Mantendo Você Perto De Mim
51 Capitulo 51: Um momento no tempo.
Notas iniciais
Quinn era uma pessoa que cumpria suas promessas. E ela cumpriria sua promessa de foder Rachel a exaustão em diferentes etapas. Porque ela estava zangada. Ela estava zangada com Rachel. Ela estava zangada com o destino que parecia não querer dar uma pausa a elas. E ela mencionou que estava zangada com Rachel?
Mas então Rachel a olharia daquele jeito confuso e ela amoleceria.
Aquela maldita feiticeirazinha.
Mas amolecida ou não, Quinn queria e iria trepar com ela.
Rachel fez menção de se erguer da posição em que estava, mas foi impedida por Quinn.
“Não se atreva...” a voz dela era sedosamente perigosa.
Rachel não se mexeu mais nenhum centímetro.
Satisfeita, Quinn se afastou apenas o suficiente para apreciar a posição em que ela deixou sua namorada. Sua apreciação durou apenas um momento. Ela queria partir logo para ação.
Com mãos firmes e persuasivas, ela massageou a carne firme e macia que era o bumbum da cantora. Era um belo bumbum, durinho e empinado. Ele foi muitas vezes objeto de seus desejos e de suas sessões privadas de masturbação.
Muitas vezes no colégio, ela tinha que se controlar quando intimidava Rachel, controlar a vontade quase animalesca de avançar sobre ela sem que todos estivessem olhando. Avançar sobre ela e dar vazão ao se desejo de tocar no corpo pequeno e esbelto, do jeito que ela queria.
Agora ela podia fazer isso ao seu bel prazer.
Ela apertou um pouco a carne da namorada e depois afastou os dois montes macios para revelar o ânus dela. O único lugar que ela ainda não desvirginou. E que ela pretendia fazê-lo em algum momento sem data prevista.
E esse pensamento quase a fez gozar.
Rachel ficou visivelmente tensa.
“Quinn?” Sua voz saiu num fiapo medroso.
Quinn imediatamente olhou nos olhos amedrontados de sua Rachel. Ela imediatamente suavizou-se. Ela jamais queria que Rachel achasse que ia ser submetida a qualquer coisa que ela não quisesse fazer.
Mas ai vem a pergunta, então o que era tudo isso que ela estava fazendo?
Simples.
Rachel corresponde e sempre corresponderia ao elo que as unia. Portanto, o sexo era uma consequência natural disso.
“Não se preocupe, só vou tirar a virgindade do seu lindo cuzinho, quando você estiver preparada. Não se zangue comigo. Pois os mesmo direitos que eu tenho sobre você, você também os tem sobre mim.” Quinn falou com a voz carregada de promessas eróticas.
Choque cobria toda a extensão do rosto de Rachel.
Christian Gray não era nada, comparado com Quinn.
Rachel fez menção de se erguer novamente, e novamente a voz de Quinn a deteve.
“Eu não disse que você podia se mover Rachel, eu ainda não terminei de te chupar” A voz arrastada da loira fez o estomago da morena se agitar em antecipação.
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Rachel nunca em um milhão de anos achou que Quinn fosse do tipo que usasse um linguajar tão sujo. Mas também ela não achou que Quinn fosse tão predadora sexual assim.
Ela tinha medo de se mexer e fazer Quinn enlouquecer. Não que ela já não estivesse louca neste momento. Aliás, elas duas.
Quinn estava fodendo com ela.
Com e sem trocadilho.
Essa era a Quinn que Rachel estava acostumada a lidar. Menos a parte do sexo. O sexo era novo pra ela, afinal ela perdeu parte de sua memória, então dêem um desconto.
E Rachel lamentou todas as vezes em que ela foi cutucar a onça com a vara curta. Porque ela fazia isso mesmo?
Ah é... Porque ela estava com a razão.
E mesmo com a razão, ela irritantemente acabava por baixo...
Sem trocadilhos agora.
No atual momento ela ainda estava chocada com a clara intenção futura de Quinn Fabray de tirar a virgindade do seu ânus.
Então deem um desconto mesmo.
