Notas iniciais
OI criaturas tudo bom? Desculpem a demora pra postar, mas esse capítulo ficou gigante E FICOU COM 3000 PALAVRAS ÊÊÊ Boa leitura!

P.O.V Kat

Eu estou na sala do nosso apartamento (das meninas, dããã) com todo o pessoal. Pra você se situar na vida hoje é quarta-feira de tarde.

Apenas Annabeth não está entre nós, mas é por uma boa causa, já que ela está fazendo um bolinho para adoçar nossas vidas, na cozinha.

—Calma, Nico – fala Peeta tentando tranquilizá-lo. Nico tem prova de Cálculo II esta semana e estava estudando até agora, ou seja, ele estava pirando.

Nós, como bons amigos, dissemos a ele que precisava parar um pouco, já que ele estava estudando a muito tempo, mas agora que ele não está mais quase morrendo de tanto estudar, ele está definhando de ansiedade.

—Nico, vai dar tudo certo, se acalme – fala Thalia com uma calma que ela só tem para ele. Não adianta muito, visto que Nico para de tremer, mas continua hiperventilando e resmungando coisas como “o dinossauro é mau” e “eu não sei fazer xixi”.

Ficamos uns minutos só ouvindo a respiração acelerada do Nico até que a Joh não aguenta e berra:

—Nico! Quer parar e hiperventilar como um porco?

Nico a olha envergonhado e desesperado e fala:

—Eu não consigo! Vou ir muito mal nessa prova! E eu não posso ir mal!

—Nicholas, para de manhã – fala Thalia se acrocando ao seu lado. Nico tenta se controlar. Ele consegue por cerca de trinta segundos, mas estão levanta e corre a toda velocidade em direção à porta, a chutando com muita força e fazendo muito barulho.

—Ei! – berra Annie da cozinha. – Quem foi o delinquente que fez isso? Vão acordar o prédio inteiro! Vocês não tem vergonha na cara, não? – ela pergunta. Deixamos de lado que provavelmente não tem ninguém no prédio dormindo (a não ser talvez o aposentado de um dos apartamentos do andar de cima), já que estamos em plena tarde de um dia útil e geralmente as pessoas trabalham nos dias úteis.

Rony murmura algo sobre ser meio pesado chamar alguém de delinquente, mas Nico mente:

—Foi o vento, Annie! – Thalia o cutuca e o fuzilo com os olhos pela mentira. Ué, mentir não é nem um pouco bonito.

Annabeth aparece na sala olhando desconfiada para nós, pois não havia vento nenhum. Solução: começamos a assoprar na direção da porta (para criar vento, dããã).

Annabeth apenas revirar os olhos e volta para a cozinha. Uns minutos depois a ouvimos fechar a janela e resmungar:

—É, tem um ventinho mesmo.

Seguramos o riso.

***

P.O.V Cato

—Eu quero ir no Starbucks – a Kat fala fazendo beicinho enquanto está encostada em Peeta vendo iCarly.

Ronald a olha.

—Ah, nem venha, Ronald! Já faz um mês desde o episódio do hipogrifo amarelo!

Rony bufa, mas abaixa a cabeça, derrotado.

—Olá, galera! – grita um Percy animado. Ele arrasta consigo uma Annabeth entediada.

—Oi – respondemos.

—Querem ir ao Starbucks? – pede Percy esperançoso.

Rony grunhe e bufa, mas ele enão tem tempo para responder:

—Não. Eu tenho uma ideia melhor! – declara Zoë brotando heroicamente na janela (ela subiu pela Michaela). Newt também está subindo logo atrás dela.

Annabeth não nota, já que está muito concentrada tirando uma folha do cabelo de Percy. Quando Zoë nota que Ananbeth está presente, ela empurra a cabeça de Newt, que ainda está subindo pela Michela (diferente de Zoë, que já está empoleirada no parapeito da janela) para baixo para escondê-lo de Annabeth. Como Mione não está aqui (ela foi ao supermercado e já volta, Annabeth é a única ameaça à sobrevivência de Newt e de Zoë.

