Notas iniciais
Um capitulo quente e cheio de Faberry... Espero que gostem meninas e meninos. Cristianekrieser, Muttin, Lk Lopez, nilene, Mcm, GiuMta, Liberty, MillaHalliwell, Gleek, keynara Faberry, Jéssy, LittleAmber, Sarah Faberry, nat_sant, Lee Berry, Reh Diggory, Lightning, lavi

Desde o inicio, a cada toque entre as meninas foi entremeado com mais significado do que deveria. Para elas, deveria ter sido um toque inocente entre amigos que se importavam um com o outro. E enquanto isso é verdade, ambas sabem ao certo, no caso de si mesmas, que há muito mais enterrado embaixo. Sempre houve um subtexto entre elas que morria de vontade de estourar e se tornar um texto simples.

Quinn só compreendeu isto muito tempo depois. Os olhares de desejo intenso que elas compartilhavam. Tudo isso criava uma tensão que inflama e eletrifica cada nervo em si. Fazendo-as se sentir vivas.

E custou muito a ela ter que voltar para casa e deixar Rachel e Beth adormecidas e sozinhas. Sua chateação não passou despercebida aos adultos. Shelby estava disposta a deixar Quinn passar a noite, mas Judy interviu. A Fabray sênior explicou que a primeira noite de Rachel em casa, ela deveria aproveitar para descansar com Shelby.

Quinn não argumentou contra isso.

O batalhão de adolescentes foram compreensivos em entender que Rachel precisava descansar, eles não fizeram alardes como no hospital. Mas prometeram uma grande comemoração no retorno da Diva a escola.

Os pais de Rachel ficaram agradecidos pela atenção das crianças para com a sua estrelinha. As únicas remanescentes eram a trindade e Lindsay. As meninas queriam prolongar o máximo possível sua permanência no lugar.

Só que felicidade de pobre dura pouco.

Antes de todos irem embora, Quinn puxou Shelby de lado para conversar.

“Shelby, teria algum problema se amanhã eu levasse Rachel para um passeio e possivelmente passar a noite comigo?” Quinn perguntou sem esconder sua esperança.

Depois de tudo o que tinha acontecido, Shelby não se incomodou com o pedido atrevido de Quinn para dormir com a sua filha. Seu lado de mãe estava em paz com a perspectiva de sua filha estar em boas mãos.

“Não vejo problema algum. Se Rachel se sentir bem com isso, eu não vejo porque me opor”

Quinn sorriu aliviada.

“Obrigada! Eu prometo que se Rachel quiser, eu a trago para casa”

Como se Rachel fosse querer....

Huahuahuauhuahuahuahuahua

“Eu sei que sim querida. Você tem alguma coisa em mente?”

“Sim. Quero levá-la para um passeio. E se tudo der certo, podemos ter uma noite de meninas”

“Você vai precisar de alguma coisa de Rachel?”

“Não, tenho algumas roupas dela”

“Então até amanhã e boa sorte”

Quinn disfarçou seu sorriso presunçoso. E, além disso, ela não iria precisar.

“Obrigada” Quinn agradeceu e depois foi embora.

Depois de fechar a porta para seus convidados. Shelby riu sarcástica. Quinn tinha que treinar muito para conseguir esconder suas intenções para com sua filha Rachel. Ela até podia enganar outros.

Mas Shelby era outro nível.

Crianças...

Shelby trocou de roupa para uma mais confortável e foi dormir com suas filhas. Rachel e Beth eram duas pedras mortas para o mundo. A mulher deslizou pela cama e trouxe seus tesouros para mais perto de si.

Finalmente ela teria uma boa noite de sono.

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Manhã seguinte. Mansão Fabray.

Judy preparava um bom café da manhã para suas meninas. Frannie lia o jornal a mesa, totalmente despreocupada. Só faltava Quinn. Que por sinal, não demorou muito a aparecer.

A garota estava muito contente. Seu sorriso estava a vista de quem quisesse ver. Judy gostava muito de como sua filha era agora. Mais relaxada e feliz. Quinn se deixou ser mais aberta para a sua mãe. E Judy agradecia com fervor a Deus e a Rachel, por terem ajudado sua menina.

