Notas iniciais
Puta que pariu!!! Mil desculpas pelo atraso. Por favor meninas desfrutem do capítulo. ^^ E se não for pedir muito vcs podem comentar? Estou com saudades das sua opniões. De todas as pessoas que comentam.

“Sua chamada está sendo encaminhada para a caixa de mensagem e estará sujeita a cobrança após o sinal...”

Toooooooo

Quinn rosnou para o seu celular. Já era a décima sexta ligação sua, que ia parar na caixa postal. Ela ficou rondando as imediações da escola, na esperança de achar Rachel. Mas acabou não obtendo êxito. Ela odiava essa nova tendência de Rachel, simplesmente fugir e sumir. Ela fez isso na semana passada e tornou a fazê-lo agora.

Quinn apertou seus dedos no volante até ficarem brancos. Ela já havia avisado a Rachel que não permitiria qualquer tipo de evasão. Seu celular tocou no exato momento em que ela parava em um sinal vermelho.

“Alô?” Ela atendeu sem verificar quem a estava chamando. Já bastava Santana querendo lhe aplicar sermão.

“Quinn?” A voz vacilante de Rachel fez o coração de Quinn ficar apertado.

“Rachel! A onde você está?” Quinn perguntou com uma calma que estava longe de sentir.

“No Starbucks do centro.”

“Estarei aí em quinze minutos” Avisou incisiva.

Quinn chegou à metade do tempo. Rachel a aguardava do lado de fora. Ela e aquela mochila rosa shok. A diva estava olhando distraída para um cartaz colado na parede.

Quinn estacionou rapidamente. Ela saiu do carro e foi andando até Rachel de modo casual. Ela não queria parecer uma desesperada. Ao chegar perto o suficiente, a loira tomou a mochila das mãos da menina, assustando-a.

“Quinn!!!” Rachel deu um semi grito.

“Desculpe...”

“Você disso que estaria aqui em quinze minutos, não em três!” Acusou a morena.

“Não queria arriscar perder tempo.” Respondeu casualmente. “Entre no carro.” Disse imperiosa.

Rachel estreitou os olhos para cima de Quinn.

“Ok, me dê minha mochila então.”

Quinn zombou.

“Nem pensar.”

“Por quê?” Protestou Rachel.

“Porque sua mochila vai ser minha refém, até você ficar bem segura sob as minhas vistas.” Retorquiu entre dentes.

“Eu posso muito bem ir embora, eu não me importo!” Blefou Rachel.

Quinn sorriu cínica.

“Ah... Mais você se importa sim. Você é muito metódica com as suas coisas.” Pontuou Quinn, triunfante.

Rachel baixou a cabeça e enfiou as mãos nos bolsos. Ela sequer poupou uma segunda olhada na direção da loira, enquanto se encaminhava para o carro da capitã das líderes. Nunca era fácil a discussão entre elas.

A sensação de triunfo de Quinn durou só alguns segundos. Recompondo-se ela seguiu atrás de Rachel. Ela abriu a porta do passageiro para a morena e em seguida deu a volta no carro para entrar pela parte do motorista. Quinn cuidadosamente colocou a mochila de Rachel no banco de trás. A diva nunca a perdoaria se ela não tivesse o mínimo de zelo com as coisas ela.

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Lindsay observou curiosa o desenrolar da cena. Ela preferiu aguardar do lado de dentro do estabelecimento para dar alguma privacidade a Rachel e Quinn. Mas também para garantir que se alguma coisa desse errado ela estaria de prontidão para acudir Rachel.

Era interessante observá-las. Sempre era interessante observá-las. Era de conhecimento geral que Rachel sempre quis ser amiga de Quinn, mas ao contrario do que a maioria possa pensar, o motivo de Rachel era genuinamente sincero em querer estabelecer amizade com a loira. Quem conhecia Quinn Fabray, sabia que ela era um osso bem duro de roer.

A perfeita rainha de gelo.