Zoë pula para dentro do apartamento agilmente quando Annie vira a cabeça, então ela não nota que Zoë subiu pela árvore.

—Zoë? Desde quando você está aqui? – pergunta ela.

Zoë fica quieta com o olhar desconfiado de Annabeth.

—Verdade ou desafio! – berra Clo que acaba de entrar pela porta, tentando desviar o assunto.

—Isso! – berramos em concordância e saímos correndo porta afora, descendo as escadas.

Quando terminamos as escadas e saímos do prédio, Newt pula da Michaela e aterrissa bem ao lado de Annie, que o olha meio espantada e desconfiada.

—Da onde você brotou? – ela pede.

Newt dá de ombros parecendo entediado.

—Vocês estão mais estranhos do que o normal hoje – ela observa e eu, mais que rapidamente, digo, enganchando meu braço no de Clove:

—Vamos de uma vez, não é?

***

P.O.V Ron

Encontramos Mione logo que saímos do prédio, então ela só sobe para guardar as coisas lá em cima e já volta, seguindo para o parque conosco. Ao chegarmos lá, sentamos na grama.

—Alguém trouxe o Cleytson? – pede Finnick alarmado. Se alguém não se recorda, Cleytson é a rolha que utilizamos para jogar verdade ou desafio.

—O papai aqui trouxe! – anuncia Leo com um sorriso convencido na cara. Ele coloca Cleytson na grama e o gira.

Finnick X Eu.

Eita.

—Verdade ou desafio? – ele pergunta.

—Desafio – respondo. Ele me lança um sorrisinho do qual eu não gosto nem um pouquinho.

—Te desafio a cantar algum de nós – ele fala e o sorrisinho aumenta de tamanho.

—Quê? – não entendo nada.

—Uma cantada! Você é burro? – Annabeth pergunta com toda a sua delicadeza e discrição.

Bufo.

—Olha, vou te mostrar – fala Finnick prestativo de repente.

Ele olha para a Joh, que está ao seu lado, e passa um braço pelos seus ombros.

—Hã... Finnick? – Joh pede confusa. – Você tomou o remédio que eu que eu pedi direitinho?

—Sim! Tô ótimo! – ele responde e Joh dá de ombros. – Prestem atenção! – então, ele olha para a Joh com sua melhor cara de “Eai?” e fala: -Ei, gata, o teu pai é mecânico?

Finn fica esperando a resposta ainda sem desmanchar a pose e Joh, extremamente confusa.

—Não – responde ela. Finnick continua, implacável:

—É que você é uma graxinha.

Johanna bate na cara.

—Finnick, essa foi a pior cantada que eu já ouvi!

Rimos e Finnick lhe dá um beijinho na bochecha.

—Sua vez, cara – ele fala para mim.

—Ah... Tá – olho ao redor e paro no ser ao meu lado. – Mione, você não é o Dumbledore, mas sempre foi o meu alvo.

Todos riem e a abraço de lado, fazendo com que ela se aproxime de mim.

Joh fala:

—Tá, essa foi a cantada mais horrível que eu já ouvi, Ronald. O Oscar vai para você.

-Aff – bufa Finnick. – Eu queria ganhar o Oscar!

-Não foi dessa vez, criatura! – Johanna fala.

-Tá bom. Vou me aprimorar mais nas cantadas, você vai ver.

Eu giro Cleytson.

Reyna X Leo.

-Bah – é o único comentário de Leo e Reyna pede:

-Verdade ou desafio?

-Ahhhh, não sou capaz de opinar – Leo tenta atrasar seu sofrimento iminente.

-Mas eu sou, vai no desafio, então!

-O QUÊ? NÃO! – Leo brada.

-Não discuta comigo, Valdez – Reyna rebate. – Você vai ter que ir no mercado e se passar por funcionário, falando algo sem noção para o cliente.

-Ah, valeu! Esse é bom!

-Disponha – Reyna responde e vamos andando até o mercadinho próximo ao nosso prédio.

***

-Oi, moço, precisa de ajuda? – Leo pede, mas o cara o ignora.

-Ih, Leo, acho que o senhor não nasceu para isso – comento e ele bufa.

-Vocês vão ver! Eu vou conseguir!