Quinn voltou a chupá-la com dolorosa lentidão. Naquela posição de cachorrinho mesmo. Ela empinou a bunda dela bem alto, para assim ela ter acesso a sua vagina.
Foi uma posição de curta duração.
Quinn voltou a vira-la, agora ela estava de barriga pra cima com metade do dorso no sofá e a outra parte fora dele, apoiada nos ombros da loira. Quinn voltou a dedicar total atenção ao clitóris já sensível do boquete anterior.
Ela usou sua língua para ficar esfregando e provocando o montinho de carne. Depois ela iria deslizar a ponta até a fenda úmida e usar seus dedos para expor ainda mais sua buceta rosada. Ora ela lambia vagarosamente e depois penetrava nela. Ela fazia isso a intervalos regulares. Depois ela voltava e chupava o clitóris.
Rachel rolou seus olhos em absoluto prazer.
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Quinn era oficialmente viciada na buceta da namorada. Quando estavam a sós, Quinn passava longas horas chupando e chupando da bucetinha de Rachel. Ela bebia cada orgasmo que arrancava da morena. Era um prazer muito secreto dela. E um bônus muito importante era que Rachel era uma menina muito asseada. Ela cuidava do corpo com a mesma dedicação com a qual um judeu cuidaria de sua sinagoga. Antes do acidente, Rachel costumava brincar com a obsessão dela. Quinn nem ligava e Rachel muito menos depois de levar uma bela chupada.
Mas a parte favorita dela era quando ela se esfregava em Rachel naquele atrito gostoso. Ela deixou de chupar Rachel quando a sentiu bem próxima de gozar novamente. Com satisfação ela detectou a mini carranca da namorada ser substituída por um intenso prazer quando ela grudou suas xoxotas bem juntinhas.
Nas palavras grosseiras de Santana: Colando o velcro.
Os olhos de Rachel ficaram negros como carvões. E os de Quinn denunciavam uma tempestade indomável. Ela balançou seu quadril fazendo o clitóris de ambas se tocarem.
Elas gemeram juntas.
Quinn rebolou e estocou obscenamente. Se ela tivesse um pau, ela faria questão de gozar tudo dentro de Rachel. Demarcando seu território até dentro dela. Ela continuou a aumentar o ritmo até os sons de prazer de Rachel encherem seus ouvidos.
“Quinn... Oh... Quinn” Rachel gemia o nome dela como um mantra.
Quinn tinha planos a longos prazos de fazer Rachel gemer o nome dela e dizer que sua bucetinha apertada pertencia somente a ela. Cada pedacinho daquela linda bucetinha lisinha e apertada.
Rachel iria soltar um grito de prazer, mas foi impedida pela boca gulosa da namorada que necessitava engolir aquele grito de gozo. Foi simplesmente fantástico!
Quinn esperou até que os últimos resquícios do orgasmo de Rachel se dissipassem para então ter o seu gran finale. Ela se pôs de pé e trouxe a cabeça de Rachel rente a sua própria buceta sedenta de prazer, com dois dedos ela afastou suas próprias dobras molhadas e sem pedir permissão, ela fechou a lacuna entre a boca de Rachel e sua buceta.
Rachel entendeu muito bem o que era que Quinn queria, e rasgada pela luxuria recém apresentada a ela, a morena fez um boquete tão bem feito que o gozo de Quinn até escorreu pelos cantos da boca dela.
A visão fez Quinn ainda mais ferozmente territorial.
Rachel estava marcada, e ela pertencia somente a Quinn Fabray.
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Era de noite, o frio que a tempestade trouxe não inibiu as duas amantes de permanecerem nuas. Quinn estava recostada confortavelmente contra a cabeceira da cama com varias camadas de travesseiros para deixá-la confortável. Rachel estava deita sobre ela, sua cabeça repousava sobre o melhor e mais macio dos travesseiros, os seios macios e firmes da cheeleader.
Quinn deslizava preguiçosamente seus dedos ao longo da coluna da morena. Como um violinista sentindo as cordas de seu instrumento. Ela estava tão feliz, ela estava tão satisfeita...
