Maldita Matemática.
4 Capítulo 3
Notas iniciais
é pura besteira e nada que preste.... Mas eu ri bastante escrevendo... espero que vocês tambem se divirtam....
Sem mais delongas..... CAPITULO 03.... XD~~
-Temos compromissos. – JinYoung-oppa disse meio a contra gosto, fazendo meus lábios se prensarem um contra o outro, formando um pequeno bico, involuntariamente.
Um sorriso no canto do rosto de JinYoung-oppa não passou despercebido por mim, que selei meus lábios aos seus num rápido toque. No segundo seguinte eu olhava para o resto da sala observando se alguém havia notado. Não que eu não pudesse, ou algo do tipo... Só era engraçado fingir, o que pros demais, já nem davam mais bola.
Fiquei agarrada ao Oppa tempo suficiente ate ouvir seu celular tocar de novo, e ele então falar não mais que três palavras e desligar a ligação. Seu manager esta ali na frente, e logo os meninos já estavam na van, acenando e indo para seus compromissos.
Suspirei profundamente, fechando a porta principal atrás de mim e meu olhar encontrando Agi, no meio do corredor. Por um segundo meu coração congelou de susto, mas então voltou a bater por me dar conta que sua posição era nada mais nada menos do que fofa. Tinha ambas as mãos nos bolsos da calça, enquanto a boca se curvava quase que num T. A cabeça estava inclinada um pouco para o lado, deixando ainda mais claro que realmente estava confusa de algo.
*Geeh-Agi POV*
Okay, PARA TUDO. Por que eu senti uma coisa estranha dentro de mim quando vi GongChan-oppa entrar naquela van? Como se eu já não tivesse visto essa cena milhares de vezes antes, quando JinYoung-Appa vinha aqui em casa para ficar com a Omma.
Era tudo tão novo. Na verdade, acho que foi por que passei a tarde inteira próxima ao Oppa. É deve ter sido isso! Talvez... Por que... Aish... O que ta acontecendo???
Acho que talvez... Talvez... Fosse melhor tentar perguntar isso para Omma. Ela era como uma professora chatas sabe-tudo, só que não era professora e nem chata, era só sabe-tudo. Parei no meio do corredor encarando-a dar um ultimo aceno e então fechar a porta, soltando um longo suspiro.
Ela definitivamente era estranha.
-O que foi? – disse, depois de alguns segundos me encarando.
-Você é estranha! – disse por fim, deixando um sorriso começar a formar em meus lábios, e logo começar a rir. Ao mesmo tempo sua cara se fechava e seu corpo começava a se aproximar do meu.
Não demorou dois segundos estávamos correndo pelo nosso apartamento, que, diga-se de passagem, não é muito grande. Eu ria das palavras inocentes que Omma falava, na tentativa de me xingar, enquanto passava por todos os cantos.
-EM BAIXO DA MESA? SERIO MESMO? – Omma gritou, ponto as mãos nas cinturas e parando num ponto em que não teria mais como eu escapar.
A única coisa que me mantinha salva era a mesa sobre minha cabeça e a cadeira que eu segurava a minha frente, para que ela não se aproximasse.
-Ao menos aqui eu não morro!
-Morre de fome!
-NÃO ISSO É COVARDIA!!! – Disse saindo de imediato dali. Droga.
-HÁ... – foi a ultima coisa que eu ouvi, antes de ser atacada por cócegas.
PARA TUDO... Você estava achando que Omma iria me bater ou algo assim? Aish, ela é minha irmã mais velha, não uma ditadora narcisista psicopata. Etcha hein...
De qualquer forma.
Atirou-me no chão, e pôs seus joelhos colados ao meu corpo, de forma que suas pernas pudessem prender as minhas. Depois de tantos anos ela ainda conseguia me prender no chão do jeito mais bizarro possível e eu nunca conseguia sair. Isso era covardia!
Debati-me o máximo que pude, mas então fui atacada...
-NÃO... A BOCHECHA NÃO... A BOCHECHA... AAAAARRGGG... QUE NOJO!!! – eu gritava, tentando chamar a atenção de alguém, mesmo que só tivéssemos velhos surdos e inúteis que não faziam nada o dia inteiro. Era inútil gritar por socorro, se alguém ouvisse seria alguém passando na rua... Mas a rua era deserta...