-Vai fundo! – Percy incentiva.

Aparece uma moça e Leo vai rapidamente até ela.

-O, moça! Quer ajuda?

-Hã...Oi, qual é o seu nome?

-Ah, sou o Alceu! “Alceu” dispor! – a moça o olha assustada e sai a passos rápidos.

-Hey! Dona! – Leo berra, mas a moça anda mais rápido ainda. – Ih, ela se foi – comenta ele dando de ombros.

Voltamos para o local aonde estávamos antes e o Valdez gira o Cleytson.

Peeta X Cato.

Peeta olha para Cato e faz uma cara de retardado master.

-Verdade ou desafio?

-Verdade! – Cato fala rapidamente e o olhamos boquiabertos.

-Hey, não me olhem assim! Com essa cara é capaz de ele mandar eu me pendurar no alto do Empire State – Cato se defende.

-Ok, Drama Queen – Peeta revira os olhos. – Admita: quantas balinhas da Clo você já roubou?

Cato engole em seco.

-10 – Cato fala e Peeta estreita os olhos. – 21 – Cato dolorosamente admite.

-Aí sim! – Peeta fala e é a vez de Clo estreitar os olhos para Cato.

Ele também a olha.

-Cato! Então foi você o responsável pelo sumiço em massa das minhas balinhas! Você não tem respeito à vida não?

Cato se encolhe enquanto Mione murmura algo sobre a mentira ter perna curta.

Cato rapidamente gira o Cleytson, desviando a atenção de Clove dele.

-Annabeth para Mione – ele anuncia. Eu e Mione nos entreolhamos, percebendo que aí vem bomba.

-Verdade ou desafio? – Annabeth faz a pergunta clássica com uma cara de psicopata.

-Desafio – Mione se inspira.

-Você e Ronald devem entrar no Starbucks cantando a música da Coca-Cola, então, uns dez minutos depois de vocês terem saído de lá, entrem de novo e peçam um lanche na maior cara de pau.

-Mas por que? – pergunto apavorado.

-Assim você não vai mais ter motivos para não entrar no Starbucks – ela esclarece simplesmente.

-Mas eu nem tomo Coca-Cola – tento de novo.

-Ah, Rony, deixe de ser dramático – fala Mione pegando minha mão e me puxando para cima.

E então, ela me arrasta em direção ao estabelecimento do outro lado da rua.

Bom, pelo menos ela vai estar junto comigo, né?

Ao atravessarmos a porta, Mione pula em minhas costa.

Dou um oi para o Joe, meu colega da faculdade e filho da senhora que administra o Starbucks enquanto Mione começa a cantar. Logo a acompanho.

Quando finalmente terminamos de cantar e saímos do local, nossos amigos estão na calçada rindo.

-Viu, Ronald! Você até está sorrindo! – fala Annabeth.

-Até que não foi tão ruim assim – falo, vencido, enquanto Mione pula das minhas costas.

—Bom, até dar os dez minutos, vamos girar o Cleytson de novo – fala o Vladez e acentimos, voltando para a pracinha.

-Zoë para Clo – declaro ao girar o Cleytson.

-Verdade ou desafio? – Zoë pergunta misteriosa.

-Desafio! – Clo declara toda feliz.

-Vá ali – Zoë explica indicando um local aonde crianças brincam. – Fale com aquela menina que deve ter uns dez anos e a desafie a dar uma estrelinha.

-Ok! – Clo sai correndo. Ela tropeça numa pedra, mas felizmente Cato a segura.

-Valeu! – e ela retoma a corrida.

Ficamos atrás de uma árvore para observar.

-Olá, qual é o seu nome? – Clo pede ao chegar na menininha.

-Melina! E o seu?

-Clove! Você consegue dar uma estrelinha?

-Sim, e a senhora?

-Ah, me chame de Clo, eu ainda não sou casada – fala Clo sobre o “senhora” da garota. – Eu sei dar estrelinha! – continua ela animada.

-Certo, você primeiro! – a garotinha delega.

Clo se prepara. Ela tira as pernas do chão e se apoia nas mãos. Ela consegue se manter reta e certa até o meio do processo, porém então a estrelinha entorta e Clo cai para o lado.