Ela estava pra caralho de satisfeita.
Quinn era a primeira a admitir a si mesma que paciência nunca foi seu forte quando o assunto era Rachel. Mas ela não estava arrependida de maneira nenhuma. Nada do que ela fizesse para manter Rachel ao seu lado a faria se arrepender de suas ações.
Quinn tem uma gota de suor a escorrer-lhe da testa para seu templo, atingindo o cabelo atrás da orelha que já está úmido. No estômago, as pernas e os braços, ela se sente pegajosa. Seu corpo é pressionado contra Rachel, e os seus suores se misturam. Enquanto ela tenta recuperar o fôlego, ela sente uma mão em seu pescoço, acariciando seus cabelos, espalhando-o sobre o travesseiro.
Ela solta um beijo para o templo de Rachel e penteia seu cabelo longe de sua testa
A morena se encolhe um pouco mais para perto dela, realmente não se importando que o calor no quarto é quase sufocante. Cada centímetro de pele de Quinn, ela pode atingir, ela quer contra a sua própria pele. Suas pernas, braços, seios.... A respiração contra o seu ouvido se torna mais profundo, e ela é quase certeza de que a loira está adormecida, até que um esporádico beijo encontra o seu caminho para a bochecha.
Sorrindo, Rachel vira para seu lado direito, assim que o comprimento de seu tronco é pressionado contra Quinn. Suas pernas se entrelaçam. Uma perna pálida com uma perna bronzeada no meio.
Quinn ama o contraste.
A forma como a perna dela parece mais pálida na escuridão, e da forma que a pele de Rachel parece fundir-se, seus corpos parecem derreter uma na outra. Seus seios se tocam e seus corpos se fundem, seu ventre alvo contra o bronzeado, estômago liso é mais quente que o habitual, é abraçado. Olhos castanhos encontram os de Quinn e sorriem.
O silêncio não é desconfortável, e de alguma forma, Quinn não fica surpresa. Ela acha que deveria ser, talvez apreensiva sobre como o dia de hoje acabou. Ela não é, e ela se pergunta se as coisas com Rachel sempre vai ser esse kamikase.
Obviamente.
Bem, ela não pode dizer que ela não pensou nisso antes, Rachel nua e fazendo coisas indescritíveis para ela, e vice e versa. É impossível para ela pensar, que um dia ela achou que isto era errado.
Que Rachel era o errado.
Mas na verdade o errado... Ou a errada neste caso era ela.
Graças a Deus que ela abriu os olhos a tempo.
Elas se pertencem, amontoadas e prensadas e abraçadas. Estranhamente a lembra da forma da Terra, a forma que você pode colocar todos os continentes juntos, a América do Sul com a África e América do Norte com a Europa. Ela sorri e Rachel espelha a ela. Quinn só então percebe que ela está meditando diretamente para aqueles profundos olhos castanhos.
“Eu acho que nós somos como a Terra” Ela sussurra, e imediatamente se sente como uma idiota. Mas Rachel arqueia a sobrancelha e curva ligeiramente a boca em diversão.
“O que você quer dizer?” Ela pergunta. Seu hálito quente contra o rosto da loira. Ela começa a arrastar as pontas dos dedos para cima e para baixo da nuca de Quinn.
O movimento traz à tona todos os tipos de reações. Os olhos esverdeados caem lentamente e sua respiração fica rasa em sua garganta. Há um formigueiro se instalando em seu peito e excitação entre suas pernas. Calafrios estão em ascensão por todo o couro cabeludo e estômago, ela se sente como pipocas estourando dentro de si. Ela sorri, e quase esquece de responder a morena curiosa.
“Sabe quando você ... Coloca todos os continentes juntos?” Ela pergunta timidamente. Mas estreita ainda mais o espaço entre elas. Rachel sorri timidamente.
“Como a América do Norte e Europa.” Rachel diz, movendo a mão esquerda do pescoço pálido para arrastar a palma da mão na lateral de seus seios pressionados. “África e América do Sul.” Ela sussurra, deslizando ao longo das costelas de Quinn para a barriga dela. Quinn suspira e seu corpo se movimenta por vontade própria ao comando silencioso de Rachel.