Frannie é que estranhou. Até o ultimo momento antes de ela sair de casa para ir para a faculdade, sua irmã caçula sempre se mostrou uma ostra emocional. Também não se podia culpa-la. Russel era um pai rigoroso e um déspota hipócrita.

Frannie ainda sentia uma imensa culpa por não ter feito nada para ajudar Quinn quando ela foi expulsa de casa, grávida e sem nenhum tipo de apoio. Frannie não culpava sua irmã por achar que ela era uma traidora.

“Bom dia querida” Judy saudou.

“Bom dia!” Quinn retornou.

Frannie cumprimentou a irmã apenas lhe olhando por sobre a borda do jornal. Quinn arqueou a sobrancelha para ela.

“Conseguiu arranjar tudo para seu encontro com Rachel?” Judy perguntou, depositando uma xícara de café e algumas frutas em frente a Quinn.

“Sim”

Isso chamou a atenção de Frannie. Realmente sua irmãzinha mudou muito.

Judy se sentou a mesa trazendo sua própria xícara de café.

“Gostaria de compartilhar seus planos?” A mãe sondou.

Quinn sorriu maliciosa.

“Mãe... A única coisa que você precisa saber é que Rachel esta indo para aproveitar o meu imenso charme”

Judy e Frannie só ficaram olhando para a enorme presunção de Quinn. Nessas horas é que ficava bem evidente o gene de Russel.

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Rachel ainda estava bastante confusa de como e porque ela estava sentada dentro do carro de Quinn. Desde a hora em que ela acordou até o presente momento, foi tudo um grande borrão para ela.

Quinn chegou ao apartamento de sua mãe pouco depois das nove. Ela cumprimentou Shelby e beijou a cabecinha loira de Beth com afeto. Depois ela se virou para Rachel, por um momento a diva achou que a loira fosse beija-la.

Rachel se arrepiou toda.

Quinn gentilmente trouxe Rachel presa sob seus encantos. Só pode! Não que Rachel tenha feito alguma objeção. Ela já havia se comprometido a trabalhar sua relação com a loira. E Quinn também estava bem empenhada.

Muito empenhada mesmo.

Rachel resolveu jogar pelo lado da cautela. Ela não esqueceu as palavras atrevidas da loira, no hospital. Era praticamente assedio sexual puro. Quinn era um assedio sexual ambulante. Todas as armas dela estavam voltadas para a pobre diva.

Rachel nem sabia por onde começar a se defender. Quinn poderia ser muito insistente quando ela queria. E para ser bem sincera, Rachel não conseguia não resistir. Ela era atraída de forma fatal para Quinn Fabray. Sempre foi assim. E apenas recentemente é que sua atração mudou de figura.

Rachel riu de si mesma. Sua biografia se tornava mais interessante a cada instante.

Quinn percebeu o sorriso dela.

“Por que esta sorrindo?” Indagou curiosa.

“Minha Biografia vai ser um estouro no mercado” Ela respondeu risonha.

Quinn ficou confusa por um momento, mas depois ela compartilhou a piada com a morena e riu.

“Você sempre disse que sua vida daria uma história digna dos grandes estúdios de cinema” Quinn comentou bem humorada.

“Admira-me você se lembrar disso” Rachel comentou curiosa.

Quinn olhou brevemente para ela.

“Não sei por que, mas eu sempre escutava o que você dizia.”

“Mesmo que fosse para zombar de mim” Rachel murmurou.

Quinn se sentiu mal. Ela apertou o volante.

“Sim... Até para zombar de você” Respondeu a contra gosto. “Eu estou trabalhado para reparar o meu comportamento Rachel. Eu realmente estou. Mas eu preciso que você me dê uma chance”

Rachel ponderou suas palavras.

“E seu eu não der?” A morena perguntou por mera curiosidade.

Quinn se retesou toda.

“Você vai me dar Rachel... Como você sempre deu a mim” Quinn olhou brevemente para ela.

Ardente e perigosa.

Rachel estava fascinada. A arrogância da loira era algo que ela já estava acostumada. As vezes essa arrogância conseguia atingir níveis alarmantes. A diva era uma grande conhecedora disso.

“Sua arrogante...” Sussurrou.

Quinn sorriu maliciosa.

