquiliza-los. Mas ele ainda tinha aquele receio de que ela de repente fosse virar a mesa e levar sua filha embora.
Hiram era consciente de que ele estava fazendo esse trabalho sozinho. Seu coração parecia sempre estar comprimido no peito. Ele nunca se perdoaria por ter batido em Rachel.
“A principio eu não era tão entusiasmado com a ideia de ter filhos. A mim bastava ter meu marido ao meu lado que já era suficiente. Mas eu sei que ter filhos era uma coisa muito importante para o Lee. Então resolvi topar essa nova etapa no nosso relacionamento. E foi a melhor coisa que eu já fiz na minha vida.” Hiram disse com cada grama de sinceridade. “Desde o útero, Rachel já dava mostras de ser uma divinha, e quando ela nasceu... Eu sei que LeRoy é o pai biológico dela. Mas quando a segurei em meus braços, ela toda pequenininha, foi o momento mais feliz da minha vida. E não importava que ela não tivesse meu sangue, ela era minha filha. E eu vi em seus olhos Shelby, que você estava seriamente tentada a voltar a trás em nosso acordo. Fiz o que fiz para proteger minha família.” Hiram suspirou cansado. “Ela sempre vai ser meu bebezinho precioso.”
14 anos antes.
Hiram estava sentado em sua poltrona favorita lendo um jornal. A sua frente, Rachel com seus quatro aninhos, assistia ao canal do discovery channel. No momento passava um documentário sobre cangurus e seus filhotes.
Rachel olhava curiosa quando o filhotinho se infiltrou na bolsa da mãe.
“Papai?”
“Hunm?” Hiram continuou lendo.
“Papaiiiii!!!!” Rachel chamou mais uma vez em tom queixoso.
Hiram baixou o jornal com um sorriso. Era tão fácil mexer com sua filhinha.
“Sim querida?”
Satisfeita que ela tinha a atenção de seu papai, Rachel perguntou:
“O que ele está fazendo?” A garotinha apontou para a tela de TV.
Hiram olhou para a TV a onde o filhotinho se mantinha aninhado dentro da bolsa da mamãe canguru.
“Bem, ele esta se aninhando dentro da bolsa especial de sua mamãe para terminar de se desenvolver adequadamente.” Hiram explicou da melhor maneira que pode.
Rachel olhou de novo para a tela.
“Os cangurus papais podem fazer isso também?” Perguntou curiosa.
“Não. Somente as mamães cangurus podem fazer.”
“Mais eles deveriam poder também” Rachel falou chateada.
Hiram sorriu carinhosamente para sua filha.
“Os filhotinhos sabem que seus papais cangurus estão lá para eles também. Mesmo que eles na tenham uma bolsa para mante-los.”
Rachel olhou mais uma vez para a tv e depois olhou para seu papai. Com expressa determinada, ela se levantou e foi até seu papai e começou a escala-lo. Só que ela estava fazendo isso por dentro do suéter de Hiram.
Hiram olhou absolutamente confuso para o que sua menininha estava fazendo. Rachel nada mais era do que um calombinho se mexendo para lá e para cá dentro do suéter dele. Afinal ela era muito pequena para a própria idade.
“Querida o que você está fazendo?”
Rachel em fim surgiu mostrando sua cabeça pela gola do suéter, que era bem largo graças a deus.
“Você é o meu canguru mamãe honolálio” Respondeu simples e depois deitou sua cabecinha morena contra o peito do pai.
Hiram teve que engolir um caroço bemmm grande que se formou na sua garganta.
LeRoy que estava entrando na sala, quase deu um grito ao olhar rapidamente para seu marido. Por um momento ele achou que seu marido tinha crescido uma segunda cabeça.
“Ma-ma-mais oquê?” Indagou confuso.
Hiram beijou carinhosamente a cabecinha de sua filha e com lágrimas nos olhos ele disse orgulhoso.
“Eu sou mamãe canguru honorário.”
Rachel concordou.
LeRoy coçou a cabeça.
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Shelby teve um mínimo de empatia por ele. Realmente ela teve. Mas sua filha sempre viria em primeiro lugar.
