Mantendo Você Perto De Mim
33 Capítulo 33: Mamãe Ursa
Notas iniciais
Mamãe Kratos Corcoran !!!!!!!!!!!!!!!
Estou começando uma campanha em protesto contra esse editor de texto ridiculo do Nyah. Já mencionei o ódio explicito que eu tenho toda a vez em que vou postar um novo capitulo?
Levo 30 minutos corrigindo a droga do texto... E mais 30, quando eu vou verificar o capitulo e vejo que ele esta com partes faltando.
Poxa, já era para o administrador ter resolvido isso. Antes bastava copiar e colar e depois postar.
Agora é copiar, colar, corrigir, postar, verificar, chorar de raiva e corrigir de novo e postar. ÒÓ
Marquem a opção que mais lhe agrada.
( ) Sim. Eu tambem odeio essa budega.
( ) Sim. Eu tambem choro de RAIVA!
( ) Sim. Lhe seguiremos em sua campanha.
( ) Sim. Marquei por marcar...
( ) Sim. Sobre o que é a campanha mesmo?
( ) Sim. Team Faberry ou Team Julyberry ?
^^
Quinn sentia o sangue ferver eo monstro do ciume crescer na boca do estômago. Ela tentou tão difícil de segurar o monstro dentro dela, mas foi se tornando mais e mais difícil. Seus olhos verdes brilharam em um turbilhão negro. Ela mordeu a língua até que ela senti-se gosto de sangue, ela cerrou os punhos até que ficassem brancos.
Quinn procurou respirar fundo, este era um momento muito inapropriado para explodir. Mas isso não a impedia de formar uma imagem em sua mente, onde ela alegremente estaria rasgando cada pedaço de Lindsay e deleitando-se macabramente em sua carne. Quinn até faria um colar de suas entranhas e se adornaria com ele, exibindo-o como um trófeu...
Santana bateu em seu ombro. Quinn fechou os olhos e respirou fundo. Ela olhou para a amiga.
"Você está bem?" Perguntou ela. Depois fez um careta diante da estupidez do questionamento. “Esqueça o que eu disse, você não está nada bem. Mas mantenha a frieza.
Quinn sorriu friamente. Santana exitou por um momento mas depois ela mesma mascarou suas emoções. As duas voltaram suas atenções para Rachel que estava brincando com Beth em seu colo e convesava alternadamente entre Brittany e Lindsay.
O que era mais fodido para Quinn, é que a despeito de sua sede de sangue, ela tinha que admitir que Lindsay foi uma porra de uma heroina. Sabe-se lá o que poderia ter acontecido com Rachel se a garota não a tivesse encontrado.
Quinn observou Rachel colocar Beth no chão e a menininha engatinhar em sua direção, quando ela estava perto o suficinte ela usou sua mãozinha para agarrar sua canela. Beth exibia seu sorriso banguelo para ela. Quinn se derreteu instantaneamente, ela olhou rapidamente para Shelby para calibrar a reação dela. A mulher lhe sorriu ternamente. Quinn voltou-se para sua filhinha.
“Oi Beth...”
“Inn” Quinn levantou a sobrancelha, sua bebê estava dizendo o nome dela? Seu peito se apertou.
Shleby riu.
“Dessa vez ela quase acertou.”
Quinn ainda estava confusa.
“Rachel está tentando fazer Beth pronunciar corretamente seu nome.” Explicou a mulher.
“Inn!!!!” Beth voltou a proclamar.
“Não que eu tenha sido muito bem sucedida.” Rachel opinou brincalhona.
Ao som da voz de Rachel, a bebê se voltou para a diva.
“Uechel” Beth falou e depois começou a rir.
Rachel ficou de queixo caído, assim como Quinn.
A bebê começou a escalar Quinn para se sentar em seu colo. Quinn a segurou emocionada. Ela trocou um olhar com sua namorada, Rachel lhe sorriu bondosa.
Definitivamente o dia não foi tão fodido assim.
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Shelby não poderia colocar o dedo sobre o quê exatamente estava acontecendo, mas era inegavel que uma certa tensão estava pairando na sua casa desde a chegada de Quinn e Santana. A principio ela até cogitou que fosse a questão Beth. Mas ela descartou isso imediatamente depois de ver a interação de Quinn com sua filha caçula. Quinn parecia pouco a vontade... A cada poucos momentos ela olhava de modo duro para Lindsay. Era um olhar veladamente frio. E esse olhar dela poderia passar de frio para furioso em segundos... Bastava que Lindsay se aproximasse de Rachel...