E lá se vai minha bochecha.
A essa altura Omma já estava sentada no chão, escorada no sofá, rindo da minha cara. E eu, de pernas cruzadas, ainda no meio da sala, onde havia sido atacada há poucos segundos, com o maior beiço que poderia fazer. Ela me torturava assim, desumanamente, e depois ria de mim... Na minha cara!
-Que tipo de Omma é você? – retruquei, deixando visivelmente, em minha voz, a raiva que eu tinha. Odiava quando ela me mordia, por que ela não era das mais queridinhas que só mordia. Ela só mordia para deixar marca.
Agora imagine você no meu lugar... Aparecer amanha naquela droga de colégio, com uma mordida na bochecha. Pois é... Não era a primeira vez.
-Do tipo que é mais uma Unnie do que uma Omma! – Sorriu inocente, me mostrando a língua numa forma fofa de aegyo. Bufei forte.
Ainda estava doendo, e ela deveria saber que Aegyos não funcionariam comigo, muito menos se fossem sem sentido... E...
-Vai querer comer o que? – Disse saindo da sala em direção à cozinha. E eu acabei de esquecer o que estava pensando... Oh querida comida...
Podia ouvir os anjos cantarolarem, e minha barriga gritar “Amem”.
O que? Eu não sou exagerada... Okay, talvez um pouquinho... Médio? Ta legal, você me pegou... Eu amo comida... E SOU FELIZ COM ISSO. ME DEIXA!
X
-Omma... – Disse pensativa, acho que talvez agora fosse hora de ter uma conversa seria com ela. Ela passou as ultimas 2h estudando, enquanto eu comi, terminei minha lição de casa, joguei vídeo-game, tomei banho e joguei mais vídeo-game. Ela não largou os livros, quando finalmente fechou, deixou o ar escapar e sorriu faceira. Como conseguia sorrir depois de estudar? Ela não era humana.
Ela simplesmente fez um som parecido com “um”, de boca fechada, acredito eu, que quisesse que eu continuasse. Respirei fundo, pensando nas palavras que seriam certas pra usar, mas não sabia exatamente o que eu tinha que perguntar. Como perguntar, o que perguntar, pra que perguntar? Isso não era normal, era tão confuso quanto o dever de matemática.
-Eu... Eu estou confusa!
-Sobre? – Disse se levantando da mesa e indo ate meu lado, sentada no chão, com as pernas esticadas e o controle de vídeo-game em mãos. Omma pegou o segundo controle e tentou não parecer curiosa, o que eu sabia que estava, e muito. – Algum dever?
-Não... – Acho que deveria ter dito sim. Sua expressão ficou realmente seria. Suas pernas se juntaram a seu corpo e largou o controle ao seu lado, se virando de frente pra mim.
Você já se sentiu como se estivessem querendo enxergar seu cérebro pelo buraco do seu ouvido. Ou que tivessem tentando fazer visão de raio X com os próprios olhos, sobre seu crânio? Pois é, foi exatamente como eu me senti.
-Eu... Eu to confusa! – Disse meio indignada.
-Sobre o que, criança?
-NÃO SEI!
-COMO NÃO SABE?
-NÃO SABENDO! – de repente ambas estávamos gritando, em tons realmente agudos, e se segurando para não rir, mas continuando.
-PARA TUDO. – ela fez um gesto exagerado. – Você me pede ajuda... Indiretamente... E não sabe sobre o que... E ESPERA QUE EU SAIBA?
-SIM...
-COMO?
-É que... – De repente eu perdi minha voz. Como se mil... Er... Borboletas? Estivessem no meu estomago. Foi uma sensação desagradável. Um nervosismo grande. – Eu me senti estranha hoje... Quando o GongChan-oppa foi embora...
Acho melhor eu me mandar daqui... Melhores saídas? Janela? Porta? Bueiro? JANELA DO BANHEIRO!!!! Oh meu Deus! Qualquer coisa para sair de perto dela... Ela esta sorrindo, mas não de um jeito bom. É... É estranho, meio... É ASSUSTADOR!!!!!