“Eu posso compreender seus receios Hiram. Todo o medo e o preconceito pelo que vocês passaram para criar Rachel. Realmente posso entender isso. Mas eu não vou entender nunca, o fato de você ter batido na minha filha. Qualquer que seja o seu problema comigo, você vai resolve-lo, comigo.” Shelby falou com dureza.
Hiram não se encolheu diante das palavras ásperas de Shelby.
“Eu sei.”
“E vamos resolver tudo isso entre nós para que nada, mais nada mesmo volte a afetar nossa filha.”
“Concordo.”
O toque do celular de Shelby interrompeu o momento.
“Um momento.” Shelby atendeu. “Sim, é ela... Oquê?” Shelby se levantou de supetão assustando LeRoy e Hiram.
“O que aconteceu?” LeRoy pediu frenético.
A fala de LeRoy morreu quando Shelby perdeu os sentidos. Hiram a amparou rapidamente.
“Jesus Cristo! Shelby?”
Todos na cafeteria correram para ver o que estava acontecendo.
LeRoy pegou o telefone para saber o que estava acontecendo.
“Alô? Quem está falando? Shelby acabou de desmaiar.” LeRoy disse bruscamente, para depois ficar branco.”MINHA FILHA O QUÊ????”
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Sempre era um momento difícil para Josh Cadman quando ele tinha que socorrer chamados como estes. Sua unidade foi acionada, informando um grave acidente de carro no cruzamento da Freish com a Colombo.
Segundo informações preliminares um carro avançou o sinal e acertou violentamente um outro carro com duas moças.
Duas meninas.
Realmente Josh odiava atender chamados como estes.
Ele olhou para as duas meninas deitadas na maca, que estavam levando os primeiros socorros necessários.
Senhor... Ele só queria ter um bom dia.
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Sue espera de coração que o pilantra que causou o acidente estivesse vivo. Porque ela o mataria com requintes de crueldade. Ninguem botava suas cheeleaders em perigo mortal além dela.
Ela passou pelas portas do hospital com toda a pompa e circunstancia. Suas líderes vinham logo atrás dela, todas em vários graus de frenetismo. Ela passou pelo balcão de atendimento sem dar um pensamento sequer para atendente aturdida.
Na sala de espera da emergência, Sue deu de cara com Santana e Brittany. A latina mantinha sua namorada presa em seus braços e a consolava do jeito que podia, porque ela estava por um fio, para romper de vez.
“Santana, Brittany?” Sue chamou de modo gentil. Ninguém ligou para esse detalhe.
Brittany continuou com a cabeça enterrada no pescoço da namorada. Ela soluçava muito. Santana tinha expressão totalmente pétrea quando olhou pra sua treinadora.
Ela estava por um fio.
“Eu assumo daqui por diante.” Disse suavemente.
Foi o que bastou para os olhos de Santana se encherem de lágrimas.
Lindsay não ficou parada, ela conhecia aquele hospital como a palma de sua mão. Seus pais trabalhavam lá, afinal de contas. Ela se esgueirou pelo corredor da sala de emergência e foi atrás de informações mais conclusivas.
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Menos de vinte minutos depois. Sue e as garotas ouviram a entrada impactante dos pais das envolvidas no acidente.
LeRoy, Hiram, Shelby e Judy entraram afobados pelas portas da emergência. Sue se levantou rapidamente para atendê-los. A atendente do balcão abriu a boca para dizer que a sala já estava muito cheia.
Atitude estúpida.
Shelby se virou ferozmente na direção da infeliz.
“Você-não-me-diga-que-eu-não-posso-ficar-aqui!” Rosnou enfurecida. “Eu não me importo sobre o protocolo verme! Saia do meu caminho e deixe-me ver a minha filha agora ou eu vou enfiar o meu salto na sua bunda! Eu tenho conexões que têm conexões com a ACLU! " Shelby Corcoran gritou quando ela bateu com força seu caminho através da porta e a enfermeira frenética veio em seu encalço.
A coitada da enfermeira não teve tempo de dizer mais alguma coisa porque ela foi barrada pelo paredão Sue Sylvester.
“Eu vou te dar um conselho. Volte para o seu balcãozinho e vá se preocupar com os seus afazeres. Porque você não vai manter sua cabeça se ficar entre esses pais e seus filhos. Portanto... SUMA!!!” Sue vociferou.