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O plano de Quinn consistia em um pequeno piquenique ao ar livre. Depois um passeio em uma pequena feira dentro de um parque de diversões, e por ultimo e mais importante... Transar com os miolos de Rachel até o amanhecer.

O local que Quinn escolheu para seu primeiro passeio, era um parque relativamente pequeno e privativo. Um ambiente que era muito bem quisto pelas duas garotas.

O clima da manhã era infinitamente agradável e fresco. Quinn foi ganhando muitos pontos com Rachel apenas por se lembrar de pequenos detalhes que faziam toda a diferença para a morena. A comida vegana era um deles. Quinn trouxe diversos quitutes que eram do agrado de Rachel. A loira fez questão de mimar a morena de todos os jeitos.

Rachel mal disfarçava sua fascinação. Era um contraste gritante com o que ela estava acostumada a ser tratada antigamente pela cheerio. Rachel a toda hora tinha que se policiar para não ficar com cara de panaca na frente de Quinn. Mas estava difícil. Muito difícil mesmo!

Quinn sendo a serpente do éden que ela era não perdia a oportunidade de escorregar um comentário e outro de duplo sentido nos momentos mais aleatórios, e que pegava Rachel totalmente desprevenida. E quando não eram os comentários, eram os toques... Quinn a tocava com uma naturalidade que Rachel tinha dificuldade de julgar se ela estava fazendo isso de propósito ou não.

Quinn achava adorável e engraçado a cara de desconfiança da namorada. Aliás, elas duas eram um par de patetas na presença uma da outra. Mesmo na época em que elas não se davam bem, Santana já dizia isso. A latina costumava rosnar insultos ao perceber que qualquer possível briga entre Quinn e Rachel não fosse evoluir para algo totalmente humilhante para a diva. Isto porque, Quinn parecia meio que se perder em meio a sua briga com Rachel.

Se fosse nos termos de Santana, ela socaria a diva bem no meio da cara, afogá-la-ia em um monte de raspadinhas e depois postaria tudo na internet. Claro que ela não chegaria a tanto, por causa de Brittany. E Quinn.

Quinn quando partia para cima da diva ela usava sua persona mais cadela e começava com uma básica seção de humilhação verbal. Mas Rachel Berry não era de se abater por muito tempo. A tampinha tinha o péssimo hábito de confrontar a pior pessoa possível no quesito intimidação.

Ninguém de fato conseguia compreender porque Rachel Berry não parecia ter medo de Quinn Fabray. Ela poderia se sentir magoada, mas nunca amedrontada. E era por isso que Santana não tinha lá muita paciência. Porque ela era obrigada a esperar que Quinn e Rachel terminassem sua seção de insultos personalizados de uma para outra. E quando elas estavam nesse estado, ai de quem interrompesse.

Se Quinn estivesse brigando com Rachel, então era só ela que iria brigar com Rachel. A loira meio que fazia isso inconscientemente. Sua atitude reprovável não chegava a alcançar ao nível da agressão física. E Quinn jamais permitiu que alguém ultrapassasse esse limite com a diva. Santana era um exemplo disso.

Na única vez que Santana interrompeu a discussão delas e empurrou violentamente a mini diva contra os armários, para o delírio de outros valentões presentes, a latina não esperava ter um breve encontro com Lúcifer encarnado. Santana havia calculado muito mal a força que utilizou para empurrar Rachel, o que infelizmente fez a garota menor bater a cabeça contra o cadeado do armário e instantaneamente abrir um ferimento que sangrou muito.

Não foi legal.

Muitos riram e incentivavam mais violência contra a cantora. Santana lamentou por isso, ela não quis machucar a menina daquele jeito. Brittany estava sobre Rachel em um piscar de olhos, ela pressionava o ferimento buscando estancar o sangue.

Santana não conseguiu nem abrir a boca para se desculpar. Quinn havia agarrado-a pela garganta e a prensado violentamente do outro lado dos armários. A latina esbugalhou os olhos ante a ferocidade de sua capitã. Todos pararam de rir na hora. Quinn disse no tom de voz mais mortal, que aquele que se atrevesse a interromper seus assuntos com Rachel Berry iria ter um gostinho bem amargo do inferno. Com a latina bem presa pela garganta, Quinn varreu seus olhos ao seu redor demonstrando sua fúria. Seus asseclas se encolheram de medo.

