Mania Sonic

1 A mania que todos têm


Notas iniciais
Olá amigos, como estão, tranquilos? Finalmente chegou o Aniversário do nosso querido azulão! 26 Anos correndo! :'3 E assim como inventei no ano passado, eu tinha que preparar uma homenagem para ele, assim como o Shads xD Enfim, essa fic é bem maluca e engraçada, quis algo cômico dessa vez, nada dramático. Aviso: tá bem nonsense ^^' Portanto se vocês não se agradarem com ela, escrevi outra :) Ah! Todo mundo tá super ansioso pelos novos games do ouriço e claro, eu também! Amei muito as novas fases: Studiopolis e Mirage Saloon *-* E decidi incluir elas nessa homenagem Hihi. Outro detalhe: Terminei essa história à um tempo e as novidades que saíram de Sonic Mania esses últimos tempos não estarão inclusas (não sei se me expressei bem @.@). Uma última coisa: A inspiração surgiu quando pesquisei a palavra Mania no google e sabem que não quer dizer só mania? Tipo não só roer as unhas kkkkk Fiquei surpresa, se vcs quiserem pesquisar também no tio Google, vai dar um pouco de sentido à fanfic. Mais um detalhe que quase esqueci: Três personagens do Universo Sonic: Fang, Bean e Bark, são conhecidos, ou melhor, desconhecidos. Não os conheço bem kkkk Mas quis colocá-los aqui por causa das piadinhas que muitos fazem deles. Enfim, espero que gostem e interpretem como desejarem ^^' Enjoy!

Naquele dia, provavelmente ele receberia as várias felicitações junto de sua bela festa surpresa, qual não é tão surpreendente porque todos os anos a comemoravam de alguma forma. Passar a tarde degustando saborosos e picantes chili dogs escutando I’m Blue de Eifeel 65, virou o passatempo temporário do ouriço em seu aniversário. Até agora não recebera os devidos parabéns. Não que se importasse. Ter seu nascimento lembrado é algo fútil. Não é necessário, sabia que aqueles que gostam dele, sempre demonstram de um jeito ou outro. O que são palavras perto de ter suas companhias?

O molho apimentado de seu lanche favorito queimava sua língua. A música falava de um cara com a vida azul, digamos assim. Exatamente como ele, excluindo o fato de não ter ninguém, o que não é seu caso. A presença de alguém se aproximando foi sentida rapidamente. Um equidna vermelho veio lhe rodeando um braço e esfregando sua cabeça amistosamente.

— Parabéns azulão! Achei que não te alcançaria como sempre, mas por incrível que seja, você está aqui parado. — Knuckles ressalta. Era praticamente um milagre ver Sonic sem executar um ato que necessite de velocidade. Chegou a duvidar se de fato é o amigo, ou se caiu numa pegadinha de novo. — O que faz aqui? Isso é anormal.

— Valeu Knux. Decidi dar uma variada na rotina, relaxar um pouco... — Responde Sonic, aproveitando os raios solares de Emerald Beach, curtindo a areia entre os dedos numa cadeira de praia.

Ambos ficaram um tempo só vegetando. Até Knuckles se despedir e começar a se retirar. A Esmeralda Mestre estava à toa, prontinha para ser roubada por uma certa ladra morcega, que era capaz de trocar comida por joias se for possível. Ou por um homem com silhueta de ovo e nariz de pimenta. O equidna se preparava para abandonar o azulão com seus chili dogs, quando algo muito estranho acontece na frente de ambos.

— Mas que diabos? — Exclama Sonic. Uma baleia emergiu da água do mar e começou a rodopiar, girando seu corpo como se estivesse em uma máquina de lavar. Aquilo era no mínimo estranho porque primeiro: baleias não vivem tão perto de praias, senão encalham. Segundo: não fazem essas coisas esquisitas.

— Mas o quê? — Knuckles fala igualmente abismado. De repente o mamífero parou de girar subitamente e dirigiu o olhar para eles. Ambos ficaram meio assustados por um animal desse porte fazer isso.