“Sim...” Quinn sussurra excitada de novo.
Tudo faz sentido, agora que ela usa seu tempo para pensar nisso. Rachel sempre viu ela vacilar quando falavam tão perto uma da outra, ela não perdia os olhares de saudade ou os olhares de adoração. Rachel sabia e não sabia.
Mas ela nunca perguntou por que ela mesma não se permitia fazer isso.
Mas agora é melhor, ela gosta que não haja necessidade de explicação. Ela não tem certeza de que ela tem mesmo uma explicação. E ela sabe que Rachel não vai ficar quieta por muito tempo. E seria estanho se ela ficasse. Ela apenas decidiu que era melhor aproveitar o momento, um momento em que atualmente Rachel estava saciada e totalmente manhosa pós sexo. Quinn amava ter Rachel assim. Mesmo que pra isso ela tenha que sequestrar, chantagear ou o que for necessário para ela ter sua namorada sob seu poder.
Muito arrogante?
Processem-me.
Quinn tomou a boca da namorada novamente e virou seu corpo de modo que ela ficasse por cima. Elas se beijaram lentamente, suas línguas se enroscando preguiçosamente, fazendo movimentos de atiçar obscenamente seus sentidos.
“Você não pode querer resolver tudo com sexo, sabia?” Rachel conseguiu dizer.
Quinn sorriu cruelmente pra ela.
“E você acha que consegue me impedir?” Rachel tentou se mexer, mas Quinn não permitiu.
“Sua...” Provavelmente Rachel iria xingar se Quinn não fosse rápida em cala-la.
“Não!” Ela disse energicamente. “Você pode ficar com raiva o quanto você quiser. Eu não me importo. E você quer saber por que eu não me importo? Eu não vou te perder pra uma coitada que acha que tem alguma chance de entrar na sua calcinha.” Quinn estava furiosa. Seus olhos chegavam a ficar mais escuros e acesos.
Rachel pela primeira vez agiu totalmente em contrário do que se era esperado dela em tal situação.
Ela revirou os olhos para Quinn.
“Você não é dona de mim”
O choque no rosto de Quinn quase fez Rachel rir na cara dela. O que não seria apreciado, com certeza.
Uma veia da espessura de um cabo de aço começou a se destacar na testa da loira. Rachel meditou se ela poderia entrar no livro dos recordes...
Um dedo muito determinado começou a esfregar o clitóris muito sensível de Rachel. A morena arregalou os olhos na mesma hora.
Quinn iria provar que ela era dona sim, de cada pedacinho de Rachel Berry.
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Horas mais tarde as pancadas de chuva ainda eram fortes e persistentes. Apesar de o aquecedor estar ligado, o pouco do frio que conseguia se infiltrar na casa trazia um equilíbrio perfeito de temperatura.
O ambiente perfeito para Quinn. Ela bebericava uma xícara de chá, sentada em uma confortável poltrona. Ela passou um longo tempo com seus olhos voltados apenas para a figura adormecida de Rachel.
Ainda a incomodava que Rachel tivesse diversos hematomas feios cobrindo seu corpo. Ela odiava que isso causasse desconforto na morena. Tudo por causa de acontecimentos infelizes que se descarrilaram loucamente.
Mas tudo vai ficar bem.
Ainda a espanta, como tudo é tão macio, molhado e lento com Rachel. Rachel tem essa coisa, quando ela sempre sabe como ou onde tocar. Uma perfeita lady. Quinn riu silenciosamente. Rachel toda delicada, e ela agindo como uma mulher das cavernas.
A loira achava que ela nunca iria se livrar dessa veia possessiva. E pra falar a verdade, ela nem queria. Ela era desse jeito e não iria mudar. Ela apenas poderia adaptar. Ela era uma líder, ela nasceu líder. Portanto, coisas menores, problemas menores, ela não deixaria que se transformassem em problemas maiores. Lindsay é um exemplo disso.