A enfermeira guinchou e saiu correndo.
E agora só restava esperar.
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Que dor infernal....
Porque ela estava sentindo isso?
O que aconteceu?
A onde está...
“RACHEL!” Quinn gritou de supetão, assustando a médica que lhe atendia.
“Minha nossa senhora! Ei mocinha se acalme!” A médica tentou parar Quinn de arrancar os tubos de soro.
Quinn não queria saber.
“Eu quero ver Rachel!” Ela disse, saindo da maca. Mas ela tonteou um pouco.
A médica a amparou.
“Ei vá com calma.”
“Não... Me deixa ver a Rachel!”
“Moça eu não posso deixá-la...”
“EU NÃO ME IMPORTO! EU QUERO VÊ-LA E VOU FAZER ISSO COM OU SEM SUA PERMISSÃO!”
Quinn puxou a respiração. Seu corpo estava abalado com o choque. Seus ferimentos eram superficiais. Seu cinto de segurança a salvou...
Mentira...
Rachel a salvou fazendo aquela manobra.
Céus...
Rachel.
Quinn rodou e rodou pelos corredores e não a encontrou. Mas ela encontrou a sala de espera.
E todos que lá esperavam por noticias dela e de Rachel.
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3 horas.
3 malditas horas... Esperando.
As crianças do glee clube se juntaram a vigília. Todos muito chocados com as noticias.
Judy levantou feito um raio assim que se deu conta que sua filha estava na sala de espera. Ela, e uma médica cacarejando que ela deveria estar no soro.
Judy chegou desesperada até a sua menina.
“Oh meu Deus! Minha filha!” Judy agarrou a filha ferozmente.
Quinn abraçou a mãe com força também.
“Mãe... Cadê a Rachel?”
“Não sabemos filha. Não nos deram noticias até agora.”
Quinn se desvencilhou da mãe e foi até os pais da namorada.
“Eu sinto muito. Ela salvou minha vida e eu não a protegi” Quinn se culpou.
Shelby, LeRoy e Hiram não aceitavam nada disso. A mãe de Rachel puxou a garota para seus braços.
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Patrick Shay se surpreendeu ao dar de cara com sua filha.
“Lindsay? O que você está fazendo aqui?”
“Papai! Minha amiga deu entrada hoje. E eu preciso saber como ela está.”
“Que amiga? Por um acaso é uma menina que esteve envolvida em acidente de carro hoje?”
“SIM!” Lindsay praticamente se jogou em cima do pai.
“Me acompanhe.”
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O doutor Patrick chegou ao átrio de espera.
“Os familiares de Rachel Berry?”
LeRoy e Hiram não conseguiram vencer Shelby na corrida até o médico. Aliás ela e Quinn.
“Como está Rachel?” Quinn perguntou angustiada.
“Minha filha, como ela está?”
Após isso, uma saraivada de perguntas foi disparada em direção ao pobre doutor Patrick.
“Por favor pessoal façam silêncio.” Ele pediu com autoridade.
Todos se aquietam.
“Bem... Temos um pequeno problema.”
Notas finais
No Glee já era certo que seu personagem Finn seria Endgame com Rachel. Eu poderia não gostar disso, mas respeitava. No Tumblr fizeram o seguinte post:
Sei que Cory é uma pessoa real, e eu sei que isso é bobagem, mas meu coração se parte por Rachel também. Não importa como eles escrevem-lo, Finn nunca vai ver o primeiro desempenho na Broadway de Rachel. Ele não vai estar sentado na primeira fila. Ele não vai estar à espera nos bastidores para dar-lhe flores. Não será ele que ela estará ao lado no dia de seu casamento. Ela não vai ter uma menina com covinhas de Finn, ou um menino que se parece com Finn. É tão estúpido essas coisas me fazer muito chateada também? Essas coisas são tão doloroso para mim.
Não aprovava o relacionamento Finchel ou o Monchele. Mas parte o meu coração que ele não está mais entre nós.
Sinto pela Lea. Eu sinto muito pela Lea.
Presto minha homenagem a Cory Monteith. Deus vai ficar feliz com um novo baterista no seu coral.
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