— Knuckles. — A baleia chama o equidna, que se surpreendeu mais ainda. — Knuckles cabeção. Knuckle Head.

Na mesma hora, Sonic não aguentou. O que quer que estava acontecendo, até a baleia achava a cabeça de Knuckles muito grande. O equidna por sua vez, sentiu o sangue ferver e os neurônios estourarem de raiva. Queria dar um soco no ouriço e na baleia idiota e maluca. Quem pensa que é pra chegar desse jeito e o insultar? Que culpa ele tem pela cabeça ter um formato maior do que todos?

— Quem você chamou de Knuckle Head, sua golfinho? — Knuckles obviamente não era bom em insultos e brincadeiras. Seu negócio é resolver com os punhos. O mamífero continuou a girar. — Que maluquice!

Sonic já parou de rir. E percebeu que mais coisas estranhas ocorriam ao redor deles. Os pássaros abriam as asas, mas ficavam no chão andando; os peixes pulavam sem parar na água como se estivessem fora dela; as pessoas dançavam, cantavam e falavam coisas totalmente sem sentido; chuva, vento, sol, granizo, o céu e o tempo mudava toda hora. Não dava para entender nem prever essa loucura. Tails chegou se aproximando deles desesperado.

— Sonic! Eu preciso te falar uma coisa importante! — Exclama a raposa, porém antes de sequer racionar, os três são sugados por um buraco negro que surgiu do nada.

A sensação era de ser esticado como um espaguete. Mas não apenas eles, como também vacas; pessoas; objetos, foram abduzidos. Até caírem um em cima do outro.

— Ainda bem que o Knux amorteceu a queda. Zuamos com você, amigo, mas sua cabeça quebra um galho nessas horas. — Knuckles partiu para cima de Sonic. Tails parou os dois.

— Espera! Com toda essa confusão vocês querem se matar? — A raposa lhes chama a atenção. Eles param. As coisas tinham ficado sérias. — Olha, alguns dias atrás, voei com o tornado e presenciei um evento anormal como esses que vimos agora. Pesquisando, descobri que existe outro evento chamado Mania, que ocorre a cada vinte e seis anos.

— Mas por quê? O que esse tal de Mania quer dizer? — Sonic o questionou, sem entender nada mesmo. Fora tudo tão rápido para analisar as informações recentes... — Já sei! É obra do Eggman.

— Não dessa vez. Isso existe desde muito tempo, algumas décadas mais o menos. Mania consiste em trazer essas anormalidades sem motivo. É tudo o que sei. — Tails parecia decepcionado consigo mesmo. Knux bagunça seus pelos amarelos como consolo.

— Agora só temos que achar um jeito de sair daqui onde quer que seja. — Responde analisando o local. Sonic faz o mesmo e se assusta.

— Oxi, mas essa não é a Green Hill? Que nostalgia, hehe. — O ouriço sente uma gostosa sensação. E logo ressalta estranhando. — Mas está diferente. O que é isso?

Notaram que a colina verde tinha umas paredes rochosas na parte subterrânea, que ninguém sabia da existência, e tirolesas; além de água. Decidiram se aventurar novamente por aquelas bandas. Sonic deixava os outros no chinelo com sua velocidade sônica imensurável e zombava na cara dos badniks enquanto Tails se ferrava atingido pelos Buzzboms; Crabmeats e mordido pelos Chopper e Knuckles se perdia por desconhecer a zona direito e acabava arrebentando tudo, fazendo caminhos alternativos por causa de sua impaciência.

Eles chegaram ao fim do ato, passando pela placa, mas nada aconteceu. Até serem sugados de novo. Dessa vez Sonic acabou vomitando os Chili dogs quase em cima dos amigos. E dessa vez, pararam em Flying Battery. Não havia muitas mudanças, apenas um monte de lixo do Eggman, que inclui partes de robôs danificados e placas de fim de fase. Sem escolhas, prosseguiram novamente. Se questionaram se passaram por todos os locais e zonas que conheceram em suas vidas. O buraco os esticou como espaguete uma terceira vez e eles tiveram uma surpresa. Uma zona totalmente diferente de tudo. Colorida, iluminada e animada. Repleta de televisores e reprodutores de filmes antigos, inclusive estava mostrando um Robotnik em preto e branco, à la Charles Chaplin, dançando alegremente. Além de prédios e antenas. Um verdadeiro estúdio cinematográfico. Sonic e Cia, se deliciaram na máquina de pipoca que ali tinha e que os fazia ir aos ares; viajaram nas ondas rádio; jogaram bingo usando eles mesmos como bolas.