Você só conseguia ver uma reação verdadeira dela, justamente quando Rachel estava envolvida. Para muitos ainda era muito estranho essa junção amistosa delas. Mas Lindsay estava sinceramente feliz por Rachel. A morena sempre fez um grande esforço para conseguir um amigo. E ela, Lindsay Shay, seria essa amiga, e quem sabe algo mais... Mas por enquanto ela se contentaria em dar passos de bebê com a diva.

Mas voltando a suas considerações, Quinn e Rachel sempre tiveram um relacionamento engraçado. Mas muitos desistiram de tentar compreender. Provavelmente tentando evitar uma forte dor de cabeça.

Lindsay se recostou contra o encosto do banco para poder vê-las melhor. Depois da chegada em tempo recorde de sua capitã, as duas garotas se dirigiram para o carro da loira. Rachel cabisbaixa e Quinn consternada.

Lindsay ficou preocupada. Quinn não faria nada a Rachel, certo?

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A atmosfera dentro do carro era desconfortável, mas nenhuma das meninas tinha coragem de quebrá-lo. Rachel sequer poupou algum olhar para a bela figura de sua namorada. E ela estava até tranquila quanto a isso.

O mesmo não se podia dizer de Quinn. Sua atenção estava dividida entre a estrada e Rachel. Era obrigação dela, iniciar qualquer comunicação, mas com Rachel se recusando a olha-la, ficava tremendamente difícil para a líder de torcida não deixar seu temperamento levar o melhor dela.

Mas antes que ela abrisse a boca para em fim resolver essa situação, o celular de Rachel tocou bem alto. A garota se virou no banco esticando a mão até o bolso lateral de sua mochila, e de lá ela tirou o aparelho.

“Alô?” Pelo canto do olho Quinn espiou a postura da diva relaxar. “Sim... Obrigada.”

O sorriso lento que começou a se espalhar pelo rosto de Rachel, de alguma maneira mexeu com os nervos de Quinn. E o monstrinho dos olhos verdes estava começando a se manifestar.

“Obrigada mais uma vez pela sua atenção, Thau!”

Rachel desligou o telefone e depois o guardou na sua mochila. Novamente ela voltou seu olhar para a paisagem, mas ela resolveu quebrar o silêncio.

“A onde você está me levando?”

Quinn ficou momentaneamente surpresa por ela ter falado.

“Para a nossa casa.” Respondeu, quase como se a estivesse desafiando a protestar.

Mas o que quer que Rachel fosse falar em protesto, se perdeu ao ouvir Quinn se referir a casa em que elas passaram um tórrido fim de semana, como nossa casa. O coração dela deu um salto ridículo de felicidade no peito.

Alheia ao espanto que provocou, Quinn continuou dirigindo, um pouco mais rápido ao seu destino. O inferno iria congelar antes que ela permitisse que o mal entendido entre elas estenda-se por mais algumas horas. Mais alguns minutos e Quinn já estava estacionando em frente a casa.

Ela saltou do carro e esperou paciente Rachel também sair dele. A morena ainda permanecia com a mesma cara de pateta. Rachel saiu lentamente do veiculo e aparentemente estava sem saber o que fazer.

Sem nenhum problema, Quinn sabia.

Ela se aproximou da menina menor e delicadamente entrelaçou seus dedos com os dela. E como um guia, Quinn trouxe Rachel para dentro da casa. Nem bem ela fechou a porta, Rachel pulou em cima dela, para grande surpresa da loira, que por um momento pensou que a diva ia lhe arrancar os olhos. Mas o que Rachel estava querendo arrancar, era a sua língua com a sua própria.

Com o sangue fervendo de desejo, Quinn usou as mãos para circundar a parte de trás das coxas de Rachel e de modo firme ela içou a menina para cima, obrigando-a a fechar suas pernas em volta de sua cintura. E aproveitando a porta atrás delas, Quinn prendeu Rachel contra a madeira.