-PARA DE SORRIR ASSIM....
-Por quê? – o sorriso sumiu, ufa. Mas seu rosto realmente ficou espantado.
-Por que tava me dando medo! – Disse manhosa, fazendo-a rir.
-De qualquer jeito... – Disse com certo desprezo na voz. Omma realmente não era muito fan quando eu debochava dela... – Me fale mais... Sobre o que tu sentiu...
-Não quero.
-Fala se não te mordo de novo!
-TO FALANDO!!!! – Berrei segurando seus ombros o mais longe de mim. Ela sorriu de novo, então preferi ignorar e simplesmente contar. – Eu... Eu não sei Omma. Das outras vezes que Channie foi embora, eu não senti isso, mas hoje... Hoje passamos o dia inteiro juntos, e quando ele foi... Foi como se algo tivesse o levado de mim...
‘-Foi como se algo dentro de mim não existisse mais, ou tivesse sido levado com ele... E esse tipo de coisas que eu estou te falando não faz sentido nenhum... Mas foi algo assim... E se tu rir eu vou ficar braba contigo, por que é serio... E por que tu não ta rindo? Era pra ti ta rindo! Teu rosto ta normal, tu não vai falar nada? Fala alguma coisa! Ta me deixando nervosa! Oh meu Deus o que aconteceu? O QUE TA ACONTECENDO COMIGO OMMA???? – Eu comecei a berrar desesperadamente.
E o máximo que ela fez? O máximo que a Omma fez foi sorrir, e me abraçar. Me puxou para um abraço calmo, acariciando meus braços enquanto eu deixava que algumas lagrimas pesadas e sem sentido caíssem. Não fazia sentido... Nada mais fazia sentido.
-Você esta apaixonada, criança... – Disse com uma voz tão calma que chegou a me acalmar um pouco... Mas espera... APAIXONADA?!
*Geeh-Agi POV end*
XXX
*GongChan POV*
Entramos no dormitório, totalmente exaustos. Nós não teríamos nada naquele dia, e de repente nos fizeram trabalhar que nem escravos até altas horas. SanDeul-hyung foi direto para o quarto, e acho que dormiu no meio do caminho, por que não saiu mais de lá. Enquanto Baro-hyung foi correndo para o banheiro berrando algo como “Não saio daqui tão cedo”, Não sei ao certo, e sinceramente prefiro ficar sem saber.
JinYoung estava vendo as roupas que já tinham secado no varal, que se encontrava na sala, quando sentei no sofá observando-o. Eu precisava de sua ajuda... Precisava descobrir como me declarar para alguém... Uma garota... Linda.
-JinYoung-Hyung... Er... – disse visivelmente envergonhado, não sabia exatamente o que falar, quando CNU-hyung saiu do quarto que dividíamos, no exato momento. – Oh, Hyung, você também! – chamei as pressas.
-O que foi Channie? – acho que JinYoung-hyung tentou acompanhar minha linha de pensamentos, mas pareceu totalmente sem sucesso, olhando para CNU-hyung que parecia tão perdido quanto.
-Oi?
-Hyungs... Eu... Eu preciso da ajuda de vocês! – os dois tinham a expressão ainda confusa em seus rostos, enquanto me fitavam meio aflitos. – Eu conheci uma garota... – Aish, senti minhas bochechas começaram a arder suavemente. Posso jurar que estava começando ganhar uma coloração avermelhada, fazendo os hyungs se entreolharem e sorrirem de canto.
-Você quer nossa ajuda, para conquistá-la? – CNU-hyung sentou-se na minha frente, pedindo informações sobre a garota, enquanto meus olhos se arregalavam e minha boca não pronunciava mais um som sequer.
Notas finais
ANYWAY..... Cá esta o capitulo, espero que tenham gostado.... e POR FAVOOORR... Comentem!!!!! Façam um autora feliz!!!! Seu comentário REALMENTE me faz continuar a escrever!!!! XD~~
Espero que, realmente tenham gostado.... e até o proximo capitulo... sabe-se lá quando vai sair.... HSAIHUSAHUISAIH
*apanha*
Fuii..
Ppyong~~
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