Dalí em diante todos já sabiam que não deveriam se meter quando Quinn estivesse ocupada em disciplinar Rachel Berry. Se Quinn fazia aquilo com Santana, imagina com os outros? Com um único movimento de sobrancelha, os infelizes se dissiparam como baratas. Brittany ainda segurava Rachel contra si, mas ela estava angustiada por Santana.

Quinn então voltou sua atenção para sua segundo em comando. E quase nariz a nariz, ela ameaçou acabar com a latina se ela puxa-se uma porcaria como aquela outra vez. Santana concordou com um breve aceno. Quinn então a soltou. Suas mãos tremiam de raiva mal contida e Santana manteve-se o mais longe possível.

Apesar dos pesares Quinn nunca em nenhuma circunstancia havia encostado um dedo em Rachel (Exceto pelo fatídico baile). Ela simplesmente não conseguia. Quinn então se prontificou de levar a diva para a enfermaria. A menina estava por demais atordoada para conseguir acompanhar o que havia acontecido depois que tinha batido a cabeça.

Mais tarde Santana se desculpou com Rachel. Uma atitude excepcional ao infeliz acontecimento. E desde então Santana havia aprendido que quando Quinn estava tratando de seus assuntos com Rachel e se esquecia da existência dos outros, a latina começava soltar um monte impropérios pra ver se tirava as duas da sua nuvenzinha da discórdia e passavam para logo para o chuveiro de raspadinhas da miniatura de jardim.

Santana costumava reclamar que Quinn e Rachel eram duas esquisitonas até na hora de brigar. Quinn somente rosnava em resposta. Para os demais era como assistir a uma partida de tênis em Wimbledon. Quinn insultava de um lado e Rachel palestrava do outro.

Isso acabava com os nervos de Santana.

Ela reclamava um bocado. E as vezes Santana tinha vontade de dar na cara das duas. Brittany... Bem Brittany sorria de modo carinhoso para Quinn e Rachel. Porque ela fazia isso Santana não sabia responder na época.

Mas em fim, assistir as rinhas entre Quinn e Rachel era uma fonte constante de entretenimento. Como dito anteriormente, elas eram fascinantes de se analisar... Pelo menos para quem tinha paciência para isso. Mas uma coisa era clara, Quinn e Rachel se perdiam quando estavam juntas.

Quem poderia imaginar que tal perdição fosse se transformar em romance?

Ninguém obviamente.

Nem a própria Rachel e muito menos Quinn.

Mas Quinn Fabray era uma pessoa que se adaptava as necessidades vigentes...

Tá, isso pode ser um pouco mentiroso, porque ela demorou e muito para admitir seus sentimentos por Rachel, o que quase ocasionou um colapso em seu não-relacionamento.

Em fim, ela se adaptou rapidamente e agora trabalhava para que tudo voltasse aos eixos. Quinn evitava sorrir descaradamente porque ela sabia que Rachel poderia interpretar mal. Era deveras divertido sensualisar o menor dos toques, ou as palavras mais simples... Tudo poderia ser convertido aos mais baixos e sutis dos duplos sentidos... Quinn era altamente versada nesse assunto, ser filha de Russel Fabray a dotou do gene que ela chama de duas caras. Ela trabalhava sua melhor carinha de anjo, enquanto que por baixo dos panos ela articulava seus planos em favor próprio.

Era um ganha, ganha. A qual só ela sairia vencedora.

Egoísta? Presunçoso?

Quinn sorriu discretamente.

Não mesmo.

“As vezes eu esqueço que o quão fácil e cair nos seus encantos Quinn” Rachel comentou aleatoriamente. Ela olhava entretida para a bonita harmonização das arvores do parque.

Quinn bebericava calmamente seu suco de uva. Ela olhou sobre a borda do copo para a morena. Ela gostaria muito de avançar sobre ela e se deitar em cima dela. Apreciar a forma deliciosamente erótica a qual ela se esfregaria em Rachel, em uma tentativa suave de amenizar seu tesão.