Obviamente ela teria que proceder com cuidado, pois Rachel arrancaria a pele dela se algo de muito grave acontecesse com sua mais nova amiga.
Blargh
Que mal gosto.
Quinn até poderia admitir que ela tenha passado um pouquinho dos limites em relação a sua antipatia. Não que ela vá admitir é claro. Mas sua abordagem tem que ser mais sorrateira e eficiente, sem levantar suspeitas. Rachel já estava de orelha em pé nesse sentido.
Quinn rolou os olhos. As vezes Rachel não tinha a mínima noção das coisas, mas em outras ocasiões ela era mais atenta que um falcão. Quinn se levantou da poltrona e colocou sua xícara já vazia, sobre a mezinha do abajur. Ela voltou para a cama para se aconchegar com Rachel.
Só Deus sabe o que ela vai ter que lidar na parte da manhã.
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Rachel nunca achou que fosse tão difícil sair da cama. Ela como uma pessoa enérgica, tinha dificuldade de compreender como as pessoas não gostavam de saltar da cama na primeira hora da manhã e ir praticar algum tipo de exercício.
Bem, ela não entendia até agora....
O dia raiou, mas sob o peso de uma leva chuva. O friozinho por si só desencorajaria o mais ativo dos seres humanos a querer sair da cama. Mas para Rachel a dificuldade era maior, some-se a isso ela estar envolta por um corpo pecaminosamente nu, então você entenderia porque uma pessoa matinal como ela, estaria encontrando dificuldade em sair da cama.
Amaldiçoando até o ultimo fio de cabelo loiro de Quinn Fabray, Rachel fez um esforço descomunal de se desvencilhar dela. Mas quem disse que aquela branquela possessiva deixava? Rachel não soube o porquê de um pensamento relacionado a uma jiboia havia atravessado sua mente.
Dando de ombros mentalmente, ela foi se contorcendo com o máximo de cuidado para não acordar a predadora sexual que também jogava como líder de torcida.
Rachel fez uma anotação mental para descobrir o que diabos Sue colocava na vitamina daquelas meninas. Fala sério! Essas garotas poderiam muito bem chutar a bunda de qualquer um de seu caminho.
Depois de muito custo, Rachel triunfou em seu intento.
Antes de sair do quarto ela pegou um robe que estava jogado sobre uma poltrona e se enrolou nele. Nua é que ela não iria ficar desfilando pela casa. Vai que Quinn a agarra de novo.
Só de pensar nisso, seu corpo traidor se arrepiou todo.
“Bruxa!” Rachel resmungou.
Sim! Quinn era uma bruxa sedutora de virgens talentosas da Broadway.
Ela foi até a cozinha fazer o café. Sua mente estava muito cheia e ela precisava fazer alguma coisa para se distrair. E ao contrario do que muita gente pensa dela, cozinhar era uma grande terapia pra ela e não cantar a toda hora.
Enquanto ela arrumava alguns ingredientes para fazer panquecas, ela ficou especulando o que seria seus próximos movimentos agora. Sim, porque ela não estava esperando passar a noite inteira transando e recebendo orgasmos alucinantes de uma líder de torcida briguenta e possessiva. E fora que ela ainda tinha muito o que pensar sobre a sua atual situação familiar.
A morena suspirou, porque nessa casa não tem ingredientes veganos? Custava muito? Quinn como uma atleta deveria ter em sua dispensa ingredientes naturais.
Talvez só de pirraça ela jogasse fora todo aquele bacon da geladeira e o encheria com legumes e verduras. Ela deixaria aquela geladeira parecendo uma floresta.
Ela estava tão entretida com seus planos de horticultura e fazendo um grande café da manhã, que ela nem se deu conta da presença da bruxa... Digo, da loira devassa.
O som de uma garganta limpando fez Rachel congelar na mesma hora.
Oh! A bruxa acordou!
A morena se virou na mesma hora.
“Nem pense em me enfeitiçar com seus poderes de bruxa devassa!” Rachel disse a sério.
Quinn levantou uma sobrancelha pra ela.
“O quê?” A loira estava genuinamente confusa e divertida.