Vou te contar uma coisa, não tinha nada mais erótico do que um amasso bem dado, como aquele que Quinn e Rachel estavam dando. Quinn estava tão aliviada, ela aprofundou o beijo explorando a boca de Rachel de modo minucioso. E suas mãos estavam muito bem em segurar as coxas torneadas da cantora. Graças adeus ela não perdeu essa dádiva.

Rachel por sua vez, já havia desfeito o mini rabo de cavalo de Quinn, e devolvia com igual fervor aquele enlace selvagem de língua. Quinn ainda tinha uma coisinha a provar a Rachel. Ela queria e provaria que ela, sim, desejava as mãos da morena sobre ela. Não pergunte como ela conseguiu levar Rachel até a sala, estando ela muito ocupada em sugar a língua da menina e com os olhos enevoados de desejo.

Claro que ela tinha que estar no topo. Ela alegremente se deitou em cima da diva, aproveitando para se esfregar nela e conseguir dar um pouco de vazão a sua luxuria. Rachel jogou a cabeça para trás tanto quanto podia e gemeu alto. Quinn aproveitou o espaço para beijar o pescoço moreno e reavivar alguns roxinhos.

Impaciente por mais, Quinn parou de beijar Rachel, sob o protesto da mesma, e com mais impaciência ainda ela estava levantando a camisa da cantora, com sutiã e tudo, deixando a menina nua da cintura para cima. Quinn tomou um seio na boca e gemeu de modo obsceno. Basta dizer que sua calcinha estava arruinada.

“Quinn...” A voz de Rachel saiu tão fraquinha que a loira quase não ouviu. Mas ela sentiu seu interior inflar em presunção, só em saber que ela poderia fazer isso com Rachel.

A conversa viria depois, bem depois... Sua frustração por Rachel praticamente ter sumido das vistas dela, e o sorriso que ela deu seja lá para quem foi que falou com ela ao telefone, ainda não saíram de seu sistema. Ela precisava disso, ela precisava de Rachel.

“Tire esse uniforme, agora!” Mandou Rachel, com a voz rouca.

Quinn obedeceu com o maior gosto. Ela inclinou o corpo para cima, de modo que ela ficasse sentada sobre o quadril de Rachel. Ela tirou a parte superior do uniforme, o sutiã... Rachel foi ficando com os olhos cada vez mais escuros.

Quinn se inclinou agora, para voltar a beijar a boca carnuda da namorada, e aproveitar ainda mais a sensação dos seios de ambas roçarem um no outro. Rachel tentou passar a mão pela coxa de Quinn, mas foi impedida pela loira. Quinn prendeu os pulsos de Rachel acima da cabeça, apenas usando uma das mãos.

Ela ficou pairando sobre Rachel, de modo totalmente predatório, com os seus brilhantes olhos verdes e feições aristocráticas. Ela parecia selvagem e perversa, e ela era irritante, frustrante, e a estava enlouquecendo.

Quinn resolveu não ficar mais apressada. A intenção dela era em compartilhar o desejo ardente mais erótico que ela já teve em sua vida. E perturbar Rachel o quanto ela pudesse... Ou o quanto o seu controle resistisse.

Quinn era imagem de uma deusa do sexo em ação, para Rachel.

Com o olhar dela preso no seu, a paciência em cada impulso, a fome esticada na face dela com o suor brilhando e escorrendo pelos lados do pescoço alvo, era o retrato de uma deusa do sexo em ação.

Emoções ardiam nos olhos de Quinn, prendendo Rachel ainda mais a ela. E Rachel estava prestando atenção nela com os olhos melados, quentes e escuros de desejo, o corpo dela vibrava de excitação.

Que tarde gloriosa.

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18:30 pm

“Eu sinto muito por ter falado com você daquela maneira.” Sussurrou Quinn, ao pé do ouvido de Rachel.

Rachel se remexeu de modo a aconchegar-se ainda mais dentro do círculo caloroso que eram os braços da sua amante.