— Tá pensando que é só você que pode ter filme, Sonic? — Indaga Knuckles sentado numa cadeira de diretor, segurando um megafone. — Corta!

— E quem vai dirigir ele? O Eggman? — O azulão apontou para a cadeira com o nome do vilão. — E o enredo vai ser sobre ele te ludibriando de novo e roubando a Esmeralda Mestre? Ou mostrando o seu enorme encéfalo pra todo mundo?

— Hahaha. — Tails gargalhou com gosto e se escondia atrás do “irmão”, pois a bomba Knux iria explodir.

— Seu ouriço rato de agulha! — E desatou a correr pela zona. Até acharem o possível chefe. — Uma nova invenção?

— Ih! Os canas! — Sonic exclama. O robô começa a sapecá-los de tiros. Era um tipo policial. E dessa vez novo. Apesar das dificuldades, acabaram o vencendo. — Eu sabia que tinha dedo do ovo mole.

E novamente trocaram de dimensão.

— Precisamos descobrir o que essa coisa é. Não aguento mais. — Um vulto azul cai na cabeça de Knux o cortando, fazendo Tails rir. A raposa só se divertia.

— Irmãozinho! — Sonic pega o dito cujo recém caído e lhe bagunça os espinhos. Era o Sonic Clássico que havia chegado.

— Valeu a consideração, amigos. Estou bem. — Knux tira a areia de si. Agora se encontram em uma zona deserta. — De novo?

— De novo. — Tails se refere a explorar. Não tinham outra opção. Ele rapidamente explica a situação para o Sonic Clássico. — Sabe de algo? — O mencionado meneia a cabeça negativamente. Como sempre não falava.

— O que estamos esperando? Vamos. — Ordenou Sonic. Feliz por seu gêmeo estar presente no seu aniversário novamente.

Descobriram estar em Mirage Saloon zone. Cactos; muita areia; um salão escondido; revólveres que os lançavam; uma trilha de água saindo de uma garrafa; totens; teclas de piano.

— Que tal um vinho? — Tails tenta degustar um pouquinho da bebida ao encontrarem o bar. Sonic tira de suas mãos como um verdadeiro irmão mais velho.

— Hein? Esse não é o Fang? — Knux ressalta, chamando atenção para os cartazes de Procura-se. Não só Fang the Sniper. Bean the Dynamite e Bark the Polar Bear.

Um tiro quase os atinge. E os três caras malvados surgem.

— Isso mesmo. Somos nós, os esquecidos pela SEGA. — O líder Fang, pronuncia.

— SEGA? O que é isso? — Sonic indaga sem entender.

— Essa é nossa chance de provar que somos úteis! A SEGA vai ver só. Não queremos mais aparecer como meros cameos! — Os quatro heróis tinham milhares de dúvidas para saciar.

Porém os vilões queriam um confronto. Fang contra ambos os Sonics; Knux contra o urso e Tails contra o pato. O trio ataca, porém é facilmente derrotado.

— Because we are Sonic Heroes! — O azulão comemora.

— O que é essa tal de SEGA? E por que vocês querem realizar um tipo de vingança? — Tails pergunta para eles. Estavam amarrados e não tinham escolha se não responder.

— Não conhecem a empresa que os criou? Que piada. — Fang zomba. — A SEGA é a responsável por vocês. Por sua criação.

— Então é ela que está causando isso? — Tails parece abismado e todos não entendem nada, mas pelo menos já sabem quem é o culpado. — É por ela que Mania está acontecendo?

— Digamos que sim. — Fang responde confuso com a fala da raposa. Será que não sabem nada?