Hunm.... Era quase um olhar de cíume?
Talvez fosse uma boa ora de ter uma conversa com sua filha... Sabe como é... estreitar os laços..
“Rachel você poderia me dar uma ajudinha na cozinha, querida?”
“Claro.”
Mãe e filha se dirigiram para o outro comodo.
“Rachel você gostaria de me dizer alguma coisa?” Shelby perguntou curiosa.
Rachel a olhou confusa.
“Contar o quê?”
“Existe algum problema entre Quinn e Lindsay? Pois é meio dificil ignorar a hostilidade que paira sobre elas.”
Rachel olhou cuidadosa para a sua mãe. Elas ainda não estavam num estagio de confiança plena em seu relacionamento mãe e filha. Mas a morena não poderia negar algum tipo de explicação para a mulher mais velha. Ela apenas teria que generalizar a situação sem entrar em maiores detalhes.
Não porque ela não quisesse dizer a natureza verdadeira da situação, mas sim porque ela ainda se sentia dando passos de bebê com Shelby. Mas depois Rachel considerou que dentro em breve sua mãe saberia do seu relacionamento com Quinn, já que praticamente todos os alunos do colégio estavam na festa de Santana.
Segunda-Feira iria chupar com toda a certeza.
Shelby observou o desconforto da menina. Ela se aproximou e levantou o queixo de sua filha para ela poder olha-la nos olhos. Essa era uma coisa que ela e Rachel compartilahvam entre sí. E Shelby queria escutar o que sua filha tinha a dizer, com ela olhando em seus olhos.
“Quinn morre de cíumes de Lindsay comigo.” Rachel falou baixinho.
“E porque ela teria cíumes?” Perguntou Shelby, embora ela tivesse um palpite.
“Por causa de um mal entendido... Quinn e eu estamos juntas... Mas Lindsay não sabia, era tudo muito recente e um tanto inacreditavel. Lindsay gosta ou gostava de mim de um modo romantico. E Quinn não gostou nem um pouco de saber disso.”
Shelby mantinha a expressão inalteravel.
“Você e Quinn estão namorando? É isso?” Rachel balançou a cabeça confirmando. “E Lindsay se aproximou de você com interesses romanticos sem imaginar que ja estava comprometida?” Mais um aceno afirmativo da morena. “Então é por isso que Quinn tem uma expressão de canibal sanguinário na minha sala?” Rachel revirou os olhos, mas comfirmou.
“Ela é um pouco possessíva...” Shelby levantou uma sobrancelha com uma expressão de quem diz: Jura? “Tudo é muito novo entre nós duas e Quinn não é o tipo de pessoa que aceita muito bem, que terceiros entrem em seu império.” Explicou Rachel dando de ombros. Para ela, ainda era uma faceta de Quinn que muito a surpreendia. Cíumes as vezes poderia ser saudavel em uma relação, exceto quando ele se desviava para um caminho
destrutivo.
“Você só precisa ter calma e serenidade para lidar com a situação. Quinn não me parece o tipo de pessoa que perde as estribeiras facilmente. Ela é muito fria para tal.” Shelby disse.
Você diz isso porque não sabe como ela literalmente me sequestrou e montou em cima de mim na cama a algumas semanas. Pensou Rachel, até bem humorada. Não que ela vá contar tal coisa para a mãe.
“Estamos trabalhando para que o nosso relacionamento dê certo. Já basta de drama que só aparacem para nos fazer mal.” Rachel olhou distraida por um instante.
Shelby se aproximou mais perto ainda da filha. Ela tomou a ultima declaração dela como um aviso. Ela jamais tornaria a fazer mal a sua querida filha. Se fosse preciso, ela protegeria sim, a relação de sua menina. Shelby ficou surpresa ao saber da preferência sexual dela, mas ela não a julgaria, de jeito nenhum.
“Vocês vão saber como lidar com a situação. E se preciso, eu mesma vou limpar o caminho.” Shelby comentou casualmente.
Rachel a fitou confusa. Ela não entendia o tom estranho da mãe.