“Eu sei... Eu sei que foi mais um ato de reflexo do que intencional. Mas eu só não conseguí segurar o medo. Parecia que por um momento tudo tinha voltado a ser como antes.” Confessou à diva.

Quinn apertou ainda mais seus braços em volta dela. Isso soou como um alerta dentro da cabeça dela. A insegurança ainda batia forte dentro de Rachel. Ela precisava trabalhar nisso.

Tentando desanuviar um pouco, Quinn resolveu brincar.

“A culpa foi sua!” A cabeça de Rachel se levantou em um milésimo de segundo, chocada.

“MINHA!?”

“Sim, sua.”

“E como é que a culpa é minha?” Inquiriu afrontada.

“Você teve a audácia de recitar aquele poema medonho para Santana. Sabe do que ela me chama agora? Quinnie batatinha!” Lembrar-se disso fez Quinn pensar em comprar uma saca de batatas, só para acertar ela na cabeça de Santana.

Em vez de se deparar com um olhar de complacência, Quinn se deparou foi com uma perfeita expressão de Bem feito, na cara de Rachel.

UGH!!!

Garota irritante. Cadê aquela pessoa cheia de solidariedade?

“Acho que o conselho de Lindsay foi bastante certeiro.” Comentou Rachel.

Toda a atenção de Quinn se concentrou em Rachel.

Lindsay?

“Que conselho?”

“Não vale apena o sol se pôr sobre uma briga.”

Quinn fitou Rachel pensativa. Realmente o conselho de Lindsay fazia sentido.

“Vocês parecem muito próximas, agora.” Comentou casualmente.

Rachel sorriu serena, ela se aconchegou ainda mais em Quinn.

“É que eu tenho mais uma amiga. Dá para acreditar? Eu! Rachel Berry fiz mais uma amiga!” Disse com entusiasmo.

Quinn ficou dividida entre ficar feliz pela nova fase social da namorada, e o ciúme de todo esse interesse repentino para cima da sua baixinha. As vezes a sua altivez vinha bem a calhar para manter os outros do lado de fora. Isso lhe dava todo o espaço de que precisava para analisar a tudo e todos ao seu redor.

Por enquanto ela não tinha uma opinião formada sobre a garota Shay. A menina parecia estar marcando bastante presença nesse começo de amizade com Rachel. E o engraçado, é que Quinn nunca tinha visto tal atitude por parte da menina antes. Não que ela fosse introvertida ou qualquer coisa do gênero. A garota era bastante social e com toda a certeza podia aguentar o trator chamado Sue Silvester.

Mas... Havia qualquer coisa sobre Lindsay Shay que fazia piscar um sinal de alerta na cabeça de Quinn.

“Quinn?”

“Eu fico feliz por você. Já era hora de todos perceberem o quão especial você é.” Rachel corou com o elogio.

“Obrigada...”

Quinn segurou delicadamente o queixo da menina e a trouxe para atender seu olhar.

“De nada.”

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20:00 pm

Rachel zanzava pelo quarto arrumando suas coisas para o dia seguinte. A morena estava feliz por ela e Quinn terem passado ilesas por esse mal entendido.

Uma batida na porta a tirou de seus devaneios. Seu pai Hiram enfiou a cabeça pela abertura.

“Filha você tem visita.”

Rachel franziu a testa. Quem poderia ser?

Ao descer as escadas a trás de seu pai, ela quase não reconheceu de imediato a figura graciosa sentada no seu sofá.

“Lindsay!” Rachel saudou surpresa.

A menina levantou-se de imediato com um largo sorriso.

“Olá.”

“O jantar estará pronto em alguns instantes. Você aceita se juntar a nós?” Perguntou Hiram.

“Se não for incomodo...”

“De maneira alguma.” Disse gentilmente Hiram. “Filha, leve sua amiga até seu quarto, depois e subo para chamá-las, que tal?”

Rachel fez que sim com a cabeça. Ela agarrou a mão de Lindsay e foi praticamente rebocando a menina até seus aposentos. Rachel adentrou no quarto fazendo um floreio com a s mãos.