Melina faz a estrelinha com perfeição.

Ah, a elasticidade infantil.

-Você precisa de umas aulas – observa a garotinha e sai correndo.

Clo adquire uma cara de taxo e vem até nós.

Ela bufa.

-Acho que está na hora da Hermione e do Rony irem ao Starbucks – ela lembra.

Olho para Mione, que ri.

Atravessamos a rua novamente e entramos no local como se nada houvesse acontecido.

Fazemos nossos pedidos calmamente enquanto a moça nos olha atravessado, provavelmente se lembrando de nós.

Nos sentamos numa mesa e um cara de meia idade vem até nós.

-Hã... Com licença, mas vocês não são aqueles que entraram aqui antes cantando? – ele pede e assentimos. – Percebi que sua voz é muito boa e afinada e, sabe, sou dono de uma gravadora, e você tem potencial – ele fala agora dirigindo-se a Mione.

Quase cuspo meu café. Não porque a voz de Mione é feia ou algo assim (pelo contrário, a voz dela é maravilhosa), mas é que a proposta é meio inusitada, digamos assim.

–Estaria interessada em fazer um teste, sem compromisso? – o cara prossegue.

—Hã, desculpa, mas não são meus planos. Obrigada, de qualquer forma – ela recusa o pedido com seu sorriso e simpatia habituais.

—Ok – ele fala e sai, deixando, mesmo assim, um cartãozinho da sua gravadora na mesa.

A esperança é a última que morre.

Engulo meu café e Mione cai na risada, sendo acompanhada por mim.

***

Saímos do Starbucks e encontramos nossos amigos do lado de fora. Leo se senta na calçada mesmo e gira o Cleytson por cinta própria.

-Percy para Newt! – ele declara.

-Verdade ou desafio?

-Desafio.

-Você vai subir pela Michaela até a janela do apartamento do Luke e dar um ‘oi’ para ele – Percy explica. Luke é um amigo nosso da faculdade.

-Ok! – Newt responde.

***

P.O.V Newt

Escalo a Michaela, passando pelo apartamento das meninas (um andar abaixo do apartamento das meninas) e subo mais um pouco.

Quando já estou de frente para a janela dele, o vejo estirado no sofá, roendo unha e com um balde de pipoca na mão, vendo Teen Wolf.

-Ele tá na sala? – berra Nico lá de baixo.

-Aham! – berro de volta.

-Eu imaginei – ouço Nico comentar.

Bato na janela, percebendo que Luke também ostenta um pote de sorvete na sua mesinha de centro, caso a comida falte.

-Newt? – ele pede confuso ao me ver trepado em sua janela.

-Oi, Luke!

-Hã... oi – ele fala e posso ver que está se esforçando para soar educado, já que eu estou fazendo ele perder sua série. – Precisa de algo?

-Não, só vim dar um oi mesmo. Pode voltar a ver sua série – digo enquanto meto a mão no balde de pipoca que ele trouxe consigo.

-Ah, obrigado – Luke responde meio indignado e berro, já descendo pela Michaela:

-Disponha!

Quando já estou no chão, giro o Cleytson.

—Reyna para Annabeth – digo e Reyna lança um olhar de dar medo para Annie, que apenas dá um sorriso tranquilo.

—Desafio! – brada ela e Reyna estreita o olhar. Annabeth sorri mais.

—Desafio você a comprar um balão da Minnie e sair berrando alguma música da Melanie Martinez – diz Rey.

Annabeth ri e fala:

—Obrigada! Sempre quis fazer isso!

A olhamos como se ela fosse louca, mas ela nem liga.

—Hey! Posso ir junto? – pede Clo e Reyna dá de ombros:

—Pode.

***

Ambas compram os balões da Minnie e voltam para o lugar aonde estamos.

Annie engancha o braço no da Clo e elas começam a saltitar e a berrar:

“My friends don’t walk, they run

Skinny dip in rabbit holes for fun

Popping, popping ballons with guns

Getting high off helium”

***

Quando elas terminam, voltam até onde estamos, ignorando os olhares que a sociedade lança para elas.