Shelby sorriu de um modo que a sua filha não entendia, mas seus inimigos... Ah... Esses sabiam o significado do seu sorriso.
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Segunda-Feira. Colégio Mackinley
Sue honestamente não gosta dos métodos de ensino de William Schuester. Ela acha que a devoção que ele tem para estes meninos é semelhante a sua devoção por ter um corte de cabelo decente (nenhum). Ele provavelmente está muito feliz por ter algum tempo longe de sua farsa de namoro com a parenta humana do mico leão dourado. E que trabalhava como conselheira pedagógica do colégio.
Aliás, era de se supor que ela pudesse incutir algum tipo de bom senso naquela cabeça portadora do pior cabelo que já se viu. Sue tinha firmes convicções de que Will teve o cérebro danificado pelas constantes intoxicações causadas pelos seus produtos de cabelo.
Só isso explicaria as ações do infeliz. Santana havia lhe relatado a situação de Rachel nos mínimos detalhes. Uma coisa que Sue odiava mais do que alguém ameaçar seu orçamento, era alguém ameaçar uma de suas cheerios. Que culpa ela tinha se ela tinha um excelente olho para o talento? E alem do mais ela foi muito benevolente em ter permitido que suas cheerios participassem de outras atividades. Incluindo o Glee.
E Rachel Berry não aceitaria nada menos que isso. Infelizmente o seu clube ridículo vinha em primeiro lugar.
Sue bufou indiferente. A menina com certeza tinha colhões, figurativamente falando é claro. A filhote de banshee exigiu e garantiu que poderia lidar com suas atividades extra curriculares. Sue odiava admitir, mas ela sabia que a menina era um tremendo de um osso duro e que ela daria conta. Mas esse osso teve uma lasca tirada de si, de um modo perigoso e negligente.
Willian Schuester era um imbecil.
Pelo canto do olho ela vislumbrou a figura da Streisand sênior. Rachel tinha a quem puxar. Shelby andou pelos corredores de modo majestoso e exalava intimidação. Bem dramático.
Vestida dos pés a cabeça de preto e usando botas cano longo de salto fino, a mulher estava formidável. Shelby parecia a própria encarnação do anjo vingador... Sue balançou a cabeça irritada, ela estava passando muito tempo com a cópia genética da mulher. Mas depois ela sorriu diabólica. Hoje ela iria se divertir um bocado, e o que seu treinamento na selva lhe ensinou, é que nunca se deve mexer com um filhote de urso, porque você esta se arriscando a enfrentar a ira de sua grande mãe ursa.
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As aulas do primeiro período só tinham acabado de terminar e Rachel viu-se confrontada por Jacob Ben Israel assim que ela fechou seu armário. Quase que ela deu berro.
Ninguem poderia culpa-la, quem gostaria de dar de cara com o Bozo?
"Então, Rachel, todo mundo quer saber o que provocou as recentes mudanças?" O garoto de óculos perguntou antes de pressionar para a frente o seu gravador digital que ele trouxe recentemente.
Rachel só empurrou o objeto intruso longe de seu rosto. "Deixe-me sozinha Jacob" Ela exigiu.
Como de costume, o menino mostrou-se persistente e continuou com sua entrevista.
"E como exatamente você conseguiu Sue Sylvester para concordar em trazer você como uma de suas Cheerios? E ainda namorar a Cheerio cabeça?"
O silêncio se estendeu por unanimidade de minutos. Novamente o aprendiz de paparazzi tentou obter uma resposta com outra pergunta.
"Algum comentario sobre esse relacionamento bastante rápido entre vocês duas?" Jacob ofereceu com o abanar das sobrancelhas.
EWWWWW !!!!!!!!
Rachel apenas revira os olhos para a sugestão óbvia feita, antes de continuar com seu desprezo para com o pervertido. Até agora tudo foi relativamente tranquilo, alguns olhares aqui e outros acolás... Sinceramente Rachel estava esperando um drama maior. Afinal Quinn Fabray e Rachel Berry estavam namorando.
"A verdade será conhecida, Rachel!" Jacob foi enfático.
Antes que ele prosseguisse com sua incomoda chatisse, Jacob foi literalmente jogado para o outro lado do corredor. Ele bateu e caiu desengonçado contra os armários.