“Você ouviu! Não pense que seus poderes sexualmente devassos vão me corromper!” Rachel balbuciou incapaz de desgrudar os olhos do corpo de Quinn, que esta usando um robe indecentemente semi-transparente.
Rachel sabia que ela fez isso de propósito.
Quinn abriu um largo sorriso pra ela. Para seu imenso desagrado.
Bruxa !
Bruxa !
Bruxa !
Quinn caminhou sedutoramente até a mesa. Ela sabia o que estava fazendo, e fazia com eficácia. Rachel não tirava os olhos dela. Cada movimento era astutamente feito para ter impacto sobre a morena.
Rachel olhou feio pra loira, que em troca permaneceu sorrindo sedutoramente.
“Você não precisava se levantar para fazer o café da manhã. Eu tinha planos de prepará-lo mais tarde, e levá-lo pra você na cama.” Quinn comentou casualmente.
Rachel sabia que ela estava dando a entender que queria que elas ainda estivessem enroscadas na cama, se não dormindo, mas pelo menos fazendo sexo oral uma na outra.
Rachel franziu a testa. Porque é que ela pensou isso mesmo? Seu plano era não deixar Quinn enrola-la sexualmente, e aqui estava ela própria pensando em coisas que possivelmente elas duas estariam fazendo se ainda estivessem na cama.
Foco Rachel!
Quinn deve ter percebido que ela estava corada porque ela tinha um sorriso irritante no rosto.
Rachel iria entupir aquela geladeira de brócolis australianos. Só de vingança!
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Quinn realmente não esperava se divertir tanto de manhã. Uma diversão sadia pelo menos. Ela tinha em mente coisas mais sexuais com o que fazer com Rachel.
Mas ter a miniatura de diva agindo adoravelmente valia a pena.
Quinn permitiu a Rachel ditar o ritmo do café da manhã. Mas só porque ela achou muito engraçado a morena empilhar torres e torres de panquecas em cima da mesa, como se fosse uma parede que iria impedi-la de chegar a até a cantora.
Quinn riu silenciosamente.
Rachel tomava café, mas olhava altamente desconfiada pra ela. Quinn retribuía com o sorriso mais perversamente sexual. E ela ficava satisfeita de ver o efeito que tinha sobre a outra menina.
“Rachel?”
A morena se engasgou com o próprio café. Ela estava tão preocupada com os movimentos suspeitos da loira, que quando Quinn falou com ela, ela não evitou de se assustar.
Rachel estava ruborizada pela sua própria falta de jeito.
“Rachel?” A voz de Quinn estava praticamente em cima dela.
A morena olhou assustada pra ela.
“Você se queimou?” A voz de Quinn estava atada com preocupação.
“N-Não”
Não convencida, Quinn puxou Rachel delicadamente da cadeira e a levou até a pia. Sem constrangimento algum ela abriu o robe da morena a deixando-a completamente nua para ela.
“Quinn!” Rachel guinchou.
A loira nem ligou. Ela molhou o guardanapo que estava em cima da pia e limpou Rachel dos danos que sua falta de atenção lhe provocou. Dizer que Rachel estava sem ação era um eufemismo. Rachel era uma estatua viva.
Rachel pegou a mão da loira antes que se desviassem por outros caminhos.
“Quinn...”
“Rachel...”
Quinn abriu seu próprio robe e o deixou deslizar por seu corpo e se amontoar a seus pés.
Agora eram as duas que estavam em pé de igualdade... Por assim dizer.
“Me deixa ter este momento?” Quinn pediu.
Sim! Ela pediu!
Rachel sabia que ela nunca seria capaz de negar alguma coisa a Quinn. Mesmo que tudo estivesse uma bagunça no momento.
A morena engoliu em seco e deu um breve aceno de cabeça para Quinn.
Quinn sorriu tão feliz para Rachel, que a própria ficou hipnotizada de novo. Era injusto na verdade. E Rachel quase fez uma cara de amuada. Quase, porque Quinn estava se inclinando na direção dela para beijá-la e a morena iria para uma outra dimensão nesse momento.
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