Ela beberia dos gemidos de Rachel e os apreciaria como o melhor dos vinhos Franceses. Ela realmente adoraria tocar intimamente em Rachel. Iriam dizer que ela mais parecia com Santana. Dane-se o que iriam pensar. Ela estava morrendo de saudade de estar nua com a sua namorada. Ela estava com saudades de assistir Rachel chegar ao ápice do gozo enquanto ela lhe fodia implacavelmente a buceta. Ela estava com saudades de se entregar ao seu próprio abandono orgástico, com Rachel lhe comendo do modo mais intimo. Ela estava com saudades de se sentir amada e segura nos braços de Rachel. Ela estava com saudades de fazer Rachel se sentir segura e amada em seus braços.

Só mais um pouco de tempo...

“Você não é fácil Rachel.”

Rachel sorriu divertida.

“Quando se trata de você, estranhamente me sinto como se fosse.”

“Eu tenho uma coisa ou duas a dizer sobre isso então” Quinn comentou bem humorada.

Rachel riu.

“Eu valho realmente todo esse trabalho?” Rachel perguntou seriamente.

“Você sempre vai valer todos os meus esforços.” Quinn respondeu a encarando seriamente também. “Eu realmente sinto muito por fazer você pensar por muito tempo que não era digna de nada. Foi uma atitude grotesca, pela qual vou passar espontaneamente o resto da minha vida me redimindo.”

Rachel agradeceu pela sinceridade na voz de Quinn e comovida pela promessa implícita de estarem juntas para o que seria o sempre. E também pela paciência... Paciência em refazer todos os seus passos para reparar os erros cometidos no passado por causa do medo e da ignorância. Mas Rachel notou que a única paciência que Quinn tinha dificuldade de cultivar era a que se referia a intimidade.

Colocando de modo grosseiro. Quinn estava impaciente para trepar com ela. Rachel percebeu, porém, que o desejo de Quinn em transar com ela, era na verdade um gatilho que foi acionado por causa do acidente.

Rachel percebeu isso por causa de Brittany. A mente mais sagaz que Rachel conhecia. Em uma conversa que começou de aleatória a profunda num piscar de olhos, Brittany escutou sobre as investidas de Quinn. Em contra partida ela ofereceu informações esclarecedoras que desanuviaram quaisquer duvidas que a diva viesse a ter sobre a conduta de Quinn.

Brittany se esforçou para achar um jeito de explicar o que ela achava que aconteceria de agora em diante até o dia que Rachel recuperasse sua memória.

Ela falou superficialmente sobre uma conversa passada entre ela e Quinn. A loira inocente, disse que sua amiga tinha um instinto básico e primordial de garantir o seu território. Em quanto a mente de Rachel era um campo inconstante, o corpo da diva era um território que Quinn conhecia como a palma de sua mão.

Cada detalhe.

E ela usaria impiedosamente esse conhecimento para garantir que ela não sofresse nunca mais qualquer tipo de perda sobre Rachel. Era um comportamento muito enraizado pela criação dela.

E pelo seu amor, principalmente.

Rachel conseguiu compreender o que Brittany havia dito. Em certo ponto ela se sentia até um pouco aborrecida por Quinn pensar como um homem machista. Mas ela sendo a boboca deslumbrada que era toda vez que estava na presença estonteante da loira, esquecia-se de tudo isso em um piscar dos olhos sedutores de Quinn Fabray.

Argh!!!!

Era muita injustiça nesse mundo. Como ela se defenderia dos encantos de Quinn?

Até agora? Só tentando ter um décimo do poder de sedução da cheerio.

Rachel e Quinn estavam dançando perigosamente a beira de um abismo. E Rachel sinceramente não conseguia se importar o suficiente para parar.

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A segunda etapa do passeio consistia em uma visita a um parque de diversões. Outro ponto a favor de Quinn. Rachel estava encantada com a visita ao parque e suas infinitas possibilidades de diversão. O que Quinn não esperava era dar de cara com o outro terço da trindade profana.

“Oi Quinn! Oi Rachel!” Brittany praticamente se atirou em cima das duas para tentar sufocá-las com o seu famoso abraço de urso.

Santana ria das palhaçadas da namorada.

“O que estão fazendo aqui?” Quinn perguntou ligeiramente desconfiada.

“Soubemos que vocês viriam ao parque e então decidimos dar o ar da nossa graça” Santana brincou, sabendo muito bem que iria arranhar os nervos de sua capitã predadora sexual de anãs com perda de memória.

Dito e feito!