Santana se colocou como um escudo na frente de Rachel. A latina olhava para o garoto com o mais absoluto desprezo.
“Você tem um segundo para sumir da minha frente seu bosta.” Vociferou Santana.
Jacob fugiu se arratando de quatro pelo corredor, com os estudante o olhando com o mesmo desprezo de Santana.
Rachel respirou aliviada.
“Obrigada Santana.” Santana se voltou para a diva e fez cara feia para ela. “O quê? Que foi que eu fiz?”
Rachel não entendeu o porque dela estar recebendo aquele olhar.
“Berry o que foi que eu te disse ontem? Nada de sair das minhas vistas, até que você esteja com alguem autorizado?” Carranqueou.
Rachel olhou feio para Santana. Do jeito que a menina falava, até parecia que ela estava se referindo a um bebê.
“Eu me recinto dessa declaração. E o meu direito de ir e vir?”
“Está revogado até segunda ordem.”
“Santana! Isso é um absurdo.” Rachel bateu o pé.
“Absurdo é o que você passou nesse final de semana! Portanto, até segunda ordem você não sai das minhas vista, a não ser para Quinn, Britt ou Lindsay.” Santana revirou os olhos quando ela mencionou o nome de Lindsay. Mas ela tinha que dar crédito para a menina, quando ela mesma não esteve com Rachel para impedir uma quase tragedia.
Rachel suavizou o semblante. Ela percebeu qe Santana se sentia muito culpada por não ter estado lá para ela. Rachel pegou a mão da menina e lhe deu um aperto reconfortante.
“Não se culpe por nada Santana. Tudo foi apenas um acidente, a qual só tenho eu mesma para culpar.” Rachel lhe garantiu. “Mas como eu sei que você é muito teimosa, eu deixo você bancar a mamãe galinha.” Rachel abraçou a latina antes que a outra pudesse dete-la.
Santana ficou imensamente corada. Aquela Hobbit estava acabando com a sua moral.
“Quem você está chamando de mamãe galinha? E me larga, esta pegando mal para mim.” Santana tentou se desvencilhar da diva., mas eita, a menina tinha um aperto de morte.
“Ahhhhh. Santana não se prive de demonstrar seu afeto por mim.” Rachel falou um pouco alto. Só para amolar ainda mais a latina.
Santana começou a xingar e a tentar se desvencilhar e Rachel a rir e aumentar seu aperto.
Os alunos que transitavam pelo corredor se perguntavam se as duas estavam brincando de MMA.
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Will ainda estava fumegando. Sue Silvester, a mulher irritante, estava tentando roubar sua melhor cantora! E ela nem sequer nega! Will pouco conseguiu entender através de insultos e ameaças, que envolviam ursos ou varas de bambu. Mas ele teria mais chance de dizer algum coisa quando ele estivesse com o diretor Figgins e lá na diretoria ele poderia apertar e acabar de vez com qualquer planinho de Sue. Quanto a Rachel ele contava com o bom senso da garota, e ele esperava que a conversa que teve com ela no sabado tenha surtido algum efeito na cabeça dura da menina.
Eu vou ter que esperar até o Glee Club, para ver se ela está lá. Will pensou enquanto ele passeava através de atrozes pronúncias de espanhol e erros ortográficos. Querido Deus, qualquer uma dessas crianças se preocupou em aprender esta lição?
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Pouco antes do almoço Shelby já se dirigia a sala da diretoria. Infelizmente parte da sua manhã foi preenchida com algumas coisas referentes a provas e trabalhos de alunos. Ela não conseguiu ter um tempo mínimo que fosse para ter uma palavrinha com Schuester.
O que por si só, agravou sua raiva. Ela deslizou pelos corredores durante o intervalo das aulas com a graça de uma pantera e a fúria de um tigre. Ela ainda sentia um gosto bem amargo na boca, toda vez que ela imaginava que Rachel poderia ter se machucado seriamente. Will Schuester pode não ter dado os remédios a sua filha, mas ele deu o estopim e a carga de pólvora.
Shelby franziu a testa em desgosto, como diabos esse homem poderia ser considerado um educador? Levou apenas um pequeno par de dias para ela ter um vislumbre do que era a vida escolar de sua filha, e isso lhe encheu de raiva. Até mesmo no lugar em que ela considera seu refugio, a menina era constantemente rechaçada e em nenhum momento Schuester parecia preocupado em parar com o bullying.