— Então só temos que acertar as contas com a SEGA! Seja lá quem for... — Sonic sai em disparada, contudo freia sua velocidade bruscamente ao se tocar de algo. Sonic Clássico mete a cara em sua bunda por acidente. — Ops, desculpe irmãozinho. Hehe.

— Esqueceu de perguntar onde fica a tal SEGA né? Não vê a hora de sair feito um jato. — Knux ressalta e indaga à Fang. Mas não foi necessário visto que todos sem exceção foram sugados.

Dessa vez estavam num lugar onde várias recordações. Na verdade, apenas o Sonic Moderno. Ele se questiona sobre os companheiros, entretanto parou para prestar atenção no local. Havia inúmeras lembranças e era uma espécie de espaço; vácuo. Testemunhou a cena do dia em que achara Tails; os primeiros badniks salvos; a primeira vez chutando Eggman; todos os amigos. Knuckles; Amy; Shadow. Ele ficara contente se recordando de tudo, mas qual o propósito disso? Ser um fato memorável do aniversário de vinte e seis anos? Provavelmente.

— Parabéns Sonic the Hedgehog. — Milhares de vozes desconhecidas desejaram as felicitações e como mágica, as memórias se esvaíram dando lugar à uma multidão de pessoas que ele nunca vira. Todas lhe sorrindo gentilmente e lhe dando felicidades.

Sonic ficou meio constrangido, mas agradecido. Vinte e seis anos. O tempo está passando e cada vez ele se surpreende. Ele jamais foi de chorar, todavia uma lágrima travessa pulou de seus olhos esmeraldas.

— Obrigado. — Agradece solenemente. Até ouvir uns sussurros atrás de si.

Ao se virar, uma enxurrada de Sonics de diversos formatos e tamanhos, cai em cima do azulão. Tantos que o soterraram como uma montanha e lhe desejavam parabéns. Que loucura! O pobre aniversariante foi soterrado por seus clones.

— AH!

Sonic acordou num susto. Percebeu que estava em Emerald Beach. Claramente teve um pesadelo. Comer tantos Chili Dogs e dormir, pelo visto não era muito saudável. Que estranho. Mania, SEGA, lembranças... Provavelmente era só nostalgia. Esses anos correndo pelo mundo, desde o dia em que sua jornada começou.

A noite veio rápido. A festa aguardava seu convidado especial. Um bolo azul; bebidas azuis; enfeites e toda decoração da mesma cor. É o dia do azulão mais querido do planeta. A comemoração fora fantástica, competição de dança onde Sonic mostrou que também tem gingado em Hip-hop, Break; Amy quase o matou por ter dado o primeiro pedaço à Tails; Knux morreu de ciúmes quando Rouge lhe deu um beijo nas maçãs do rosto e Eggman mandou uma caixa de presente com um Omochao para atazanar o herói, felizmente foi fácil se livrar do robô ajudante, que parecia ter sido criado nas profundezas do inferno.

— Tive um sonho estranho. — Confessou o ouriço para a raposa de duas caudas enquanto pegavam mais pedaço de bolo.

— Que tipo de sonho?

— Estávamos em Emerald Beach... — Ele se pôs a narrar tudo. — E até agora eu me pergunto o porquê disso.

— É só um sonho. — Assegurou Tails.

Aquele dia muito anormal se passou com essa impressão no azulão. Vinte e seis. Ele pode desconhecer a importância que essa data teve e tem desde duas décadas, mas milhares de pessoas não deixarão ela passar em branco. Porque Sonic é muito mais do que Sonic e mudou não apenas sua vida desde que derrotara Robotnik em Scrap Brain; mudou o mundo, e para melhor.

Essa Mania Sonic vai perdurar por anos e anos e sempre será lembrada.

— O que é isso? — Sonic indaga após achar um cartão com desenhos de si mesmo em seu bolso, que poucos sabem que ele tinha. — Aproveite o seu dia, porque terá que se preparar para ir atrás de Eggman mais uma vez em Studiopolis e Mirage Saloon. —What?!

Notas finais
Qualquer erro, me avisem :) Beijos e Abraços da Dark - See Ya!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!