Quinn telegrafou mensagens de uma futura morte horrenda e extremamente dolorosa para ela.

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

“Quinn espero que você não se importe. Mas eu disse a San para que viéssemos aqui porque eu estava morrendo de saudades de me divertir com vocês. Principalmente com a Rach, porque como ela não se lembra direito das coisas, eu quero que façamos tudo de novo para ela ver como nós somo incríveis como amigas!” Brittany era a animação em pessoa.

Como é que Quinn poderia dizer um não para isso?

Não tinha como.

Quinn e Rachel ficaram com um nó do tamanho de uma laranja, na garganta.

“Por onde podemos começar então?” Rachel perguntou.

Brittany respondeu carregando Rachel de baixo do braço e voando para as barracas de prendas. Ela viu um enorme unicórnio de pelúcia e ela tinha intenção de obtê-lo.

Mais uma vez Quinn e Santana foram deixadas comendo poeira. E se elas não se movimentassem logo, elas perderiam aquelas duas em questão de segundos.

Elas as acharam na barraca de tiro ao alvo.

Brittany empunhava uma imitação de carabina em perfeita posição de tiro. Ela disparou cinco vezes. Para seu desapontamento, ela não acertou nenhum. Santana, que detestava ver sua namorada chateada pagou por mais cinco tiros.

Ela também não acertou.

O dono da barraca só fazia rir. E se ele continuasse, Santana ia dar uns tiros na testa dele. Quinn foi a próxima... E também falhou. O dono da barraca apenas ficava contando um maço de notas que ele estava ganhando a partir das garotas frustradas. Santana mencionou jogar uma granada...

A situação já havia virado questão de honra para Quinn e Santana.

E uma pequena multidão começou a se formar ao redor delas. Muitas destas pessoas também eram clientes frustrados. Na opinião de Rachel péssimos perdedores.

“Ok. Agora é a minha vez.” Rachel sacou dez dólares e entregou ao cara da barraca. Que ria presunçosamente para ela.

Quinn e Santana ficaram de lado emburradas. Alguns engraçadinhos perguntaram a Rachel se ela precisava de um banquinho, arrancando risadas de todos. Menos de um certo trio. Santana gentilmente atirou na cara dele e a risada cessou na hora.

“Ei gracinha eu posso até te oferecer o primeiro tiro de graça.” O dono babaca ofereceu condescendente.

Rachel sorriu para ele e contra argumentou.

“Que tal se além do unicórnio de pelúcia o senhor me devolvesse todo o dinheiro que minhas amigas perderam aqui?”

“O quê?” O dono estava incrédulo.

“Eu proponho um desafio ao senhor. Se eu acertar o alvo principal no nível mais difícil com um único tiro e os tiros restantes derrubar os outros alvos sem desperdício, então o senhor vai me dar o unicórnio e o dinheiro de volta, que tal?”

Todos estavam atentos a conversa. Santana gostou. Quinn era um tanto reticente. Ela nunca tinha ouvido falar de Rachel saber alguma coisa sobre tiro ao alvo.

“E se eu ganhar?” Perguntou curioso.

“Eu lhe dou todo a grana delas.” Rachel apontou com o polegar para Quinn e Santana.

“O QUÊ!!!!!!!!” Quinn e Santana berraram inconformadas.

As pessoas se remexeram ainda mais. A diversão estava cada vez maior.

Os olhos do dono da barraca brilharam de cobiça. Não faria mal ganhar mais dinheiro de uma nanica iludida.

“Aceito.”

Muitas pessoas aplaudiram o acordo.

Santana foi até Rachel inconformada.

“Berry! Que historia é essa? Eu não quero ficar pobre! Se quiser, vai arrancar dinheiro da sua Barbie!” Santana vociferou.

Rachel sorriu para a latina.

“Santana, posso te fazer uma pergunta?”

“O Que é?” Respondeu de má vontade.

“Alguma vez você já me viu propor ou aceitar um desafio em que eu não saiba que vou ganhar?” Perguntou Rachel calmamente.

Santana vasculhou em sua cabeça por uma resposta. Mas não encontrou nenhuma, porque não houve uma vez em que a nanica realmente perdesse um desafio.

Santana tinha que dar crédito a garota.

“Acho bom você ganhar!”

“Eu vou!”