Ele vai ver só uma coisa. Um pouco mais cedo ela recebeu uma mensagem da treinadora Silvester.
Uma mensagem bem interessante.
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Sala da Diretoria.
Uma discução já estava em erupção. E, como de costume, Sue Sylvester e William Schuester estavam presentes, ambos estavam em lados opostos da sala enquanto Figgins estava em sua mesa.
"O que é desta vez?" Figgins questionou, efetivamente dando inicio a disputa.
"Ela está deliberadamente tentando roubar Rachel do Glee Club!" Will acusou apontando o dedo.
Sue se endireitou, e foi lentamente se aproximando do seu nemesis de cabelos encaracolados.
"Primeiro" Sue começou antes batendo o dedo acusador da sua cara "Não apontar o dedo a menos que você está disposto a perdê-los."
Will só estreitou os olhos em resposta.
"E segundo, eu não estou surpresa que você faria uma menina como referência a uma propriedade que você pode roubar." Sue virou para olhar para Figgins. "Isso é machismo. Sugiro denunciá-lo para o conselho imediatamente ou eu vou." Voltando-se para Will, Sue cruzou os braços antes de olhar firmemente para seu oponente indigno. "Por fim, eu não
preciso roubar nada de você, não que você possua minha nova flyer.”
"Oh, suuuua flyer nova?" Will retruca enfatizando o sua.
Sue não hesita em sua resposta. "Todas as minhas Cheerios assinaram um contrato básico permitindo-me pleno comando das suas vidas. Dentro de certos meios, é claro Então, basicamente, sim, eu sou dona das Cheerios" Ela para momentaneamente para sorrir implacávelmente "Não se preocupe William. Isto é apenas para garantir que as meninas vão ser de primeira linha em suas performances. "
"Contratos?" Will amassou o rosto em aversão leve. Balançando a cabeça, ele continuou com suas observações. "Você não pode estar falando sério."
"Eu sou sempre séria William" Sue respondeu antes de endireitar seu agasalho da Adidas. Pegando a pasta no topo do armário em que ela deixou, Sue prosseguiu puxando duas cópias de documentos grampeados ordenadamente. "E para mostrar-lhe o quão séria eu sou, eu trouxe uma cópia de cada contrato de Rachel Berry"
Will apanha uma das cópias imediatamente e os folheia freneticamente até o fim para ver uma assinatura de boa fé de Rachel, completa com um adesivo estrela de ouro, efetivamente selando o acordo.
"Eu não posso acreditar" Murmura Will. "Rachel nunca iria aderir voluntariamente a Cheerios. Você deve ter coagido ela de alguma forma" Continuou a protestar.
"Ou talvez você simplesmente não sabe nada dos seus alunos, assim como você pensava."
Voltando-se para Figgins, Will tentou resolver a situação com a suposta autoridade superior.
"Figgins, você não pode deixar esta farsa continuar. É óbvio que Sue" Mais uma vez ele apontou um dedo acusador: "É apenas tentando monopolizar o tempo de Rachel. Ou, no mínimo, desmoralizar a menina usando as outras Cheerios. Por que mais ela iria querer Rachel em sua equipe? "
Figgins apenas deu de ombros sem dizer nada, ele estava ocupado lendo o contrato
de Sue e não tendo certeza de como lidar com os protestos de Will.
“Que tal pelo fato de Rachel ter talento sim para estar em uma equipe de líderes de torcida.” Uma quarta voz se juntou.
O diretor mais Will e Sue se viraram para a porta. Shelby entrou na sala como se fosse dona do lugar. Ela exalava autoridade.
“O que você está fazendo aqui, Shelby?” Will perguntou apatetado.
“Garantindo que você não arraste minha filha para uma discussão inutil e sem sentido. E tambem para prestar queixa contra você.”
“Queixa? Contra mim? O que eu fiz?”
Shelby o olhou duramente.
“Não sei o que diabos é o seu problema com a treinadora Silvester, mas vou logo o avisando para deixar Rachel de fora.” Shelby voltou seu olhar para o diretor, que se encolheu na cadeira.
“Quero prestar queixa contra o professor Schuester por conduta inadequada a um estudante.”
Figgins arregalou os olhos.
“Que especie de conduta estamos falando senhora Corcoran.”