Depois de conseguimos controlar o acesso de risos, Annie gira o Cleytson e anuncia:

—Peeta para Kat!

Peeta então adquire uma cara pensativa.

-Verdade ou desafio? – Kat pergunta para si mesma diante da enrolação do Peeta. – Desafio – ela responde a si mesma.

-Hey! – ele protesta.

-Você é muito lerdo! Vai querer que eu escolha meu desafio também?

Ele resmunga e diz:

-Vá para a frente do nosso prédio e comece a berrar com o bueiro.

—Tá, mas com “nosso prédio” você quer dizer o meu apartamento e o das meninas ou o de vocês? – ela indica nós (os garotos) com a cabeça.

—É óbvio que é o nosso! – Peeta fala confuso, indicando-nos. – Por que seria o de vocês?

—Ah, vocês praticamente moram lá.

—Não moramos nã... – todos nós nos defendemos, porém paramos diante dos olhares das garotas.

—Ok – Kat fala e andamos até nosso prédio. Ela começa a berrar com o boeiro enquanto nós atravessamos a rua e nos encostamos na Michaela.

Passo o braço ao redor de Zoë e ela se encosta em mim.

—Jacob! – Katniss berra com o boeiro. – Jacob! – ela faz drama. – Tu me deixaste, Jacob!

As pessoas na rua a olham assustadas. Uma garota com um livro da série Crepúsculo começa a berrar algo.

Mas, de repente, Katniss começa a berrar um tanto apavorada demais:

—Meu anel! Peeta! Vem tirar meu anel daqui! Por favor!

Zoë fala para mim:

—Acho que agora é sério.

Todos vamos até ela.

—Peeta, por favor, tira meu anel de lá!

O anel de Katniss caiu no bueiro.

No bueiro Jacob, como Katniss o nomeou.

Peeta olha para ela, que faz biquinho.

—Vamos, Mellark! Seja homem! – Thalia o cutuca.

Ele suspira derrotado diante da carinha de Katniss e se abaixa, fazendo força para tirar a grade do bueiro.

Quando tira a dita cuja, mete a mão dentro do bueiro e tira o anel.

Ainda bem que dentro dele não há nada muito repugnante: é só água da chuva.

Peeta tira a mão meio suja pela água lá de dentro (não sabemos como o anel de Katniss não foi levado pela correnteza).

—Obrigada! – Katniss agradece dando um beijinho na bochecha dele.

—Não foi nada – ele sorri.

—Bom, senhores e senhoras, acho que por hoje é só – Leo declara.

—Valdez, o senhor está antecipando nosso casamento – fala Reyna.

—Senhoritas – ele se corrige e faz uma reverência exagerada.

—É o quê? – Thalia e Nico falam juntos, indignados.

—O quê foi? – pedimos para eles.

—Nós não participamos do jogo! – eles falam novamente juntos. E então, percebendo a sintonia das falas, se entreolham.

—Para de roubar meu texto, Gótico Suave! – Thalia fala e dá um tapa na cara de Nico.

—Hey! – ele dá um tapinha na cara de Thalia, mas é perceptível que ele nem usou força. Ah, o cavalheirismo. Nico não bate em mulheres.

E então, eles param a pirraça pessoal e voltam a olhar para nós.

—Não temos culpa se vocês não foram ”sorteados” – fala Finnick dando de ombros.

Joh o cutuca, dizendo que ele é um insensível.

—É tudo culpa daquela rolha – fala Annabeth diante do olhar mortal de Thalia.

—Hey, dona – fala Leo indignado. – Mais respeito com o Cleytson!

Annabeth estreita os olhos em direção a Cleytson, que está nas mãos de Leo.

—Desculpe, Cleytson.

—Vocês queriam o quê, que nós mandássemos vocês dançarem um frevo na avenida? – pede Reyna.

—Na verdade, cantar Green Day na sinaleira já estaria bom – falam eles se entreolhando.

—Fiquem à vontade – responde Zoë.

E eles correm em direção ao semáforo mais próximo, cantando “Revolution Radio” para os carros.

Notas finais
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