Quinn balançava a cabeça negativamente. Pelo menos a autoestima de Rachel sobre suas habilidades permaneceram intactas.

Rachel esperou o cara ajustar o alvo principal para o mais longe possível e depois coloca-lo em movimento.

Claro que ele não ia facilitar.

Ela ajustou a arma de brinquedo e mirou.

Parecia até que todos prenderam a respiração. O dono da barraca estava de boa só esperando ganhar mais dinheiro.

BANG BANG BANG BANG BANG.

Silêncio...

Cinco tiros...

PERFEITOS !!!!!!

Todos aplaudiram imediatamente. A trindade estava de boca aberta. O dono da barraca aparentava estar tendo um AVC...

Rachel sorriu brilhantemente.

“Senhor? Eu creio que aquele unicórnio de pelúcia e a grana das minhas amigas são meus.” Rachel sorriu candidamente.

O velhaco deu o prêmio e o dinheiro, sem acreditar.

Rachel foi até as meninas e deu a Brittany seu prêmio e depois devolveu o dinheiro de Santana e Quinn.

As três ainda olhavam boquiabertas para ela. A trindade tinha um firme propósito de descobrir se Rachel Berry tinha algum tipo de licença para atirar.

“Para onde vamos agora?” Rachel perguntou animada.

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Rachel estava tendo um ótimo tempo com as meninas. Quinn fazia questão de estar sempre perto de Rachel. Tocando-a de alguma maneira. Santana zombava, mas era abatida imediatamente quando Brittany sorria. Aí Quinn é que zombava impiedosamente.

A zoeira rolou por todo o passeio no parque. E chegou ao seu ápice quando todas elas resolveram ir no carrinho bate bate. Rachel fez uma notação mental para nunca entrar num carro com Santana ou Brittany no volante. Aquelas duas eram maníacas sociopatas enrustidas.

Rachel riu muito e se divertiu muito.

Quinn aproveitou a oportunidade em que Santana e Brittany se afastaram para conseguir comida e levou Rachel para um lugar mais reservado da vista de todos. Um pequeno conjunto de arvores de troncos grossos. Perfeitos para esconder alguém de olhares indiscretos.

Ela queria muito beijar e abraçar Rachel. A morena não parecia avessa a seus toques e então ela aproveitaria a chance. Afinal isso era só um aperitivo para o prato principal, que seria servido só a noite...

“Hunm... Porque estamos aqui?” Rachel perguntou tímida.

Quinn colocou suas mãos nos ombros de Rachel e deslizou ao logo dos braços enquanto aproximava seu corpo com o da cantora. Ela foi direcionado-as até que Rachel ficasse de costas com o grosso tronco de árvore.

“Quinn?”

Quinn não lhe respondeu. Ela lhe beijou na boca. E usou seu corpo para colar ao dela. Sem deixar um milímetro de espaço.

Rachel sentiu um inesperado mais poderoso raio de prazer se alojar entre suas pernas. Ela nem percebeu quando foi que fechou os olhos e abriu a boca para permitir que a língua de Quinn escorregasse para dentro e brincasse com a sua própria.

Quinn investiu nesse beijo todo o seu desejo. Ela praticamente transava com a boca. E ela ronronou de satisfação ao ouvir o gemido de sua namorada esquecida. Quinn sorriu ainda mais ao conseguir desabotoar os botões da parte de cima do vestido de Rachel, e afastar o sutiã para olhar os seios dela. Sem perder tempo ela tratou de abocanhar um seio e chupá-lo com vontade, enquanto sua mão massageava o outro. Com um pouco de habilidade ela até conseguiria fazer um boquete em Rachel.

“Quinn... Você não pode fazer isso aqui... “Rachel gemeu. Ela tentou buscar força de onde ela não tinha para poder afastar a loira. Quinn rosnou, mas se afastou.

A loira era um magnífico exemplo de uma deusa pagã do sexo.

Ela estava chateada de não ter continuado. E não ajudava em nada Rachel ainda não ter coberto seus seios deliciosos e totalmente empinados de prazer.

“O que eu não daria para estarmos sozinhas...” A voz de Quinn saiu completamente rouca e predatória.

Rachel estava perdida.

Notas finais
Muito quente... Vocês querem mais quente ainda? ^~