“Seja bem vinda ao meu humilde aposento.” Disse pomposa. Lindsay riu da palhaçada.

“Obrigada.” Lider de torcida ficou no meio do quarto sem saber o que fazer. Na verdade Ela sabia sim, ela só ficou meio fora de órbita quando Rachel tocou nela.

Oh, pelo amor de deus! Ela só segurou sua mão sua boboca. Não é como se ela te apalpou...

Não seguir por essa linha de pensamento Lindsay Shay!!!!!

“Lindsay?”

A garota acordou de seu devaneio impróprio.

“Desculpe-me, o que você dizia?”

“Eu disse para você se acomodar na minha cama”

Lindsay ficou com a garganta seca.

Pensamentos puros, pensamentos puros.

“Claro” A morena mais alta se acomodou sobre o colchão, para logo em seguida virar Marshmallow. “Ohhhhhh seu colchão é divino!” Sem se preocupar se estava sendo abusada, Lindsay se esparramou na cama da diva. Céus que colchão era aquele?

Rachel levantou a sobrancelha em diversão.

Dando-se conta do papel ridículo que estava fazendo, Lindsay se sentou rapidamente em uma posição respeitosa.

“Foi mal.” Rachel só fez rir. “E então como foram as coisas?”

“Correu tudo bem. A sua ligação foi providêncial”

Lindsay olhou bem dentro dos olhos castanhos, buscando a verdade ali. Ela sabia que Rachel podia mascarar suas mágoas muito bem, quando queria. Mas ela só viu a serenidade de alguém que estava em paz com suas questões.

“Fico feliz por você. Fiquei muito preocupada.”

Rachel abriu um lindo sorriso, ela segurou ambas as mãos da outra garota com cuidado e reverência.

“Você realmente é uma garota muito especial.” Disse Rachel bondosa. ”E fico muito feliz por você ter se tornado minha amiga!” Rachel se aproximou da outra garota e lhe deu um grande abraço.

Lindsay teve de buscar cada grama de força de vontade, para não forçar Rachel sobre a cama e beijá-la sem sentido. Por enquanto ela se contentava em apreciar o aconchego que o corpo da menina menor trazia ao seu, e o perfume suave de rosas envolve-la como um manto.

Não muito tempo depois as garotas desceram para jantar. Os pais de Rachel gostaram muito de Lindsay. Eles estavam felizes que sua estrelinha em fim estava fazendo amigos.

Ao final da noite Rachel levou Lindsay até a porta.

“Mais uma vez obrigada por ter vindo Lindsay, eu apreciei muito a nossa conversa e a sua preocupação.”

Lindsay deu um sorriso torto.

“Eu também apreciei a nossa conversa. E eu quero que você saiba, que o que você precisar, seja lá o que for, basta estalar os dedos e eu estarei ao seu lado em segundos.” Lindsay olhou profundamente para Rachel, para ela saber que ela era bastante séria sobre isso.

“Obrigada, você é uma boa amiga.” Disse Rachel a abraçando.

Lindsay devolveu o abraço com um suspiro.

Amiga...

Bem, ela levaria o que ela poderia pegar.

Depois que Lindsay partiu, Rachel voltou para dentro de casa.

Na escuridão da rua, um Camaro que estava estacionado junto ao meio fio do outro lado da calçada, abrigava uma motorista confusa.

Brittany olhava muito preocupada para o desenrolar da cena diante dela. Quinn ia ficar uma fera quando descobrisse sobre o interesse amoroso de outra menina sobre sua namorada. E para piorar Rachel nem percebeu que era objeto de desejo de outra pessoa.

As vezes Brittany desejava não descobrir as coisas ao acaso.

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Notas finais
N/A: Minhas mais sinceras desculpas pelo atraso. Dianna: Lindsay Pearce Shay Mitchell? Eu não sei quem é essa. A Lindsay se chama apenas Lindsay Shay