“Negligência e abordagem insultuosa.”
Will estava chocado.
“Que negligência e abordagem insultuosa?” Ele exclamou.
Shelby queria que ele calasse a boca.
“Você deixou sob suas vistas que Rachel Berry fosse vitima de Buyilling dentro de sala de aula. Tratou a menina com menos respeito do que ela merecia. Constantemente reclama das atitudes dela dentro de sala de aula quando fecha os olhos para atitudes muito mais desrespeitosas. Desmerece a menina sem uma reflexão qualquer sobre seus sentimentos.” Shelby cuspiu. “E muito recentemente abordou a minha filha em um supermercado, questionando suas prioridades e responsabilidades, só por que agora ela faz parte da líderes de torcida. E por causa da sua conversa com ela, minha filha passou mal e por muito pouco não aconteceu algo mais sério.”
Figgins e Will estavam de boca aberta.
"Tsk, tsk William" Sue comentou. "Você faz parecer que a menina é um pônei premiado"
Shelby se virou para a mulher e pegou os contratos e os rasgou ao meio.
“Ei!”
“Esse contrato não tem validade” Shelby informou calmamente enquanto picotava o papel.
“Como ousa! É claro que tem validade.”
“Quantos anos minha filha tem?”
“17”
“Ela assinou isso na presença de testemunhas?”
“Mas é claro”
“E algumas dessas testemunhas era algum de seus pais?”
“...”
Shelby sorriu maldosa.
“Qualquer contrato assinado por um menor de idade sem a aquiescencia de seu responsável legal, se torna altomaticamente invalidado.”
Sue estava impressionada. Não é a toa que mini Streisand era do jeito que era.
“Ok, mas ela ainda pertence ao meu plantel.”
"Isso não contradiz o fato de que você ainda está planejando algo Sue" Will ainda tenta argumentar.
Sue se enfurece com ele. De tudo o que foi dito ele só se importa com a ideia de que ela esteja armando alguma coisa contra o clube? Ele por um acaso não compreendeu a parte em que por culpa dele Rachel teve uma emergencia médica?
"Tente importunar outra pessoa sobre sua desilusão e dúvidas e se preocupar com a sua aluna, que por sua causa quase foi parar no hospital" Grita ela. “Seu imbecil, ao contrário de você eu me importo com as minhas garotas. Você não pode lidar com o fato de que o sua estrela unica do Glee Club expandir os horizontes.” Sue faz uma pausa para olhar para Figgins "Pessoalmente, eu digo que ele esta com ciúmes que sua pequena estrela pode acabar deixando sua patética a..."
"Sue! Isso é o suficiente!" Figgins imediatamente interrompe antes que Sue pudesse terminar a frase, também conhecida como um insulto. “A menos que você possa legitimamente provar que a senhorita Sylvester aqui coagiu Rachel Berry a aderir as Cheerios, você não pode estar jogando acusações selvagens William" Figgins concluíu antes que os argumentos poderiam começar tudo de novo. Ele jura que os dois são como crianças, quando um ou o outro estão envolvidos, sempre brigando por qualquer coisa. Mas no momento existia o agravante relatado pela senhora Corcoran.
“Shelby isso é um absurdo! E sinceramente não sei o que faz aqui. Até pouco tempo você nem reconhecia essa menina como filha.”
Ops...
Sue balançou a cabeça diante da estupidez do queixo de tamanco.
Will engoliu em seco. Ele estava ciente que ele ultrapassou uma linha.
Shelby deu um sorriso horrivel na direção dele.
“Diretor Figgins, o senhor precisa de testemunhas? Eu posso chamalas.”
Figgins balançou a cabeça.
Shelby ainda continuou sorrindo daquele jeito arrepiante. Ela foi até a porta e chamou quatro pessoas. As quatro entraram na sala e pelo menos duas delas olharam para o professor de espanhol com desprezo.
Brad o pianista, Mathew o médico, Santana a testemunha dos insultos e Lindsay a salvadora.
Por aproximadamente uma hora foram ouvidos relatos bastantes co-relacionados. Will Schuester teve que afrouxar o nó da gravata. A sensação de sufoco era muito grande. Qualquer coisa relacionada a Sue Silvester fugiu de sua cabeça no momento que estas pessoas começaram a falar.
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